28 de mai. de 2018

Não é Boato: Greve dos caminhoneiros pode afetar internet e telefonia celular em todo o Brasil

28 de maio de 2018 - 16:25:03 


A greve dos caminhoneiro que já duram 8 dias, pode afetar a distribuição de internet e comprometer os serviços de telefonia móvel em todo territória nacional, afirma sindicatos e associações.

A SindiTelebrasil - Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Novel, disse que as empresas de operadora móvel, estão sofrendo com a falta de combustível, o que vem comprometendo a manutenção das redes de transmissões em todo o país e segunde eles, isso pode fazer com que a internet e o sinal de celular no Brasil, sejam interrompidas.[post_ad]

O sindicalistas alertam para o grande estrago que isso pode causar nos serviços essenciais, como hospitais, corpo de bombeiros, segurança publica e principalmente no setor civil.

Para evitar um caos na rede de telefonia brasileira, o SindiTelebrasil solicitou a Anatel que priorize o sistema de abastecimento o mais urgente possível a fim de não comprometer toda a infra estrutura de telecomunicação.

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25 de mai. de 2018

Presidente do Brasil, Michel Temer, decidiu acionar o exercito para desbloquear estradas ocupadas por caminhoneiros.

25 de maio de 2018 - 13:28:05 


O presidente Michel Temer disse nesta sexta-feira (25) que acionou forças federais para desbloquear estradas, ocupadas por caminhonheiros em greve. Ele fez um pronunciamento no Palácio do Planalto.

"Comunico que acionei as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos senhores governadores que façam o mesmo", disse o presidente.
Temer tomou a decisão depois de se reunir com ministros para uma "avaliação de segurança" sobre a situação no país, já que a greve dos caminhoneiros continuou, apesar do acordo firmado entre governo e representantes da categoria na noite de quinta (24).

A paralisação caminhoneiros chegou ao quinto dia, com bloqueios de rodovias em protesto contra a alta do diesel e a política de preços da Petrobras, em vigor desde julho de 2017.

Temer disse que o governo atendeu os pedidos dos caminhoneiros, mas, segundo ele, uma "minoria radical" dos grevistas não quis cumprir o acordo.

Em razão da paralisação, há registros de falta de alimentos em supermercados e de combustível em postos de gasolina, o transporte coletivo em diversas cidades foi afetado, indústrias pararam atividades e voos começaram a ser cancelados por falta de combustível nos aeroportos.

O governo federal e representantes de caminhoneiros anunciaram proposta para suspender a greve por 15 dias. Contudo, as manifestações continuaram pelo país.

Mais cedo, Padilha afirmou que é preciso "dar um tempo" aos caminhoneiros, pois o fim da greve não ocorre de forma imediata. O ministro afirmou que o governo "confia" que a categoria vai cumprir o acordo nos próximos dias.

Na quinta, entre outros pontos, o governo propôs aos caminhoneiros manter a redução de 10% do preço do óleo diesel nas refinarias e reajustar o preço com periodicidade mínima de 30 dias.

A partir disso, a cada 30 dias, a Petrobras vai estipular o preço que será cobrado nas refinarias ao longo do mês. A União vai compensar a Petrobras por eventuais perdas e a estimativa é de que repasse R$ 4,9 bilhões à estatal até o final do ano.

Fonte: G1

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Surgem boatos de uma intervenção militar diante da crise dos combustíveis que se instalou no Brasil

25 de maio de 2018 - 12:38:05


Já é de conhecimento de todos, a greve que começou com os caminhoneiros e já se espalhou para outros setores e classes trabalhadoras. O motivo da greve, é a crise dos combustível devido a alta no preço do diesel e da gasolina que chegou a 5 reais o litro.

Diante a essa crise, começou a circular nas redes sociais e em alguns sites independentes, um áudio na qual é dito que o General Braga Netto, deu um ultimato ao governo Temer para que haja um acordo com os grevistas para por fim a greve, caso contrário, será feito uma intervenção militar.[post_ad]

No áudio, não está claro se é uma intervenção militar no governo ou nos grevistas. Segue o áudio abaixo.


