23 de dez. de 2017

Estaria a Terceira Guerra Mundial próxima de acontecer já em 2018?

23 de dezembro de 2017 - 02:01:06


Por Conflitos e Guerras

Dois personagens deixaram a entender que uma guerra mundial está bem próximo de ocorrer e parece que não está brincando.

O Secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis disse em um encontro com soldados norte americanos no Salão dos Heróis da Divisão Aerotransportada, que "Nuvens de tempestade estão se reunindo na península coreana" e completou que eles devem está prontos para a guerra.[post_ad]As palavras de Mattis vieram apos o Conselho de Segurança da ONU aprovar novas sanções contra a Coreia do Norte o que eleva ainda mais a possibilidade de um bloqueio naval contra os nortes coreanos.

Mattis disse também a um reporte, que são minimas as possibilidades de tudo ser resolvido a base da diplomacia.

Outro que também deixo um ar de conflito global, foi o comandante do corpo de fuzileiros navais da Noruega, o General Robert Neller, onde ele disse aos seus soldados que uma guerra está ocorrendo.
"Eu espero está errado, mas há uma guerra ocorrendo e vocês devem está preparados. Vocês estão em uma luta aqui, uma luta informativa, uma luta política e pela sua presença".
Neller também disse aos fuzileiros navais que provavelmente o Pacífico e a Rússia sejam os pontos do foco operacional, prevendo uma guerra entre o EUA e seus aliados contra a Rússia e um outro conflito no Pacifico.

Há também o front ucraniano. onde as tensões cresceram bastante apos a Rússia retirar os seus observadores da região, observadores esses que fiscalizavam os cumprimentos do acordo de cessar-fogo assinado em Minsk.

Dezenas de combates e movimentações de artilharia pesada foram relatadas nos últimos dias, e para agravar ainda mais a situação, os EUA aprovaram o envio de armas letais para a Ucrânia, incluindo sistemas anti tanque, os mesmo usados pelos rebeldes sírios na guerra da Síria.

Já no Oriente Médio, os ânimos estão super exaltados depois do reconhecimento de Jerusalém como a capital de Israel, por parte dos EUA. grupos palestinos disseram que não irão aceitar nenhum acordo de paz vindo dos EUA, Hamas disse que irá intensificar sua luta contra Israel.

Mas o mais preocupante vem da Arabia Saudita.

De acordo com o ex-chefe da inteligencia saudita, Turki al-Faisal o reino tem todo direito de seguir com os seus planos nucleares igual ao seu rival Irã.

Para al-Faisal, se o irã tem o direito de ter um plano nuclear civil, eles também se dão ao direito de ter

Seguindo nessa vontade de obter tecnologia nuclear, os sauditas irão se reunir já nas próximas semanas em Ríade para conversar com os Estados Unidos sobre uma cooperação nuclear, permitindo que as empresas norte-americanas ofereçam um contrato de vários bilhões de dólares para construir os dois primeiros reatores nucleares do reino no Golfo.

Apesar dele ter dito que o planto nuclear é meramente pacifico e civil. não há garantias que isso seja verdade, pois suas palavras foram bastante evasivas sobre o fato se eles irão enriquecer ou não o urânio para criar combustível nuclear. combustível esse que pode ser usado em uma bomba atomica.

Alguns especialistas militares acreditam que o ano de 2018, nos reserva um grande conflito armado caso as tentativas diplomáticas falhem em todas as regiões.

Agora só nos resta esperar e acompanhar esse ano de 2018.

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6 de nov. de 2017

Guerra Generalizada? Analise dos principais eventos de conflitos no Oriente Médio e no Mundo

06 de novembro de 2017 - 03:01:17



Por Conflitos e Guerras

Circula informações ainda não confirmadas, de que o Primeiro Ministro libanês Saad Hariri, foi detido em um hotel na Arabia Saudita e forçado a renunciar. Há pessoas que utilizaram o termo, "Sequestrado" e isso pode ser mais um evento de algo maior que ocorre no momento mas não é divulgado.

Para por ainda mais fogo nessa especulação, o presidente do Líbano, Michel Aoun disse que não irá aceitar a renuncia de Saad Hariri enquanto ele não retornar ao país.

Em um comunicado, o Hezbollah disse que o primeiro ministro foi sim forçado a renunciar e culpar os iranianos.

Apesar de dizerem o contrário, Saad Hariri não é bem visto pelo príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman que o considera um adversário e um aliado do Hezbollah.

Não há muitas informações de como está o ex primeiro ministro libanês, mas é esperado uma forte pressão do Líbano para que o mesmo retorne ao país.

Relatos iniciais, apontavam para um pedido de asilo no pais saudita, mas essa tese está caindo por terra a cada dia que passa.

O fato do Barein ter orientado os seus cidadãos a se retirarem o mais rápido possível do Líbano, é um forte indicio de que uma ação militar vá ser empregada contra o grupo Hezbollah.

Em um outro comunicado, o líder do Hezbollah, pediu calma sobre a questão do ex primeiro ministro libanês e exortou que ambos os lados hajam com cautela.

Seria isso a previsão da possível ação?

Para reforçar isso, algumas semanas atrás, um misterioso e secreto encontro entre o príncipe saudita e o premier de Israel, ocorreu a portas fechadas e alguns analistas apontaram esse encontro como uma surpreendente e histórica aliança entre os dois países para por fim a influencia Iraniana na região.

O fato da Rússia ter realizamos bastantes encontros com Israel, pode ligar os fatos, já que o mesmo é aliado do Irã, pais rival tanto de Israel quanto da Arabia Saudita.

O encontro russo com israel, parece não teve surtido efeito e o plano de parar o Irã segue a todo vapor e o alvo primário seria o Hezbollah grupo apoiado e financiado por Teerã e que vem realizando importantes conquistas na guerra da Síria.

Percebendo isso, o governo do Irã tratou logo de reforçar ainda mais o seus laços com o Hamas, organização declaradamente inimiga de Israel e considera pelos EUA, um grupo terrorista.

Partindo ao EUA, os americanos vem contribuindo para o plano da recém criada aliança Saudi-Israelita e a principal ação de Washington é não certificar mais o acordo nuclear iraniano, o que colocaria de vez o plano atômico do Irã como ilegal, dando margem para que Israel faça ataques preventivos contra instalações nucleares de Teerã.

Vale lembrar que há um tempo atras, antes de ter ocorrido esse acordo nuclear, Israel esteve a beira de uma guerra com o Irã.

Outro plano americano, esse sim mais explicito, é a intenção dos EUA em colocar a Guarda Revolucionária do Irã, na lista de organizações terroristas. Essa lista é reconhecida por vários países que a usam como pretexto para realizar eventuais ataques sem provocar uma ação direta do Conselho de Segurança da ONU.

O Irã para cercar ambos os países, utiliza a sua influencia tanto no Iemen, quanto no Líbano para provocar guerras internas e as direcionar a Arabia Saudita. No caso do Iemen, a guerra segue ainda sem controle e ameça transcender as fronteiras sauditas por via terrestre.

