19 de mai. de 2016

Maduro ameaça proclamar estado de emergência máximo na Venezuela

19 de maio de 2016 - 13:49:59 

Maduro falou a apoiantes depois dos protestos, aludindo novamente a um clima de "golpe de Estado"


O Presidente da Venezuela respondeu aos protestos de quarta-feira que reclamaram a revogação do seu mandato ameaçando aumentar o nível do estado de emergência para o seu nível mais elevado, caso observe, como afirmou depois das manifestações, que o país se está a tornar “num palco de violência em busca de um golpe de Estado”.

“Não hesitarei em declará-lo se isso for necessário para lutar pela paz e segurança do país”, afirmou Nicolás Maduro na noite de quarta, depois de uma reunião com os seus partidários do Partido Socialista Unido (PSUV).

A oposição venezuelana organizou na quarta-feira protestos em várias cidades para pressionar a autoridade eleitoral a contar as 1,8 milhões de assinaturas recolhidas com vista a convocar um referendo que revogue o mandato de Maduro.

O Governo respondeu com um aparelho de segurança extremo em Caracas, que limitou a movimentação dos milhares de pessoas que tentavam chegar à Praça Venezuela, onde se encontra o Conselho Nacional de Eleições, foram encerradas 14 estações de metro, carreiras de autocarros e as ruas estavam pejadas de cordões policiais.

Os protestos na capital terminaram sem grandes episódios de violência. A polícia disparou gás lacrimogéneo contra os manifestantes, que queimaram pneus e tentaram agredir agentes dos cordões de segurança, o Governo diz que foram detidas 17 pessoas.

No Twitter, o líder oposicionista, Henrique Capriles, pediu por mais pressão sobre o Governo de Nicolás Maduro.

“Nós, os venezuelanos, vamos garantir que Maduro respeite a Constituição! O seu decreto foi rejeitado [pela Assembleia, controlada pela oposição], é nulo e ninguém o deve respeitar!”

Maduro convocou o estado de emergência económica na Venezuela em Janeiro e estendeu-o por mais 60 dias no sábado, argumentando que o fazia contra a “agressão externa” e para evitar um “golpe de Estado”.

Este é o segundo de três níveis de emergência. O terceiro e último que Maduro ameaça agora convocar — diz respeito a um “estado de comoção interior ou exterior” e “em caso de conflito interno ou externo”, segundo se lê na Constituição. Tem um prazo de 90 dias, que pode ser prolongado.

A Venezuela atravessa uma das piores crises econômicas da sua história recente. A inflação subiu para níveis astronômicos 720% em 2016, segundo o FMI, há carência de alimentos e material médico e uma crise energética que obrigou o Governo a reduzir a semana de trabalho para apenas dois dias.
Soma-se a isto uma crise institucional que põe o país em pé de confronto: o “oficialismo” de Maduro, que controla quase todo o aparelho de Estado, está em luta aberta contra a Assembleia, conquistada pela oposição nas eleições legislativas de Dezembro.
Maduro mobiliza brigadas
Nicolás Maduro pediu esta semana ao exército que se prepare para “qualquer cenário” e convocou exercícios militares para este sábado  Henrique Capriles, líder oposicionista, respondeu na terça-feira dizendo que o exército venezuelano deveria escolher entre “a Constituição ou Maduro”.
Também esta semana, o vice-presidente do PSUV para as matérias de Segurança e Defesa anunciou para Junho o recrutamento de seis elementos para o comando das chamadas Unidades de Batalha Bolíver-Chávez, que o partido quer usar agora para travar “a guerra economica”.
Estas brigadas são compostas por milicianos e membros do PSUV e são normalmente mobilizadas para executarem a chamada “acção eleitoral”. De acordo com as contas de Luis Reyes Reyes, há mais de 13 mil unidades deste tipo, “o que dá um total de 80 mil combatentes dispostos não só do ponto de vista da defesa do país, mas também para a segurança interna”. 

