11 de mai. de 2018

Inspetor chefe da Agencia Nuclear da ONU renunciou dias apos a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

11 de maio de 2018 - 18:20:25



O inspetor-chefe da agência nuclear da ONU, Tero Varjoranta renunciou hoje ao cargo

Não foi dada nenhuma explicação do motivo da sua renuncia, mas isso ocorre dias depois do anuncio de Trump sobre a saída dos EUA do acordo nuclear iraniano.

Varjoranta também fazia parte do comando da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que inspeciona o programa nucelar do Irã.

Fonte: AFP / Yahoo News

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28 de nov. de 2017

Coreia do Norte realiza mais um teste de míssil bem sucedido e assusta os EUA e o Mundo.

28 de novembro de 2017 - 23:46:25

A Coreia do Norte realizou nesta terça-feira, mas um teste de míssil bem sucedido, míssil esse que poderia atingir a capital dos EUA, Washington e qualquer outra parte do país.


O míssil foi lançado de uma base próximo a capital norte coreana em direção ao mar do Japão e caiu próximo a costa japonesa[post_ad]De acordo com o Pentágono, o míssil percorreu a distancia de 960 km e chegou a uma altura de 4.500 km. Isso é o que vale a 10 vezes a altura da orbita da Estação Espacial Internacional.

O Ministro da Defesa dos Estados Unidos, Manes Mattis, a Coreia do Norte está a um passo de construir um sistema de míssil com capacidade de atingir qualquer parte do planeta e isso representa uma ameaça global.
"O míssil voou mais alto do que os últimos e isso mostra o esforço de pesquisa por parte deles, para construir míssil capazes de atingir qualquer parte do mundo." Disse Mattis
Já o Ministério de Defesa do Japão, disse que o míssil voou por durante 53 antes de cair no Mar do Japão.

Trajetória do Míssil Norte Coreano durante o seu teste: Foto retirado do grupo Sempre Guerra.
O Físico David Wrigth, da ONG Union of Concerd Scientists disse ao New York Times que o novo míssil Norte Coreana, atingiu um alcance potencial de 12,9 quilômetros, sendo capaz de atingir a capital dos EUA ou qualquer outra parte do país.

Porem, o míssil provavelmente estava carregando um carga bem leve para atingir tal atitude e distancia, e caso ele venha carregar ogivas nucleares, a sua altitude e distancia pode diminuir drasticamente não o caracterizando com um míssil intercontinental.

- REAÇÕES AO TESTE DE MÍSSIL -

EUA

Apos o lançamento, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse a seguinte frase "Nos iremos cuidar disso."

JAPÃO

O Primeiro Ministro Japonês, Shinzo Abe, se pronunciou dizendo que o lançamento de míssil norte coreano, é um ato de violência e que eles não irão cede aos seus atos de provação e que as pressões irão continuar.

COREIA DO SUL

O Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse através do seu gabinete presidencial, que o país teme que depois desse teste de míssil, os EUA posam lançar um ataque preventivo contra a Coreia do Norte.

Essa hipótese foi levantada durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança Nacional Sul Coreano.

CHINA

Para alguns analistas, o míssil foi realizado depois de um sinal verde da China.

Segundo o tenente-coronel Tony Shaffer, um diplomata chines foi até Pyongyang para discutir sobre a crescente tensão entre os EUA e Coreia do Norte, porem... minutos depois da chegada do diplomata a Pequim, o teste de míssil foi realizado.

Não se sabe realmente se o teste foi realizado com consentimento dos chineses ou se Kin Jong Un ignorou alguma recomendação chinesa e realizou o teste.

Se for confirmado que o teste de míssil tece o aval dos chineses, a China provavelmente está muito interessado em um confronto entre os EUA e a Coreia do Norte.

ONU

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) agendou para a tarde desta quarta-feira uma reunião de emergência para discutir o mais recente lançamento de mísseis balísticos pela Coreia do Norte.

A reunião foi solicitada em conjunto entre Estados Unidos, Japão de Coreia do Sul.

RUSSIA

Para o senador Konstantin Kosachev, esse teste só foi realizado graças as politicas externas incendiárias realizadas por parte dos EUA. Se os americanos trabalhassem para reduzir as tensões na região, ao invés de ficarem realizados simulações de ataque a Coreia do Norte, esse teste provavelmente não teria saído do papel.

Basta agora esperar o passar dos dias para ter certeza qual será a atitude do presente Trump, mas é esperado um ataque preventivo contra as instalações nucleares e sistemas de lançamento de misseis norte coreanos. 

Se isso acontecer, uma guerra de grande proporções explodira na região.

Fontes: G1 / Sempre Guerra / RT / Outros

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6 de nov. de 2017

Guerra Generalizada? Analise dos principais eventos de conflitos no Oriente Médio e no Mundo

06 de novembro de 2017 - 03:01:17



Por Conflitos e Guerras

Circula informações ainda não confirmadas, de que o Primeiro Ministro libanês Saad Hariri, foi detido em um hotel na Arabia Saudita e forçado a renunciar. Há pessoas que utilizaram o termo, "Sequestrado" e isso pode ser mais um evento de algo maior que ocorre no momento mas não é divulgado.

Para por ainda mais fogo nessa especulação, o presidente do Líbano, Michel Aoun disse que não irá aceitar a renuncia de Saad Hariri enquanto ele não retornar ao país.

Em um comunicado, o Hezbollah disse que o primeiro ministro foi sim forçado a renunciar e culpar os iranianos.

Apesar de dizerem o contrário, Saad Hariri não é bem visto pelo príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman que o considera um adversário e um aliado do Hezbollah.

Não há muitas informações de como está o ex primeiro ministro libanês, mas é esperado uma forte pressão do Líbano para que o mesmo retorne ao país.

Relatos iniciais, apontavam para um pedido de asilo no pais saudita, mas essa tese está caindo por terra a cada dia que passa.

O fato do Barein ter orientado os seus cidadãos a se retirarem o mais rápido possível do Líbano, é um forte indicio de que uma ação militar vá ser empregada contra o grupo Hezbollah.

Em um outro comunicado, o líder do Hezbollah, pediu calma sobre a questão do ex primeiro ministro libanês e exortou que ambos os lados hajam com cautela.

