31 de ago. de 2015

Russia iniciou sua intervenção militar na Siria.




31 de Agosto de 2015

A Rússia iniciou a sua intervenção militar na Síria, destacando um contingente aéreo a uma base síria permanente, a fim de lançar ataques contra ISIS e rebeldes islâmicos; EUA permanece em silêncio.

Pilotos de caça russos começarão a chegar na Síria nos próximos dias, e vão pilotar seus aviões de combate da Força Aérea Russa e helicópteros de ataque contra ISIS e metas alinhadas pelos rebeldes no interior do estado em declínio.

De acordo com diplomatas ocidentais, uma força expedicionária russa já chegou à Síria e montou um acampamento em uma base aérea controlada por Assad. A base está, segundo informações, na área circundante de Damasco, e servirá, para todos os efeitos, como uma base operacional para a frente russa.

Nas próximas semanas, milhares de militares russos estão previstos a desembarcar na Síria, incluindo consultores, instrutores, pessoal de logística, técnicos, membros da divisão de proteção aérea, e os pilotos que irão operar a aeronave.

Relatórios anteriores têm afirmado que os russos estavam em negociações para vender aos sírios um pacote de aviões de combate, MiG-29, e jatos de instrução, Yak-130 (que também podem servir como aviões de ataque.) A composição atual da força expedicionária ainda é desconhecida, mas não há dúvida de que os pilotos russos que voam missões de combate nos céus da síria vai certamente mudar a dinâmica existente no Oriente Médio.

Os russos não abrigam intenções ofensivas para com Israel ou outros Estados soberanos da região, e seu principal objetivo declarado, será lutar contra o ISIS, preservando o governo de Assad. No entanto, a sua presença irá representar um desafio à liberdade de operação da Força Aérea israelense nos céus do Oriente Médio.

Fontes diplomáticas ocidentais informaram recentemente que uma série de negociações foram realizadas entre os russos e os iranianos, focando principalmente no ISIS e a ameaça que representa para o regime de Assad. O infame comandante iraniano da Força Quds, Major-General Qasem Soleimani recentemente visitou Moscou no âmbito dessas conversações. Como resultado, os russos e os iranianos chegaram a uma decisão estratégica: Fazerem todo o esforço necessário para preservar a sede do poder de Assad, de modo que a Síria possa agir como uma barreira e impedir a propagação do ISIS e milícias islâmicas apoiadas nas ex-repúblicas islâmicas soviéticas.

Os russos não são os únicos que coordenam a sua política no Oriente Médio com os iranianos; Os EUA também saltou para a bordo daquele trem. Funcionários do governo norte-americanos têm mantido intensas consultas com representantes do regime iraniano relativo a um esforço conjunto mais forte contra o ISIS no Iraque. Parece que o governo dos EUA vê atualmente o Irã como uma força central e necessária na campanha contra o ISIS dentro do Iraque.

A cooperação iraniana-americana está centrada em dois pontos focais: Primeiro, a província de Anbar, de onde os iraquianos ainda não conseguiram expulsar o ISIS; e o segundo, Mosul, onde os iraquianos ainda têm de chegar a um plano viável para recapturar a cidade.

Fontes diplomáticas ocidentais têm enfatizado que a administração Obama está plenamente consciente da intenção da Rússia de intervir diretamente na Síria, mas ainda tem de emitir qualquer reação. A ausência de uma oposição vocal da administração Obama é agravada pela sua cessação de chamadas para a dissolução do regime assassino de Assad.

Isto e muito mais: Os iranianos e os Russos – com os EUA bem conscientizados começaram a luta para reequipar o exército sírio, que foi deixado em frangalhos pela guerra civil. Eles pretendem não só treinar o exército de Assad, mas também equipá-lo. Durante todo o período da guerra civil, os russos enviaram consistentemente navios de abastecimento de armas para o porto russo de Tartus na Síria em uma base semanal. Os navios trariam mísseis, peças de substituição, e diferentes tipos de munição para o exército sírio.

Meios de comunicação árabes tem relatado que a Síria e Rússia estavam à procura de uma porta adicional na costa da Síria, que servirá para os russos em missão, acelerarem o ritmo do rearmamento da Síria publicado recentemente.

Enquanto isso, o exército de Assad está em retirada estratégica em grande escala na província de Idlib. Poucos dias atrás, uma força do Jaesh Al Fatah (uma coalizão ou grupos rebeldes, incluindo Jabhat al-Nusra) avançou para o aeródromo militar Abu Ḑuhūr na província de Iblib sudoeste da Síria, que faz fronteira com Latika. Alauitas e residentes cristãos da região fugiram para os últimos bastiões alauítas remanescentes ao longo do litoral do país.
Mesmo a Turquia, que até agora evitou qualquer ação que possa fortalecer Assad, teve que entrar em acordo com o movimento russo-iraniano e americano resultante do silêncio, levando a lançar sua própria campanha de bombardeio contra ISIS na Síria.

Durante uma recente viagem para o Catar, Erdogan chegou a entendimentos com o Catar e os sauditas a respeito de um programa para armar os rebeldes apoiados pela Irmandade Muçulmana que estão lutando contra o ISIS, de fato lutando tanto Assad e ISIS.

Fonte: Ecoandoa voz dos martires / Ynetnews - raduzido para BJ – David

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Forças militares de Israel, invadiram a cidade de Jenin na Cisjordânia.

Soldados das FDI na aldeia da Cisjordânia de Awarta, 26 de junho de 2014. AFP

Conflitos e Guerras - 31 de Agosto de 2015.

6 palestinos mortos em operação realizadas pelas forças israelenses para prender um líder da resistência bem conhecida na cidade de Jenin na Cisjordânia.

De acordo com relatos iniciais das Forças de Defesa de Israel, soldados acompanhados por membros do serviço de segurança Shin Bet e da unidade de contraterrorismo Yamam da Polícia de Israel, ficou sobre fogo durante a realização de uma prisão de dois ativistas do Hamas. Um soldado envolvido no tiroteio sofreu ferimentos moderados.

Foram também relatados que um comboio de jipes IDF entrou no campo de refugiados de Jenin.

Majdi Abu Al-Hija, um ativista do Hamas bem conhecida, e seu irmão Alaa foram detidos.

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Mais uma fabrica de produtos químicos, explodiu na China.


Conflitos e Guerras - 31 de Agosto de 2015

Uma explosão estremeceu uma fábrica de produtos químicos na província de Shandong, no leste da China, afirmou a mídia estatal nesta terça-feira, embora não tenham sido relatadas vítimas de imediato.