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14 de mai. de 2016

Putin adverte Comandantes Militares: "Se for Hillary Clinton, é guerra"

14 de maio de 2016 - 17:18:03

Um sombrio relatório do Ministério da Defesa ( MoD ) que circulou no Kremlin, afirma que durante a reunião do presidente Putin com os comandantes da Forças de Defesa Aeroespacial ( ADF ) onde ele ordenou-lhes para acelerar a implantação de pelo menos dois satélites do sistema de alerta precoce a ataques de mísseis.



Putin também advertiu os seus líderes militares sobre os fatos a respeito da eleição presidencial norte-americana, afirmando-lhes, " Se for a Hillary Clinton, será guerra ".    

De acordo com este relatório, a decisão do Presidente Putin de lançar o foguete Angara da base espacial de Plesetsk até o final de dezembro e implantar os dois satélites com sistemas de alerta rápido contra ataque de mísseis de nova geração, é uma resposta direta à ativação do sistema de misseis na Frente Ocidental na Romênia, na qual a Rússia adverte ser uma ameaça direta a sua soberania, levou alguns comentaristas on-line a avisar que a Roménia pode ser reduzida a " ruínas fumegantes ".

Com o presidente Putin já ter encomendado um acúmulo militar na Frente Ocidental em janeiro, para combater a agressão da NATO contra a Federação, o relatório continua dizendo que os especialistas do Kremlin estão alertando que há " ilusões " sobre a Rússia ser o alvo pretendido destes sistemas de mísseis, especialmente quando visto à luz das declarações feitas recentemente pelo novo comandante da OTAN na Europa, o general do Exército norte-americano Curtis Scaparrotti, que mentiu para a imprensa dizendo que a Rússia é uma ameaça . 

Como tanto o regime de Obama e da NATO continuam a despejar tropas para Europa Oriental e realizar manobras militares abertamente hostis na fronteira com a Russia, este relatório afirma que o Presidente Putin também foi forçado pedir para o Ministério da Defesa formar três novas divisões na intenção de combater a essa ameaça.

As três divisões militares russas igualar tem cerca de 40.000 tropas.

Putin receoso de que a guerra será o resultado caso Hillary Clinton seja eleita presidente dos Estados Unidos, este relatório explica, que ela é uma aderente à guerra economia permanente dos Estados Unidos instituída nos anos finais a Segunda Guerra Mundial, com o intuito de sustentar seu poder econômico global, mas desde a sua instituição, em 1944, levou à morte de milhões de pessoas inocentes no mundo todo além de levar várias nações de esquerda a ruína e miséria.

Já o candidato contrário a Hillary Clinton, este relatório continua dizendo que o magnata bilionário americano Donald Trump, sobre quem na semana passada o Conselho de Segurança relatou que em seu " plano mestre " Trump pretende libertar a América de seus ciclos de guerras, informação que deixou os líderes europeus atordoados.

Quanto ao quão difícil será para Trump derrotar Hillary Clinton, este relatório conclui, não se saber ainda totalmente, mas se tornou ainda mais difícil ontem, depois que o governo do Barack Obama emitiu uma chocante ordem para todas as escolas nos Estados Unidos a começar, fazer meninos e meninas usarem o esmo banheiro e começarem a tomar banho juntos, mesmo que seus pais sejam contrário, ou se sua religião proíbe. 

Um dispositivo bruto, na qual os especialistas da MoD disseram ser um proposito para desviar as atenções do povo americano dos crimes " desconhecidas de Hillary Clinton".

Fonte: What Does Itmean

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Maduro retira embaixador da Venezuela no Brasil.

14 de maio de 2016 - 16:20:49

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro retirou o embaixador venezuelano Alberto Castellar do Brasil, depois do afastamento de Dilma.



O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu nesta sexta-feira (13) ao embaixador do país no Brasil, Alberto Castellar, para retornar a Caracas, depois do afastamento de Dilma Rousseff da presidência brasileira em um processo que o chefe do governo venezuelano classificou como um "golpe de Estado".