Seria isso a previsão da possível ação?

Para reforçar isso, algumas semanas atrás, um misterioso e secreto encontro entre o príncipe saudita e o premier de Israel, ocorreu a portas fechadas e alguns analistas apontaram esse encontro como uma surpreendente e histórica aliança entre os dois países para por fim a influencia Iraniana na região.

O fato da Rússia ter realizamos bastantes encontros com Israel, pode ligar os fatos, já que o mesmo é aliado do Irã, pais rival tanto de Israel quanto da Arabia Saudita.

O encontro russo com israel, parece não teve surtido efeito e o plano de parar o Irã segue a todo vapor e o alvo primário seria o Hezbollah grupo apoiado e financiado por Teerã e que vem realizando importantes conquistas na guerra da Síria.

Percebendo isso, o governo do Irã tratou logo de reforçar ainda mais o seus laços com o Hamas, organização declaradamente inimiga de Israel e considera pelos EUA, um grupo terrorista.

Partindo ao EUA, os americanos vem contribuindo para o plano da recém criada aliança Saudi-Israelita e a principal ação de Washington é não certificar mais o acordo nuclear iraniano, o que colocaria de vez o plano atômico do Irã como ilegal, dando margem para que Israel faça ataques preventivos contra instalações nucleares de Teerã.

Vale lembrar que há um tempo atras, antes de ter ocorrido esse acordo nuclear, Israel esteve a beira de uma guerra com o Irã.

Outro plano americano, esse sim mais explicito, é a intenção dos EUA em colocar a Guarda Revolucionária do Irã, na lista de organizações terroristas. Essa lista é reconhecida por vários países que a usam como pretexto para realizar eventuais ataques sem provocar uma ação direta do Conselho de Segurança da ONU.

O Irã para cercar ambos os países, utiliza a sua influencia tanto no Iemen, quanto no Líbano para provocar guerras internas e as direcionar a Arabia Saudita. No caso do Iemen, a guerra segue ainda sem controle e ameça transcender as fronteiras sauditas por via terrestre.

Outro motivo que colocar ainda mais tensão na região, é a possível aliança Síria-Irã-Iraque que vem sendo montada aos poucos e já deu as suas caras com a incursão do exercito iraquiano no território sírio com a autorização do governo de Bashar Al Assad.

O exercito iraquiano tem por objetivo, brecar o avanço do exercito curdo, esse não muito reconhecido pela Síria, já que o mesmo é apoiado e financiado pelo EUA.

O problema é sabe em qual time a Turquia está jogando já que suas ações são sempre controvérsias aos planos russos e iranianos.

Israel já vive os seus primeiros envolvimento nesse conflito, varias são os alertas de misseis que vem sendo direcionados ao seu território, e ficou evidente uma possível preparação de guerra por parte de Tel Aviv depois que o país iniciou o maior seu maior exercício aéreo já realizado antes.

Batizado de Blue Flag (Bandeira Azul) incluirá outros 7 países, EUA, França, Itália, Grécia, Polônia, Alemanha e Índia. o exercício contará com mais de 100 aviões militares de todos os tipos. O exercício começou no dia 5 de novembro.
Outra ação de Israel, vista como parte dessa preação, é o acumulo de militares na fronteira com a Síria e com o Líbano.

Indo alem da região, alguns arriscam dizer que esses conflitos de interesses no Oriente Médio já se espalhou pelo globo e envolve agora, mesmo que indiretamente, outros países no conflitos.

Há quem diga que o fato da Coreia do Norte está fazendo essas provocações com o seu plano nuclear, é nada mais nada menos que uma forma de abrir um outro fronte nesse jogo de interesses e esse é voltado aos EUA, que o forçaria a ter que se concentrar nas ameaças de Kim Jong Um e dividir sua capacidade de luta.

Se pararmos para analisar, os anúncios de testes por parte dos nortes coreanos, vem acompanhados de algum eventos no Oriente Médio, mas que não é divulgado pelas grandes mídias tradicionais.

O EUA deixou claro em um comunicado há tempos atras, que a sua força militar é capaz de manter-se em varias guerras simultâneas.

Aproveitando desses eventos, está a China, que vem utilizando-se de métodos expansionistas no Mar do Sul da China para garantir o seu controle marítimo na região, região essas rica em rotas comercias, mas ela irá encontrar um grande problema pela frente bem ao lado.

A Índia declarou ao EUA, que é capaz de enfrentar os Chineses e parar suas ambições expansionistas por esse motivo que ela vem realizando vários exercícios conjuntos com os Americanos e inclusive está presente no exercício aéreo de Israel o Blue Flag

Mesmo que digam o contrário, podemos afirmar que uma guerra global generalizada já está a caminho, só não foi oficializada ainda.

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29 de nov. de 2016

Forças navais da OTAN realizam exercicio no Mar Egeu

29 de novembro de 2016 - 16:36:25


A OTAN lançou seu exercício anual em Nusret no Mar Egeu para testar sua prontidão de combate e reforçar a cooperação militar, segundo comunicado da Aliança.

O exercício que começou ontem (28) vai continuar até o dia 04 de dezembro e inclui corvetas, barcos de patrulha, caça-minas, aviões de combate e veículos submarinos não tripulados, disse um comunicado da imprensa da OTAN.

O exercício é organizado pelo exército turco e junto a OTAN, que enviou navios da Alemanha e da Grécia para participar dos exercícios. Outros aliados da OTAN participam em uma base bilateral.

"A Turquia enfrenta desafios sérios de segurança de várias direções", disse o porta-voz da OTAN Oana Lungescu, acrescentando

"A participação da OTAN no exercício de Nusret, demonstra o forte compromisso dos aliados para a segurança da Turquia e contribui para maior estabilidade na região ".
A aliança realizou outro exercício no Mediterrâneo oriental, chamado de Mavi Balina, nos dias de 22 a 28 de novembro, com o intuito de testar as habilidades dos submarino das forças internacionais.

Fonte: Xinhua Espanhol

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OTAN realiza o seu maior exercício de combate urbano perto da Rússia

29 de novembro de 2016 - 16:20:12


Em meio as crescentes tensões com a Rússia, a OTAN lança seu maior exercício de combate urbano na Lituânia, próximo a fronteira russa.

