14 de jan. de 2019

Trump ameaça devastar a economia Turca caso Erdogan ataque os curdos

14 de Janeiro de 2019 16:42:46
Trump e Erdogan.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu neste domingo que "arrasará economicamente" a Turquia, caso o país ataque os curdos, aos quais também advertiu que não devem provocar o governo turco.

A relação entre os dois membros da Otan tem se desgastado devido ao apoio dos EUA à milícia curda YPG, que a Turquia considera terrorista e vê como uma extensão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) que trava uma insurgência de décadas em solo turco.

Erdogan respondeu dizendo que não teme os EUA e que irá se alinhar ainda mais com a Rússia, a China e o Irã.

Erdogan também afirmou que diferente da Europa e dos EUA, a Rússia é um verdadeiro amigo e aliado.
O presidente turco afirmou também que irá sim atacar os curdos e não há nada que os EUA possam fazer para impedir isso.

FONTE: EURONEWS, TRT E CNN.

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12 de jan. de 2019

URGENTE: O exército americano começa a abandonar as suas bases que serviam de "barreira" contra os turcos e sírios.

12 de Janeiro de 2019 15:11:47
Veículos americanos saindo de Manbij.

As forças americanas estão abandonando ao menos 4 de suas bases no norte da Síria, essas bases serviam como "barreira" contra a Turquia e o exército sírio a SAA.

A velocidade com que essas bases estão sendo evacuadas tem chamado muito a atenção, pois as tropas estão as abandonando em um ritmo muito acelerado.

As forças turcas e sírias estão enviando mais algumas dezenas de tanques e blindados leves para a fronteira com os territórios curdos.

Enquanto as forças americanas abandonam a Síria, a Turquia e a Rússia se aproximam mais e mais. Tendo ambos prometido apoio um ao outro nas próximas operações na Síria.


As forças curdas temem uma invasão iminente por parte das forças turcas.











FONTE: MÍDIAS LOCAIS.

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11 de jan. de 2019

URGENTE: A coalizão americana na Síria anunciou que seus militares estão abandonando o país formalmente.

11 de Janeiro de 2019 13:27:45
Imagem de vídeo mostra forças dos EUA nos arredores da cidade síria de Manbji, em 7 de março — Foto: Arab 24 network, via AP
Blindados americanos saindo da Síria.


A coalizão internacional anti-jihadista dirigida pelos Estados Unidos anunciou, nesta sexta-feira (11), o início da retirada das tropas da Síria, onde auxiliavam na guerra contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI);

As forças americanas e de alguns aliados já começaram a sair do país.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos a OSDH, afirmou que ao menos 3 comboios de caminhões e blindados do exército americano abandonaram o país nas últimas 24 horas em direção ao Iraque.

A saída das tropas americanas e aliadas do país, ocorrem por ordens do presidente Trump, que determinou a saída do país.

Imagem relacionada

FONTE: G1 E FOX NEWS.

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2 de jan. de 2019

URGENTE: Rebeldes pró-Turquia e pró-Arábia Saudita entram em guerra em Idlib.


02 de Janeiro de 2019 18:19:45


Imagem relacionada
Rebeldes das FSA lutam em Idlib.


 

URGENTE: As forças rebeldes das FSA e das HTS começaram à se enfrentar por toda Idlib, com as forças pró-Arábia Saudita das HTS conquistam uma cidade das mãos das FSA que por sua vez conquistam outras duas cidades das forças rebeldes das HTS.

Imagem relacionada


Os militares turcos mobilizaram seus soldados na região e pediram calma à ambos os lados.

Dezenas de combatentes rebeldes já perderam a vida nesses combates

Em retaliação pela perda do posto militar de Sheik Mansour, as forças da HTS executaram sumariamente ao menos 8 soldados rebeldes das FSA.

O auto comando rebelde lançou uma nota declarando os jihadistas da HTS como traidores e conclamando que todos os rebeldes da região ataquem os terroristas da HTS.

Os dois lados estão se enfrentando por quase toda Idlib, com os confrontos alcançando proporções cada vez maiores.

Ao menos 12 civis já morreram em decorrência desses combates.

As forças das FSA também conseguiram conquistar a importante cidade de Maasran, pós ferozes confrontos que tiraram a vida de ao menos 22 terroristas das HTS e 28 combatebtes das FSA.

Resultado de imagem para Guerra entre rebeldes na Síria
Mapa atualizado da Síria.


FONTE: AL-MASDAR NEWS E MÍDIAS EM SOLO.


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1 de jan. de 2019

O Eixo de Bagdade anuncia novas medidas de integração entre os seus membros.

01 de Janeiro de 2019 - 20:31:38



O Eixo de Bagdade, uma aliança formada por Rússia, Síria, Irã e Iraque. anunciou uma série de novas medidas para aumentarem a integração dos países membros, ao mesmo tempo, a Turquia parece estar cada vez mais alinhada com o Eixo e chegando inclusive a participar das últimas reuniões desses aliados.

Os militares desses 5 países, afirmaram em declaração conjunta que esses países irão lutar de forma integrada contra todos os grupos terroristas presentes na região. O que pode incluir, os curdos.

Com o aumento das tensões entre os membros do Eixo e os curdos tanto sírios quanto iraquianos, são esperadas novas operações militares desses países contra os grupos curdos.

Ontem, o presidente sírio, Bashar Al-Assad, anunciou que autorizou a livre operação militar das forças armadas iraquianas em seu território para lutarem contra grupos que esses países consideram como terroristas

E os presidentes do irã, da Turquia e da Rússia, afirmaram que irão trabalhar militarmente na Síria de forma conjunta contra todos os grupos terroristas presentes no país.

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé
Não seria a primeira vez que esses países lançam ataques conjuntos contra os curdos, porém, será a primeira vez que TODOS os membros da aliança atacam de forma simultânea os curdos.

A última operação conjunta do Eixo de Bagdade contra os curdos foi quando os curdos de chamado Curdistão Iraquiano tentaram a independência. O exército do Iraque atacou ferozmente por terra, porém, à pedido dos EUA, a força aérea iraquiana não participou dessa ofensiva. 