Tambem não se sabe se o audito foi retirado de algum outro protesto antigo.

Segundo alguns veículos de comunicação, é prevista para hoje, sexta feira (25) o fim da greve. Alguns lideres grevistas chegaram a um acordo com representantes do governo, depois de uma reunião que durou 7 horas, porem, os caminhoneiros seguem em greve.

Essa informação foi repassada pelo Ministério da Segurança Pública, e de acordo com Raul Jungmann, pode haver há possibilidade do exercito ser acionado para colocar ordem em todos os estados brasileiros. 

Jungmann ainda disse que a greve dos caminhoneiros, pode ser uma manobra de empresários do setor para forçar a redução do preço dos combustíveis, pratica essa conhecida como "locaute".

Em resumo, o locaute é a pratica pela qual os empresários impedem os trabalhadores de trabalhar, forçando-os a realizarem paralisações em razões de interesses próprios das empresas e não da revindicação dos trabalhadores.
“No momento, estamos ainda colhendo informações na área de inteligência. Agora, comprovada efetivamente a participação de locaute, e como isso de fato é ilegal, não é permitido, porque atenta contra a economia, evidentemente iremos tomar providências. Mas primeiro tenho que checar essas informações, torná-las, de fato, sólidas e consolidadas para, então, poder acionar a Polícia Federal.” disse Jungmann.
Jungmann disse também que a Força Nacional está pronta para agir, mas não há nenhuma previsão de quando isso pode acontecer, porem, segundo ele, cerca 120 homens foram enviados para Minas Gerais.

Já o General Eduardo Villas Bôas, disse que o exercito está pronto para entrar em ação e fazer o desbloqueio das estradas em todo o país.

Apesar de tudo, em momento algum, houve um pronunciamento ou nota oficial de que o exercito estaria pronto a intervir no governo para por ordem no país.

O General Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, Comandante do Exército de São Paulo, disse não haver nenhum plano de intervenção e que nada será feita sem a ordem vinda de Brasília e de acordo com ele, não existe contingente militar para atuar diante da situação.

De acordo com as fontes apuradas pelo o Conflitos e Guerras, o que há no momento, é uma mobilização por parte de alguns manifestantes, que estão utilizando a greve dos caminhoneiros como forma de clamar por uma intervenção militar no governo, porem, o que está mais provável de acontecer, é o exercito ir as ruas para acabar com as manifestações e a greve, caso a situação saia do controle

Vamos esperar para ver as próximas negociações e acompanhar o andamento dos protestos em todo o país.

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19 de mai. de 2018

Congresso dos EUA considerará o reconhecimento da soberania de Israel sobre as colinas de Golan

19 de maio de 2018 - 09:09:22 


O Congresso norte americano deve considerar uma nova medida para reconhecer a soberania de Israel sobre a região das Colinas de Golan que separa Israel da Síria, uma parte fundamental do território que se tornou mais importante desde que a guerra civil na Síria trouxe vários combatentes jihadistas, incluindo aqueles apoiado pelo Irã, para aregião.

O deputado Ron DeSantis (R., Flórida), membro do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, apresentou na quinta-feira uma resolução que poderia levar ao reconhecimento histórico dos Estados Unidos de que a área contestada pertence a Israel, segundo uma cópia da emenda obtida pelo Washington Free Beacon.[post_ad]

Israel anexou as Colinas de Golã em 1981 após a Guerra dos Seis Dias no final dos anos 60 contra as nações árabes da região. Os Estados Unidos vêm declinando há décadas a tomada de decisão sobre o status desse território, mas seguindo a decisão do presidente Donald Trump de transferir a embaixada dos Estados Unidos em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, DeSantis e outros vêem uma oportunidade para os Estados Unidos reconhecerem que as Colinas de Golã faz parte de Israel

A emenda coloca os Estados Unidos do lado de Israel na disputa pelas terras e descreve as Colinas de Golã como uma peça chave do território que não pode cair nas mãos do Irã, que reivindicou na Síria e continua a ameaçar a fronteira norte de Israel.
"É o sentido do Congresso que as Colinas de Golã representam uma parte integrante do Estado de Israel e são cruciais para a capacidade de Israel de proteger suas fronteiras e manter sua existência", afirma a medida.
"Dada a guerra civil na Síria e a expansão da influência iraniana na Síria, os Estados Unidos deveriam reconhecer a soberania israelense sobre as Colinas de Golan", acrescenta a emenda.
O Comitê de Regras da Casa está de posse da medida, mas ainda precisa tomar uma posição.