Este mês aconteceuuma série de fortes explosões em diferentes fábricas de produtos químicos da China. Após a explosão de uma fábrica na província de Shandong no último dia 22 de agosto, ocorreu o vazamento de centenas de milhares de toneladas de adiponitrilo, um líquido incolor que pode liberar gases tóxicos ao reagir com o fogo.

Em 13 de agosto, cerca de 160 pessoas foram mortas e cerca de 700 ficaram feridos na explosão de um armazém que contém grandes quantidades de mercadorias perigosas na cidade portuária de Tianjin. 15 pessoas ainda estão desaparecidas após a tragédia.

Teóricos da Conspiração apontam para uma guerra secreta entre EUA e China. Os americanos em questão, teriam lançado uma arma secreta na China, em resposta a desvalorização da moeda chinesa Yuan, que provocou forte queda nos mercados mundiais.

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#Ucrânia: Violentos protestos em #Kiev marca a Reforma da Descentralização.


Conflitos e Guerras - 31 de Agosto de 2015

Violentos protestos marcaram a aprovação da reforma de descentralização na Ucrânia.

De acordo com as autoridades locais, cerca de 40 pessoas ficaram feridas nos confrontos entre manifestantes e policiais que tentavam impedir a invasão do parlamento.


Um policial morreu devido a explosão de uma granada lançada por um dos manifestantes. O policial chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.


De acordo com a policia, o responsável pelo lançamento da granada foi identificado e preso.


Veja o vídeo que registrou o momento da explosão.


O Vídeo abaixo mostra o registro dos confrontos entre manifestantes e policiais.


A descentralização da Ucrânia voltou a dividir o país, depois do parlamento ter aprovado, em primeira instancia, a reforma constitucional sobre o tema, prevista nos acordos de paz alcançadas em Minsk ll. 

A ratificação da medida, que terá ainda que ser confirmada pelo parlamento nos próximos meses, originou protestos violentos à porta do parlamento de Kiev.

A reforma, que abre caminho à concessão de mais autonomia para as regiões de Donetsk e Luhansk, estava prevista nos acordos de Minsk, assinados em fevereiro, para pacificar o conflito no leste do país.

Tanto separatistas como nacionalistas rejeitam a reforma, aprovada por 265 votos a favor e 87 contra, mais 39 dos necessários para ratificar a reforma.

O governo de Petro Poroshenko necessita no entanto, do apoio de dois terços dos deputados para lançar a reforma.

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30 de ago. de 2015

O Chefe do Estado Maior da Ucrania não descarta uma operação militar em Donbass.


30 de Agosto de 2015

O General do Estado-Maior Ucraniano está analisando uma série de opções para a evolução da crise em Donbass, e prepara uma resposta

Depois da tragédia em Ilovaiskaya, as forças armadas ucranianas realmente tomaram uma posição defensiva e quase não realizam operações ofensivas. Mas isso não significa que o exército ucraniano não tem tais planos.

Em entrevista a agencia de noticia ZN.UA o chefe de Estado-Maior, General Viktor Muzhenko disse.

"Quem lhe disse isso, a APU não tem problemas para realizar operações ativas, as forças armadas estão prontas para realizar, não só a defesa, mas ofensivo em todo o meu tempo." informou o general sem especificar as condições em que as forças da Ucrânia pode ir para ofensivo.

Ele também deu uma avaliação das ações do inimigo. Segundo Muzhenko, as forças pró-russas sentiu o exército aguerrido a Ucrânia e está a procura de oportunidades para realizar uma ofensiva.

"A partir deste ponto de vista, um contador bem sucedido perto Marinka foi muito importante, porque o inimigo considerava uma opção para o futuro. No caso de ofensivas bem sucedidas que se reuniram este sucesso a desenvolver, tivemos informações de que naquela época, uma parte do segundo nível na fase de preparação para a nomeação, foram de quatro grupos táticos russos, então realmente colocou em perigo Avdeevka, mas o ataque a Marinka foi repelido com êxito, nós eliminamos a ameaça... embora ainda exista uma ameaça potencial ", disse Muzhenko.

Ele acrescentou que o Estado-Maior está agora a estudar uma série de opções para a evolução do Donbass,e que ficará feliz em respondê-las.

Fonte: Segodnya

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Exército russo está começando a se envolver na Síria.


Bandeira Síria e Russia

30 de Agosto de 2015


Originalmente de Tatarstan, General Valeri Guérassimov, chefe das forças armadas da Federação da Rússia e vice-Vice-Ministro da Defesa, é muito familiarizado com o Islã. Além disso, ele reprimiu os crimes cometidos por soldados russos na Chechênia, e vitoriosamente lutou contra os jihadistas do Emirado Islâmico em Itchkeria.

Uma mudança profunda e significativa acaba de ocorrer no Levante, o exército russo começou a se engajar contra o terrorismo na Síria. Embora a Rússia tenha estado ausente do cenário internacional desde a dissolução da União Soviética, e embora ele está se movendo com cuidado, ele acaba de criar uma Comissão Russo-Síria que começou a fornecer armas, compartilhando de inteligência consultores militares.. Tudo isso é mais ou menos coordenada com a Casa Branca.

Embora a Rússia se abster de participar em operações militares desde o início do conflito, criou agora uma comissão militar russo-sírio, no entanto, a OTAN organizou todos os eventos em questão em que foi chamado de primavera árabe, incluindo a guerra contra a Síria, e grupos jihadistas estrangeiros coordenados e seus colaboradores líbios e sírios, chamado-os de rebeldes.

Nas ultimas semanas, muitos conselheiros militares chegaram a Damasco e seis MiG-31 de foram entregues a Síria, e segundo alguns analistas, esses são os melhores interceptores no mundo. 


Eles  foram comprados em 2007, mas o contrato tinha sido congelado, sua entrega não foi afetado pelo embargo de armas, uma vez que eles não podem ser utilizados em operações relativas à manutenção da lei e da ordem, mas apenas para a defesa nacional.


Simultaneamente, e pela primeira vez, o exército russo está fornecendo imagens de satélite para a Síria. Essa decisão esperada a cinco anos, o inverte a situação militar da Siria. Na verdade, até agora, os jihadistas tem escapado muitas vezes do exercito Síria, graças as imagens de satélite fornecidos pela NATO em tempo real. Mesmo assim, ao longo de um período de seis meses, parece que a OTAN já não partilha a sua inteligência com o Estado Islamico, mas apenas com o al-Nusra, uma ramificação da Al-Qaeda.