Foi então que a força aérea turca interviu no conflito ao lado do Iraque e passou a usar a sua força aérea para atacar os curdos em apoio as forças de Bagdade.

O Irã no final de 2018, lançou um potente ataque com mísseis contra posições militares e políticas dos curdos no Iraque. Esse ataque causou a morte de 47 políticos e militares curdos.


O exército iraquiano já está operando abertamente em uma região ao sul da Síria, atacando militantes do grupo terrorista, Estado islâmico. Essas operações são feitas em coordenação com os militares de Damasco.

Outra operação lançada pelo Eixo de Bagdade, foi a invasão contra o Daesh na região de Al-Abukamal, no extremo oriente da Síria. Essa operação foi feita por militares do Iraque, da Rússia, da Síria e do Irã, que rapidamente venceram os terroristas nessa importante cidade síria.

FONTE: MÍDIAS ÁRABES E RUSSAS.

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16 de set. de 2017

Siria: Começa ser implantado o acordo entre Rússia, Irã e Turquia que divide Idlib em 3 pontos de observação militar

16 de setembro de 2017 - 19:45:26



Um acordo alcançado em janeiro de 2017 entre Russia, Irã e Turquia, realizado em Astana no Cazaquistão, que prevê a divisão de Idlib em 3 blocos de influencia, que na verdade funcionará como um ponto de observação militar na região para promover acordo de cessar-fogo, entrou em funcionamento hoje (16)

O real intuito do acordo é criar uma "zona de desescalada de tensão" onde será delimitado áreas de monitoramento nas províncias sírias de Idleb, Homs e Guta, na qual será imposta a proibição de qualquer atividade militar, ate voos de aviões comerciais.

Depois de muitos desencontros no acordo, a zona foi em fim delimitada conforme o mapa abaixo.

Mapa de Idlib acordado em Astana
Mapa de Idlib acordado em Astana

Neste sábado, tropas turcas foram deslocada para o local, onde já deve entrar em vigor a proibição das ações militares no local.





O grande objetivo é garantir o cessar-fogo na região e se caso o acordo e a zona derem certo, novas zonas de desescaladas de tensão serão criadas.

Conflitos e Guerras




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1 de jul. de 2017

Atualização da crise no Qatar: Putin pede calma e Turquia envia mais tropas.

01 de julho de 2017 - 17:00:02


Três dias antes do início do ultimato da Arabia Saudita para o Qatar, um novo lote de tropas turcas desembarcou ontem sexta-feira (30) na base da Turquia situada no pais.


Na semana passada. Doha e Ankara anunciaram que participariam de um exercício conjunto a partir de segunda-feira.

O ministro da Defesa do Qatar, Khalid bin Mohammed al-Attiyah, visitou Ancara na quinta-feira (29) e se encontrou com seu homólogo turco, Fikri Ishik, e com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan.






"O Qatar e a Turquia mantêm laços históricos e minha visita vem no contexto da promoção da cooperação de defesa entre os dois países", afirmou Al Attiyah.

Al Attiyah também reafirmou que não irá fechar a base turca no pais.

"O encerramento da Base Aérea Udeid no Qatar está absolutamente fora de questão", disse Attiyah.
A lista de exigências imposta ao Catar inclui:
  • O fim do apoio à Irmandade Muçulmana.
  • O encerramento da rede de televisão Al Jazeera,
  • A quebra dos laços diplomáticos com o Irã
  • O fechamento da base militar turca no emirado.

Alem de rejeitar as exigências saudita, o ministro da Defesa de Qatar, disse que o bloqueio imposto por vários estados árabes em seu país, é uma "declaração de guerra".

"Esta é uma declaração de guerra sem sangue", disse Attiyah em uma entrevista ao jornal Al-Araby Al-Jadeed, com sede em Londres, publicado na sexta-feira(30).

O ministro da defesa turca, Fikri Isik disse que os direitos do Catar devem ser respeitados para que haja uma resolução na disputa crescente entre Doha e seus vizinhos.
"Os problemas atuais entre os países (do Golfo), que são irmãos, devem ser resolvidos em breve com base em um diálogo sincero e respeito pelos direitos do Catar", disse Isik, durante uma reunião com o seu homólogo Qatari Khaled bin Mohammed al -Attiyah em Ancara na sexta-feira (30).
A Turquia é o único país muçulmano a sair em apoio ao Qatar depois que quatro nações árabes romperam os laços com o emirado e impuseram um boicote diplomático, de aviação e comercial ao emirado.

Rússia

Já o presidente russo, Vladimir Putin, sugeriu que o governo catariano colocasse a diplomacia em primeiro lugar para resolver a disputa árabe-Qatar. Putin fez um telefonema para Sua Alteza o Emir Sheikh Tamim bin Hamad al-Thani para discutir com ele a situação atual de seu país.

O Kremlin confirmou aos meios de comunicação sobre a conversa telefônica que os líderes fizeram no outro dia.

Durante a conversa, os líderes também discutiram a cooperação entre os dois países em energia e investimento.

No início do sábado, o Kremlin disse que Putin falou com o rei Hamad bin Isa al-Khalifa de Bahrein por telefone sobre a disputa de Qatar.

Fonte: Debka files / Al Jazira / Outros

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29 de jun. de 2017

Oriente Médio a beira de uma guerra regional envolvendo Turquia, Arabia Saudita e Irã

29 de Junho de 2017 - 00:11:02


O chanceler do Bahrein, Khalid bin Ahmed Al Khalifa, ameaçou Qatar com "uma intervenção regional urgente", caso Doha não cumpra seus acordos com países da do Golfo.


Esta declaração coloca em destaque a questão da possibilidade de um conflito militar no golfo Pérsico e a questão do papel da Turquia na crise, pois uma das exigências ao Qatar, se trata do fechamento da base militar turca em território catariano.

Faik Bulut, especialista em questões do Oriente Médio, disse à Sputnik-Turquia que, 

"Ao apoiar o Qatar nesse conflito, a Turquia perdeu sua neutralidade e a possibilidade de se tornar um mediador para evitar um confronto aberto. Como resultado, assinala o especialista, agora estamos à beira de um conflito, onde a Turquia não poderá fazer nada a não ser lutar."