"Avaliamos hoje e eu pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que viesse a Caracas", informou Maduro em rede nacional de rádio e televisão.

Castellar, que já estaria em Caracas, se reuniu com Maduro e a chanceler Delcy Rodríguez, o vice-presidente executivo Aristóbulo Istúriz e "vários dirigentes do comando político" do país para analisar os acontecimentos no Brasil.

"Estivemos avaliando esta dolorosa página da história do Brasil (...) Tentaram apagar a história com uma jogada totalmente injusta com uma mulher que é a primeira presidente que o Brasil teve", disse o líder venezuelano.

Maduro classificou o afastamento como uma "canalhice contra ela (Dilma), contra sua honra, contra a democracia, contra o povo brasileiro".

"Vejam, não acreditem os colegas presidentes ou primeiros-ministros que por serem de partidos da centro-direita, da direita, estão isentos de que o vírus do golpismo tome outra vez a América Latina e com o vírus do golpismo venham as grandes convulsões sociais outra vez (...) Não, não podemos retroceder na história", acrescentou.

Itamaraty


Porta-vozes afirmam estar sendo avaliada uma resposta ao pedido de Maduro, que classificou o afastamento de Dilma como "golpe". Ministério repudia reações de líderes da região ao processo de impeachment.

O governo interino de Michel Temer está "analisando" a decisão da Venezuela de chamar seu embaixador em Brasília, Alberto Castellar, de volta ao país, após o afastamento da presidente Dilma Rousseff, disseram fontes oficiais à agência de notícias Efe neste sábado (14).

Porta-vozes do Itamaraty disseram que ainda não se decidiu se será dada uma resposta ao anúncio feito pelo presidente Nicolás Maduro nesta sexta-feira. O líder venezuelano afirmou ter pedido a Castellar que viajasse a Caracas após o que qualificou como "golpe de Estado" contra Dilma, afastada por até 180 dias da presidência.

Maduro não deixou claro se retirou o embaixador do Brasil ou se se trata apenas de uma consulta. Quando o líder venezuelano fez o anúncio, Castellar já estava em Caracas e já havia se reunido com Maduro e a chanceler do país, Delcy Rodríguez.

Num discurso transmitido pelo rádio e pela televisão, Maduro classificou a decisão do Senado de afastar Dilma e dar continuidade ao processo de impeachment como "uma canalhice contra ela, contra sua honra, contra a democracia, contra o povo brasileiro". Aliado próximo do governo de Dilma, ele chamou a decisão dos parlamentares brasileiros como "uma jogada totalmente injusta".

Quase simultaneamente, o Ministério das Relações Exteriores, agora comandado por José Serra, emitiu duas notas rechaçando as opiniões manifestadas por líderes da região em relação ao processo de impeachment que corre contra Dilma.

De acordo com o comunicado, esses países e organizações como a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América/Tratado de Cooperação dos Povos (ALBA/TCP), opinam e propagam falsidades sobre o processo político interno no Brasil que, assegura o Itamaraty, desenvolve-se em quadro de absoluto respeito às instituições democráticas e à Constituição federal.

"Como qualquer observador isento pode constatar, o processo de impedimento é previsão constitucional; o rito estabelecido na Constituição e na Lei foi seguido rigorosamente, com aval e determinação do STF; e o Vice-Presidente assumiu a presidência por determinação da Constituição Federal, nos termos por ela fixados", diz um dos comunicados.

Fontes: O Globo / G1 / Noticias Terra / Press TV

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Presidente da Venezuela declara estado de emergência

14 de maio de 2016 - 16:03:00

O presidente da Venezuela Nicolas Maduro declarou estado de emergência por 60 dias. A decisão, diz o governo, foi tomada para proteger a presidência de conspirações dentro do país e também do Estados Unidos que deseja derrubar seu governo de esquerda.