DeSantis disse ao Free Beacon que as Colinas de Golan é um território chave para frustrar a influência iraniana em toda a região e o reconhecimento dos Estados Unidos de que esse território faz parte da soberania de Israel, poderia enviar uma mensagem poderosa a toda região.
"O contínuo tumulto na Síria e a firme expansão da influência iraniana, ilustram por que as Colinas de Golã são tão importantes para o Estado de Israel e a aliança antiterror", disse DeSantis.

"O Golã fornece a Israel um amortecedor necessário contra os atores malévolos que estão causando estragos na Síria".
"Se Israel for forçado a devolver o território, ele se deixará vulnerável a um aumento nos ataques terroristas das forças controladas pelo Irã e outros atores malévolos que usariam a região de Golan para realizar ataques contra os irsraelenses", disse DeSantis.
"De fato, Israel seria pressionado a evitar tais ameaças sem o Golã", explicou o legislador. "Dado o interesse dos EUA em reverter a influência iraniana e combater o terrorismo, é hora de os Estados Unidos reconhecerem a soberania israelense sobre as Colinas de Golã".
Assim como o recente reconhecimento dos Estados Unidos de que Jerusalém é a capital de Israel, o reconhecimento de que as Colinas de Golã não podem ser devolvidas à Síria, representa uma realidade factual no terreno, disse DeSantis.
"Não há cenário concebível em que faça sentido para Israel abandonar uma localização estrategicamente significativa para que os terroristas possam preencher o vácuo deixado para trás", disse ele.
Fonte: The Washington Free Beacon

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18 de mai. de 2018

Comissão Europeia decide cancelar as sanções dos EUA contra o Irã, dentro da UE

18 de maio de 2018 - 11:05:23 



De acordo com a declaração emitida na sexta-feira (18) pela Comissão Europeia, a instituição vai proteger os interesses das empresas da União que investem no Irã como parte do cumprimento do acordo nuclear iraniano.

A comissão "deu início ao processo formal para ativar o Status de Bloqueio atualizando, assim, a lista de sanções norte-americanas contra Teerã dentro do seu espaço", diz-se na declaração.

As medidas vão permitir que o Banco Europeu de Investimentos (EIB, na sigla em inglês) apoie os investimentos da União Europeia no Irã que poderiam ser muito úteis tanto para pequenas como médias empresas.

As medidas vão entrar em vigor dentro de dois meses a menos que o Parlamento Europeu e os governos dos países-membros da União Europeia formalmente rejeitem cancelamento das sanções.

Hoje mais cedo, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, anunciou que o bloco estava planejando aplicar uma lei de 1996 que proibiria cumprimento por empresas europeias de qualquer sanção norte-americana contra Teerã.

No dia 8 de maio, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a saída dos EUA do acordo nuclear iraniano. Além do mais, os EUA restauraram restrições contra o país, incluindo sanções secundárias em relação a países que mantêm negócio com o Irã, antes suspensas pelo Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA na sigla em inglês).

Fonte: Sputinik

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11 de mai. de 2018

Inspetor chefe da Agencia Nuclear da ONU renunciou dias apos a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

11 de maio de 2018 - 18:20:25



O inspetor-chefe da agência nuclear da ONU, Tero Varjoranta renunciou hoje ao cargo

Não foi dada nenhuma explicação do motivo da sua renuncia, mas isso ocorre dias depois do anuncio de Trump sobre a saída dos EUA do acordo nuclear iraniano.

Varjoranta também fazia parte do comando da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que inspeciona o programa nucelar do Irã.