Abdullah Agar, especialista na área de segurança na luta contra o terrorismo e militar aposentado das forças especiais turcas, destacou que uma intervenção militar pode transformar a crise do Qatar em uma Terceira Guerra Mundial.

"O Bahrein que ameaçou o Qatar com uma intervenção, está agindo de acordo com as ordens da Arábia Saudita e no âmbito dos planos do Ocidente de dividir o Oriente Médio. É sabido que a posição da Turquia e do Irã se distingue radicalmente dos outros 13 países que assumem posição hostil em relação ao Qatar. São evidentes as tentativas do Ocidente de fazer com que os países da região entrem em confronto", disse ele.

A aproximação da Turquia e do Irã, significa o surgimento de uma nova configuração de forças possuidora de caráter antiocidental.

Abdullah Agar aponta que o Iraque e a Síria podem aderir a este bloco, porque essa coalizão conta justamente com os países que visam estabilidade na região.

"É claro que uma intervenção militar pode se transformar em uma guerra na região que, ao fundo de outros conflitos, pode se tornar em uma guerra mundial", concluiu Abdullah Agar.


Fontes: Sputnik News / Noticia-Final

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14 de mar. de 2017

Turquia ameaça os EUA e intensifica a tensão com a Holanda e a UE

14 de março de 2017 - 09:01:06 



Depois de um final de semana muito tenso, o confronto entre a Holanda e a Turquia se intensificou. 


Ankara, através do seu vice-primeiro-ministro, Numan Kurtulmus, anunciou uma série de medidas de retaliação, uma delas é a suspensão de relações diplomáticas de alto nível com Haia e o encerramento do espaço aéreo turco para diplomatas holandeses, de facto impedindo o embaixador holandês, 

Em férias, para viajar de volta para Ancara. O governo de Erdogan anunciou ainda que pedirá a "revisão" de um tratado de amizade entre os dois países. 

"Há uma crise muito profunda que não iniciamos nem levamos a este nível", disse Kurtulmus durante uma conferência de imprensa no final de uma reunião semanal do governo.

Os apelos da UE e da OTAN para que o governo "baixe o tom" e adotar uma "abordagem medida" para ambos os aliados caíram não surtiram efeitos. 

Na verdade, a Turquia lançou uma nova ameaça, desta vez dirigida a toda a UE sobre uma questão-chave. O ministro turco Omer Celik, anunciou que pretende rever a acordo sobre a imigração que mentem com a Europa,



E o presidente Erdogan também levantou o tom, acusando a Alemanha de apoiar o terrorismo apenas porque expressou sua solidariedade para com os Países Baixos. 

O incidente diplomático, que iniciou-se no sábado (11), depois que o governo de Haia rejeitou o desembarque do ministro das Relações Exteriores turco no país. O ministro era aguardado em Roterdã para um comício.

A Turquia disse que vai apelar ao tribunal de direitos humanos e convocou o principal funcionário diplomático holandês no país para protestar contra a maneira como seu ministro das Relações Exteriores e ministro da Família, Fatma Betl Sayan Kay, foram tratados quando procuraram ir ao consulado em Roterdã Endossar um referendo constitucional em 16 de abril na frente de centenas de Pro-Erdogan manifestantes. 

Os Países Baixos pediram a Ancara que retire as acusações de "fascismo e nazismo", caso contrário, as "relações" entre os dois países "continuarão difíceis", disse o vice-primeiro-ministro Lodewijk Asscher. (ANSAmed).

Critica a UE

A Turquia criticou a União Européia por ter se unido aos Países Baixos em uma disputa diplomática sobre os planos dos ministros turcos de fazer campanha no país.

A Turquia disse que a posição da UE "empresta credibilidade" aos extremistas.

Uma declaração do ministério das Relações Exteriores da Turquia dizia que a posição da UE sobre a Turquia era "míope" e "não trazia valor" para a Turquia.

Disse que o bloco europeu, que convidou Turquia para cessar declarações excessivas, "ignorou a violação (holandesa) de convenções diplomáticas e da lei".

A censura é sobre a recusa dos Países Baixos em permitir que dois ministros turcos façam campanha e cortejam os votos dos turcos elegíveis para votar em um referendo de 16 de abril sobre a expansão dos poderes do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

Na segunda-feira, a Turquia impôs uma série de sanções políticas contra os Países Baixos, incluindo a suspensão das discussões políticas entre os dois países.


Ameaça aos EUA

Os Estados Unidos enviaram tropas para combater o Estado Islâmico e tomar a cidade de Raqqa que foi proclamado pelos terroristas, como a sua capital de fato.

No entanto, a ação dos EUA aumentou as tensões com a Turquia, parceira da OTAN e aliada nominal, e expôs com força as rivalidades geopolíticas cada vez mais complexas que surgiram no norte da Síria. Eles vêm em meio aos preparativos finais para a batalha de Raqqa,

Ancara está em desacordo com os Estados Unidos sobre quais forças devem liderar o ataque final contra Raqqa, que deverá ser desencadeado nas próximas semanas.

O primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, advertiu que as relações de Ancara com os Estados Unidos poderiam ser "gravemente danificadas" se os americanos continuassem a apoiar as Forças Democráticas da Síria, uma aliança dominada pelo Curdistão que foi o parceiro mais confiável dos Estados Unidos no turbilhão sírio.

Fontes: Independent / UPI

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19 de dez. de 2016

Embaixador da Rússia, é assassinado em Ancara na Turquia

19 de dezembro de 2016 - 16:30:25


O embaixador russo Andrei Karlov foi assassinado hoje (19) em Ancara na Turquia enquanto discursava em uma exposição de fotografia intitulada " Como a Rússia é vista pelos turcos ".

Outras 3 pessoas ficaram feridos durante os disparos dentro da galeria de arte.

O atirador foi identificado como Mevlüt Mert Altıntaş de 22 anos, segundo fontes locais, Altıntaş era das forças especiais da polícia de Ancara.