A medida foi anunciada durante uma transmissão pela televisão estatal nessa sexta-feira (13). Maduro não deu detalhes sobre a ação. Em janeiro deste ano, o presidente já havia declarado "estado de emergência econômica" em todo o território.

O decreto permitiria ao Executivo importar bens com mais facilidade, ignorar trâmites cambiais e usar infraestrutura produtiva, como meios de transporte, canais de distribuição e matadouros, de pessoas física e jurídica.

O governo também poderia fazer compras com mais agilidade, sem passar por modalidades de contratação pública. Tudo isso a título de garantir o abastecimento de materiais básicos à população.

O país vive uma forte crise, que vem se agravando devido à falta de alimentos e medicamentos.

A população enfrenta frequentes cortes de energia, saques esporádicos e inflação desenfreada. De olho na situação, a oposição vem tentando derrubar o líder impopular.

Nessa sexta-feira, oficiais da inteligência dos EUA relataram à imprensa local que estavam cada vez mais preocupados com um potencial colapso econômico e político na Venezuela e previram que é provável que Marudo sofra um golpe de estado.

Maduro acusou os Estados Unidos de promover um golpe disfarçado contra ele e apontou para o impeachment da presidente Dilma Rousseff como um sinal de que ele será o próximo.

Washington está tomando medidas a pedido da direita fascista da Venezuela, que está encorajada pelo golpe no Brasil", afirmou o presidente.

Fonte: Epoca

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Sistema de míssil dos EUA, pode levar a uma guerra nuclear contra aRússia.

14 de maio de 2016 - 15:38:02

A decisão do governo dos Estados Unidos para ativar uma rede de sistemas de mísseis na Europa pode levar a uma guerra nuclear com a Rússia, diz um analista político americano.



O Estado Unido na quinta-feira ativou um sistema de mísseis baseados na Romênia, apesar da advertência da Rússia contra o aumento da implantação de armas norte-americanas perto de suas fronteiras.

Em entrevista à Press TV na sexta-feira, o apresentador de rádio Stephen Lendman disse que Washington estava planejando instalar "um sistema de mísseis ofensivos" capaz de fornecer diferentes tipos de ogivas em caso de um conflito.

"América injeta salários intermináveis de guerras, não de paz, sempre guerras e a Rússia absolutamente é um alvo dos EUA", disse Lendman.

Ele descreveu a Rússia e a China como "as fronteiras finais", dizendo que Washington está constantemente planejando uma mudança de regime nos dois países.

Lendman disse que o escudo de mísseis de Washington é uma ameaça para a segurança da Rússia e da China, projetado para levar a uma resposta militar a partir deles.

"Meu medo é que estamos caminhando para algo que pode acabar se tornando uma guerra mundial e na era das super-armas de hoje, poderia ser uma guerra nuclear", disse o analista.

A guerra "pode ​​ser a mais devastadora guerra da história humana, que teria o potencial para, literalmente, exterminar a humanidade", concluiu.

A ativação dos mísseis, marcou o penúltimo passo na conclusão de um escudo antimísseis, que Washington propôs há quase uma década.

O presidente russo, Vladimir Putin criticou fortemente a implantação de sistema de mísseis dos EUA na Europa Oriental perto da Rússia, e prometeu neutralizar quaisquer ameaças pelo complexo contra a segurança do seu país.

Ele também condenou a implantação como uma clara violação dos tratados de armas assinado entre a Rússia e os EUA, acrescentando que iria aumentar as tensões internacionais.

Putin também criticou Washington por ignorar as preocupações da Rússia e rejeitar as chamadas de Moscou para a cooperação sobre a questão.

Enquanto isso, na sexta-feira, o presidente dos EUA, Barack Obama advertiu a Rússia contra o seu"agressivo" reforço militar no norte da Europa.

Fonte: Press TV

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12 de mai. de 2016

China e Rússia iniciam grandes manobras militares.