Fonte: AFP / Yahoo News

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Trump e Teresa May conversaram por telefone e condenaram ataque do Irã a Israel.

11 de maio de 2018 - 18:05:43


O presidente dos EUA Donald Trump e a Primeira Ministra Britânica Teresa May, discutiram hoje, sexta-feira (11) por telefone sobre o Irã.

Ambos condenaram o ataque a colinas de Golan por parte do Irã na qual foi acusado por Israel de ter lançado 20 misseis contra alvos israelenses.

Os lideres discutiram uma forma de como lidar com a desestabilização do Oriente Médio por parte do Irã, porem ainda não há muito detalhes do que será feito

O Reino Unido também deixou claro que apoia o direito de defesa por parte de Israel.

O mais provável é que ocorra anuncio de punições econômicas nos próximos dias.

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Irã continua negando sua participação no ataque as colinas de Golan, ocupadas por Israel.

11 de maio de 2018 - 06:30:06 

O Irã negou as alegações de Israel de que lançou ataques com foguetes contra suas forças nas colinas de Golan, chamando as alegações de "fabricadas" e "infundadas".

Na quinta-feira (10), Israel lançou uma onda de ataques contra o que chamou de alvos iranianos na Síria em resposta a supostos ataques iranianos que atacaram pela primeira vez o território sírio de Golan, ocupado pelos israelenses. Foi o mais extenso combate militar entre os dois adversários desde a Guerra dos Seis Dias.
"Os freqüentes ataques do regime sionista à Síria, sob pretextos fabricados e sem base, violam a soberania nacional e a integridade territorial da Síria e desafiam todas as leis e regulamentações internacionais", disse Bahram Qasem, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã.
Israel diz que atingiu dezenas de alvos militares iranianos, além de cinco instalações antiaéreas sírias em resposta às forças iranianas supostamente lançando 20 foguetes nas colinas de Golan.

A mídia estatal síria informou que as defesas aéreas sírias interceptaram a maior parte dos foguetes que chegam sobre a capital Damasco, mas também confirmaram que uma estação de radar e um local de armazenamento de armas foram atingidos.

A televisão estatal iraniana informou que a Síria havia dado uma "resposta esmagadora".

Qasem na sexta-feira, também condenou o silêncio da comunidade internacional sobre os ataques de Israel na Síria.
"O Irã condena veementemente os ataques de Israel à Síria. O silêncio da comunidade internacional encoraja a agressão de Israel. A Síria tem todo o direito de se defender", disse Qasemi, segundo a televisão estatal iraniana.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ameaçou com novas ações na Síria, alertando que os militares israelenses atacarão qualquer nação que atacar o seu país, incluindo ataques preventivos. 
"O Irã cruzou uma linha vermelha; nossa resposta foi apropriada", disse Netanyahu durante uma coletiva de imprensa.
"O exército israelense realizou um amplo ataque, um ataque muito amplo contra alvos iranianos na Síria. Eu envio uma mensagem clara ao regime de Assad que nossas ações visam alvos iranianos dentro da Síria, mas se o exército sírio agir contra nós, nós iremos agir contra isso".
Israel há muito tempo alerta para uma crescente ameaça iraniana dentro da Síria. O ministro da Defesa do país, Avigdor Lieberman, disse em uma entrevista coletiva que as forças israelenses destruíram quase toda a infraestrutura militar do Irã na Síria na quinta-feira. 
"Eles devem se lembrar que, se atacar aqui, nós iremos para lá e espero que terminemos este capítulo e que todos tenham recebido a mensagem", disse Lieberman.
Como as tensões entre Israel e Irã continuaram a aumentar, as Nações Unidas, Rússia, França, Alemanha e Grã-Bretanha, instaram os dois países a evitar qualquer nova escalada.

Fonte: Aljazeera

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10 de mai. de 2018

Ataques de Israel contra a Síria levantam ameaça de confronto militar com o Irã disse MP russo

10 de maio de 2018 - 23:40:06 

O bombardeio israelense de alvos iranianos na Síria foi uma "ação planejada direta" após a retirada dos EUA do acordo nuclear com o Irã, segundo o membro do parlamento russo Leonid Slutskiy. Ele diz que isso poderia desencadear um confronto direto com o Irã.