Nas manobras, apelidado de "Iron sword 2016", (Espada de Ferro) que começou em 20 de novembro, teve a participação de onze países membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN).

Em um relatório divulgado terça-feira (29), o jornal britânico Expresso, citando fontes do Ministério da Defesa da Lituânia, disse que os exercícios envolvem cerca de 4.000 soldados do Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Canadá, Polónia, Roménia, Luxemburgo e Eslovénia, bem como os três Estados Bálticos.

Os exercícios já entraram na sua fase ativa, onde as tropas simulam uma guerra urbana e ações coletivas nas cidades de Rukla e Pabrade, perto de Kaliningrado, um enclave russo situado entre a Polónia e Lituânia

Em Pabrade, o grupo de treinamento do "Báltico", que consiste em unidades da Letónia, Lituânia e da Estónia, organizam um exercício de defesa contra o grupo "Titan", composto por tropas britânicas, polonesas, canadenses, americanos, que simulam um ataque.

Enquanto isso, em Rukla, um batalhão de dragões exército lituano, pretende realizar uma batalha simulada contra um grupo de reservistas romenos e americanos, informou uma fonte militar lituano.

As manobras que decorrerá até o dia 02 de dezembro, destinam-se em calibrar a capacidade do exército da Lituânia em implantar uma força tarefa rápida com uma grande quantidade de soldados.

As medidas da OTAN na fronteira russa, ocorrem em meio a tensões com a Rússia, um país que tem assegurado a implantar dos avançados sistemas de mísseis Iskander capazes de transportar ogivas nucleares, e os mísseis do sistemas S-400 para o enclave de Kaliningrado, ação que visa responder à ação similar da OTAN em países que fazem fronteira com a Rússia, ou localizados próximo aos seus território.

Fonte: Hispan TV

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29 de out. de 2016

ONU abre caminho para o fim das armas nucleares.

29 de outubro de 2016 - 20:10:25

A história foi feita nas Nações Unidas hoje. Pela primeira vez em seus 71 anos, o organismo mundial votou para iniciar as negociações sobre um tratado para proibir armas nucleares.

Oito nações com armas nucleares (Estados Unidos, Rússia, China, França, Reino Unido, Índia, Paquistão e Israel) contra ou se abstiveram de resolução, enquanto a Coreia do Norte votou sim. 
No entanto, com uma votação de 123 a favor, 38 contra e 16 se abstendo, a Primeira Assembleia decidiu "convocar em 2017 uma conferência das Nações Unidas para negociar um instrumento juridicamente vinculativo para proibir armas nucleares, levando para a sua eliminação total."

O esforço de resolução, liderado pelo México, Áustria, Brasil Irlanda, Nigéria e África do Sul, foi acompanhado por dezenas de outros.
"Chega um momento em que as escolhas têm de ser feitas e este é um desses momentos", disse Helena Nolan, diretor de Desarmamento e Não-Proliferação da Irlanda, 
"Dados os riscos claros associados com a existência de armas nucleares, isto é agora uma escolha entre responsabilidade e irresponsabilidade. Governança exige prestação de contas e governação requer liderança. "
A administração Obama estava na oposição feroz. Ele fez lobby todas as nações, em particular os seus aliados, para votar não. 
"Como pode um estado que depende de armas nucleares para sua segurança, eventualmente, participar de uma negociação destinadas a estigmatizar e eliminá-los?", Argumentou o embaixador Robert Wood, o representante especial dos EUA para a Conferência das Nações Unidas sobre Desarmamento, em Genebra, 
"o Tratado de Proibição corre o risco de minar a segurança regional ".
A oposição EUA é um erro profundo. Embaixador A madeira é um oficial de serviço estrangeiro da carreira e um bom homem que tem trabalhado duro para o nosso país. Mas esta posição é indefensável.

Cada presidente desde Harry Truman tem procurado a eliminação das armas nucleares. Ronald Reagan disse famosa em 1984 na sua Estado da União:
"A guerra nuclear não pode ser vencida e nunca deve ser combatido. O único valor em nossas duas nações que possuem armas nucleares é para se certificar de que eles nunca serão usados. Mas então não seria melhor para acabar com eles totalmente diferente? "
No caso de haver qualquer dúvida quanto às suas intenções, afirmou em seu segundo discurso de posse que, 
"Nós procuramos a eliminação total um dia de armas nucleares da face da Terra."
Presidente Barack Obama ele mesmo estigmatizadas estas armas, mais recentemente, no seu discurso em Hiroshima em maio deste ano:
"A memória da manhã do dia 06 de agosto de 1945, não deve nunca desaparecer. Que a memória nos permite lutar complacência. Ela alimenta a nossa imaginação moral. Ela nos permite mudar ", disse ele,
" Podemos não ser capazes de eliminar a capacidade do homem para fazer o mal, para que as nações e as alianças que formamos deve possuir os meios para nos defender. Mas entre aquelas nações como a minha própria que mantêm estoques nucleares, devemos ter a coragem de escapar a lógica do medo e buscar um mundo sem eles. "
A ideia de um tratado para proibir armas nucleares é inspirado por tratados semelhantes, bem sucedidas para proibir armas biológicas, armas químicas e minas terrestres. 

Tudo começou com sérias dúvidas. Muitos nos Estados Unidos se opuseram a esses tratados. Mas quando o presidente Richard Nixon começou o processo para proibir armas biológicas e o Presidente George H. W. Bush começou negociações para proibir armas químicas, outras nações reuniram-se para sua liderança. 

Estes acordos ainda não foram capazes de eliminar completamente esses arsenais mortais (de fato, os Estados Unidos ainda não é uma parte do tratado de minas terrestres), mas eles estigmatizado eles, aumentou enormemente o tabu contra o seu uso ou posse, e convenceu a maioria dos países para destruir a sua estoques.

Estou empenhado em reais debates honestos entre especialistas em segurança nuclear sobre os prós e contras deste tratado de proibição. 

Será que realmente importa se um mais de cem países assinam um tratado para proibir armas nucleares, mas nenhum dos países com armas nucleares se juntar? Será que isto vai ser uma distração séria do trabalho duro de parar novos sistemas de armas perigosas, cortando orçamentos nucleares, ou a ratificação do tratado de proibição de testes nuclear?