12 de maio de 2016 - 22:23:01 

China e Rússia iniciaram grandes manobras militares. Seu objetivo: as tropas russas e chinesas devem aprender a reagir a eventuais ataques provocativos com mísseis, anunciaram os Ministérios da Defesa de ambos os países, o que exigiu que tais exercícios não fossem dirigidos contra qualquer terceiro país.



No entanto, Washington tem entendido a mensagem. Moscow e Pequim mostram as suas capacidades para dissuadir os EUA de implantar seu sistema de defesa antimísseis na Península Coreana.

Os dois países têm se manifestado claramente contra a implantação do sistema chamado THAAD e é teoricamente dirigida contra mísseis norte-coreanos, mas, na verdade, visa abater mísseis nucleares russos e chineses.

Os EUA também pretendem implantar um sistema de defesa antimísseis na Europa Oriental com o pretexto da luta contra os mísseis do Irã, mas que é claramente dirigido contra a Rússia.
“Essa implantação irá afetar diretamente a segurança estratégica da China e da Rússia”, disse o ministro do Exterior chinês, Wang Yi, durante um encontro com o seu homólogo russo.
Rússia e China também criaram a chamada Organização de Cooperação de Xangai, a fim de adiar a influência dos EUA na Ásia Central.

Os EUA enviou tropas para a Europa Oriental e incrementou bases perto da China, a fim de cercar os dois países. No entanto, uma aliança sino-russa criaria uma força política, econômica e militar que os EUA não poderiam lidar.

Moscow e Pequim elogiam a cooperação estratégica.

Por outro lado, na sexta-feira, 6 de maio, o presidente da Duma, Sergey Naryshkin, disse que Moscow avaliou positivamente o nível de desenvolvimento da cooperação estratégica com a China durante uma reunião com o vice-premiê chinês Liu Yandong na cidade de Shenzhen.
“Valorizamos muito o nível de desenvolvimento da cooperação estratégica entre nossos países, vemos esta colaboração como um dos fatores globais que determinam a segurança e estabilidade do Pacífico e de todo o mundo”, disse ele.
Enquanto isso, o primeiro vice-ministro chinês anunciou que o seu país a intenção de aprofundar a cooperação estratégica com a Rússia será mantida mesmo em caso de mudanças na situação internacional.
“Mesmo se a situação internacional se alterar, não vamos mudar nossa intenção de reforçar e aprofundar a parceria estratégica bilateral, bem como alcançar o desenvolvimento conjunto e a prosperidade, para proteger a justiça internacional, a paz e a estabilidade em todo o mundo”, disse ele.
Fonte: Dinamica Global

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Turquia diz Mar Negro transformou-se em lago da Russia





12 de maio de 2016 - 22:11:01 

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan pediu à NATO para reforçar apresença no Mar Negro, que ele afirma ter se transformado em um “lago russo.”


Devemos executar nosso dever como  países com acesso ao Mar Negro”, disse Erdogan durante a reunião da equipe em geral um das ‘nações Balcãs realizada em Istambul na quarta-feira.

Ele observou que ele tinha no passado, trouxe o assunto com o secretário geral da Otan, Jens Stoltenberg.
“Eu lhe disse: ‘Você está ausente do Mar Negro. O Mar Negro tornou-se quase um lago russo. Se não tomarmos medidas, a história não nos perdoará.”
As tensões entre Moscou e Ancara se agravou acentuadamente quando a Turquia em 24 de novembro de 2015, derrubou um jato Su-24 de combate sobre a Síria, alegando que tinha entrou no espaço aéreo turco, uma acusação fortemente rejeitada por Moscou.

A Rússia suspendeu todos os acordos militares com a Turquia e impôs uma série de sanções econômicas contra o país após o incidente.