"Os ataques de Israel às posições iranianas na Síria são uma ação direta planejada após a retirada dos EUA do acordo nuclear [com o Irã], que se tornou o próximo passo na cadeia de provocações EUA-Israel contra o Irã", disse Slutskiy, chefe do Comitê de Assuntos Internacionais.
A declaração veio várias horas depois que Israel lançou uma das maiores operações contra "dezenas" de alvos militares iranianos na Síria. 
Os ataques aéreos de Tel-Aviv duraram duas, mais de 70 foguetes foram disparados, enquanto 28 jatos militares foram enviados, segundo o Ministério da Defesa da Rússia. Israel alega que o ataque ocorreu depois que forças iranianas supostamente atingiram alvos israelenses nas colinas de Golan.
"Tel Aviv está aumentando a ameaça de um verdadeiro confronto militar com Teerã", disse Slutskiy, acrescentando que qualquer "agravamento da histeria anti-iraniana é explosivo". 
Slutskiy advertiu que o ataque mina uma situação já instável em torno do Plano Conjunto de 2015 (o JPOA), comumente conhecido como o acordo nuclear iraniano.

Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Washington não recertificará o acordo que limitou o programa nuclear de Teerã em troca do alívio das sanções. Outros signatários do acordo como China, França, Rússia, Reino Unido e Alemanha. condenaram a medida e planejam manter o acordo mesmo sem os EUA.

O aumento das tensões entre Teerã e Tel-Aviv, é motivo de preocupação, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Bogdanov. 
"Essa escalada é perigosa e só desvia o mundo da luta contra os terroristas do Estado Islâmico e da Al-Nusra, disse o diplomata.
"É necessário desanuviar as tensões", 
Disse Bogdanov, acrescentando que a troca de ataques entre iranianos e israelenses foi tocada durante a visita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a Moscou no início desta semana.

Fonte: RT

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Irã não lançou misseis? Ataque de falsa bandeira para "justificar" um bombardeio de Israel a Síria?

10 de maio de 2018 - 02:01:03


Uma noticia que está circulando no twitter na qual está ganhando força, diz que no caso, não foi o Irã quem lançou os misseis contra Israel.


Segundo a noticia e algumas pessoas, Israel teria bombardeado Damasco e a Síria revidou lançando misseis na Colina de Golan e não o Irã.

No caso, irã não teve nenhuma participação nesse conflito e ao que parece, essa informação é reforçada com a declaração de alguns oficiais sírios, onde eles disseram que o exercito e as forças de defesas sírias responderam a um ataque de israelense.

Em outras palavras, a Síria "Peitou Israel" sozinha.

Se analisarmos bem as fontes confiáveis, 95% dos alvos atacados por Israel, foram bases sírias, divisões de infantaria sírias, sistemas de defesas sírias e radares sírios. Não há muitos relatos de ataque a milicias ou posições iranianas.

Vale ressaltar, que não há forças Xiitas na região de Golan, já que Israel criou um limite seguro onde o Irã não pode passar se não será atacado e esse limite é bastante amplo na região de Golan, somente forças sírias patrulham o local.

Ai fica uma duvida, será que foi uma batalha isolada?

Inicialmente, as fontes israelenses, disseram que se tratava de um ataque sírio e depois, passaram a descrever como um ataque de misseis realizado pela milicia pro Irã al-Quds. 

Rolou boatos de que o governo de israel estava fazendo um certa censura militar nos meios de comunicação em Israel e que teria até ameaçado retirar as credenciais de algumas caso não reportassem o conflito de forma favorável a Jerusalém, informação essa que não foi confirmada.

De fato não há nenhum relatório ou fontes citanto as Colinas de Golan como alvo do Irã, A Guarda Revolucionária Iraniana disse que iria responder aos ataques de Israel, mas não fez menção a Golan e sim a alvos dentro de Israel.