Alguns sites de notícias, relataram que o atirador estaria possivelmente envolvido com grupos radicais islâmicos que lutam contra o governo sírio de Bashar al-Assad.

Depois de efetuar os disparos, o atirador gritou "Não se esqueça de Aleppo" e disse que nenhum lugar estaria protegido dos ataques.

Embaixador

Andrei Karlov estava participando de uma exposição de fotografia intitulada na galeria de artes em Ancara, intitulada de “Como a Rússia é vista pelos turcos”


O Diplomata chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital.

Karlov é um diplomata russo bastante experiente, e teve prologadas passagens por embaixadas russas em várias capitais, incluindo as das duas Coreias, entre 1979 e 2006.

Atentado

De acordo com um repórter turco, o atirador efetuou um disparo para o ar e pediu para que as pessoas deixassem o local, em seguida, efetuo vários disparos contra o embaixador.


O atirador ainda gritou “Saiam todos, pois eu não vou sair daqui vivo”


A polícia turca cercou o local e atirou contra o assassino, que morreu em seguida.


O atendado ocorrer em meio a protestos da população turca contra a Intervenção da Turquia na Síria.

O Presidente turco Recep Tayyip Erdoğan, recentemente anunciou que lançou uma operação militar na Síria para derrubar o presidente sírio Bashar al-Assad, esse foi contestada por autoridades russas que defende o governo Sirio em sua guerra civil travada contra o Estado Islâmico e contra Rebeldes contrários ao governo.

Por Conflitos e Guerras

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7 de dez. de 2016

Drone do Irã atacou tropas turcas na Síria, informou uma fonte na Turquia

07 de dezembro de 2016 - 20:30:24


Um veículo aéreo não tripulado iraniano participou de um ataque a tropas turcas que operam na Síria, que deixou quatro mortos e 10 feridos no final de novembro, uma fonte do governo turco disse à imprensa turca na quarta-feira. 

O ataque ocorreu apenas dois dias antes do ministro do Exterior turco Mevlut Cavusoglu e o chefe da da inteligência turca Hakan Fidan, fazerem uma visita surpresa a Teerã em 26 de novembro.

Cavusoglu negou na quarta-feira (07) que a sua visita ao Irã, tenha relação com o ataque do Drone iraniano, alegando que as conversações com as autoridades do Irã foram exclusivamente sobre como acabar com a crise na Síria e enviar ajuda humanitária. 

O chanceler russo, Sergei Lavrov disse anteriormente de que nenhuma aeronave tripulada ou não tripuladas ussas estavam operando no espaço aéreo no dia do ataque. 

Enquanto isso, um soldado turco foi morto e seis outros ficaram feridos na quarta-feira quando um carro-bomba do Estado Islâmico explodiu na cidade de Al-Bab, no norte da Síria.

Fonte: Debka File

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30 de nov. de 2016

Rússia manda alerta a Turquia após declarações de Erdogan

30 de novembro de 2016 - 11:38:25


O porta-voz do presidente russo, Dmitri Peskov, mandou um alerta a Turquia depois das declarações recentes do presidente turco, no qual ele afirmou que seu exército entrou Síria para "acabar com o governo Assad."

"A Rússia é o único país cujas a forças armadas estão legitimamente na Síria. "

Disse o Kremlin em relação às recentes declarações do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, onde ele afirmou que seus exércitos entraram no país árabe para derrubar o Governo de Assad.

O porta-voz do presidente russo, Dmitri Peskov destacou que as palavras do presidente turco não correspondem a posição de Moscou para resolver a situação na Síria e observou que o Kremlin espera explicações de Ancara.

"A declaração Erdogan é realmente preocupante" observou Peskov.

"Esta afirmação não é consistente com o exposto e também com a forma como entendemos a situação, enquanto a Rússia é o único estado cujas a forças armadas estão legitimamente em território sírio a partir da aplicação das autoridades legais pertinentes" explicou.

Peskov também observou que nas últimas conversações com o presidente russo, Vladimir Putin, Erdogan não fez comentários sobre os objetivos da operação turca na Síria.

No entanto, o diplomata russo ressaltou que é muito cedo para discutir o possível impacto das palavras de Erdogan nas relações russo-turcas. 

Na sua opinião, esta é somente uma nova declaração e antes de fazer estimativas, deve-se espera as explicações de sua posição. 

“O raciocínio hipotético aqui é inadequado", frisou.

Operação Escudo Eufrates

O as ações militares turcas começaram no dia 24 de agosto quando foi lançada a operação Escudo do Eufrates na Síria, com o objetivo de lutar contra o Estado islâmico . Em seguida, Erdogan disse que Ankara pretende limpar uma área de 5.000 quilómetros quadrados expulsando os terroristas e criar uma zona segura para os refugiados que ali estão.

Na terça-feira, o presidente turco, reconheceu que Ancara começou a operação militar na Síria para acabar com o governo de Bashar Al Assad.

"Por que estamos na Síria? Nós não precisamos do território sírio, que pertence aos seus legítimos proprietários. Nós estamos lá para estabelecer a justiça. Nós entramos para acabar com o governo do tirano de Assad, que aterroriza o seu povo com terror. Não por outra razão", disse Erdogan.

Fonte: RT 

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29 de nov. de 2016

Turquia perdeu o contato com dois soldados turcos na Síria.

29 de novembro de 2016 - 18:50:17


O governo da Turquia informou que perdeu o contato com dois soldados turcos na Síria que participavam da Operação Escudo Eufrates foi perdido, as Forças Armadas turcas anunciaram o desaparecimento hoje (29) 

O militar afirmou que o contato com os soldados se perdeu em torno de 3:30 AM horário local 

Ele também acrescentou que uma operação de busca para encontrar os soldados desaparecidos estão em andamento. 

o primeiro-ministro Binali Yıldırım também foi informado da situação pelo Chefe do Estado-Maior general Hulusi Akar, relatou a emissora privada CNN Türk. 

O comunicado do exército veio depois de relatos de que o Estado islâmico do Iraque e do Levante Militantes (ISIL) capturaram dois soldados turcos perto de al-Bab, na Síria. 