A cimeira da NATO está prevista para ser realizado na capital polaca em julho. A reunião é dito ser destinado a reforçar a posição atual da aliança em relação à Rússia.
“Devemos reforçar a nossa coordenação e cooperação no Mar Negro. Esperamos resultados concretos da cimeira da NATO em Varsóvia em 8 e 9 de julho. O Mar Negro deve ser voltada para o mar de estabilidade”, acrescentou Erdogan.
Durante seu discurso de posse na semana passada, da OTAN novo Comandante Supremo Aliado na Europa (SACEUR), General Curtis Scaparrotti (abaixo), disse que a aliança militar ocidental continuará a sua defensiva e reforço militar perto de fronteiras da Rússia.


A Rússia não vê com bons olhos crescente implantação da OTAN de mísseis e armas nucleares perto de suas fronteiras, com o presidente russo Vladimir Putin disse em junho do ano passado, que se ameaçado pela NATO, Moscou vai responder à ameaça em conformidade.

Rússia e NATO têm travado uma disputa profundas. A NATO reforçou  militarmente perto de fronteiras da Rússia, uma vez que suspendeu todos os laços com Moscou em abril de 2014, após a península da Criméia ter se integrado na Federação Russa, na sequência de um referendo.

 Sistema de mísseis dos EUA viola tratado nuclear

Enquanto isso, o Ministério das Relações Exteriores russo emitiu um comunicado dizendo que a ativação de um escudo antimísseis na Romênia NATO de EUA, é uma violação do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário assinado em 1987.
“Esta decisão é prejudicial e errada, porque é capaz de perturbar a estabilidade estratégica”, disse o chefe do departamento do Ministério do Exterior da Rússia é para proliferação e controle de armamentos, Mikhail Ulyanov.
Na quinta-feira, uma cerimônia de abertura para o sistema de defesa de mísseis Aegis está a ser realizada em uma base aérea da NATO em Deveselu, sul da Romênia.

Fonte: PressTV / Naval Brasil

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Turquia prepara operações militares na Síria.

12 de maio de 2016 -

Turquia ameaçou lançar “operações” unilaterais em solo sírio supostamente contra os terroristas Daesh, em meio de longas especulações sobre os planos secretos de Ancara para uma intervenção militar no país árabe.



Na quinta-feira, o presidente turco, Erdogan disse que Ancara “está a fazer todos os preparativos necessários para limpar o outro lado da fronteira por causa dos problemas perto da fronteira sudeste com a Síria, que tem sido objeto de vários ataques com foguetes desde janeiro.

Erdogan, no entanto, não forneceu mais detalhes sobre os preparativos.

Ele acrescentou que a Turquia não recebeu apoio suficiente de outros membros da coalizão liderada pelos EUA que lutam supostamente contra militantes Daesh takfiri e salientou, “Deixe-me dizê-lo aqui. Nós não hesitaremos em tomar as medidas necessárias em nosso próprio país, se necessário.
“Nós não acreditamos que a sinceridade de qualquer país que não tenha visto foguetes caindo em nossa cidade como se caiu em Moscou, Londres, Bruxelas, Washington, Paris ou Berlim”, disse ele.
Desde o início deste ano, em torno de uma dúzia de pessoas foram mortas em ataques de foguetes do Daesh na cidade fronteiriça de Kilis.

Os comentários vêm em meio a relatos da imprensa não confirmados de que a Turquia foi recentemente enviou uma equipe de reconhecimento militar para o lado sírio da fronteira.


No início desta semana, um jornal turco Yeni Safak  disse que Ankara lançou uma operação militar no lado sírio da fronteira, como parte de um plano para estabelecer uma zona tampão na Síria.

Segundo  o relatório,  militares turcos iriam usar granadas de artilharia, mísseis guiados e morteiros para orientar os militantes que realizam ataques de foguetes contra o país.

Nos últimos meses, vários relatórios têm surgido em torno planos secretos da Turquia para as operações terrestres em Síria.

Em fevereiro, a Rússia disse que tem registrado “um número crescente de sinais de preparação escondida das forças armadas turcas para ações ativas no território da Síria.”