Outro motivo que colocar ainda mais tensão na região, é a possível aliança Síria-Irã-Iraque que vem sendo montada aos poucos e já deu as suas caras com a incursão do exercito iraquiano no território sírio com a autorização do governo de Bashar Al Assad.

O exercito iraquiano tem por objetivo, brecar o avanço do exercito curdo, esse não muito reconhecido pela Síria, já que o mesmo é apoiado e financiado pelo EUA.

O problema é sabe em qual time a Turquia está jogando já que suas ações são sempre controvérsias aos planos russos e iranianos.

Israel já vive os seus primeiros envolvimento nesse conflito, varias são os alertas de misseis que vem sendo direcionados ao seu território, e ficou evidente uma possível preparação de guerra por parte de Tel Aviv depois que o país iniciou o maior seu maior exercício aéreo já realizado antes.

Batizado de Blue Flag (Bandeira Azul) incluirá outros 7 países, EUA, França, Itália, Grécia, Polônia, Alemanha e Índia. o exercício contará com mais de 100 aviões militares de todos os tipos. O exercício começou no dia 5 de novembro.
Outra ação de Israel, vista como parte dessa preação, é o acumulo de militares na fronteira com a Síria e com o Líbano.

Indo alem da região, alguns arriscam dizer que esses conflitos de interesses no Oriente Médio já se espalhou pelo globo e envolve agora, mesmo que indiretamente, outros países no conflitos.

Há quem diga que o fato da Coreia do Norte está fazendo essas provocações com o seu plano nuclear, é nada mais nada menos que uma forma de abrir um outro fronte nesse jogo de interesses e esse é voltado aos EUA, que o forçaria a ter que se concentrar nas ameaças de Kim Jong Um e dividir sua capacidade de luta.

Se pararmos para analisar, os anúncios de testes por parte dos nortes coreanos, vem acompanhados de algum eventos no Oriente Médio, mas que não é divulgado pelas grandes mídias tradicionais.

O EUA deixou claro em um comunicado há tempos atras, que a sua força militar é capaz de manter-se em varias guerras simultâneas.

Aproveitando desses eventos, está a China, que vem utilizando-se de métodos expansionistas no Mar do Sul da China para garantir o seu controle marítimo na região, região essas rica em rotas comercias, mas ela irá encontrar um grande problema pela frente bem ao lado.

A Índia declarou ao EUA, que é capaz de enfrentar os Chineses e parar suas ambições expansionistas por esse motivo que ela vem realizando vários exercícios conjuntos com os Americanos e inclusive está presente no exercício aéreo de Israel o Blue Flag

Mesmo que digam o contrário, podemos afirmar que uma guerra global generalizada já está a caminho, só não foi oficializada ainda.

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28 de fev. de 2017

Putin ordena preparativos para evacuação do Kremlin após confirmação do plano da OTAN invadir a Rússia

28 de fevereiro de 2017 - 18:58:45 


Putin deu uma ordem para a criação de um plano de evacuação emergencial depois que seu centro de inteligencia confirmou que a OTAN está prestes a por em pratica, seu plano de invasão a Rússia.


Traduação: Um Novo Despertar

Revisão e Adaptação: Conflitos e Guerras

Um relatório alarmante do Ministério da Defesa Russo (MdD) afirma hoje (28) que o presidente Putin acaba de ordenar a criação imediata de uma divisão especial da aviação responsável pelo transporte aéreo de pessoal e equipamentos da Base Aérea de Kubinka, no Oblast de Moscou.

As forças da OTAN lideradas pelos americanos, estão em preparativos finais para desencadear uma guerra total contra a Federação.


Segundo este relatório, a ordem do presidente Putin é para iniciar os preparativos para a uma possivel evacuação total do Kremlin, incluindo todos os principais líderes políticos e militares de Moscou.

Esses preparativos é devido a advertência de analistas da inteligência do MoD, confirmar que as forças da OTAN lideradas pelos americanos, concluíram que uma "limitada" guerra de trocas de confrontos com a Federação é agora possível, mas somente se conduzida antes da implantação total da Federação do sistema de mísseis balísticos de curta distância com capacidade nuclear, os chamando 9K720 Iskander-M (nome da NATO, SS-26 Stone) programado para ser concluído em breve.

Os especialistas da inteligência do MoD ao fazerem esta confirmação sombria de um outbreak nuclear da guerra entre a federação russa e as forças da OTAN conduzidas por americanos, este relatório continua, são baseados em sua análise do recente exercício de guerra realizados por tropas da OTAN e dos EUA, batizado de "Relâmpago Global" onde foi ordenado pelo então presidente americano, Donald Trump e conduzido entre os dias 7 a 17 de Fevereiro.

Este exercício de guerra recém terminando no dia 17 de Fevereiro, detalha este relatório, foi o mais extenso nos últimos anos para implementar a doutrina americana de forças nucleares estratégicas e que no curso de seu roteiro ensaiado, lidou com a escalada híbrida de conflitos na Europa que rapidamente se transformem em uma guerra nuclear global com a participação dos Estados Unidos.


Em 16 de fevereiro, no dia anterior ao término deste programa de guerra nuclear, este relatório assinala ainda que o Secretário de Defesa do Presidente Trump, General conservador James Mattis, chegou à Europa para supervisionar sua execução final e logo fez uma declaração contrária ao de Trump na qual afirmou anteriormente que ao assumir o cargo, ele cooperaria com a Rússia para derrotar os terroristas islâmicos, no entanto Mattis anunciou que os EUA não cooperariam com as forças armadas russas.

Com o maior acúmulo militar na história da OTAN continuando a acelerar rapidamente na fronteira oeste da Federação com a União Européia, este relatório continua,

Essas ações ofensivas para a Rússia, não podem mais ser ignoradas quando milhares de soldados americanos e equipamentos militares continuam a inundar a Europa e fez com que a australiana Helen Caldicott, especialista em guerra nuclear, avisasse que a guerra atômica entre os EUA e a Rússia está quase por ser iniciada sobre todos nós.


Em seus preparativos para uma guerra total contra a Federação Russa, detalha o relatório...

Os norte-americanos desdobraram para a Polônia pelo menos 70 mísseis AGM-158B JASSM-ER que agora dão a este estado membro da OTAN a primeira capacidade de ataque no interior do território russo.

Uma das armas mais temidas no arsenal de guerra norte-americano, explica este relatório, estes mísseis AGM-158B JASSM-ER, que possuem um alcance operacional de 1000 ou mais quilômetros, e têm a capacidade de bater para fora os locais de infra-estrutura chaves localizados no interior do território da Rússia, estão todos equipados com a carga eletrônica do projeto de mísseis avançados de microondas de alta potência (CHAMP), que é uma tecnologia de guerra eletrônica que frita equipamentos eletrônicos com rajadas de energia de microondas de alta potência, destruindo-os de forma não cinética.




Este relatório, diz que está localizado na Polônia e juntamente com esses mísseis AGM-158B JASSM-ER de pronto ataque, milhares de soldados do Exército dos Estados Unidos que foram enviados de Fort Carson e que nos últimos dois anos, foram especificamente treinados para a guerra sobre as forças militares da Federação Russa nas cidades e aldeias da Rússia.