Em 24 de agosto, as Forças Armadas turcas lançaram uma operação na Síria, a operação batizada de Escudo Eufrates que conta com a participação de soldados da FSA.

Fonte: Daily News

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Erdoğan: A Turquia entrou na Síria para acabar com o governo de Assad

29 de novembro de 2016 - 17:25:36



Traduzido por Conflitos e Guerras

O exército turco iniciou suas operações na Síria para acabar com a regra do presidente sírio, Bashar al-Assad, disse presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdoğan nesta terça –feira (29). 

"Na minha estimativa, cerca de 1 milhão de pessoas morreram na Síria. Estas mortes ainda estão em andamento, sem exceção para crianças, mulheres e homens. Onde está a ONU? O que ela está fazendo? E no Iraque? A nossa paciência acabou, não poderíamos esperar o final e tivemos de entrar na Síria em conjunto com o Exército Sírio Livre [FSA]", disse Erdogan na primeira Plataforma Simpósio Inter-Parlamentar Jerusalém, em Istambul.
E complementou dizendo:
"Por que entramos na Síria? Não temos um olho em solo sírio, a questão é fornecer terras aos seus proprietários reais. Isso quer dizer que nós estamos lá para o estabelecimento da justiça. Nós entramos lá para acabar com a regra do tirano al-Assad que aterroriza o estado com terror. Nós não entramos na Síria por qualquer outra razão ", disse o presidente. 

Em 24 de agosto, as Forças Armadas da Turquia lançou uma operação na Síria batizada de operação Escudo de Eufrates, em conjunto dos soldados da FSA, numa ação ostensiva clara na fronteira do sul do país.

Segundo o governo turco, a operação visa destruir o Estado islâmico do Iraque, o Levante (ISIL) e as forças do partido curdo União Democrática (PYD), na qual Ancara considera como um grupo terrorista ligado ao proscrito Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). 

Na semana passada, um total de seis soldados turcos, sendo que quatro deles são suspeitas de ataque ao governo sírio e foram mortos em três ataques separados nos dias 24 e 26 de novembro. 

De acordo com fontes militares turco, a força aérea da Turquia, matou 11 militantes do Estado Islâmico em ataques aéreos realizados em quatro abrigos utilizados pelos jihadistas e destruíram dois veículos blindados no norte da Síria no dia 28 de novembro, os militares anunciaram os resultados dos ataques hoje (29).  

Os alvos dos ataques aéreos foram as regiões de Baratah, Dana e Zarzur, como parte da operação Escudo Eufrates. Ele disse que dois veículos dos Estado Islâmico também foram alvo de drones armados na região. 

Erdoğan também disse que a ONU não poderia fornecer a justiça adequada com a sua estrutura atual, sugerindo que todos os continentes e todos os grupos de crenças ao redor do mundo, deveriam estar representados no Conselho de Segurança além dos cinco membros permanentes. 

O presidente tem constantemente expressado suas críticas sobre a estrutura do Conselho de Segurança da ONU, dizendo que "o mundo é maior do que os cinco", referindo-se ao número de membros permanentes. 

Com as operações da Turquia seguindo na Síria, uma outra ofensiva agora realizada por parte do governo sírio, que contra com a ajuda de seus aliados, seguem ocorrendo nos locais sitiados de Aleppo oriental, forçando os rebeldes a recuar para uma linha de frente mais defensiva depois de perder o controle de um distrito chave. 

16.000 mil pessoas deslocadas em Aleppo, diz a ONU

O chefe e coordenador da secretaria humanitária das Nações Unidas, Stephen O'Brien, disse hoje (29) que até 16.000 mil pessoas foram desalojadas em Aleppo por causa dos intensos ataques na parte oriental que está sobre o controle dos rebeldes da cidade, informou a Reuters.

A área não tem hospitais funcionando, os estoques de alimentos estão quase esgotadas e é provável que milhares de pessoas fujam de suas casas se a luta continuar nos próximos dias, disse O'Brien em um comunicado enviado por email.

De acordo com um medico que vive na região, a situação é desesperador 

"A situação é muito ruim. Há um medo intenso de aniquilação coletiva ", disse o médico que se identificou como Abu al-Abbas. 

"Esta semana eu mudei de localização três vezes. Nos abrigos, tivemos algumas pessoas mortas por não poderem ser retirados por causa dos intensos bombardeios." 

A Rússia, por outro lado, disse que o avanço do exército sírio em Aleppo, tinha alterado radicalmente a situação no local, permitindo que mais de cerca de 80.000 civis tivessem acesso a ajuda humanitária, depois serem usados como escudos humanos por militantes. 

"Durante as últimas 24 horas, graças estratégias muito bem preparadas e ações cuidadosas, os soldados sírios foram capazes de mudar radicalmente a situação" informou o Maj.-Gen. Igor Konashenkov, um porta-voz russo do Ministério da Defesa, que repassou as informações em um comunicado. 

"Praticamente, metade dos territórios ocupados pelos rebeldes nos últimos anos na parte oriental de Aleppo, foi completamente liberado." 

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, um grupo de acompanhamento com base na Grã-Bretanha, disse que os ataques aéreos no distrito de Bab al-Nairab em Aleppo, matou pelo menos 10 pessoas, e deixou dezenas de outros feridos ou desaparecidos, informou o grupo em um comunicado emitido hoje (29). 

O Observatório disse que os ataques aéreos, incluindo bombas barril, atingiu vários distritos orientais de Aleppo durante a noite de hoje (29). 

O enviado da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, disse em 29 de novembro que ele não poderia estimar quanto tempo a parte oriental de Aleppo duraria com a luta se intensificando a cada dia. 

"Claramente, eu não posso negar... está ocorrendo uma aceleração nos combates e eu não posso te dizer quanto tempo a parte oriental de Aleppo irá durar", disse ele no Parlamento Europeu.

Referindo-se aos distritos controlados pelos rebeldes onde as forças do governo sírio e seus aliados estão atacando, Mistura disse:

"Há um aumento constante de movimento no lado militar."