Ancara, no entanto, rejeitou o relatório de Moscou e disse que “a Turquia é parte de uma coalizão, está trabalhando com seus aliados, e continuará a fazê-lo.” A aliança liderada pelos Estados Unidos vêm realizando ataques aéreos sobre os chamados cargos Daesh na Síria e no Iraque desde 2014.

Um forte opositor do presidente sírio, Bashar al-Assad, a Turquia, tem sido prestar apoio aos grupos terroristas que operam takfiri para derrubar o governo em Damasco.

Em maio, turco Cumhuriyet diária postou um vídeo em seu site que mostrou supostamente caminhões pertencentes à Organização da Turquia Nacional de Inteligência (MIT) transportando armas para os grupos terroristas na Síria.

Ankara também é acusado de envolvimento no comércio ilegal de petróleo com Daesh. A Turquia também é acusada de compra de petróleo a partir Daesh e facilitar o recrutamento de militantes do grupo terrorista Takfiri.

presstv.ir

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Evo Morales afirma que Bolívia não entrará em guerra contra o Chile.

12 de maio de 2016 - 13:27:20

O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou nesta quarta-feira que seu país é pacifista e não haverá guerra contra o Chile, em mensagem em sua conta no Twitter em alusão a um comentário do político chileno e ex-secretário geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), José Insulza.


"Somos um povo pacifista, respeitamos a vida. Não haverá guerra", escreveu Morales em sua conta @evoespueblo.
A frase responde a um comentário realizado na terça-feira por Insulza, que qualificou de "propaganda" as recentes denúncias bolivianas sobre a existência de uma nova base militar chilena perto da fronteira entre os países.
"Eu espero que ele não queira guerra, seria um erro de sua parte. Não acredito que seja isso, é mais propaganda", ressaltou Insulza.
O Chile negou a instalação de uma base militar perto da fronteira com a Bolívia e detalhou que o que há é um maior patrulhamento para enfrentar o contrabando e o narcotráfico procedentes de território boliviano.

O governo Morales criou hoje um conselho para defender seus recursos hídricos situados na fronteira com o Chile, incluindo as águas do sistema hídrico de Silala, objeto de controvérsia com o país vizinho.

A Bolívia sustenta que o Silala é uma área de mananciais cujas águas foram desviadas artificialmente em 1908 rumo ao território chileno, enquanto o governo do país austral defende que são águas de um rio internacional a cujo usufruto tem direito.

Na terça-feira, também no Twitter, Morales afirmou que "os que se preocupam por fronteiras armadas só pensam na guerra" e que "os povos no século XXI pensamos na paz e na integração".

Além disso, o ministro da Defesa boliviano, Reymi Ferreira, confirmou nesta quarta-feira, em entrevista à rádio estatal, que a chancelaria de seu país apresentou uma reivindicação formal ao Chile e pediu explicações pela instalação da base militar na fronteira.

Ferreira ratificou que os ministérios das Relações Exteriores e de Defesa apresentarão também uma nota perante a União de Nações Sul-Americanas (Unasul), o que poderia abrir a possibilidade de uma reunião para analisar o tema e uma investigação do organismo.

Em relação à acusação do Chile de que Bolívia instalou uma base militar a um quilômetro e meio da fronteira, Ferreira sustentou que é "um sofisma" porque o exército boliviano tem um "posto militar antecipado" e não uma base como a dos soldados chilenos.

O ministro reiterou a percepção de seu governo de que a instalação de uma unidade militar chilena "é um ato de intimidação" contra a Bolívia motivado pelo anúncio de Morales de que seu país processará o Chile perante a Corte Internacional de Justiça (CIJ) pelas águas do Silala.

Ambos países já estão enfrentados nesse tribunal pela centenária reivindicação boliviana de readquirir uma saída ao Pacífico, perdida em uma guerra no final do século XIX.

Fonte: Noticias UOL

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4 de mai. de 2016

Israel anuncia que terá representação oficial na OTAN

04 de maio de 2016 - 20:40:37 

Pela primeira vez a Otan terá em sua sede de Bruxelas um escritório permanente de representação de Israel, informou a chancelaria israelense, no que foi qualificado pelos meios de comunicação locais como um avanço significativo em suas relações.