Por fim, os conselheiros militares russos possuem uma riqueza de informações que serão usadas para estudar a possibilidade de uma implantação internacional sob a bandeira da ONU. Eles pretende apresentar um relatório ao Kremlin que também estuda a possibilidade de uma operação russa contra os rebeldes, bem como uma operação conjunta da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (CSTO).

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Paquistão adverte a Índia sobre uma possível guerra.




30 de Agosto de 2015


Neste domingo, o Ministro da Defesa do Paquistão advertiu que a Índia sofrera "grandes perdas", na qual será "lembrada por décadas" se ele tentar "impor" uma guerra contra seu país.


Khawaja Muhammad Asif disse que as "forças armadas do Paquistão vai defender cada palmo de sua terra natal a todo custo".

Ele converso com a imprensa durante sua visita à aldeia Kundunpur ao longo da fronteira internacional em Sialkot.

"Se a Índia tenta impor guerra contra o Paquistão, pesadas perdas serão infligidos a Índia, que ele vai se lembrar por décadas", disse o ministro.

Sr. Asif disse "atos covardes" das forças indianas, têm reforçado a determinação da nação para defender a pátria, relatou a Rádio estatal do Paquistão

"Verdadeira face da Índia é exposta como é apoiar o terrorismo no Paquistão e criar tensão nas fronteiras através de queima não provocado ao longo da fronteira de trabalho e linha de controle", disse ele.

Seus comentários foram feitos no contexto de aumento das tensões ao longo da fronteira, depois que o Paquistão cancelou as negociações de nível NSA fixados para 23 de agosto, quando a Índia deixou claro que as discussões sobre a Caxemira em uma reunião com os separatistas, não será aceitável.

Sr. Asif alega que Índia está desviando a atenção de suas "falhas internas", criando tensão nas fronteiras.

Ele afirmou que o Paquistão tem prova de interferências da Índia no país e que o primeiro-ministro, Nawaz Sharif irá apresentar na reunião da Assembleia Geral da ONU em setembro e para a liderança dos Estados Unidos durante sua visita lá em outubro.

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29 de ago. de 2015

Estônia planeja implantar cerca na fronteira com a Rússia


29 de agosto de 2015

A Estônia planeja construir uma cerca nos 136 quilômetros de fronteira com a Rússia para combater o trânsito ilegal e proteger a União Europeia. A polícia de fronteira afirmou nesta sexta-feira (28/08) que os planos incluem a instalação de sensores, câmeras e radares na região.

De acordo com as autoridades, cerca de 80 quilômetros da fronteira do país membro da União Europeia foram demarcados e boias serão instaladas para delimitar a divisa em lagos e rios.

No entanto, a construção da cerca deve começar somente em 2018, afirmou o porta-voz do Ministério do Interior estoniano, Toomas Viks. "O objetivo da construção é cobrir 100%, com vigilância técnica permanente, a fronteira terrestre e criar condições ideais para os guardas de fronteira garantirem a segurança da Estônia e do espaço Schengen", disse Viks.

A cerca de arame farpado terá 2,5 metros de altura. O anúncio da construção ocorre em meio à elevada tensão na região, devido à crise entre a Rússia e a Ucrânia. Os estados bálticos têm sido abalados com as ações de Moscou em território ucraniano, onde separatistas pró-Rússia vêm lutando contra forças de Kiev desde abril de 2014.

A Estônia, juntamente com a Letônia e a Lituânia, fizeram parte da União Soviética por quase cinco décadas. Em 2004, os países entraram para a União Europeia e a Otan, nma tentativa de reforçar a segurança em um momento de tensão com Moscou.

Fonte: UOL Noticia / DW

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Maduro amplia fechamento da fronteira e aprofunda crise Venezuela-Colômbia


29 de Agosto 2015 


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou nesta sexta-feira o fechamento de um segundo trecho da fronteira com a Colômbia no estado de Táchira, um dia depois de os dois governos chamarem para consultas seus embaixadores após o fechamento de um primeiro trecho.

"Decidi fechar a fronteira da zona de número 2 do estado de Táchira para limpar o paramilitarismo, a criminalidade, o contrabando, os sequestros, o narcotráfico", disse Maduro, em um ato público multitudinário em Caracas.

Em um discurso acalorado, Maduro explicou que o fechamento, que afeta os municípios de Ayacucho, Lobatera, Panamericano e García de Hevia, entrará em vigor a partir das cinco da manhã de sábado e que mobilizará "3.000 homens para procurar paramilitares até debaixo das pedras".

Trata-se do segundo setor fronteiriço deste estado que o presidente decide fechar, depois do anúncio de fechamento, na semana passada, de uma primeira zona composta por seis municípios, de decretar o estado de exceção e de deportar mais de mil colombianos que viviam no território venezuelano, sob o argumento de que a fronteira está tomada pelos paramilitares colombianos.

Além dos deportados, estima-se que entre 5 mil e 6 mil colombianos fugiram da Venezuela por temer sua expulsão sem poder levar seus pertences.

Maduro adotou estas medidas dias depois de um ataque a tiros de indivíduos não identificados que deixou três militares e um civil venezuelanos feridos, quando realizavam uma operação de combate ao contrabando.

As chanceleres Delcy Rodríguez (Venezuela) e María Angela Holguín (Colômbia) se reuniram na quarta-feira passada em Cartagena, no Caribe colombiano, mas os governos de Caracas e Bogotá elevaram o tom da crise na quinta ao chamar a consultas seus respectivos embaixadores.

Maduro, no entanto, também pediu nesta sexta a seu colega colombiano, Juan Manuel Santos, que se reúnam para buscar soluções ao conflito entre os dois países.

"Estou disposto a me encontrar com o presidente Santos para discutir estes temas quando ele quiser e como quiser (...). Chegou a hora de conversarmos cara a cara para resolver este assunto", disse Maduro para uma multidão reunida diante do Palácio de Miraflores.

O presidente venezuelano sustenta no lucrativo contrabando na zona fronteiriça estão envolvidos paramilitares que, aliados com a direita local, buscam desestabilizar seu governo.

Colômbia e Venezuela dividem uma porosa fronteira de 2.219 km, onde as autoridades dos dois países denunciam a presença de grupos guerrilheiros, paramilitares, narcotraficantes e contrabandistas de combustíveis e outros produtos fortemente subsidiados pelo governo venezuelano.

- OEA e Unasul entram em cena -Diante da crise, diplomatas da Organização dos Estados Americanos (OEA) realizarão na próxima segunda-feira uma reunião extraordinária para analisar a situação dos colombianos deportados pela Venezuela, o que gerou o atrito bilateral.