Embora o Exército dos EUA alegue que esses milhares de soldados de Fort Carson foram treinados como uma "força de resposta global", os especialistas do Mod neste relatório, afirmam que a única equivalência histórica que pode ser dita sobre eles é a sua semelhança com as "Divisões Pentomicas" 

Os militares americanos nas décadas de 1950 e 1960 para fazer guerra em campos de batalha contaminados e que a perspectiva de tão horrorizada a administração Kennedy (depois que o irmão do presidente John Kennedy Robert viu uma demonstração de primeira mão), os EUA começaram uma distensão imediata com a então União Soviética para manter tal guerra de sempre ocorrendo.



O vice-ministro das Relações Exteriores, Sergei Ryabkov, alertou há poucas horas que o relacionamento de Moscou com os Estados Unidos, está em seu nível mais baixo desde a Guerra Fria, quando o nosso mundo viu pela última vez estas "divisões pentômicas" onde os Estados estão mostrando essa inevitabilidade das guerras e como confirmado pelo Conselho de Ciência da Defesa do Presidente Trump, apresentaram-lhe um novo plano de guerra atômica contra a Rússia, cuja a estratégia exige uma limitação nuclear e cuja teoria defende o uso de armas nucleares de baixo rendimento contra as forças convencionais russas para demonstrar que Trump leva o "negócio a sério" e pode ser louco o suficiente para lançar um ataque nuclear total - fazendo com que a Rússia "pisque" e, arrisquem a guerra termonuclear global ou continuam as hostilidades convencionais.

"Você precisa escalar um conflito apenas o suficiente para acabar com isso" 


O relatório conclui que, ao contrário dos Estados Unidos ou da União Européia, a Federação está totalmente preparada com abrigos de bombas nucleares para proteger todos os cidadãos da Federação cuja a doutrina de guerra nuclear, uma vez que a Pátria é atacada, apela para uma ação imediata de desagregação, mas que é na verdade, um devastadora resposta nuclear contra os agressores.


Fonte: WhatDoesItMean.Com / Um Novo Despertar

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21 de nov. de 2016

Avião feito para a Terceira Guerra Mundial, é avistado sobrevoando os EUA e causa apreensão

21 de novembro de 2016 - 08:41:12


Uma aeronave (até então desconhecida pela população) foi vista por milhares de pessoas sobrevoando os céus de Denver, capital do estado do Colorado, EUA.


Identificado como Mercúrio E-6B, o modelo é um centro de comando aéreo desenvolvido para ser usado especificamente em casos de guerra nuclear.

A aeronave foi avistada na última quarta-feira (16). Até mesmo oficiais militares não conseguiram identificar a origem e o destino do avião, o que causou apreensão e pânico entre alguns espectadores.

Segundo o site da Marinha Americana, o E-6B é um avião de alta tecnologia equipado com um sistema de controle de lançamento de mísseis balísticos intercontinentais (ICBM – Intercontinental Ballistic Missile).

Ele possui um alcance extremamente elevado (maior que 5 500 km ou 3 500 milhas), normalmente desenvolvido para carregar armas nucleares. O E-6B seria acionado somente caso os EUA estivessem participando de uma guerra mundial.

O vôo secreto, identificado pelo código IRON99 , sobrevoava o Pacífico, relatou o jornal o Daily Star. Após circular por mais de uma hora, ele finalmente pousou na base aérea Tinker Airforce, em Oklahoma.



Funcionários de alto escalão da base Buckley Air Force (do Colorado) também estranharam o fato e disseram que a aeronave E-6B nunca esteve nos radares de suas torres de controle de tráfego. O controle de tráfego aéreo do Aeroporto Internacional de Denver também confirmou que nenhum avião entrou em contato com a torre para especificar o plano de voo.

Um funcionário federal do governo (que não estava autorizado a falar sobre o assunto) relatou ao Daily Star que o avião estava envolvido em uma missão de treinamento organizada pelo Departamento de Defesa. A missão teria envolvido várias agências que não estão autorizadas a comentar sobre o assunto, informou a fonte:

“Tais missões especiais de defesa são secretas e nunca são informadas ao público” disse.

Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (NORAD) foi contactado e a resposta foi:

” Não conseguimos localizar o misterioso vôo ou até mesmo confirmá-lo”

O governo norte-americano não fez nenhum pronunciamento a respeito do voo.

Fonte: Brasil Soberano e Livre

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26 de out. de 2016

Terceira Guerra À Vista: Inglaterra envia tanques, aviões e 800 soldados para fronteira da Rússia.

26 de outubro de 2016 - 19:38:32 

Reino Unido envia tropas para a Lituânia, União Europeia libera recursos para compra de sistemas de mísseis antiaéreos enquanto a OTAN entra em estado de guerra com a Rússia.

Essa é a maior mobilização de tropas britânicas na fronteira com a Rússia desde a Guerra Fria em meio a temores que a Rússia está pronta para atacar.

Cresce o medo de que o presidente Vladimir Putin poderia estar tramando invadir os Estados bálticos que romperam com a Rússia quando a União Soviética entrou em colapso no início de 1990.

A movimentação vem depois de oito navios de guerra russos liderados pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, desceu Mar do Norte e atravessou o Estreito de Dover em seu caminho para uma missão ao largo da costa da Síria.

Depois da Rússia ter anexado a Crimeia da Ucrânia em 2014, Estônia, Letônia, Lituânia e Polônia têm vindo a impulsionar as suas forças armadas e pedindo para a OTAN reforçar a sua presença e combater uma possível invasão da Rússia.

O secretário de Defesa do Reino Unido, Michael Fallon confirmou hoje (26) na sede da OTAN em Bruxelas, que a Grã-Bretanha irá enviar tanques, aviões e 800 soldados para a Estónia.

Tropas britânicas estão se dirigindo para a fronteira com a Rússia. Foto: AP - Associate Press
Sr. Fallon disse: 
"Eu estou confirmando detalhes hoje da nossa implantação como parte da presença em frente na Estônia no próximo ano, um batalhão britânico de tamanho completo com blindados leves, tanques do tipo Challenger 2 e veículos de combate de empresas franceses e dinamarquesas como apoio. Essa implantação vai começar na próxima primavera. (Maio).
"Esta é a Grã-Bretanha intensificando sua presença na OTAN, reforçando a garantia de que somos capazes de oferecer. ”
"Apesar de estarmos deixando a União Europeia, vamos fazer mais para ajudar a proteger os flancos leste e sul da OTAN."
Ele também confirmou que aviões RAF Typhoons seriam destacados para a região do Mar Negro como parte do policiamento aéreo no sul próximo a Romênia.
"Espero que este irá fornecer garantias para toda aquela região, certamente na Romênia, Bulgária, Mar Negro em geral e incluindo a Turquia", acrescentou.
Outros poderosos membros da OTAN também irão enviar tropas para os Estados Bálticos e para a Europa Oriental.

Cada nação irá implantar grupos de batalha para combater a agressão da Rússia. Foto: Universal News
Canadá vai enviar um grupo de batalha para a Letônia e a Alemanha irá implantar soldados para a Lituânia.