A ideia tratado de proibição não se originou nos Estados Unidos, nem foi defendida por muitos grupos norte-americanos, nem é dentro do poder EUA para controlar o processo. 

Na verdade, esta última parece ser uma das principais razões pelas quais a administração se opõe às conversações.

Mas esse movimento está ganhando força. 

Dois anos atrás, eu cobri a última das três conferências realizadas sobre o impacto humanitário das armas nucleares de Defesa, onde quaisquer que sejam os peritos e funcionários pensou sobre os objetivos do esforço, então eu disse, 
"A conferência de Viena sinaliza o amadurecimento de uma nova corrente, significativo no debate sobre a política nuclear. formuladores de políticas do governo seria aconselhável tomar esse novo fator em conta. "
O que começou como preocupações sinceras sobre as consequências humanitárias horrendos de usar armas nucleares tornou-se agora um processo diplomático dirigindo em direção a um novo acordo global. É alimentada menos por ideologia do que pelo medo.

O movimento reflete o temor generalizado de que o mundo está se movendo mais perto de uma catástrofe nuclear e que os poderes com armas nucleares não são sérios sobre a redução desses riscos ou seus arsenais. 

Se qualquer coisa, esses estados estão aumentando o perigo derramando centenas de bilhões de dólares em novos programas de armas nucleares da Guerra Fria.

Os temores nos Estados Unidos que, se eleito, Donald Trump teria controle ilimitado de milhares de armas nucleares tem ondulado para fora do debate político interno para exacerbar esses medos. 

O aumento das tensões, entre EUA e Rússia, novas implantações militares da OTAN na fronteira russa, um porta-aviões russo cruzando através do Estreito de Gibraltar, o choque com a candidatura Trump ea realização expostos por conversa solta do Trump do uso de armas nucleares que qualquer líder norte-americano pode desencadear uma guerra nuclear com um comando, sem debate, deliberação ou restrição, se combinaram para convencer muitas nações que a ação dramática é necessária antes que seja tarde demais.

Como jornalista Bill Press disse como discutimos estes desenvolvimentos em seu show, "Ele assustou o inferno fora deles."

Ainda há tempo para os Estados Unidos mudar de marcha. 

Não devemos desperdiçar a oportunidade de participar de um processo já em movimento e para ajudar a guiá-lo para um resultado produtivo. 

É um tropo Washington que você não pode derrotar algo com nada. 

Neste momento, os EUA têm nada de positivo a oferecer. O processo de desarmamento está morto e esta falta de progresso mina o apoio global para o Tratado de Não-Proliferação e esforços mais amplos para impedir a disseminação de armas nucleares.

A nova administração presidencial deve fazer um esforço determinado para montar novas iniciativas que reduzam essas armas, reduzir esses riscos. Ele também deve apoiar o processo de tratado de proibição como uma maneira poderosa para construir o apoio global para um objetivo de segurança nacional americano de longa data. 

Devemos, como disse o Presidente John F. Kennedy, eliminar estas armas antes que elas nos elimine.

Fontes: The Huffington Post / Um Novo Despertar 2

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26 de out. de 2016

OTAN da um ultimato a Rússia "Nós podemos e vamos responder com milhares de soldados"

26 de outubro de 2016 - 18:50:26 


líderes da OTAN estabeleceram uma lei de resposta militar a ameaça russa antes de uma reunião com Ministros de Defesa da coalizão nesta semana.

Em meio a ameaça de uma "guerra global" entre Washington e Moscou, chefes militares da OTAN prometeram que "podem e irão" responder a todas as ameaças contra a aliança.

Em um discurso, Jens Stoltenberg disse:
"A OTAN pode e vai implantar milhares de forças contra a Russia se for preciso"
Complementou Stoltenberg:: 
"Já no início de 2017, a OTAN terá quatro batalhões multinacionais na parte oriental da Aliança."
"Esta é a dissuasão credível não para provocar um conflito, mas para evitar um conflitos. Prova concreta de que a OTAN pode e vai implantar milhares de forças para apoiar nossos aliados, em uma clara demonstração de nosso vínculo transatlântico."
As relações entre o Ocidente e Rússia caíram para níveis mais perigoso do que a Guerra Fria, como a Casa Branca acusou o Kremlin de "crimes de guerra" na Síria.

Rússia mostrou seu poder naval na semana passada apos Putin enviar 8 navios de guerra rumo ao Oriente Médio.

Stoltenberg advertiu que a pretensão da Rússia em enviar os seus navios de guerras liderados pelo porta-aviões nuclear Admiral Kyznetsov, é usar-lo como uma plataforma para o aumento dos ataques aéreos contra civis em Alepo".

O chefe da Otan também disse:
"A Rússia tem sido capaz de não só investir em suas forças armadas, mas também usar-la contra os seus vizinhos como vimos na Crimeia - Ucrânia.
"Esta é a razão pela qual a OTAN está a responder. Isso é parte de um padrão da aliança, qualquer provocação terá uma resposta da OTAN e esse é exatamente o motivo da Aliança ter implementado o mais forte e o maior reforço ofensivo da Organização desde o fim da Guerra Fria."
Ele acrescentou: 
"A OTAN é capaz de se adaptar a uma Rússia mais agressiva e com o eu aumento da presença militar perto de nossas fronteiras."
Fonte: Daily Star

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20 de out. de 2016

Governo da Filipinas rompe relação com os EUA

20 de outubro de 2016 - 26:58:42 


O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, anunciou sua "separação" dos Estados Unidos nesta quinta-feira (20), declarando que o país "perdeu" e que ele se realinhou com a China, já que os dois concordaram em resolver suas desavenças sobre o Mar do Sul da China por meio de conversas.

Duterte fez seus comentários na China, onde está em visita com ao menos 200 empresários para abrir caminho ao que classifica como uma nova aliança comercial no momento em que as relações com os EUA, aliados de longa data, se deterioram.

Seu secretário de Comércio, Ramon Lopez, disse que serão assinados acordos no valor de US$ 13,5 bilhões.