O Conselho Permanente da OEA "celebrará uma sessão extraordinária", a pedido da representação da Colômbia, para responder à "situação humanitária que vivem os cidadãos colombianos" na Venezuela, "gerada pela forma com que estes cidadãos colombianos estão sendo deportados e obrigados a partir" do país, informou o organismo.

A sessão será realizada na tarde de segunda, na sede do organismo regional em Washington.

A ministra das Relações Exteriores da Colômbia, María Ángela Holguín, havia proposto na véspera uma reunião dos chanceleres da OEA para tratar da expulsão dos colombianos que viviam na fronteira.

Holguín informou nesta sexta-feira que pedirá o envio de uma missão da União das Nações Sul-Americanas (Unasul) à fronteira para verificar o drama humanitário de deportados e refugiados.

A Unasul fará uma reunião extraordinária de chanceleres para analisar a crise na próxima quinta-feira, em Quito, sede do organismo regional.

Também nesta sexta, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão autônomo da OEA, expressou "sua profunda preocupação ante as deportações arbitrárias e coletivas de migrantes colombianos em situação migratória irregular, que vêm sendo realizadas pelas autoridades venezuelanas".

A Comissão, com sede em Washington, exigiu que à Venezuela "detenha de forma imediata qualquer expulsão coletiva, arbitrária e/ou sumária" e garanta o "devido processo" aos deportados.

As expulsões coletivas são manifestamente contrárias ao direito internacional", destacou.


Os governos de Brasil e Argentina informaram que observam com "preocupação" a crise entre Colômbia e Venezuela e mostraram sua disposição de colaborar para resolver a situação através dos mecanismos regionais.

Fonte: UOL Noticias

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28 de ago. de 2015

Coreia do Norte: "Armas nucleares permitiram o acordo com Seul"



28 de agosto de 2015

O líder norte-coreano, Kim Jong-Un, garantiu nesta sexta-feira que foram as armas nucleares e não as negociações que permitiram fechar o acordo "histórico" com Seul para acabar com a escalada militar na península.

O jovem dirigente, que presidiu a reunião da Comissão Militar Central, explicou que graças à Coreia do Norte o acordo foi concluído e colocou dois Estados adversários no caminho "da reconciliação e da confiança", segundo a agência oficial de notícias KCNA.

O acordo negociado na localidade de Panmunjom, na fronteira comum, permitiu reduzir a tensão militar quando os dois países pareciam à beira do confronto.

Seul se comprometeu a desligar os alto-falantes que faziam propaganda na fronteira, enquanto Pyongyang expressou seu arrependimento pela explosão de minas que mutilaram dois soldados sul-coreanos, no início do mês. Os dois países também concordaram em dialogar.

Para Kim Jong-Un, isto não quer dizer que seu país negociará sobre um eventual final de seu programa de armamento nuclear, algo que foi um fator essencial para a paz.

O acordo de Panmunjom "não foi obtido na mesa de negociações, e sim graças a gigantesca força militar e de dissuasão nuclear defensiva" da Coreia do Norte.

A "prioridade número um" é manter os esforços para reforçar as capacidades militares da Coreia do Norte, disse Kim.

O líder norte-coreano reconheceu que o acordo representa "uma ocasião histórica determinante" que poderá inaugurar uma nova era nas relações bilaterais.

As duas Coreias continuam tecnicamente em guerra há 65 anos, já que o conflito terminou com um simples cessar-fogo, sem um tratado de paz formal.

Fonte: AFP

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Tiroteio deixa 10 civis mortos na fronteira entre Índia e Paquistão


28 de agosto de 2015

Pelo menos dez civis morreram e mais de 50 ficaram feridos nesta sexta-feira em um tiroteiro entre o exército do Paquistão e da Índia na fronteira entre os dois países, divulgaram as autoridades.

Seis civis paquistaneses perderam a vida nos arredores da cidade de Sialkot, na província de Punyab, e quatro indianos morreram na zona da Caxemira administrada pela índia, segundo os balanços militares feitos pelos dois países.

De acordo com um comunicado do exército paquistanês, 46 pessoas ficaram feridas deste lado da fronteira ao serem alvejadas por disparos indianos durante a noite de quinta.

As autoridades indianas informaram inicialmente que constataram 3 baixas civis.


Como de costume, um país acusou o outro de ter começado o enfrentamento que, segundo uma autoridade militar paquistanesa que pediu para não ser identificada, continuava na manhã desta sexta-feira.

Índia e Paquistão já travaram três guerras desde agosto de 1947, quando foram criados os dois Estados como resultado da partição da Índia Britânica. Dois desses combates foram travados pelo controle militar da estratégica região himalaia da Caxemira.


Os dois países assinaram um cessar fogo, mas se acusam mutualmente de tê-lo violado.

No mês passado, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, e o paquistanês, Nawaz Sharif, voltaram a dialogar, porém desde então tem acontecido tiroteios entre os exércitos dos dois países na fronteira e na província paquistanesa de Punyab.

Uma reunião, agendada para domingo e segunda-feira, entre as autoridades de segurança dos países foi cancelada no último minuto na semana passada por causa de desacordos sobre a agenda: o Paquistão quer abordar a questão da Caxemira e Índia deseja falar sobre "terrorismo".

O Paquistão reivindica a parte da Caxemira controlada pela Índia, alegando que a maioria da população é muçulmana, e mantém relações com líderes regionais, a contra-gosto da Índia, que considera isso uma ingerência de seus assuntos internos.

Nova Délhi acusa, por sua vez, Islamabad de orquestrar infiltrações jihadistas em seu território, e critica a incapacidade de seu vizinho para julgar Zaki ur-Rehman Lakhvi, suspeito de ser o artífice dos atentados de Mumbai (que deixou 16 mortos em 2008), e libertado recentemente mediante pagamento de fiança.


Fonte: Zero Hora

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Venezuela e Colômbia convocam seus respectivos embaixadores


28 de agosto de 2015

O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, convocou para consultas o embaixador do seu país em Caracas, Ricardo Lozano, assim que seu homólogo venezuelano, Nicolás Maduro, impediu o acesso de um líder local em uma cidade fronteiriça. Em uma reunião na quarta-feira (26), as chanceleres dos dois países acordaram que seria permitido o acesso à cidade venezuelana de Táchira do defensor do povo colombiano, Jorge Armando Otálora. Ele iria verificar o número de casas destruídas por ordens de Maduro e as áreas de onde os colombianos foram expulsos.

Santos também ordenou que sua ministra de Relações Exteriores, María Angela Holguín, peça uma reunião entre os chanceleres que pertencem a União das Nações Sul-Americanas (Unasul) para debater "o que está acontecendo na fronteira porque isso é totalmente inaceitável".