Mistura também procurou dissipar as preocupações do conflito, dizendo que o presidente eleito dos EUA Donald Trump, poderia chegar a um acordo com a Rússia sobre a Síria, dizendo que ele veria com agrado o aumentar da luta contra o Estado Islâmico por parte de Washington. 

"Com base nessas declarações, temos uma ideia de que ele pretende dar total prioridade na lutar contra o Estado Islâmico. Eu não acho que ninguém em volta irá discordar disso, inclusive eu ", disse Mistura referindo-se aos comentários de Trump durante sua campanha presidencial, onde ele prometeu bombardear o grupo militante pesadamente.

"Você pode e você deve lutar junto da Rússia contra o Daesh, porque eles são uma ameaça para todo mundo”

Fonte: Daily News

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24 de nov. de 2016

Turquia disse que irá retaliar a morte de 3 soldados em ataque aereo da Síria

24 de novembro de 2016 - 20:16:25


Três soldados turcos foram mortos nesta quinta-feira (24) por forças do governo sírio enquanto lutam dentro da Síria informou os militares turcos anunciado.

As tropas turcas estavam avançando em direção a Al Bab, uma cidade no norte detida pelo Estado Islâmico, perto da fronteira com a Turquia.


A Turquia disse que iria retaliar depois de três de seus soldados terem sidos mortos em um ataque aéreo da Síria, na qual os militares disseram ser um ataque suspeito.

Essa foi a primeira morte de soldados turcos por forças sírias desde que Ancara lançou uma incursão em território sírio em agosto.

O ataque ocorreu na madrugada desta quinta-feira (24) durante uma operação de rebeldes sírios suportados pelos turcos no norte da Síria, informou o exército da Turquia em um comunicado.

O comunicado também informou que outros 10 soldados ficaram feridos no ataque 

Não foram informados os detalhes sobre a localização exata.

"É claro que algumas pessoas não estão felizes com estas batalhas que a Turquia vem travando contra o Daesh (Estado Islâmico). Este ataque vai certamente ter uma retaliação," disse o primeiro-ministro Binali Yildirim a repórteres na capital Ancara.

Outros sete soldados turcos ficaram feridos em um segundo ataque na Síria mais tarde na quinta-feira (24) e foram evacuados para a cidade fronteiriça turca de Kilis para tratamento médico, informou a agência de notícias Dogan de propriedade privada, porém não ficou claro quem foi o responsável.

Um confronto direto entre a Turquia (Membro da OTAN) e forças do governo sírio, que são apoiadas por aliados, incluindo a Rússia, marcaria uma grave escalada em um campo de batalha já confuso no norte da Síria.

A Turquia faz parte da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o Estado islâmico, mas Washington disse que não está fornecendo apoio a mais de 3 meses a ofensiva turca na Síria que se move em direção à cidade islâmica Estado de Al-Bab.

Não houve nenhum comentário imediato por parte dos militares da Síria sobre incidentes desta quinta-feira. 

Em outubro, o governo da Síria disse que a presença das tropas turcas em solo sírio foi uma "violação flagrante da soberania do país" e avisou que iria derrubar aviões militares turcos que entrassem em seu espaço aéreo.

Forças Turcas na Síria

Turquia enviou tanques, forças especiais e jatos para a Síria em 24 de agosto de 2016 em apoio a rebeldes, em grande parte, turcomanos e árabes que participam de uma ofensiva apelidado de "Escudo Eufrates" que se destina a empurrar o Estado islâmico e milicianos curdos para longe de sua fronteira.

O Presidente Tayyip Erdogan, disse na semana passada que os rebeldes turcos estavam perto de tomar a cidade de al-Bab, a última fortaleza urbana de Estado Islâmico no campo Aleppo ao norte.

Fonte: Reuters

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2 de nov. de 2016

Turquia Implanta tanques e artilharias ao longo da fronteira com o Iraque

02 de novembro de 2016 - 21:02:17 

A implantações visam uma preparação do exercito da Turquia para um possível "conflitos generalizado na região, afirmou o governo turco.

Somando-se as preocupações sobre as tensões entre o governo turco e iraquiano, a Turquia implantou um comboio de tanques e artilharia pesadas ao longo da fronteira com o Iraque, um movimento que segundo o governo turco, visa se preparar para quaisquer potenciais "desenvolvimentos do conflito" na região.


A implantação parece estar centrado na área ao redor de Mosul. O presidente turco, Erdogan se ofereceu para participar de uma invasão de Mosul, mas foi rejeitada pelo governo Abadi no Iraque. 

Este tem sido um argumento em curso entre os dois lados, e a implantação pode sugerir que a Turquia planeja uma incursão em Mosul, no entanto indesejável por porte do Iraque.

A implantação também vem na sequência de uma recente onda de combates com o PKK curdo dentro do sudeste da Turquia, onde alguns relatórios têm especulado que a implantação pode ser concebido como ainda mais força contra a PKK no lado iraquiano da fronteira.

Enquanto a Turquia tem vindo a lutar contra facções curdas praticamente em todos os lugares da região ao longo de décadas, o governo pegou seus ataques contra o YPG curda na Síria durante o mês passado, e também reivindicou um " direito natural " para invadir o Iraque se forem ameaçados.

Fonte: Anti War

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25 de out. de 2016

Turquia ameaça invadir o Iraque caso seja ameaçada


25 de outubro de 2016 - 17:30:25

"Se surgir uma ameaça para a Turquia, nós empregaremos todas as opções, incluindo uma operação terrestre", disse o ministro das Relações Exteriores

Istambul – O ministro das Relações Exteriores da Turquia, Mevlüt Çavusoglu, alertou nesta terça-feira que tropas do país podem invadir o norte do Iraque caso os grupos armados que ocupam a região representem uma ameaça para Ancara.

“Se surgir uma ameaça para a Turquia, nós empregaremos todas as opções, incluindo uma operação terrestre”, disse o chanceler à agência “Anadolu”, ao avaliar as operações contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI) em Mossul.