Golan na verdade, é um território sírio na qual foi anexada por Israel na guerra de 6 dias e que não é reconhecida pela Comunidade Internacional como parte de Israel. O único interesse nesse território, fica dividido entre sírios e israelenses, o Irã apoia a disputa por parte dos sírios, pelo fato dessa região ser estrategicamente montanhosa, garantindo um bom posto de artilharia contra Israel mas não fez menção em atacar nesse território.

Há uma matéria no New York Times onde o tenente-coronel Jonathan Conricus, porta voz militar de Israel, disse que o seu governo avisou ao governo russo sobre a sua ação de ataque contra Síria.
"Os russos foram informados antes de nosso ataque pelos mecanismos estabelecidos que temos", disse o tenente-coronel Jonathan Conricus aos repórteres sem dar mais detalhes.
Outras fontes tradicionais e algumas independentes, disseram que Israel teria passado os seus alvos ao governo russo antes de atacar a Síria, mas segundo a IDF, esse ataque só foi realizado, porque as forças milicianas pro Irã atacaram Israel e essa resposta foi quase que imediata.

Mas se esse ataque foi em resposta ao ataque da milica Al-Quds em quase que instantânea, porque então foi repassado aos russos informações sobre os alvos antes mesmo do ataque iraniano?

O fato é que Netanyahu estava em Moscou quando ocorreu os primeiros bombardeios de ambos os lados e retornou a Jerusalém no horário combinado e não as pressas.

Agora vejam o que a IDF disse em sua pagina oficial no Twitter.

No vídeo apresentado pela IDF, podemos ver o lançador de misseis BM-27 Uragan que é operado pelas forças Síria contra o ISIS, e ao que parece, o Irã não tem esses laçadores no local informado.

A IDF liberou também um Info-gráfico dos ataques e segundo ela, todos eram posições iranianas dentro da Síria, forma mais de 50 posições iranianas atacas de acordo com a IDF. 

Informação muito divergente com as repassadas durante a batalha pela própria mídia de Israel.


Para finalizar, não há se quer um vídeo, mostrando artilharias iranianas ou da milica Al-Quds, realizando tal lançamento de misseis.

Então estaríamos diante de uma grande falsa bandeira para "justificar" um ataque a Síria? 

Claro que temos que esperar outras fontes e os comunicados oficiais do exercito Sírio, mas ao que tudo indica... essa foi uma batalha entre os dois países.

Por Conflitos e Guerras

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8 de mai. de 2018

O PRESIDENTE DOS EUA, DONALD TRUMP RETIROU O PAÍS DO ACORDO NUCELAR COM O IRÃ

08 de maio de 2018 - 16:13:06

Em um pronunciamento feito na terça-feira (8) o presidente dos EUA, Donald Trump retirou os EUA do acordo nuclear com o Irã.

Trump disse que essa decisão torna os EUA e seus aliados mais seguro assim como o mundo todo, ele também deixou claro que não irá permitir que o regime iraniano obtenha armas nucleares.

Trump também deu um aviso em tom de ameça, dizendo que agirá contra os países que ajudarem o Irã a ter armas nucleares.

O presidente norte americano também disse que Teerã é o principal patrocinador do terrorismo na região e que isso não poderia continuar.

Para Trump, o Irã continuou enriquecendo o seu urânio mesmo com o acordo e que estava próximo de conseguir o seu primeiro artefato nuclear, mas o Irã nega tal afirmação e diz que o seu programa nuclear é pacifico.

Segundo os americanos e seus aliados no Oriente Médio, o Irã iniciou uma corrida atômica na região, forçando os demais a seguirem o seu exemplo, a própria Arabia Saudita disse que também tem o direito de criar o seu programa nuclear já que Teerã está criando o seu.

Em seu discurso, Trump deixou claro que pretende restabelecer sanções levantadas contra o pais do Aiatolá, Ruhollah Khomeini, líder supremo do país e que novas punições econômicas podem ser impostas.