"Eu sempre privilegiei o diálogo e a diplomacia e seguirei fazendo isso, mas não posso permitir que a Venezuela trate os colombianos e trate o governo dessa forma. Por isso, dei instruções a chanceler para que chame nosso embaixador na Venezuela e que convoque a reunião", disse o mandatário.

Segundo o presidente, seu país "sempre privilegiou o diálogo" e espera que o governo venezuelano "tenha a mesma atitude porque o que vimos até agora é nenhuma vontade de diálogo, nem de soluções diplomáticas, apenas soluções de força". Santos falou que os deportados "são seres humanos" e que seus comandados "sempre os defenderão e velarão por eles".

Por sua vez, assim que soube da convocação, o sucessor de Hugo Chávez tomou a mesma atitude e anunciou uma revisão integral das relações entre as duas nações.

"Seguindo instruções do presidente Nicolás Maduro nós convocamos para consultas o nosso embaixador na República da Colômbia, Iván Rincón", anunciou a ministra das Relações Exteriores, Delcy Rodríguez, através do Twitter. Ela acrescentou que "lamenta" que todos os "avanços" da reunião da quarta-feira "sejam frustrados pela soberba das autoridades".

"Ratificamos ao nosso povo irmão da Colômbia nossos laços de amizade e união baseados em uma história comum de liberdade e independência", afirmou.

A Venezuela está mantendo fechada "até segunda ordem" a fronteira entre as duas nações, especialmente na região de Táchira. Cinco cidades fronteiriças estão vivendo um "estado de exceção" e mais de mil colombianos já foram deportados por serem considerados "paramilitares". Por sua vez, a Colômbia diz que quem foi expulso não é de nenhum grupo paramilitar e que são apenas "famílias pobres que querem viver em paz". - Entenda o caso: A atual crise culminou com o fechamento da fronteira entre os dois países no dia 20 de agosto - que, inicialmente, deveria permanecer nessa situação por apenas 72 horas. Porém, o chefe de Estado venezuelano mudou de ideia no dia seguinte e determinou que o acesso terrestre ficasse fechado por tempo indeterminado.

A medida foi tomada porque três soldados da Venezuela ficaram gravemente feridos enquanto participavam de uma ação para combater o tráfico de drogas em San Antonio del Táchira. De acordo com o governo, eles foram vítimas de uma "emboscada" de venezuelanos e colombianos envolvidos com o narcotráfico.

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Rússia e Egito podem formar coalizão com a Síria contra o Estado Islâmico


28 de agosto de 2015.

A Rússia e o Egito apoiam a ideia de criar uma vasta coalizão antiterrorista que incluía a Síria para lutar contra o Estado Islâmico, disse o presidente russo Vladimir Putin durante a entrevista coletiva juntamente com o seu homólogo egípcio Abdel Fattah al-Sisi.

"Frisamos a importância fundamental de formar uma vasta frente antiterrorista que incluiría os principais atores internacionais e potências regionais incluindo a Síria", disse Putin na quarta-feira.

"Temos uma visão comum da necessidade de intensificar a luta contra o terrorismo internacional que é muito relevante tendo em conta as ambições agressivas das estruturas radicais e o Estado Islâmico em particular", disse o presidente russo.

"Quando realizamos os nossos encontros, o povo egípcio está à espera do melhoramento na cooperação entre o Egito e a Rússia em várias áreas incluindo economia, e da luta contra terrorismo na região que é prejudicada pelo terrorismo", disse o presidente egípcio durante a conferência de imprensa.

"Isso afeta a nossa estabilidade e segurança regionais. Não só em alguns países mas em toda a região e possivelmente em todo o mundo", frisou.

Durante a visita do presidente egípcio a Moscou os chefes dos dois países discutiram um leque de assuntos, inclusive a situação no Oriente Médio e na África do Norte e a cooperação econômica.

Durante o seu terceiro encontro no ano em curso, o presidente Putin reiterou a sua promessa de incluir o Egito na zona de comércio livre da União Econômica Euroasiática (UEE) liderada pela Rússia. Reiterou que os dois países tencionaram excluir o dólar americano e fazer o comércio bilateral em moedas nacionais.

"Concordamos estimular esforços para diminuir a influência dos fatores externos e fazer que o comércio bilateral aumente de forma sustentável. A realizável criação de zona de comércio livre entre a UEE e o Egito, moedas nacionais nas contas bilaterais, promoção da cooperação na esfera dos investimentos são uns dos passos específicos para incentivar a economia," disse Putin.

Putin acrescentou que o Egito tem a oportunidade de exportar produtos alimentícios à Rússia desde o momento em que Moscou introduziu as sanções contra alguns países em relação aos produtos alimentícios no ano passado. Os fornecimentos do Egito à Rússia aumentaram significativamente na primeira metade de 2015, disse.


Também anunciou os planos de aumentar exportações dos cereais ao Egito. Os planos russos de participar no desenvolvimento da infraestrutura egípcia de cereais também foram discutidos na reunião dos chefes dos dois países.

As exportações russas dos cereais ao Egito eram equivalentes a 4 milhões de toneladas em 2014 que é 40% de toda a procura do Egito, afirmou Putin. Em 2014 o comércio bilateral aumentou a 86% comparando com 2013 atingindo 5,5 bilhões de dólares.

Os dois líderes também discutiram a construção conjunta da usina nuclear no Egito usando tecnologias russas, disse Putin.

"Um dos projetos bilaterais mais importantes é a construção da usina nuclear no Egito usando tecnologias russas. Os peritos dos dois países estão a completar o trabalho sobre os aspetos da construção da usina", disse Putin.

Em fevereiro Putin e Sisi assinaram alguns acordos segundo os quais a Rússia se obrigou prestar apoio ao Egito na construção de uma nova usina nuclear.
Na quarta-feira Putin fez alusões de que a Rússia pode fornecer o Egito com os aviões Sukhoi Superjet 100.

"O assunto de fornecimentos dos aviões Sukhoi Superjet 100 para as linhas aéreas do Egito está no processo de elaboração", Putin afirmou.

Há de notar que os EUA não consideram possível a participação do presidente sírio na coalizão contra terrorismo internacional. Em 24 de agosto os EUA e a Turquia afirmaram que vão realizar uma operação militar contra o Estado Islâmico. Segundo o ministro das Relações Exteriores da Turquia Mevlut Cavusoglu, os países regionais como a Arábia Saudita, o Catar e a Jordânia e os aliados europeus como o Reino Unido e a França também vão participar da operação.