“Se os fatos no Iraque chegarem a representar uma ameaça para a segurança e a estabilidade da Turquia, da mesma forma que o Daesh (acrônimo em arábe para o EI) na Síria chegou a ser, em Sinjar e outras regiões, acabando com nossa paciência, eliminaríamos esta ameaça empregando nossas forças de acordo com o direito internacional”, reforçou Çavusoglu.
Sinjar é uma região montanhosa no noroeste do Iraque onde várias milícias curdas, entre elas a guerrilha do PKK ativa na Turquia, expulsaram o EI em novembro de 2015. O PKK é considerado como grupo terrorista por Turquia, Estados Unidos e União Europeia.

Na última década, Ancara lançou várias incursões terrestres no norte do Iraque para atacar o PKK, mas a insistência em participar da ofensiva contra Mossul aumentou a tensão diplomática com Bagdá.

Çacusoglu também afirmou que a milícia curdo-síria YPG deve se retirar de Manbij, no norte da Síria, da qual o EI foi expulso em agosto com respaldo da coalizão liderada pelos EUA.

“Já dissemos aos americanos: se a YPG não sair de Manjib, tiraremos ela de lá com nossos próprios meios”, alertou.

Fonte: Exame 

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12 de mai. de 2016

Turquia diz Mar Negro transformou-se em lago da Russia





12 de maio de 2016 - 22:11:01 

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan pediu à NATO para reforçar apresença no Mar Negro, que ele afirma ter se transformado em um “lago russo.”


Devemos executar nosso dever como  países com acesso ao Mar Negro”, disse Erdogan durante a reunião da equipe em geral um das ‘nações Balcãs realizada em Istambul na quarta-feira.

Ele observou que ele tinha no passado, trouxe o assunto com o secretário geral da Otan, Jens Stoltenberg.
“Eu lhe disse: ‘Você está ausente do Mar Negro. O Mar Negro tornou-se quase um lago russo. Se não tomarmos medidas, a história não nos perdoará.”
As tensões entre Moscou e Ancara se agravou acentuadamente quando a Turquia em 24 de novembro de 2015, derrubou um jato Su-24 de combate sobre a Síria, alegando que tinha entrou no espaço aéreo turco, uma acusação fortemente rejeitada por Moscou.

A Rússia suspendeu todos os acordos militares com a Turquia e impôs uma série de sanções econômicas contra o país após o incidente.

A cimeira da NATO está prevista para ser realizado na capital polaca em julho. A reunião é dito ser destinado a reforçar a posição atual da aliança em relação à Rússia.
“Devemos reforçar a nossa coordenação e cooperação no Mar Negro. Esperamos resultados concretos da cimeira da NATO em Varsóvia em 8 e 9 de julho. O Mar Negro deve ser voltada para o mar de estabilidade”, acrescentou Erdogan.
Durante seu discurso de posse na semana passada, da OTAN novo Comandante Supremo Aliado na Europa (SACEUR), General Curtis Scaparrotti (abaixo), disse que a aliança militar ocidental continuará a sua defensiva e reforço militar perto de fronteiras da Rússia.


A Rússia não vê com bons olhos crescente implantação da OTAN de mísseis e armas nucleares perto de suas fronteiras, com o presidente russo Vladimir Putin disse em junho do ano passado, que se ameaçado pela NATO, Moscou vai responder à ameaça em conformidade.

Rússia e NATO têm travado uma disputa profundas. A NATO reforçou  militarmente perto de fronteiras da Rússia, uma vez que suspendeu todos os laços com Moscou em abril de 2014, após a península da Criméia ter se integrado na Federação Russa, na sequência de um referendo.

 Sistema de mísseis dos EUA viola tratado nuclear

Enquanto isso, o Ministério das Relações Exteriores russo emitiu um comunicado dizendo que a ativação de um escudo antimísseis na Romênia NATO de EUA, é uma violação do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário assinado em 1987.
“Esta decisão é prejudicial e errada, porque é capaz de perturbar a estabilidade estratégica”, disse o chefe do departamento do Ministério do Exterior da Rússia é para proliferação e controle de armamentos, Mikhail Ulyanov.
Na quinta-feira, uma cerimônia de abertura para o sistema de defesa de mísseis Aegis está a ser realizada em uma base aérea da NATO em Deveselu, sul da Romênia.

Fonte: PressTV / Naval Brasil

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Turquia prepara operações militares na Síria.

12 de maio de 2016 -

Turquia ameaçou lançar “operações” unilaterais em solo sírio supostamente contra os terroristas Daesh, em meio de longas especulações sobre os planos secretos de Ancara para uma intervenção militar no país árabe.



Na quinta-feira, o presidente turco, Erdogan disse que Ancara “está a fazer todos os preparativos necessários para limpar o outro lado da fronteira por causa dos problemas perto da fronteira sudeste com a Síria, que tem sido objeto de vários ataques com foguetes desde janeiro.

Erdogan, no entanto, não forneceu mais detalhes sobre os preparativos.

Ele acrescentou que a Turquia não recebeu apoio suficiente de outros membros da coalizão liderada pelos EUA que lutam supostamente contra militantes Daesh takfiri e salientou, “Deixe-me dizê-lo aqui. Nós não hesitaremos em tomar as medidas necessárias em nosso próprio país, se necessário.
“Nós não acreditamos que a sinceridade de qualquer país que não tenha visto foguetes caindo em nossa cidade como se caiu em Moscou, Londres, Bruxelas, Washington, Paris ou Berlim”, disse ele.
Desde o início deste ano, em torno de uma dúzia de pessoas foram mortas em ataques de foguetes do Daesh na cidade fronteiriça de Kilis.

Os comentários vêm em meio a relatos da imprensa não confirmados de que a Turquia foi recentemente enviou uma equipe de reconhecimento militar para o lado sírio da fronteira.


No início desta semana, um jornal turco Yeni Safak  disse que Ankara lançou uma operação militar no lado sírio da fronteira, como parte de um plano para estabelecer uma zona tampão na Síria.

Segundo  o relatório,  militares turcos iriam usar granadas de artilharia, mísseis guiados e morteiros para orientar os militantes que realizam ataques de foguetes contra o país.

Nos últimos meses, vários relatórios têm surgido em torno planos secretos da Turquia para as operações terrestres em Síria.