Os esforços de Duterte para se alinhar com a China, meses depois de um tribunal de Haia arbitrar a favor das Filipinas nas disputas referentes ao Mar do Sul da China, marcam uma reversão na política externa desde que o ex-prefeito de 71 anos assumiu o cargo em 30 de junho.

"Agora a América perdeu", disse Duterte a empresários chineses e filipinos em um fórum no Grande Salão do Povo ao qual compareceu o vice-primeiro-ministro chinês, Zhang Gaoli.

"Eu me realinhei em seu fluxo ideológico e talvez também vá à Rússia conversar com [o presidente russo, Vladimir] Putin e lhe diga que há três de nós contra o mundo -- China, Filipinas e Rússia. É o único caminho", acrescentou.

"Com isso, neste local, excelências, neste local eu anuncio minha separação dos Estados Unidos", disse Duterte ao som de aplausos. "Eu me separei deles. Então dependerei de vocês para todo o sempre. Mas não se preocupem. Também iremos ajudar, como vocês nos ajudam."

Fonte: Noticias ao Minuto.

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14 de out. de 2016

Apenas uma Terceira Guerra Mundial, ou algo ainda maior?

14 de outubro de 2016 - 16:55:12 

Muito está se falando na Terceira Guerra Mundial, como num acordo em condicionar a humanidade para tal evento. Seria isso a intenção de nos preparar para tal guerra, ou algo ainda pior está por vir?

Tudo bem que na época da antiga Guerra Fria, o mundo esteve a beira por varias de uma guerra nuclear, mas o cenário hoje é mais preocupante devido ao grande equilíbrio de poder por parte dos possíveis países envolvidos.

Nos últimos dias, o numero de menções ao inicio da Terceira Guerra Mundial cresceu absurdamente, e não é só os veículos de comunicações especializados em guerras que estão noticiando esse grande evento, mas também as mídias tradicionais que ao longo dos últimos meses, elevaram o alarme de um conflito armado em grandes proporções.

Há alguns dias atras, publicamos uma manchete da Daily Star onde o tabloide britânico afirmou que o presidente Russo, Vladimir Putin convocou os familiares dos seus funcionários a retornarem para Russia.

O motivo era bem claro, a preocupação com o inicio da Terceira Guerra Mundial que para ele, está bem próximo de ocorrer.


Apesar do tabloide ter sido contestado pela agencia de noticia russa RT, ondo foi acusada de publicar uma manchete fundada em um relato não confirmado, a repercussão foi enorme no mundo todo, levando a preocupação de tempos sombrios para a humanidade.

O motivo para esses ânimos exaltados, é a divergência de opiniões entre entre Russia e o Ocidente sobre o conflito na Síria, onde o clima esquentou ainda mais depois que ambos os países cancelaram as negociações sobre o assunto.

Embora isso tenha acontecido, russos e americanos irão tentar mais uma vez chegar a um acordo diplomática nesse sábado na cidade de Lausanne na Suíça e por fim a essa guerra que já dura mais de 4 anos.

Lideres se Pronunciam

Enquanto a paz não chega a Síria, lideres e chefes militares acirram seus comentário sobre a possível grande guerra.

Em um pronunciamento realizado no dia 04 de outubro, o comandante máximo do exército dos Estados Unidos, General Mark Milley alertou que "Os Estados Unidos estão prontos para destruir nossos inimigos" pronunciamento esse que para muitos, não passa de uma declaração indireta de guerra.


Outro que deixou claro que a guera mundial é inevitável, foi o presidente russo Vladimir Putin, onde há 5 meses atras, advertiu aos seus líderes militares sobre os fatos a respeito da eleição presidencial norte-americana, afirmando-lhes, ” Se for a Hillary Clinton, será guerra “.

Essa ideia foi reforçada pelo parlamentar russo Vladimir Zhirinovsky, homem esse considerado um forte aliado de Putin.

em entrevista a Reuters, Zhirinovsky disse:
"Se escolherem a Hillary, é guerra. Vai ser um filme curto. Haverá Hiroshimas e Nagasakis em todos os lugares"
Os comentários de Zhirinovsky veio logo após a candidata a presidência dos EUA, Hillary Clinton acusar Putin de tentar manipular e influenciar o resultado das eleições americanas.

Veja ao vídeo onde Zhirinovsky deixa claro a sua posição perante as eleições dos EUA


Segundo o governo Norte Americano, a Rússia hackeou e-mail particulares de Hillary e invadiu vários sites eleitorais da candidata.

Para por ainda mais fogo na lenha, ou melhor dizendo, bala na agulha, o presidente da Síria, Bashar Assad disse em entrevista ao jornal russo Komsomolskaia Pravda, que a Terceira Guerra Mundial está pairando no ar.

“Quanto à Terceira Guerra Mundial, esse termo tem sido usado com frequência após a recente escalação da situação na Síria. Hoje observamos uma situação que se assemelha à Guerra Fria em estado de desenvolvimento. Isso é algo que surgiu ha muito pouco tempo, porque eu penso que o Ocidente e, especialmente, os EUA não interromperam a Guerra Fria mesmo após a desintegração da URSS”
O clima de terceira guerra na Rússia é bastante visível. Para as TVs russas e outro meios de comunicações locais, a grande guerra já começou.

O apresentador do programa Estrela do Domingo que é exibido na principal emissora pública do país, anunciou que baterias antiaéreas da Rússia estacionadas na Síria, irão "derrubar" aviões americanos caso esses ataquem qualquer alvo na Síria.

Lembrando que a Russia enviou seus sistemas de defesa S-300 para a Síria na intenção de garantir proteção aos seus navios e bases aéreas na região.

Já o canal de notícias Rossia 24, exibiu uma reportagem sobre o que seria, possíveis construções antinucleares em Moscou, que serviriam como abrigo em caso de uma guerra contra a OTAN.

Em São Petersburgo, o canal digital Fontanka, informou que o governador pretende racionar o pão, uma forma de garantir suprimento em caso de guerra.

Nas estações de radio, fala-se muito dos exercícios de "Defesa Civil", onde o Ministério de Emergência pretende simular evacuações de edifícios e encenar situações de grandes incêndios. 