Enquanto isso, os EUA vão enviar soldados para a Polônia onde tem estacionado um escudo anti-míssil na qual Putin acredita ser um plano para abater suas armas nucleares e tornar a Rússia impotente.


Neste ano, ele ameaçou destruir o escudo, composta de mísseis antiaéreos, uma vez que estiver totalmente operacional.

Três semanas atrás, a Rússia implantou mísseis Iskander-M com capacidade nuclear para o enclave de Kaliningrado na fronteira com a Polônia e a Lituânia que concordaram em comprar 120 mísseis terra-ar de sua vizinha Noruega ao custo de 100 milhões de Euros.

Além da compra da míssil o pacote também inclui os sistemas anti-tanques Javelin mid-range. A Lituânia também está convocando homens para as forças armadas.

Já a Alemanha está considerando reintroduzir o serviço militar obrigatório em meio ao aumento da possibilidade de uma nova guerra mundial.

Ontem, surgiu a possibilidade de mais de 300 fuzileiros navais norte-americanos ser juntar o exército norueguês em suas fronteiras com a Rússia.

O ministro da Defesa norueguês Ine Eriksen soreide disse: 
"Esta iniciativa dos Estados Unidos é bem-vinda e também se encaixa bem dentro do processo em curso da OTAN para aumentar os exercícios e treinamentos da Aliança.
"A defesa da Noruega é dependente dos reforços de aliados, e é crucial para a segurança da Noruega que os nossos aliados vêm aqui para adquirir conhecimento de como operar na Noruega e com as forças norueguesas."
As movimentações da OTAN coincidem com o pronunciamento do Secretário Geral da Aliança Jens Stoltenberg que disse:
“A OTAN pode e vai implantar milhares de forças contra a Rússia se for preciso”
Leia a Materia aqui: OTAN da um ultimato a Rússia "Nós podemos e vamos responder com milhares de soldados"

Para alguns, esse é mais um claro sinal da inevitável guerra entre a OTAN e a Rússia.

Fonte: The Sun

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19 de out. de 2016

WW3: As Poderosas Bombas de Pulso Eletromagnéticas (PEM / EMP)

19 de outubro de 2016 - 14:38:14

Após a controversa Ordem Executiva do Presidente Americano Barack Obama que foi comentada na matéria Apenas uma terceira guerra mundial ou algo ainda maior? Onde ao que tudo parece, os EUA está se preparando para uma Guerras Eletromagnética, o Conflitos e Guerra decidiu mostrar o poder da Bomba EMP / PEM que pode levar a humanidade de volta a Era Medieval.


BOMBA PEM / EMP




Sem barulho, sem fumaça, sem cheiro. A bomba é invisível: não levanta poeira, não abre nenhuma cratera. Sem mortes, sem macas tampouco… Entretanto, esta arma, improvável, existe. Seu nome: e-bomb, a bomba eletromagnética.

O efeito dos impulsos microondas sobre os sistemas eletrônicos foi descoberto um pouco por acaso, quando os exércitos constataram que, próximos de seus radares mais poderosos, os aparelhos eletrônicos entravam em pane. O campo eletromagnético criado depois de uma explosão atômica em alta atmosfera tinha as mesmas conseqüências.

Faltava estudar diversas soluções tecnológicas para a criação de uma gama variada de bombas a serem integradas em obuses, mísseis, aviões, caminhões, satélites, valises etc.
Seus alvos? Os cabos e as redes de eletricidade, servidores, comunicações eletrônicas, computadores, e o coração dos bunkers – estes, difíceis de serem atingidos por outros meios.

Conseqüências diretas? A interrupção momentânea ou definitiva das comunicações, das trocas de dados, dos sistemas de comando, dos aparelhos de detecção, de medida e de controle. 

Sua utilização visaria, no quadro de uma ofensiva aérea ou terrestre, a isolar o inimigo, a colocá-lo na incapacidade de controlar seus meios e suas forças ou de se informar sobre a situação da batalha em curso.

“IMPACTO NULO” SOBRE SERES VIVOS

As bombas eletromagnéticas pertencem à categoria das chamadas armas de energia direta – mais exatamente, à família das “microondas de forte potência” (MPF ou, em inglês, HPM, high power microwaves weapon). Não pertencem mais ao domínio da ficção científica.

“Tais armas se inserem na evolução lógica das tecnologias de ataque e defesa”, comenta François Debout, subdiretor das estratégias técnicas da Diretoria Geral para Armamentos (STTC-DGA) francesa. 
Neste caso específico, trata-se de aparelhos de diferentes tamanhos (da valise a caminhãões), compostos de uma fonte de alimentação, de um gerador de impulso, de um tubo hiperfrequência e de uma antena capazes de produzir impulsos eletromagnéticos muito breves e muito poderosos, com freqüência, alcance e direcionamento variáveis.

Seu impacto direto sobre os seres humanos é considerado nulo na falta de prova em contrário.

“Devido à brevidade dos impulsos microondas”, não se produz agitação das moléculas de água suscetível de gerar uma elevação da temperatura corporal.” explica Debout,

Em outros termos, essas microondas, teoricamente, não têm tempo de “cozinhar” os seres vivos que encontram-se em seu raio de ação – salvo em casos de alguma falha que provoque uma exposição prolongada. 

Em contrapartida, todos os equipamentos elétricos e eletrônicos são vulneráveis a esses impulsos. Tanto mais que a miniaturização dos componentes aumenta sua sensibilidade ao meio eletromagnético.

CRESCE “CLUBE DA BOMBA ELETRÔNICA”

Muito provavelmente, os Estados Unidos possuem armas MPF montadas em mísseis e prevem a instalação de outras em aviões com ou sem pilotos. Em compensação, estão nitidamente menos avançados nos programas de defesa contra esse tipo de aparelhos.

A França, por sua vez, realiza pesquisas sobre diferentes aspectos com a ajuda de laboratórios universitários (Limoges, Lille) e de escolas de Engenharia (Supélec e Polytechnique, no planalto de Saclay), “mas nenhum programa de desenvolvimento foi decidido”, afirma Debout, em nome da DGA. 

Como incluir armas MPF em equipamentos diversos? Como garantir a adequação alvo/meios, como evitar criar danos fratricidas ou colocar essa tecnologia em mãos inimigas na seqüência, por exemplo, da perda de um míssil equipado? Estas são algumas das questões que se colocam.

Além dos Estados Unidos, que parecem ter resolvido parcialmente ou esvaziado esses problemas, os mais avançados seriam – desde que se dê crédito aos relatórios do Departamento de Defesa norte-americano – os britânicos, os chineses, os alemães e principalmente os russos.

“UMA ARMA DE PRODUZIR ACIDENTES”

Em 1998, segundo o jornal sueco Svenska Dagbladet, a Austrália e a Suécia haviam comprado da Rússia, para a realização de testes, uma pequena arma MPF por uns 150 mil dólares. E, desde outubro de 2001, a empresa russa Rosoboronexport oferece equipamentos que entram nessa categoria – entre eles, o Ranets-e, um sistema móvel de defesa que age num raio de 10 quilômetros com impulsos de 10 a 20 nanossegundos e uma potência de 500 megawatts.