Em fevereiro, a Rússia disse que tem registrado “um número crescente de sinais de preparação escondida das forças armadas turcas para ações ativas no território da Síria.”

Ancara, no entanto, rejeitou o relatório de Moscou e disse que “a Turquia é parte de uma coalizão, está trabalhando com seus aliados, e continuará a fazê-lo.” A aliança liderada pelos Estados Unidos vêm realizando ataques aéreos sobre os chamados cargos Daesh na Síria e no Iraque desde 2014.

Um forte opositor do presidente sírio, Bashar al-Assad, a Turquia, tem sido prestar apoio aos grupos terroristas que operam takfiri para derrubar o governo em Damasco.

Em maio, turco Cumhuriyet diária postou um vídeo em seu site que mostrou supostamente caminhões pertencentes à Organização da Turquia Nacional de Inteligência (MIT) transportando armas para os grupos terroristas na Síria.

Ankara também é acusado de envolvimento no comércio ilegal de petróleo com Daesh. A Turquia também é acusada de compra de petróleo a partir Daesh e facilitar o recrutamento de militantes do grupo terrorista Takfiri.

presstv.ir

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4 de abr. de 2016

Azerbaijão e Armênia à beira da guerra

04 de abril de 2016:

Confrontos entre azeris e forças militares armênias, matou pelo menos 13 pessoas segunda-feira em um terceiro dia de combates ao longo Nagorny Karabakh, enquanto a Turquia alimentou tensões após a pior onda de violência em décadas sobre o território disputado.



Rússia e o Ocidente se esforçam para pôr fim aos combates, mas o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, um firme aliado do Azerbaijão, insistiu que a região controlada pela armênia, irá "um dia" voltar ao controle de Baku.

No terreno, o número de mortos desde que os combates eclodiram na sexta-feira, subiu para 46 apos o Ministério da Defesa da Armênia informar que cinco combatentes "voluntário" armênios foram mortos após o ônibus em que eles viajavam ter sido atingido.

Anteriormente, as autoridades separatistas Armênia apoiados em Karabakh que reivindicam a independência, mas é apoiado por Yerevan, informou que três civis e mais dois soldados foram mortos em um feroz bombardeio.

Baku disse que três de seus soldados foram mortos durante a noite, quando as forças armênias bombardearam suas posições usando morteiros e lançadores de granadas.

O Azerbaijão afirmou ter capturado várias posições estratégicas dentro do território controlado pela Armênia, mas que são internacionalmente reconhecidas como parte do Azerbaijão, no que seria a primeira mudança na linha de frente desde um cessar-fogo inconclusivos que terminou uma guerra sobre a região em 1994.

O presidente armênio, Serzh Sarkisian disse segunda-feira que um "cessar-fogo só seria possível se as forças armadas de ambos os lados voltarem para as posições" que ocupavam antes do início das hostilidades.

Seu comentário veio um dia depois que o Azerbaijão anunciou uma trégua unilateral que não conseguiu parar a luta.

O ministro da Defesa do Azerbaijão, Zakir Gasanov emitiu uma ordem nesta segunda feira (04) para que o exército esteja pronto para atacar a capital de Karabakh Stepanakert " caso a Armênia continue a bombardear alvos civis no Azerbaijão."

Um fotógrafo da AFP em Stepanakert, disse que a situação permaneceu calma na segunda-feira na capital rebelde com uma população de cerca de 50.000 pessoas.

Centenas de voluntários estão chegando da Arménia para lutar ao lado das forças separatistas, enquanto as autoridades locais organizaram abrigos para os refugiados de aldeias armênias localizado na linha de frente.

- Erdogan apoia Baku -

O Presidente Russo Vladimir Putin, que vende armas para ambos os lados, mas tem laços econômicos e militares muito mais perto da Armênia, pediu um cessar-fogo imediato e mais consistente, pedido reforçado por Washington.

Mas Erdogan, o representante de uma outra potência regional e que tem estado em desacordo com Putin desde que Ankara abateu um avião de guerra russo sobre a fronteira com a Síria, colocou mais lenha na fogueira.
"Estamos hoje de pé, lado a lado com os nossos irmãos no Azerbaijão. E essa perseguição aos nossos irmãos, não irá durar para sempre", disse Erdogan em comentários televisionados.
"Karabakh irá um dia voltar ao controle do seu proprietário original... o Azerbaijão".
Enquanto isso, o chanceler russo, Sergei Lavrov e o Secretário de Estado dos EUA John Kerry, discutiram nesta segunda-feira (04) a situação de Karabakh, através de uma conversa por telefone. Informou o Ministério das Relações Exteriores da Rússia em um comunicado.

Em uma aparente referência à declaração de Erdogan, "Lavrov e Kerry condenaram as tentativas de alguns representantes externos" de instigar o confronto em torno Karabakh ", disse o ministério.

Os mediadores da Rússia, Estados Unidos e França que há muito tempo liderou as tentativas para encontrar uma solução para o conflito, deverão se reunir em Viena na terça-feira para chegar a um acordo sobre a tensão entre os dois países.

- Implicações geopolíticas -

Os separatistas étnicos armênios apoiados por Erevan, tomaram o controle da região de Nagorny Karabakh em uma guerra início de 1990 que custou cerca de 30.000 vidas. Os inimigos nunca assinaram um acordo de paz, apesar do cessar-fogo de 1994.

O Azerbaijão que tem uma despesa militar na qual excede todo o orçamento do Estado da Arménia, vem repetidamente ameaçando retomar a região separatista pela força se as negociações fracassarem.
Confrontos esporádicos acontecem regularmente ao longo da linha de frente, mas o mais recente surto representa uma grave escalada na qual analistas advertiram para o risco de uma guerra real.
"O conflito de Karabakh tem implicações geopolíticas graves", informou à AFP, o professor de relações internacionais na Universidade Estadual de Tbilisi, Sergi Kapanadze.
O os combates "ameaçam a estabilidade da região estratégica do Cáucaso, que é uma rota de trânsito de petróleo do Mar Cáspio e do gás para os mercados europeus, que contorna a Rússia, reduzindo a dependência da Europa em fontes de energia russas", disse ele.

Fonte: AFP

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