De acordo com fontes locais, essa simulação envolveria cerca de 40 milhões de russos, situação essa que retrata bem a preocupação do envolvimento do pais em uma grande guerra.

O Vice Primeiro Ministro da Turquia, Numan Kurtulmus, também mostrou a sua preocupação ao dizer

"O conflito sírio tornou-se "uma guerra por procuração" entre as duas superpotências da Guerra Fria, Rússia e Estados Unidos. Se esta guerra continua sendo subsidiada por ambos os lados, Russos e Americanos partirão para a guerra direta. O mundo está na beira de uma grande guerra regional ou global."

China

Em relação a China, o clima está cada dia mais tenso com os EUA e para piorar, a Coreia do Sul entrou no cenário ameaçando afundar navios chineses caso esses ofereçam perigo.

Da mesma forma que a Coreia do Sul, temos o Japão, que já aprovou mudanças em sua constituição para possibilitar lutas armadas fora do seu pais.

Há alguns dias, o Conflitos e Guerras publicou uma matéria onde os EUA pretende transformar o Japão em um pais com capacidade de usar ataques nucleares, ou seja, inserir o Japão na lista dos países com poder de ataque atômico para poder enfrentar por igual a China.

Leia a matéria aqui: Pentágono estuda uma Guerra Nuclear entre Japão e China.

Agora fugindo um pouco do clima de terceira guerra, vamos para Washington - EUA, onde o presidente Barack Obama emitiu uma ordem executiva solicitando uma coordenação de esforços entre todos os setores do país na intenção de preparar a Nação para eventos "De Climas Espaciais"

A ordem foi emitida na terça-feira (13) e visa o desenvolvimento de pesquisas e planos de contenção de emergência em resposta ao clima espacial.

Em teoria, esses esforços seriam para conter possíveis danos oriundos das explosões solares.


Vamos enumerar e fazer breves comentários sobre os pacotes de medias dessa ordem executiva, na qual devem ser viabilizadas no período de 90 a 180 dias, ou seja, devem estar ativas em até 6 meses.

Já de cara, podemos afirmar que esse tempo é o mesmo tempo usado para implementar planos de ações para eventuais guerras de grandes proporções.

Vale lembrar que os comentários serão de caráter próprio, ou seja, do Blog Conflitos e Guerras.

  • Ponto 1: Estudos para o desenvolvimento de um plano de contenção de danos a reatores nucleares.
Comentário: Esse ponto, em uma situação de guerra, prevê assegurar a proteção dos reatores nucleares Norte Americano de possíveis ataques inimigo. Sabemos que muitos setores nos EUA são mantidos por energia nuclear.

  • Ponto 2: Desenvolvimento de defesa para conter perturbações geomagnéticas, eventos que incidem ​​sobre os sistemas de infra-estruturas críticas e tecnológicas, tais como o Sistema de Posicionamento Global (GPS), operações de satélite e comunicação, aviação e redes de energia elétrica. No caso da energia elétrica, a preocupação se da pelo fato de que uma pertubação magnética, poderia danificar o sistema elétrico do pais, gerando um efeito cascata na qual impossibilitaria o funcionamento do abastecimento de água, sistema de transporte e problema nos atendimentos médicos.
Comentário: Nesse ponto, acreditamos ser referente ao ataque de Bombas de Pulso Eletromagnéticas, mais conhecida comba Bombas EMP que podem danificar estruturas elétricas e eletrônicas sem provocar mortes diretamente.

  • Ponto 3: Criação de um plano nacional para alertar sobre possíveis eventos meteorológicos afim de antecipar esforços e conter malefícios que possam prejudicar a infra-estrutura do país.
Comentário: Com o avanço da geociência, já é possível criar mecanismos de controle climáticos e nesse ponto. acreditamos ser referente ao novo tipo de guerra, a guerra Geo-Climática. Muito se fala na real utilidade do Projeto HAARP, que segundo as autoridade americanas, tem fins científicos.

  • Ponto 4: Coordenação entre o Escritório de Política Científica e de Tecnológica com o Assistente do Presidente para a Segurança Interna e Contra-Terrorismo junto do Diretor do Escritório de Administração e Orçamento para garantir uma ampla coordenação na investigação, desenvolvimento e implementação de um plano de ação caso ocorra problema meteorológicos no país.

Comentário: Esse ponto não é muito diferente do ponto anterior, a não ser pelo fato dos esforços serem mais centrados no controle civil caso os EUA não consigam se defender de algum problema causado por reações Geo-Climáticas.

  • Ponto 5: Em resumo, já que existe bastantes sub-pontos. Os secretários dos vários setores existentes no EUA, terão o dever de repassar informações referente as analises e efeitos do Clima Espacial, afim de manter as áreas civis, de segurança. comerciais e militares em constante alerta para possíveis complicação dos efeitos do Clima Espacial.

Comentário: Esse ponto é basicamente a união de esforços por parte de todas as secretarias norte americana para responder a eventos que possam colocar o pais em risco. O mais interessante nesse ponto, é a parte onde o Secretário de Defesa e outras secretarias, devem trabalhar em conjunto com a NASA, afim implementar um plano de investigação dos efeitos solares, mas na nossa opinião, essa cooperação se da no âmbito da guerra espacial.

Todos sabemos que a NASA é uma agencia de pesquisa tecnológica espaciais voltadas para a área de defesa militar espacial e o que mais vem se falando nesse clima de guerra, é a guerra espacial, onde os governos estão estudando formas de destruir os satélites inimigos alem de criar projetos de Armas no Espaço. 

O projeito mais famoso da NASA, é o "Guerra Nas Estrelas", que prevê um escudo anti-míssil orbitando a terra com capacidade de detectar e destruir possíveis misseis inimigos, mas especialistas dizem que esse sistema também pode ser usado para eventuais ataques.

Naves com tecnologias super avançadas, também estão no projeto e nesse caso, o destaque fica por contra da nave TR-3B


  • Ponto 6: Implementação no prazo de 120 dias, a contar pela data da ordem. uma consultoria entre o Secretário de Energia com o Secretário de Segurança para desenvolver um plano na qual irá testar e avaliar os dispositivos disponíveis que minimizem ou neutralizem os efeitos das perturbações geomagnéticas na rede de energia elétrica através do desenvolvimento de um programa piloto que implanta tais dispositivos, in situ, na rede de energia eléctrica.