Em agosto de 2002, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, deu a entender que tais armas – consideradas em seu país como “não-letais” 5 – poderiam igualmente fazer parte do arsenal norte-americano em caso de guerra contra o Iraque: “You never know...” (“Sabe-se lá…”), contentou-se em responder. 

Para Debout, com ou sem e-bomb, a “guerra limpa” continua sendo um conceito insano: 

“De qualquer forma, eu me recuso a chamar essa arma de não-letal. Imaginem um avião ou trem de alta velocidade sendo atingido por um sistema desses…”

COMO FUNCIONAM AS BOMBAS ELETROMAGNÉTICAS? (E-BOMBS)


Qualquer um que já tenha enfrentado um apagão, sabe que a experiência é extremamente desagradável. Depois da primeira hora sem energia, você passa a reconhecer o valor de todos os aparelhos elétricos que usa no seu dia-a-dia.

Mas isso não é nada comparado ao cenário geral. Se o apagão atingir uma cidade ou nação inteira e não houver recursos de emergência suficientes, as pessoas podem morrer expostas ao tempo, as empresas sofrerão perda de produtividade e toneladas de alimentos poderão se estragar. 

Em maior escala, a falta de energia poderia interromper as redes de computadores que mantêm o governo e corporações em funcionamento. 

Somos totalmente dependentes de energia; quando ela acaba, as coisas ficam complicadas rapidamente.

Baseando-se nessa dependência, os EUA decidiram investir pesado em um programa de defesa do seu sistema Elétrico conforme e dito na Seção 5 da Ordem Executiva Norte Americana.
Sec. 5. Implementation. (a) Within 120 days of the date of this order, the Secretary of Energy, in consultation with the Secretary of Homeland Security, shall develop a plan to test and evaluate available devices that mitigate the effects of geomagnetic disturbances on the electrical power grid through the development of a pilot program that deploys such devices, in situ, in the electrical power grid. After the development of the plan, the Secretary shall implement the plan in collaboration with industry. In taking action pursuant to this subsection, the Secretaries of Energy and Homeland Security shall consult with the Chairman of the Federal Energy Regulatory Commission.
Tradução:
Sec. 5. Implementação. no prazo de 120 dias a contar da data desta ordem, o secretário de Energia, em consulta com o secretário de Segurança Interna, deve desenvolver um plano para testar e avaliar os dispositivos disponíveis que mitiguem os efeitos das perturbações geomagnéticas na rede de energia elétrica através o desenvolvimento de um programa piloto que implanta tais dispositivos, in situ, na rede de energia eléctrica. Após o desenvolvimento do plano, o secretário deve implementar o plano, em colaboração com a indústria. Na tomada de medidas nos termos da presente subsecção, os secretários de Energia e Segurança Interna deve consultar o presidente do Federal Energy Regulatory Commission.

Uma bomba eletromagnética ou e-bomb, é uma arma projetada justamente para tirar vantagem dessa dependência. 

Esse tipo de bomba na verdade iria destruir a maior parte das máquinas que funcionam à eletricidade, ao invés de simplesmente cortar a energia de uma região. 

Geradores se tornariam inúteis, carros deixariam de dar partida, trens deixariam de funcionar e não haveria a menor possibilidade de se fazer uma ligação telefônica. Em questão de segundos uma bomba eletromagnética com potência suficiente poderia jogar toda uma cidade 200 anos de volta no passado ou deixar uma unidade militar totalmente inoperante.

No vídeo a baixo, podemos ver a demostração da ação do Pulso-Eletromagnético em sistema eletrônicos, no caso, o rapaz do vídeo utiliza calculadoras.



Há décadas as Forças Armadas dos EUA, União Europeia, Rússia e China investem na ideia de uma bomba eletromagnética e muitos acreditam que agora eles possuem esta arma no seu arsenal. 

Por outro lado, grupos terroristas podem estar construindo bombas eletromagnéticas com tecnologia menos avançada, movidos pela intenção de causar sérios estragos aos Estados Unidos e outros.

A ideia básica

A ideia básica de uma bomba eletromagnética ou de uma arma de pulso eletromagnético (PEM) é bastante simples. Esse tipo de arma é projetada para aniquilar circuitos elétricos com um intenso campo eletromagnético.

No vídeo abaixo, podemos ver a construção em baixa escala, do que seria uma bomba PEM / EMP


Se você já andou lendo como funciona o rádio ou como funcionam os eletroímãs, então você sabe que um campo eletromagnético mesmo não tem nada de especial. 

Os sinais de rádio que transportam AM, FM, a televisão e as chamadas de telefones celulares, todos são energia eletromagnética, assim como a luz comum, o microondas e os raios X.


Uma transmissão de rádio de baixa intensidade induz uma corrente elétrica suficiente apenas para transportar um sinal até um receptor. No entanto, se a intensidade do sinal (o campo magnético) aumentasse consideravelmente, isso induziria uma corrente elétrica muito maior. Uma corrente grande o bastante seria capaz de fritar os componentes semicondutores de um rádio, desintegrando-os completamente.

Fica claro que comprar um rádio ou aparelhos elétricos novos seria a menor de suas preocupações. A intensa oscilação do campo magnético poderia induzir uma enorme corrente em praticamente qualquer outro objeto condutor de eletricidade, por exemplo, em cabos telefônicos, de eletricidade e até em canos de metal. 

Essas antenas involuntárias transmitiriam o pico de corrente a qualquer outro componente elétrico que estivesse no fim do trajeto, digamos, para uma rede de computadores conectada aos cabos telefônicos. 

Um surto de corrente grande o bastante poderia queimar dispositivos semicondutores, derreter a fiação, fritar baterias e até explodir transformadores.

Há várias maneiras possíveis de se criar um campo magnético dessa intensidade.

No vídeo abaixo, veremos um demostração da ação do PEM / EMP em celulares


Agora imagina esse efeito em escalas gigantescas implantada em uma bomba lançada contra uma cidade?

A ameaça do PEM nuclear

As bombas eletromagnéticas começaram a estourar nas manchetes há pouco tempo, mas o conceito de armamento baseado em PEM já existe há muito tempo.

A idéia remonta às pesquisas com armas nucleares na década de 50. Em 1958, testes norte-americanos com bombas de hidrogênio produziram alguns resultados surpreendentes. 

Uma explosão de teste sobre o Oceano Pacífico acabou estourando lâmpadas de postes no Havaí, a centenas de quilômetros de distância do local da detonação. A explosão chegou a interferir em equipamentos de rádio em pontos tão remotos quanto a Austrália.

Os pesquisadores concluíram que a perturbação elétrica deveu-se ao efeito Compton, cuja teoria fora desenvolvida pelo físico Artur Compton, em 1925. Segundo Compton, fótons carregados de energia eletromagnética poderiam golpear elétrons e expulsá-los de átomos com números atômicos baixos. 

Os pesquisadores concluíram que, no teste de 1958, os fótons de intensa radiação gama produzida pela explosão arrancaram uma grande quantidade de elétrons dos átomos de oxigênio e nitrogênio existentes na atmosfera. 