O fim desse acordo, significa uma vitória tanto para Israel, quanto para a Arabia Saudita, pôs ambos afiram que o Irã estava desenvolvendo armas nucleares escondido, se aproveitando do acordo. Eles também acusavam o Irã de aproveitar o fim das sanções para financiar grupos terroristas.

A saída dos EUA do acordo abre caminho para que Israel não reconheça as instalações atômica do Irã como pacificas, podendo então bombardeá-las.

Caso o acordo seja desfeito, o Irã pode voltar a enriquecer o seu urânio de forma a consegui capacidade de produzir armamentos nucleares, já que o acordo previa um limite nesse enriquecimento.

Apesar da saída dos EUA do acordo, Trump disse que não descarta um novo acordo na qual seja realmente funcional e benéfico para ambo os lados.

Basta agora acompanhar a reação dos países europeus e da Russia, quanto a essa atitude norte americana.

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4 de mai. de 2018

Tensão Israel e Irã: O primeiro-ministro israelense agora tem o poder de declarar guerra sem supervisão de gabinete

04 de maio de 2018 - 04:20:42

Israel aprovou uma lei que concede ao seu primeiro ministro e ao ministro da defesa. a declaração de guerra sem supervisão do gabinete israelense.

A lei vem junto com o aumento das tensões entre Israel e o Irã.

No mês passado, ataques aéreos mataram militares iranianos na Síria, com muitos atribuindo os ataques não reclamados a Israel.

No início desta semana, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, anunciou que Israel roubou uma coleção de documentos nucleares de Teerã, acusando-o de não cumprimir corretamente com o acordo nuclear assinado com as grandes potencias, e isso pode sinalizar a prontidão de Israel para se envolver diretamente em uma guerra com o Irã.[post_ad]

No início desta semana, o Knesset (parlamento) de Israel, votou por 62-42 a favor da concessão de autoridade ao primeiro-ministro para consultar apenas o seu ministro da Defesa antes de ordenar uma grande operação militar. A lei exigia anteriormente uma votação completa do gabinete para empurrar o país para o conflito.

Críticos da nova lei, dizem que essa decisão efetivamente dá liberdade ao primeiro-ministro, removendo a supervisão de gabinete. e o momento da lei coincide com as crescentes tensões na região.

A disputa entre Israel e Irã, ocorre há décadas e tem sido travada em grande parte por meio de guerras por procuração e ataques cibernéticos. 
Mas as recentes hostilidades entre os dois poderiam estar levando as nações à beira de uma guerra total.

Em fevereiro, Israel abateu um drone que afirma ter sido lançado por forças iranianas que operavam na Síria. 

Um porta-voz do exército israelense afirmou que o drone estava "carregando explosivos" e foi lançado "como um ato de sabotagem em território israelense".

No mês passado, ataques aéreos atingiram um aeródromo do governo na Síria , supostamente atacando e matando quatro militares iranianos estacionados na base. 

A Rússia e o Irã foram rápidos em culpar Israel, que permaneceu em silêncio, apesar de várias fontes afirmarem que Israel estava por trás do ataque .

Se Israel fosse responsável pelo ataque, poderia servir como o primeiro sinal de confronto militar direto entre Israel e o Irã. O Irã desde então prometeu retaliação .

E nesta semana o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma apresentação dramática, acusando o Irã de mentir sobre sua busca por armas nucleares.

Netanyahu revelou que a agência de espionagem israelense Mossad, invadiu sistemas do Irã e roubou 110 mil documentos supostamente sobre o programa nuclear iraniano.

O anúncio provocativo de Israel do ataque é provavelmente parte de sua guerra psicológica contra o Irã mas pode vir a se tornar em uma guerra real e direta.

A Rússia pediu a Israel que forneça imediatamente qualquer informação que possa ter sobre o prosseguimento do programa nuclear do Irã à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), disse na quinta-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov.
Se Israel ou qualquer outra pessoa receber documentos que alegadamente provam que o Irã ainda tem planos de desenvolver armas nucleares, esses documentos devem ser entregues à AIEA, responsável pela implementação do Plano de Ação Integral Conjunto", disse Lavrov, segundo o Sputnik.
Fonte: Business Insider

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