Comentário: Esse ponto é a complementação do que já foi dito nos pontos anteriores, na qual prevê a defesa do sistema elétrico do pais, na intenção de evitar um colapso nos serviços essenciais do pais.

Todos sabemos que manter a distribuição do sistema elétrico no pais em meio a uma guerra, é o ponto chave para não interromper a produção de armas e tecnologias militares, alem de manter o serviço medico para salvar a vida da população e dos militares, assim como manter todo o sistema de comunicação ativa afim de não prejudicar a logística militar.

Em todas as guerras, o sistema elétrico é o ponto principal em uma estrategia de defesa.

  • Ponto 7: Da Participação de Interessados. As agências identificadas nesta ordem, devem procurar colaborações público-privadas e internacionais para melhorar as redes de observação, afim de realizar pesquisas, desenvolver modelos de previsão e abordagens para aumentar a resiliência da comunidade e preparação, e fornecer os serviços necessários para proteger a vida e a propriedade dos dicadões e promover a prosperidade econômica, como consistente com a lei.

Comentário: Nesse ponto, em uma situação de guerra, acreditamos que a intenção é melhorar a interação da iniciativa privada e da comunidade internacional para proteger a vida dos cidadãos americanos e manter o sistema econômico forte mesmo em período de guerra.

  • Ponto 8: Aqui iremos observar exclusivamente o sub-ponto (A) já que os demais sub-pontos são para reforçar os pontos anteriores. Preparação da nação referem-se às medidas tomadas para planejar, organizar, equipar, treinar elaborar exercício para construir e manter as capacidades necessárias para prevenir, proteger, mitigar os efeitos, responder e se recuperar de ameaças que representam o maior risco para a segurança da nação.

Comentário: Nesse ponto, demos importância para o sub-ponto (A) que tem como objetivo, prepara a nação para prevenir, proteger, amenizar, recuperar e responder a ameaças externas, já que a ameça citada é referente a segurança nacional.

Seria essa a elaboração de exercícios militares para proteger e responder a ataques vindo dos inimigos externos? Ou seria uma preparação para reagir de fato a uma catástrofe natural?

Lembrando que o EUA realizou no período 15 julho a 15 setembro de 2015 o seu maior exercício militar dentro do solo americano.


Muito se falou desse controverso exercício militar batizado de Jade Helm 15, exercício esse que só foi realizado antes, na guerra civil norte americana, travada entre 1861 e 1865.

Esse mega exercício militar, envolveu a assustadora agencia norte americana FEMA, que é caracterizada pelo seus numerosos caixões coletivos.

Na época, segundo o Pentágono, o exercício previa a contenção de revoltas de populações civis fora dos EUA, mas muito se especulou.



Houve relatos de que o treinamento militar, estava focado em dois pontos chaves.

Primeiro: Agir em uma guerra não convencional patrocinada por algum pais inimigo

Segundo: Agir diante a uma enorme catástrofe natural que ocorreria na região, muitos disseram que seria devido a erupção de um gigantesco vulcão adormecido que existe nos EUA e de uma possível colisão de um astronômico meteoro.

Mas de fato, ninguém sabe as reais intenções desse treinamento militar.

Poderia ele ser o tal exercício previsto na ordem executiva do Brack Obama? Que no caso já foi implementada?

A ordem executiva pode ser lida na integra no site da Casa Branca

O fato é que essa ordem executiva veio em um momento na qual o mundo está próximo a um conflito global.

Seria isso uma preparação de guerra mascarada pelo governo americano? Ou alguma coisa ainda pior que a Terceira Guerra Mundial está por vir?

Parece que o sistema midiático está forçando o panico nas pessoas refente a um conflito nuclear, uma coisa completamente fora do normal.

As respostas para nossas duvidas, só o tempo irá dizer.

Por Conflitos e Guerras

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16 de jun. de 2016

OTAN diz que agora tem motivos para atacar a Rússia

16 de junho de 2016 - 17:30:13

Na terça-feira, 14 de junho a OTAN anunciou que se um país membro da organização for vítima de um ataque cibernético por parte de um país não membro, tais como Rússia ou China, a OTAN pode ativar o artigo 5 "defesa coletiva" na qual exigiria que cada país membro da OTAN revidasse o ataque com uma guerra convencional.



A decisão preliminar para isso foi feita dois anos atrás, depois que a Crimeia foi anexada a Rússia. Essa decisão foi feita em antecipação da Ucrânia se tornar um país membro da OTAN, que ainda não aconteceu. No entanto, só agora a OTAN declarou que a guerra cibernética será inclusa como "guerra convencional" ao abrigo do disposto artigo de "defesa coletiva" do Tratado do Atlântico Norte.

OTAN alega que devido a ataques hackers russos na qual copiaram e-mails do computador da Hillary Clinton, pode constituir um ataque russo contra os Estados Unidos da América, e caso o presidente dos EUA declare essa ação como uma invasão russa ao EUA, seria um motivo para ativar a cláusula de defesa mútua da OTAN e assim exigir que todos as nações pertencentes a OTAN, se junte ao governo dos EUA em uma guerra contra a Rússia, logicamente se assim for decidido Norte Americano.

A OTAN teria produzido em 2013 (antes da guerra na Ucrânia) um vídeo contendo propaganda informativa alegando que "ciberataques" por pessoas na Rússia ou na China, podem comprometer a segurança nacional dos EUA, desencadeando em uma invasão por parte da OTAN aos dois países, caso o ataque seja considerado muito hostil,

No vídeo, um especialista de segurança nacional britânico, observa que esta seria uma "decisão eminentemente política" para o presidente dos Estados e que só poderia ser feito por um presidente norte americano, sendo que essa pessoa possui a autoridade legal para fazê-lo.

O vídeo produzido pela OTAN, deixou bem claro que qualquer líder de uma nação membro da organização, pode afirmar que a sua soberania foi "atacado" por parte da Rússia e iniciar uma guerra entre Rússia e OTAN.