Este fluxo de elétrons interagiu com o campo magnético da Terra, criando uma corrente elétrica alternada, que por sua vez induziu um potente campo magnético. Finalmente, o pulso eletromagnético resultante induziu intensas correntes elétricas em materiais condutores espalhados por uma extensa área.

Durante a Guerra Fria, o Serviço Secreto dos EUA temia que a União Soviética lançasse um míssil nuclear e o detonasse a cerca de 50 km de altitude sob Estados Unidos, com o objetivo de alcançar o mesmo efeito em maior escala. O temor era de que o surto eletromagnético resultante neutralizasse equipamentos elétricos por todo os Estados Unidos.

Este tipo de ataque ainda é uma possibilidade muito real, mas já deixou de ser a maior preocupação americana. 

Hoje o serviço secreto dos EUA presta muito mais atenção nos dispositivos PEM não nucleares, como as bombas eletromagnéticas. 

Essas armas não são capazes de afetar uma área tão extensa, pois não detonariam fótons a uma altura tão elevada sobre a Terra, mas poderiam ser usadas para causar apagões em um nível mais regional.

Armas PEM não-nucleares


Possivelmente os Estados Unidos tenham armas PEM no seu arsenal, embora não se saiba de que tipo elas são. 

Boa parte das pesquisas sobre PEM nos EUA vêm sendo feitas no campo da microondas de alta potência (MAP). Há muita especulação entre os jornalistas sobre se elas existem de verdade e se tais armas poderiam ter sido usadas em guerra do Iraque.

É bastante provável que as bombas eletromagnéticas de MAP dos EUA não sejam bombas propriamente ditas. Provavelmente elas se pareçam mais com fornos microondas superpotentes, capazes de gerar feixes concentrados de energia de microondas. 

Uma possível aplicação consistiria num dispositivo MAP instalado em um míssil de cruzeiro, o qual teria, assim, poder para danificar alvos terrestres do alto.

Essa é uma tecnologia cara e avançada, portanto, fora do alcance de forças terroristas que não dispõem de uma quantidade considerável de recursos. 

Mas este não é o fim da história das bombas eletromagnéticas. Utilizando suprimentos baratos e conhecimentos rudimentares de engenharia, organizações terroristas poderiam facilmente construir um perigoso dispositivo de bomba eletromagnética.

No final de setembro de 2001, a revista Popular Mechanics publicou um artigo descrevendo esta possibilidade. 

O artigo tratava especificamente das bombas de gerador de compressão de fluxo (FCGs), as quais datam da década de 50. A concepção deste tipo de bomba eletromagnética, ilustrada abaixo, é razoavelmente simples e potencialmente barata.

O desenho conceitual dessa bomba provém de relatório escrito por Carlo Kopp, um analista militar e, já faz algum tempo que está amplamente disponível ao público, mas ninguém seria capaz de construir uma bomba eletromagnética valendo-se apenas desta descrição.

Efeitos da bomba eletromagnética



Uma ofensiva com uma dessas bombas deixaria prédios em pé e pouparia vidas, mas ainda poderia destruir um exército de bom tamanho.

No vídeo abaixo, podemos ver um caça russo neutralizando um navio dos EUA com um sistema de PEM


Há uma variedade de situações de ataque possíveis. Pulsos eletromagnéticos de baixa intensidade poderiam causar interferências temporárias em sistemas eletrônicos, pulsos mais intensos poderiam corromper importantes dados digitais e ondas de grande potência iriam fritar equipamentos elétricos e eletrônicos completamente.

Na guerra moderna, as várias modalidades de ataque poderiam completar uma série de importantes missões de combate. 

Por exemplo, uma bomba eletromagnética poderia efetivamente neutralizar:

  • Sistemas de veículos e transportes;
  • Sistemas, em terra, de mísseis e bombas;
  • Sistemas de comunicação;
  • Sistemas de navegação;
  • Sistemas de rastreamento de curto e longo alcances.
As armas PEM seriam particularmente úteis numa invasão, visto que os pulsos poderiam efetivamente neutralizar os abrigos subterrâneos. A maior parte dos abrigos subterrâneos são difíceis de atingir com bombas e mísseis convencionais. 

Uma explosão nuclear poderia efetivamente arrasar muitos destes abrigos, contudo o número de vítimas nas áreas vizinhas seria devastador. Um pulso eletromagnético poderia atravessar o solo e atingir o abrigo desligando luzes, sistemas de ventilação e de comunicações, até mesmo as portas elétricas. O abrigo ficaria completamente inabitável.

Por outro lado, os EUA também são altamente vulneráveis a ataques com armas PEM. Um ataque em larga escala com arma PEM em qualquer país poderia comprometer a capacidade de organização de suas forças armadas. 

As tropas em terra poderiam perfeitamente operar armamento não elétrico (como metralhadoras), mas não teriam como utilizar equipamentos para planejar um ataque ou localizar o inimigo. Um ataque com uma arma PEM poderia efetivamente rebaixar qualquer unidade militar ao nível de um exército guerrilheiro.

Embora sejam geralmente consideradas não-letais, as armas PEM poderiam facilmente matar pessoas se fossem direcionadas contra alvos específicos. 

Nesse vídeo, o autor da uma explicação militar sobre as bombas PEM



Se um PEM desligasse a eletricidade de um hospital, por exemplo, qualquer paciente ligado a aparelhos de suporte vital morreria imediatamente. Uma arma PEM poderia ainda neutralizar veículos e trens, inclusive aeronaves em pleno voo, causando acidentes catastróficos.

Em última análise, o efeito de maior alcance de uma bomba eletromagnética poderia ser psicológico. Um ataque maciço com armas PEM desferido contra um país faria com que a vida moderna sofresse uma parada brusca, imediata. 

Haveria muitos sobreviventes, mas eles teriam que viver num mundo totalmente desolado, diferente do mundo em que vivemos.

De fato tudo indica que os EUA estão se preparando para a inevitável Terceira Guerra Mundial que segundo alguns analistas, poderia ocorrer ainda esse ano ou na metade de 2017. Apesar de mascara o seu plano de elevar suas defesas contra um ataque de PEM, não se é visto um plano de defesa americana de larga escala, desde o fim da Guerra Fria.

Por Conflitos e Guerra

Fonte: Agenda Global 21

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14 de out. de 2016

Apenas uma Terceira Guerra Mundial, ou algo ainda maior?

14 de outubro de 2016 - 16:55:12 

Muito está se falando na Terceira Guerra Mundial, como num acordo em condicionar a humanidade para tal evento. Seria isso a intenção de nos preparar para tal guerra, ou algo ainda pior está por vir?

Tudo bem que na época da antiga Guerra Fria, o mundo esteve a beira por varias de uma guerra nuclear, mas o cenário hoje é mais preocupante devido ao grande equilíbrio de poder por parte dos possíveis países envolvidos.

Nos últimos dias, o numero de menções ao inicio da Terceira Guerra Mundial cresceu absurdamente, e não é só os veículos de comunicações especializados em guerras que estão noticiando esse grande evento, mas também as mídias tradicionais que ao longo dos últimos meses, elevaram o alarme de um conflito armado em grandes proporções.