Fonte: Sputnik News

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Lituânia se ofende com a Finlândia por causa da "ameaça russa"



28 de agosto de 2015.

A Lituânia não tem "nenhuma obrigação direta para defender a Finlândia da Rússia, mas, se tal situação ocorrer, a OTAN, muito provavelmente, vai encontrar uma maneira de o fazer", disse o ministro da Defesa do país em retaliação à falta de vontade da Finlândia a defender os Estados bálticos contra a "ameaça russa”.

"Eu acho que nós vamos tentar de alguma forma apoiar a Finlândia, se o país precisar. Mas isto não é a nossa obrigação direta", disse o ministro da Defesa da Lituânia Juozas Olekas na sua entrevista ao rádio Ziniu Radijas.

Os comentários vêm em retaliação às recentes declarações do presidente finlandês Sauli Niinistö.

Na terça-feira, o chefe de Estado finlandês disse que a Finlândia não está em posição para ajudar a defender os seus vizinhos bálticos e outros membros da UE caso seja necessário.

"De vez em quando ouvimos a ideia de que a Finlândia poderia participar parcialmente da defesa dos países bálticos", disse Niinistö, durante as conversações com representantes da Embaixada finlandesa.

"A Finlândia não está na posição em que poderia oferecer aos outros, garantias de segurança que nem sequer temos nós mesmos," afirmou o presidente.

"A nossa fronteira oriental (com a Rússia) é maior do que as de todos os países da OTAN em conjunto. Se uma nação de pouco mais de cinco milhões de pessoas é responsável pela sua defesa em seu próprio país, a responsabilidade já é suficiente", adicionou ele.

Olekas porém respondeu que cada país entende de forma diferente as suas preocupações de segurança e escolha diferentes meios de defesa.

“A Lituânia, entre outros países bálticos, escolheu o caminho da defesa coletiva da OTAN mais de 10 anos atrás”, disse ele.

Ao contrário dos seus vizinhos bálticos, a Finlândia — que compartilha uma fronteira comum de 1.340 quilômetros com a Rússia — não é um membro da OTAN, apesar de que a aliança manteve suas portas abertas para ela.

As “tensões regionais” não fizeram o público finlandês mais aberto à adesão à OTAN. As pesquisas recentes mostram que a maioria está contra esta opção.

Niinisto disse que a Finlândia continuará desenvolvendo a sua própria defesa em cooperação com o seu vizinho do oeste, a Suécia, e através da parceria com a OTAN.

Fonte: Noticias Militares / Sputnik

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Zakharchenko disse que a guerra na Ucrânia irá continuar.



28 de agosto de 2015

Por: Valentin Filipov, PolitNavigator - Versão em inglês por Fort Russ por J. Arnoldski - Versão português Conflitos e Guerras

Em entrevista exclusiva feita para a agencia de noticia PolitNavigator, O líder da Republica Popular de Donestsk, Aleksandr Zakharchenko, falou sobre o futuro do conflito no leste da Ucrânia.

"A guerra só pode terminar com a nossa vitória em incondicional. Os militantes não vão parar de lutar em Donbass, e vão continuar lutando até capturar toda a região de Donetsk".

Respondendo a pergunta do repórter, Zakharchenko disse.

"Eu já falei mais de uma vez que o programa mínimo, é a DPR retomar as fronteiras da região anteriores em Donetsk. Por consequência, a realização deste objectivo será amplamente chamado de "imposição para a paz." É improvável que as forças punitivas sejam capazes de lidar rapidamente com uma derrota. O mais provável, neste caso, lá novamente será um "Maidan". Diferentes pessoas chegarão ao poder em Kiev. Talvez possamos encontrar uma linguagem comum com eles. Quanto a questão de uma grande Novorossiya... é muito cedo para falar sobre isso. Vamos decidir esta questão quando ganhamos.

Zakharchenko seguiu a entrevista dizendo

Nós iremos libertar Mariupol e Slavyansk das forças punitivas com certeza. As fileiras do exército do DPR, tem muitos lutadores nestas cidades. Quanto ao resto da Ucrânia, posso dizer uma coisa. Não vamos se sentar e esperar de braços cruzados, se você quiser se livrar do governo ilegal, destruir os fascistas, e fazer a Ucrânia deixa de ser um fantoche dos fantoches americanos... então você deve tomar uma posição mais ativa. Ninguém vai tornar sua vida melhor para você. Políticos e oligarcas ucranianos precisam de você como bucha de canhão para atingir seus objetivos. A vitória não é servido em uma bandeja de prata, a vitória é produzido pelo suor e sangue. Então pense para si mesmos, sentar e esperar ou tomar a situação para suas próprias mãos?...

A entrevista completa em inglês, pode ser encontrada aqui Fortruss Blogspot

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27 de ago. de 2015

Israel bombardeia instalações do Hamas



Reuters - 27/08/2015

Israel lançou um ataque aéreo contra uma instalação do Hamas nesta quinta-feira (27) em resposta a um míssil disparado da Faixa de Gaza, informou o Exército israelense.

Ninguém ficou ferido no ataque do míssil que atingiu o sul de Israel, disse o Exército em um comunicado. Não houve relatos imediatos de quaisquer baixas no enclave palestino depois dos aviões de guerra terem atingido que segundo o militar israelense, era uma fábrica de armas pertencente ao governante movimento islâmico Hamas.

Grupos jihadistas, Salafistas, que atendem aos chamados da Al-Qaeda para guerras santa no mundo, reivindicaram a maioria dos ataques de mísseis lançados esporadicamente contra Israel a partir da Faixa de Gaza desde o final de uma guerra de 50 dias no ano passado, mas não houve reivindicação imediata da responsabilidade pelo míssil de quinta-feira, que explodiu em uma área aberta ao lado da fronteira com Gaza.

Mesmo assim, Israel tem acusado o Hamas como sendo o responsável por qualquer ataque no enclave de 1,8 milhão de palestinos.

De acordo com o site do Ministério do Exterior israelense, 11 misseis a partir da Faixa de Gaza, exceto o que foi lançado na quinta-feira, atingiram Israel desde o cessar-fogo mediada pelo Egito, que suspendeu a guerra de Gaza.

Três semanas atrás, depois de um míssil atingir o sul de Israel, aviões israelenses bombardearam um acampamento de treinamento do Hamas, ferindo quatro homens da segurança. Um pequeno grupo salafista disse que a lançou os misseis.