No entanto, o vídeo também afirma que a OTAN não poderia aceitar automaticamente a alegação de um ciber-ataque, caso um chefe de estado assim solicitasse, ao invés disso, o pais atacante, teria que reivindicar o ataque, ou então, o pais atacado, comprovar o ataque.
Com a nova política da OTAN, anunciada em 14 de junho, um ataque cibernético se qualifica automaticamente como "uma guerra convencional" sendo desnecessário a comprovação do ataque ou reivindicação por parte do atacante.

Com tudo, essa informação ficou meio vaga nas notícias publicadas sobre o assunto.

No contexto do anúncio da OTAN feito no dia 14 de junho onde uma ciberguerra está na mesma condição de guerra física, o presidente americano, Barack Obama poderia declarar que os EUA foi invadido pela Rússia, quando os e-mails do Departamento de Estado da ex-secretária de Estado Hillary Clinton foram copiados por alguém na Rússia.

Esse assunto eleva as tensões entre Rússia e os Estados Unidos, e a comprovação disso, veio no mesmo dia, 14 de junho, quando a Reuters publicou uma manchete na qual "Moscou negou o envolvimento da Rússia em um ataque Hack aos EUA", e relatou que, "a Rússia também negou o envolvimento no corte da base de dados do Comitê Nacional Democrata, na qual fontes dos EUA disseram que os russos tiveram acesso a todas as pesquisas de oposição ao candidato presidencial republicano, Donald Trump ".

Em tempos anteriores, as espionagens eram tratadas como guerra e depois de revelações publicas onde os EUA estavam escutando as conversas telefônicas da chanceler alemã, Angela Merkel, espionagem tornou-se simplesmente uma parte da diplomacia de rotina (pelo menos para os Estados Unidos) mas, agora, sob a nova política da OTAN, pode ser tratado como sendo equivalente a uma invasão física de uma nação inimiga.

Nos próximos dias 08 e 09 de julho, em uma Cimeira da OTAN, que estará acontecendo no contexto do maior exercício militares da organização de todos os tempos, próximo as fronteiras da Rússia, que foi batizado de "Resolve Atlântico" e que para alguns analistas, é um exercício de invasão a Rússia, poderá ser discutido um plano de guerra contra a Russa a fim de se tornar consenso para toda a aliança. No entanto, mesmo se isso acontecer, não será tornada pública.

Fonte: Zero hedge

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25 de jan. de 2016

ONU adia negociações de paz sobre a Síria para 29 de janeiro.

25 de janeiro de 2016 - 18:12:19 

As negociações de paz sobre a Síria, que deveriam começar nesta segunda-feira em Genebra, vão iniciar em 29 de janeiro e durarão 6 meses, declarou o emissário especial da ONU para a Síria, Steffan de Mistura.



"Os convites serão enviados amanhã e as discussões vão começar em 29 de janeiro", indicou de Mistura durante uma coletiva de imprensa.

Os representantes da oposição síria vão se reunir na terça-feira em Riad para decidir se participarão nas negociações de paz com o regime, segundo informou à AFP um delegado curdo.

"O Alto Comitê das Negociações deve se reunir amanhã em Riad. Lá vamos tomar uma decisão final sobre a possibilidade de participar em Genebra", declarou Fuad Aliko, representante dos curdos na Coalizão Nacional da Síria, a instância mais ampla que reúne as formações rebeldes no exterior.

Inicialmente, as negociações indiretas entre o regime e a oposição, mediadas pela ONU, deveriam começar na segunda-feira, mas foram adiadas para sexta-feira.

No que diz respeito à visita neste fim de semana do secretário de Estado americano John Kerry à Arábia Saudita, onde se reuniu com o representante dos rebeldes Riad Hijab, o delegado curdo disse que não foi nem "agradável" nem "positiva".

Kerry declarou a Hijab que se não fossem a Genebra arriscariam "perder amigos."
Para Aliko, as declarações de Kerry são "pressões" e "ameaças".

A oposição insiste na aplicação do comunicado de Genebra, que prevê o estabelecimento de um "órgão governamental de transição" para suceder ao regime de Bashar al-Assad.

Neste momento, existem ainda divergências sobre a composição da delegação que representará os rebeldes.

Fonte: zh clicrbs

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13 de jan. de 2016

ONU confirma plano de negociar paz para Síria no dia 25.

13 de janeiro de 2016 - 23:53:04



Genebra - O enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, confirmou nesta quarta-feira o plano de iniciar, no próximo dia 25, as negociações de paz para a Síria em Genebra, e disse que está trabalhando com sua equipe para fazer os convites chegarem aos participantes.

De Mistura se reuniu hoje em Genebra com representantes da política externa de Estados Unidos e Rússia com o objetivo de avançar nos preparativos dessa reunião, que por enquanto é a única alternativa de uma solução política para o conflito no país árabe.

Participaram do encontro a secretária de Estado adjunta dos EUA, Anne Patterson, e o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Gennady Gatilov, que debateram, entre outras questões, a urgência de conseguir um acesso humanitário seguro e sem restrições às populações em regiões cercadas militarmente.

Os dois países tentam definir uma lista de grupos considerados terroristas e que não podem participar das negociações de paz.

Depois dessa reunião, houve outra e que incluiu a presença de enviados dos outros três países-membros permanentes do Conselho de Segurança: França, Reino Unido e Síria.

De Mistura chamou a atenção dos representantes das potências sobre a "importância chave para o povo sírio de obter um acesso contínuo e sem restrições a certas áreas sob cerco militar no período prévio às negociações".

Várias grupos rebeldes sírios disseram hoje que não participarão da reunião de paz de Genebra se não forem respeitadas questões humanitárias que, segundo lembraram, estão incluídas em uma resolução do Conselho de Segurança da ONU referente à ajuda humanitária e aos ataques contra civis.

Entre os 36 grupos que expressaram essa posição estão várias brigadas do Exército Livre Sírio (ELS), da mesma forma que facções como o Exército do Islã, a Legião da Misericórdia e o Exército dos Mujahedins.

A participação da oposição síria e seu grau de representatividade é uma questão essencial para começar as negociações, que De Mistura alegou que devem ser o mais inclusivas possível a fim de dar oportunidade para uma verdadeira mudança da situação na Síria, onde a guerra civil em breve completará cinco anos.

Fonte: Exame

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