Há alguns dias atras, publicamos uma manchete da Daily Star onde o tabloide britânico afirmou que o presidente Russo, Vladimir Putin convocou os familiares dos seus funcionários a retornarem para Russia.

O motivo era bem claro, a preocupação com o inicio da Terceira Guerra Mundial que para ele, está bem próximo de ocorrer.


Apesar do tabloide ter sido contestado pela agencia de noticia russa RT, ondo foi acusada de publicar uma manchete fundada em um relato não confirmado, a repercussão foi enorme no mundo todo, levando a preocupação de tempos sombrios para a humanidade.

O motivo para esses ânimos exaltados, é a divergência de opiniões entre entre Russia e o Ocidente sobre o conflito na Síria, onde o clima esquentou ainda mais depois que ambos os países cancelaram as negociações sobre o assunto.

Embora isso tenha acontecido, russos e americanos irão tentar mais uma vez chegar a um acordo diplomática nesse sábado na cidade de Lausanne na Suíça e por fim a essa guerra que já dura mais de 4 anos.

Lideres se Pronunciam

Enquanto a paz não chega a Síria, lideres e chefes militares acirram seus comentário sobre a possível grande guerra.

Em um pronunciamento realizado no dia 04 de outubro, o comandante máximo do exército dos Estados Unidos, General Mark Milley alertou que "Os Estados Unidos estão prontos para destruir nossos inimigos" pronunciamento esse que para muitos, não passa de uma declaração indireta de guerra.


Outro que deixou claro que a guera mundial é inevitável, foi o presidente russo Vladimir Putin, onde há 5 meses atras, advertiu aos seus líderes militares sobre os fatos a respeito da eleição presidencial norte-americana, afirmando-lhes, ” Se for a Hillary Clinton, será guerra “.

Essa ideia foi reforçada pelo parlamentar russo Vladimir Zhirinovsky, homem esse considerado um forte aliado de Putin.

em entrevista a Reuters, Zhirinovsky disse:
"Se escolherem a Hillary, é guerra. Vai ser um filme curto. Haverá Hiroshimas e Nagasakis em todos os lugares"
Os comentários de Zhirinovsky veio logo após a candidata a presidência dos EUA, Hillary Clinton acusar Putin de tentar manipular e influenciar o resultado das eleições americanas.

Veja ao vídeo onde Zhirinovsky deixa claro a sua posição perante as eleições dos EUA


Segundo o governo Norte Americano, a Rússia hackeou e-mail particulares de Hillary e invadiu vários sites eleitorais da candidata.

Para por ainda mais fogo na lenha, ou melhor dizendo, bala na agulha, o presidente da Síria, Bashar Assad disse em entrevista ao jornal russo Komsomolskaia Pravda, que a Terceira Guerra Mundial está pairando no ar.

“Quanto à Terceira Guerra Mundial, esse termo tem sido usado com frequência após a recente escalação da situação na Síria. Hoje observamos uma situação que se assemelha à Guerra Fria em estado de desenvolvimento. Isso é algo que surgiu ha muito pouco tempo, porque eu penso que o Ocidente e, especialmente, os EUA não interromperam a Guerra Fria mesmo após a desintegração da URSS”
O clima de terceira guerra na Rússia é bastante visível. Para as TVs russas e outro meios de comunicações locais, a grande guerra já começou.

O apresentador do programa Estrela do Domingo que é exibido na principal emissora pública do país, anunciou que baterias antiaéreas da Rússia estacionadas na Síria, irão "derrubar" aviões americanos caso esses ataquem qualquer alvo na Síria.

Lembrando que a Russia enviou seus sistemas de defesa S-300 para a Síria na intenção de garantir proteção aos seus navios e bases aéreas na região.

Já o canal de notícias Rossia 24, exibiu uma reportagem sobre o que seria, possíveis construções antinucleares em Moscou, que serviriam como abrigo em caso de uma guerra contra a OTAN.

Em São Petersburgo, o canal digital Fontanka, informou que o governador pretende racionar o pão, uma forma de garantir suprimento em caso de guerra.

Nas estações de radio, fala-se muito dos exercícios de "Defesa Civil", onde o Ministério de Emergência pretende simular evacuações de edifícios e encenar situações de grandes incêndios. 

De acordo com fontes locais, essa simulação envolveria cerca de 40 milhões de russos, situação essa que retrata bem a preocupação do envolvimento do pais em uma grande guerra.

O Vice Primeiro Ministro da Turquia, Numan Kurtulmus, também mostrou a sua preocupação ao dizer

"O conflito sírio tornou-se "uma guerra por procuração" entre as duas superpotências da Guerra Fria, Rússia e Estados Unidos. Se esta guerra continua sendo subsidiada por ambos os lados, Russos e Americanos partirão para a guerra direta. O mundo está na beira de uma grande guerra regional ou global."

China

Em relação a China, o clima está cada dia mais tenso com os EUA e para piorar, a Coreia do Sul entrou no cenário ameaçando afundar navios chineses caso esses ofereçam perigo.

Da mesma forma que a Coreia do Sul, temos o Japão, que já aprovou mudanças em sua constituição para possibilitar lutas armadas fora do seu pais.

Há alguns dias, o Conflitos e Guerras publicou uma matéria onde os EUA pretende transformar o Japão em um pais com capacidade de usar ataques nucleares, ou seja, inserir o Japão na lista dos países com poder de ataque atômico para poder enfrentar por igual a China.

Leia a matéria aqui: Pentágono estuda uma Guerra Nuclear entre Japão e China.

Agora fugindo um pouco do clima de terceira guerra, vamos para Washington - EUA, onde o presidente Barack Obama emitiu uma ordem executiva solicitando uma coordenação de esforços entre todos os setores do país na intenção de preparar a Nação para eventos "De Climas Espaciais"

A ordem foi emitida na terça-feira (13) e visa o desenvolvimento de pesquisas e planos de contenção de emergência em resposta ao clima espacial.

Em teoria, esses esforços seriam para conter possíveis danos oriundos das explosões solares.


Vamos enumerar e fazer breves comentários sobre os pacotes de medias dessa ordem executiva, na qual devem ser viabilizadas no período de 90 a 180 dias, ou seja, devem estar ativas em até 6 meses.

Já de cara, podemos afirmar que esse tempo é o mesmo tempo usado para implementar planos de ações para eventuais guerras de grandes proporções.

Vale lembrar que os comentários serão de caráter próprio, ou seja, do Blog Conflitos e Guerras.

  • Ponto 1: Estudos para o desenvolvimento de um plano de contenção de danos a reatores nucleares.
Comentário: Esse ponto, em uma situação de guerra, prevê assegurar a proteção dos reatores nucleares Norte Americano de possíveis ataques inimigo. Sabemos que muitos setores nos EUA são mantidos por energia nuclear.