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26 de ago. de 2015

Submarinos norte-coreanos retornam e tensão na península termina

Representantes das Coreias do Norte e do Sul apertam as mãos depois de firmar acordo em reunião na vila de Panmunjom, na zona desmilitarizada (The Blue House/AFP)

Veja - 26/08/2015

Submarinos militares da Coreia do Norte, que haviam sido mobilizados nos últimos dias, retornaram para as suas bases nesta terça-feira, informaram autoridades da Coreia do Sul. A manobra mostra uma volta à normalidade na península, depois do acordo entre as duas Coreias para colocar fim às hostilidades mais recentes entre os países rivais.

"Temos informação que estão retornando às suas bases os mais de 50 submarinos que partiram no dia 21 de agosto", revelou a agência sul-coreana Yonhap, um oficial das Forças Armadas da Coreia do Sul.

Forças militares de Seul detectaram no último domingo que os submarinos tinham zarpado de suas bases e estavam sob as águas em lugares não identificados, em plena escalada de tensão entre os dois vizinhos.

O retorno dos submarinos veio depois que representantes do Norte e do Sul chegaram a um acordo para encerrar a recente crise militar entre os dois países, que chegou a criar temores de um conflito armado.

No ápice da tensão, Pyongyang e Seul trocaram disparos de artilharia na fronteira na última quinta, mas sem deixar feridos.

No acordo firmado nesta segunda, Pyongyang lamentou o ataque com minas do dia 4 que mutilou dois soldados sul-coreanos, apesar de não ter reconhecido explicitamente sua autoria, enquanto que Seul concordou em desligar os alto falantes que emitem propaganda na fronteira contra o regime de Kim Jong-un.

Após o fim deste episódio de tensão, espera-se uma substancial melhora nas até agora deterioradas relações entre os dois países, já que seus representantes se comprometeram a manter conversas em Seul ou em Pyongyang em uma data próxima para buscar caminhos para estreitar os laços diplomáticos.

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Guerra na #Ucrânia: Mapa atualizado da situação dos combates.


Mapa com a situação dos combates na Ucrânia atualizada dia 26/08/2015

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EUA planejam mais exercícios na região Ásia-Pacífico para combater a China.

Um tripulante Marinha dos Estados Unidos a bordo de um avião de vigilância P-8A Poseidon vê uma tela de computador supostamente mostrando construção chinesa na terra recuperada do Fiery Cruz Reef nas Ilhas Spratly disputadas no Mar do Sul da China, através destas imagens estática de vídeo fornecido pelo - 
MARINHA REUTERS / EUA / HANDOUT VIA REUTERS

Reuters - 26/08/2015

Os Estados Unidos planejam aumentar o número de exercícios militares e humanitários que realizam na região Ásia-Pacífico como parte de uma nova estratégia para combater a rápida expansão da China no Mar da China Meridional, informou o exército filipino nesta quarta-feira(26).

O Almirante, Harry Harris, comandante do Comando do Pacífico dos EUA, destacou aspectos chave da recém elaborada Estratégia de Segurança Marítima da Ásia-Pacífico do Pentágono durante as conversações com o seu homólogo filipino, general Hernando Iriberri, durante uma visita a Manila.

O Coronel Restituto Padilla, um porta-voz militar, disse aos jornalistas que o relatório sublinhava um conjunto de ações no Mar da China do Sul e Mar da China Oriental de Washington, com foco na proteção da "liberdade dos mares", prolongando o conflito e coerção, promovendo a adesão as leis internacional.

China reivindica mais terras marítimas no Mar da China do Sul, através do qual cerca de $5.000.000.000.000 de dólares são 
transmitidas no comércio por navios que passam pela região a cada ano. As Filipinas, Vietnã, Malásia, Taiwan e Brunei também reivindicam o local.

Uma fonte militar, que estava no encontro entre Harris e Iriberri, disse à Reuters que os EUA e as Filipinas são esperados para aumentar o tamanho, freqüência e sofisticação dos exercícios na região.

Desde que os esforços de recuperação das terras marítimas por parte da China começou, em dezembro de 2013, foram ocupados mais de 2.900 acres (1.170 hectares) de terra no mês de junho de 2015, segundo informado pelo Pentágono na semana passada em um relatório sobre a sua Estratégia de Segurança Marítima da Ásia-Pacífico.

A campanha de recuperação, supera significativamente os esforços por outros autores no tamanho, ritmo e na natureza, segundo o relatório do Pentágono.

China diz que os postos avançados terão fins militares indefinidos, bem como ajudar com busca e salvamento marítimo, socorro e de navegação.

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Senador do Acre criticou as ameaças feitas por Evo Morales ao Brasil.



CBN Foz - 25/06/2015


O senador Sérgio Petecão (PSD-AC) protestou em Plenário contra as ameaças do presidente da Bolívia, Evo Morales, de invadir o Brasil em defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff. Para Petecão, que duvidou da capacidade das Forças Armadas da Bolívia, o presidente do país vizinho é um “fanfarrão” que busca “fazer média” com o governo brasileiro em busca de mais dinheiro.

O senador citou o clima de apreensão que as palavras de Evo Morales causaram no Acre, e lembrou o prejuízo que a Bolívia tem causado ao Brasil com o confisco de bens da Petrobras e a produção de drogas.

- Nós sabemos que o Evo Morales é um cocaleiro, ligado ao sindicato dos produtores de coca. Ele não faz questão de negar isso. A Bolívia produz milhares de hectares de plantação. 90% dessa droga é consumida no Brasil, alerta Petecão.

Peteção complementou dizendo.

- Aquela dinheirama que ia para esses países a fundo perdido, com juros baixíssimos, acabou. Acabou. Nosso país está passando por uma crise - afirmou o senador.

O presidente boliviano Evo Morales, disse na sexta feira (21) passada, que não irá aceitar um golpe de estado contra a presidente Dilma e frizou que usaria a força para evitar a queda de Dilma.

“Não vamos permitir golpes de Estado no Brasil e nem na América Latina. Vamos defender as democracias e se precisar vamos atacar com nossas forças armadas”

A meteria sobre a ameaça de Evo Morales pode ser vista aqui -- Presidente da Bolívia ameaça invadir o Brasil.


Fonte: Agência Senado

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25 de ago. de 2015

Tensão entre a Coreias - Ultimos acontecimentos



Tensão entre as Coreias - Últimos acontecimentos.

- Coreia do Sul desligou precisamente as 12:00 (hora local) os alto falantes do chamado Programa "A voz da esperança" cumprindo uma parte do acordo

- Parece que os 50 submarinos norte coreanos estao indo de volta para a base.

- Todos esperam que sejam retirados os alertas na fronteira por ambas as partes.

- Boatos de que o acordo por parte da Coreia do Norte não teve a presença dos mais graduados militares (a confirmar)

- Abaixo a tradução do acordo completo

1. O norte e o sul concordaram em realizar negociações entre as respectivas autoridades em Pyongyang ou Seul em uma data próxima para melhorar os laços Norte-Sul e ter um diálogo multi-facetada e negociações no futuro.

2. O lado norte lamentou a recente explosão de uma mina que ocorreu na área do lado sul da zona desmilitarizada (DMZ) ao longo da Linha de Demarcação Militar (MDL), ferindo soldados do lado sul.

3. O lado sul vai parar todas as transmissões de propaganda altifalante ao longo do MDL a partir das 12:00, 25 de agosto, a menos que um caso anormal ocorre.

4. O lado norte vai levantar o estado semi-guerra naquele momento.

5. O norte e o sul concordaram em organizar reuniões de famílias separadas e os parentes do norte e do sul, por ocasião do "Dia Harvest Moon" este ano e continuar a manter essas reuniões no futuro, também entrar em contato com a Cruz Vermelha para iniciar um trabalho no início de setembro.

6. O norte e o sul concordaram em vitalizar o intercâmbio de ONGs em vários campos.

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24 de ago. de 2015

Coreia no Norte e Coreia do Sul chagaram em um acordo.




Norte e Coreia do Sul chegaram a um acordo na terça-feira (24) para terminar um impasse envolvendo uma troca de fogo de artilharia que empurrou a península em um estado de tensão militar elevada.

Nos termos do acordo alcançado após a meia-noite de terça-feira depois de mais de dois dias de conversações, a Coreia do Norte lamentou o recente ferimento dos dois soldados sul-coreanos em um incidente de minas terrestres e Seul concordou em suspender as transmissões de propaganda anti-Pyongyang..

A Coréia do Norte também concordou em acabar com o estado de "semi" guerra que tinha declarado. Os dois lados vão realizar acompanhamento nas negociações para discutir uma série de questões para melhorar os laços, disse o comunicado conjunto.

"É muito significativo que a partir desta reunião, Coréia do Norte pediu desculpas para a o incidente com as minas terrestres e prometeu trabalhar para prevenir a recorrência de tais eventos e aliviar as tensões", Informou o conselheiro de segurança nacional, Kim Kwan-jin, para o presidente sul-coreano Park Geun-hye, disse uma entrevista coletiva televisionada.

Pyongyang já havia negado que que implantou as minas terrestres, e declarou de não tomar explicitamente a responsabilidade por eles.

As negociações de trégua na vila Panmunjom, dentro da Zona Desmilitarizada que separam as duas Coréias, começou no sábado, logo após o prazo de Pyongyang para o Sul suspender suas transmissões de propaganda.

"Ambos fizeram compromissos, mas a Coreia do Sul não recebeu um pedido de desculpas, ele obteve apenas uma declaração de pesar sobre a lesão, que pode girar como um pedido de desculpas", disse John Delury, da Universidade Yonsei, em Seul.

"O ponto mais importante é manter este canal e reabrir o relacionamento. Isto é uma coisa que dificilmente será implementado, mas é um acordo histórico que estabelece um caminho."

Seul e Pyongyang permaneceram tecnicamente em estado de guerra desde a Guerra da Coreia 1950-1953, que terminou em uma trégua, ao vez de um tratado de paz,

Varias tentativas para melhorar os relações têm sido repetidamente frustradas ao longo dos anos.


Fonte: NBC News

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Coreia do Norte implantou na linha de frente, navios de desembarque que levam forças especiais.


Coreia do Norte tem implantado na linha de frente, lanchas de desembarque anfíbio com forças especiais a bordo, enquanto mantém conversações de alto nível com a Coreia do Sul, que prever a redução nas tensões, conforme noticiado pela imprensa local nesta segunda-feira.

De acordo com a agência de notícias Yonhap, cerca de 10 lanchas amfibias de desembarque, deixaram uma base norte-coreano e viajaram para uma base naval não muito longe da fronteira marítima entre as duas Coreias.

No sábado, os vizinhos conflitantes, realizaram a primeira rodada de conversações de alto nível para reduzir as tensões que se intensificou no início desta semana. As negociações continuaram domingo porem sem nenhum acordo.

As tensões na península coreana intensificou na quinta-feira, depois que a Coréia do Norte disparou granadas em uma base militar sul-coreano em toda a zona desmilitarizada. Seul foi rápido e retaliou com dezenas de disparos de artilharia pesada.

O episódio foi o primeiro grande confronto armado entre os vizinhos em cinco anos, e veio junto com Seul retomando a difusão de propaganda militar ao longo da fronteira em direção a Coreia do Norte, uma prática que foi interrompida há uma década atrás.

Sábado expirou o ultimamo dado pelos norte-coreanos, para que o Sul interrompesse a propaganda contra Pyongyang.

O presidente da Coreia do Sul disse que a propaganda continuará até a Coreia do Norte pedir desculpas pela explosão de duas minas terreastes que mutilou dos militares sul coreanos.

Pyongyang nega qualquer envolvimento nas explosão.

Fonte: Sputniknews

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O Presidente sul coreano disse que as transmissões de propaganda contra a Coreia do Norte, irão continuar.


Presidente sul-coreano Park Geun-hye, disse que Seul não vai desligar as transmissões de propaganda, a menos que a Coreia do Norte assuma a responsabilidade do incidente com as minas terrestres que mutilou dois soldados sul coreanos, peça desculpas e não faça mais provocações.

"A Coreia do Norte deve fazer um pedido de desculpas claro e garantir que não haverá mais provocações", disse ela, culpando Pyongyang pelo o aumento na crise militar atual com "atividades provocativas".

Negociadores de alto nível das duas Coreias, têm estado envolvidos em negociações difíceis desde de sábado, com o intuito de acabar com o impasse tenso ao longo da fronteira extremamente fortificada.

Mas as negociações foram ensombradas por alegações da Coreia do Sul de que o Norte está a minar o processo de negociação, movendo unidades de artilharia adicionais à fronteira e implantando dezenas de submarinos.

Acusando Pyongyang de colocar as minas, Seul retaliou ligando um gigantesco sistema de alto-falantes que estavam em silêncio por mais de uma década, emitindo mensagens de propaganda contra a Coréia do Norte.

O Norte nega qualquer envolvimento nas explosões das minas terrestres e emitiu um ultimato para que o Sul interrompa a sua "guerra psicológica", ou lançará uma grande ofensiva militar contra Seul.

Fonte: 3news

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