  • Ponto 2: Desenvolvimento de defesa para conter perturbações geomagnéticas, eventos que incidem ​​sobre os sistemas de infra-estruturas críticas e tecnológicas, tais como o Sistema de Posicionamento Global (GPS), operações de satélite e comunicação, aviação e redes de energia elétrica. No caso da energia elétrica, a preocupação se da pelo fato de que uma pertubação magnética, poderia danificar o sistema elétrico do pais, gerando um efeito cascata na qual impossibilitaria o funcionamento do abastecimento de água, sistema de transporte e problema nos atendimentos médicos.
Comentário: Nesse ponto, acreditamos ser referente ao ataque de Bombas de Pulso Eletromagnéticas, mais conhecida comba Bombas EMP que podem danificar estruturas elétricas e eletrônicas sem provocar mortes diretamente.

  • Ponto 3: Criação de um plano nacional para alertar sobre possíveis eventos meteorológicos afim de antecipar esforços e conter malefícios que possam prejudicar a infra-estrutura do país.
Comentário: Com o avanço da geociência, já é possível criar mecanismos de controle climáticos e nesse ponto. acreditamos ser referente ao novo tipo de guerra, a guerra Geo-Climática. Muito se fala na real utilidade do Projeto HAARP, que segundo as autoridade americanas, tem fins científicos.

  • Ponto 4: Coordenação entre o Escritório de Política Científica e de Tecnológica com o Assistente do Presidente para a Segurança Interna e Contra-Terrorismo junto do Diretor do Escritório de Administração e Orçamento para garantir uma ampla coordenação na investigação, desenvolvimento e implementação de um plano de ação caso ocorra problema meteorológicos no país.

Comentário: Esse ponto não é muito diferente do ponto anterior, a não ser pelo fato dos esforços serem mais centrados no controle civil caso os EUA não consigam se defender de algum problema causado por reações Geo-Climáticas.

  • Ponto 5: Em resumo, já que existe bastantes sub-pontos. Os secretários dos vários setores existentes no EUA, terão o dever de repassar informações referente as analises e efeitos do Clima Espacial, afim de manter as áreas civis, de segurança. comerciais e militares em constante alerta para possíveis complicação dos efeitos do Clima Espacial.

Comentário: Esse ponto é basicamente a união de esforços por parte de todas as secretarias norte americana para responder a eventos que possam colocar o pais em risco. O mais interessante nesse ponto, é a parte onde o Secretário de Defesa e outras secretarias, devem trabalhar em conjunto com a NASA, afim implementar um plano de investigação dos efeitos solares, mas na nossa opinião, essa cooperação se da no âmbito da guerra espacial.

Todos sabemos que a NASA é uma agencia de pesquisa tecnológica espaciais voltadas para a área de defesa militar espacial e o que mais vem se falando nesse clima de guerra, é a guerra espacial, onde os governos estão estudando formas de destruir os satélites inimigos alem de criar projetos de Armas no Espaço. 

O projeito mais famoso da NASA, é o "Guerra Nas Estrelas", que prevê um escudo anti-míssil orbitando a terra com capacidade de detectar e destruir possíveis misseis inimigos, mas especialistas dizem que esse sistema também pode ser usado para eventuais ataques.

Naves com tecnologias super avançadas, também estão no projeto e nesse caso, o destaque fica por contra da nave TR-3B


  • Ponto 6: Implementação no prazo de 120 dias, a contar pela data da ordem. uma consultoria entre o Secretário de Energia com o Secretário de Segurança para desenvolver um plano na qual irá testar e avaliar os dispositivos disponíveis que minimizem ou neutralizem os efeitos das perturbações geomagnéticas na rede de energia elétrica através do desenvolvimento de um programa piloto que implanta tais dispositivos, in situ, na rede de energia eléctrica.

Comentário: Esse ponto é a complementação do que já foi dito nos pontos anteriores, na qual prevê a defesa do sistema elétrico do pais, na intenção de evitar um colapso nos serviços essenciais do pais.

Todos sabemos que manter a distribuição do sistema elétrico no pais em meio a uma guerra, é o ponto chave para não interromper a produção de armas e tecnologias militares, alem de manter o serviço medico para salvar a vida da população e dos militares, assim como manter todo o sistema de comunicação ativa afim de não prejudicar a logística militar.

Em todas as guerras, o sistema elétrico é o ponto principal em uma estrategia de defesa.

  • Ponto 7: Da Participação de Interessados. As agências identificadas nesta ordem, devem procurar colaborações público-privadas e internacionais para melhorar as redes de observação, afim de realizar pesquisas, desenvolver modelos de previsão e abordagens para aumentar a resiliência da comunidade e preparação, e fornecer os serviços necessários para proteger a vida e a propriedade dos dicadões e promover a prosperidade econômica, como consistente com a lei.

Comentário: Nesse ponto, em uma situação de guerra, acreditamos que a intenção é melhorar a interação da iniciativa privada e da comunidade internacional para proteger a vida dos cidadãos americanos e manter o sistema econômico forte mesmo em período de guerra.

  • Ponto 8: Aqui iremos observar exclusivamente o sub-ponto (A) já que os demais sub-pontos são para reforçar os pontos anteriores. Preparação da nação referem-se às medidas tomadas para planejar, organizar, equipar, treinar elaborar exercício para construir e manter as capacidades necessárias para prevenir, proteger, mitigar os efeitos, responder e se recuperar de ameaças que representam o maior risco para a segurança da nação.

Comentário: Nesse ponto, demos importância para o sub-ponto (A) que tem como objetivo, prepara a nação para prevenir, proteger, amenizar, recuperar e responder a ameaças externas, já que a ameça citada é referente a segurança nacional.

Seria essa a elaboração de exercícios militares para proteger e responder a ataques vindo dos inimigos externos? Ou seria uma preparação para reagir de fato a uma catástrofe natural?

Lembrando que o EUA realizou no período 15 julho a 15 setembro de 2015 o seu maior exercício militar dentro do solo americano.


Muito se falou desse controverso exercício militar batizado de Jade Helm 15, exercício esse que só foi realizado antes, na guerra civil norte americana, travada entre 1861 e 1865.

Esse mega exercício militar, envolveu a assustadora agencia norte americana FEMA, que é caracterizada pelo seus numerosos caixões coletivos.

Na época, segundo o Pentágono, o exercício previa a contenção de revoltas de populações civis fora dos EUA, mas muito se especulou.



Houve relatos de que o treinamento militar, estava focado em dois pontos chaves.

Primeiro: Agir em uma guerra não convencional patrocinada por algum pais inimigo

Segundo: Agir diante a uma enorme catástrofe natural que ocorreria na região, muitos disseram que seria devido a erupção de um gigantesco vulcão adormecido que existe nos EUA e de uma possível colisão de um astronômico meteoro.

Mas de fato, ninguém sabe as reais intenções desse treinamento militar.

Poderia ele ser o tal exercício previsto na ordem executiva do Brack Obama? Que no caso já foi implementada?

A ordem executiva pode ser lida na integra no site da Casa Branca

O fato é que essa ordem executiva veio em um momento na qual o mundo está próximo a um conflito global.

Seria isso uma preparação de guerra mascarada pelo governo americano? Ou alguma coisa ainda pior que a Terceira Guerra Mundial está por vir?

Parece que o sistema midiático está forçando o panico nas pessoas refente a um conflito nuclear, uma coisa completamente fora do normal.

As respostas para nossas duvidas, só o tempo irá dizer.

Por Conflitos e Guerras

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