"A Otan informou Israel esta noite que o país poderá abrir um escritório na sede da Organização em Bruxelas e completar o processo de credenciamento de seus representantes na organização", segundo o comunicado divulgado no fim da terça-feira pelo Ministério de Relações Exteriores israelense.

O anúncio pôde ser feito "após prolongados esforços diplomáticos israelenses exercidos pelos ministérios de Relações Exteriores e de Defesa, e o Escritório do primeiro-ministro. Israel deseja agradecer a seus aliados na Organização pelo apoio e esforços na questão", segundo a nota.

O Estado judeu não é integrado na Organização do Tratado do Atlântico Norte, mas desfrutou de cooperação no terreno militar em diferentes campos e atualmente faz parte do Diálogo Mediterrâneo, um programa patrocinado pela Otan em cooperação com sete nações.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que acumula a pasta de Relações Exteriores, deu as boas-vindas à decisão.

"Celebro o anúncio da Otan. este é um passo importante para a assistência na segurança de Israel. Reflete o status de Israel e o apoio de muitos na Organização de cooperar conosco no campo da segurança".

Alguns membros da Otan se opuseram no passado a aumentar a cooperação com Israel com o argumento de que esta medida poderia prejudicar as relações da Aliança com estados muçulmanos, inclusive o Afeganistão, uma das principais prioridades operacionais da Organização.

Na atualidade a Otan conta com 40 nações associadas ou com algum tipo de vínculo institucional, entre elas Austrália, Índia, Japão, Paquistão e Rússia. Esta associação inclui algumas nações europeias não integrantes, assim como países mediterrâneos e do Golfo Pérsico.

O tratado da Aliança, do que fazem parte formalmente 28 nações, estipula que para que a Otan defenda militarmente seus membros eles devem ser integrantes de pleno direito e não parceiros.

Contudo, os associados contribuem regularmente às operações realizadas pela Otan, como no Afeganistão e missões navais na Somália e no Mediterrâneo.

Fonte: Noticias UOL

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EUA e Rússia irão ampliar cessar-fogo a Aleppo na Síria

04 de maio de 2016 - 20:09:13

Os Estados Unidos e a Rússia concordaram em estender a trégua na Síria para incluir no cessar-fogo a cidade de Aleppo, palco de violentos combates, informou o departamento de Estado americano.



"Desde que isso entrou em vigor a 00H01 de Damasco, vimos uma diminuição da violência nessas áreas", afirmou o porta-voz Mark Toner.
Moscou e Washington já haviam alcançado na semana passada um acordo para o "congelamento" das hostilidades durante 24 horas prorrogado duas vezes em Ghouta Oriental e na província de Latakia, que continua sem registro de novos confrontos.

Intensos combates em Aleppo, no norte da Síria, e bombardeios da aviação do regime contra regiões rebeldes a leste da capital, ilustravam nesta quarta-feira (04) a dificuldade das grandes potências de promover um novo cessar-fogo.

Desde a retomada das hostilidades, em 22 de abril, na segunda maior cidade do país, 284 pessoas, incluindo 57 crianças e 38 mulheres, morreram na violência, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).

A cidade está dividida desde 2012 e a nova escalada de violência fez 156 vítimas do lado rebelde, quase que exclusivamente em ataques do regime, e 128 vítimas em bombardeios rebeldes contra setores controlados pelo governo.

COMBATES VIOLENTOS

Nesta quarta (4), três civis foram mortos quando um foguete caiu em um bairro controlado pelo governo, segundo a agência de notícias oficial SANA.

Os confrontos diretos foram retomados na terça-feira, quando uma coalizão de grupos rebeldes, "Fatah Halab" ("A conquista de Aleppo") lançou uma ofensiva nos bairros controlados pelo regime.
São "os combates mais violentos em Aleppo em mais de um ano", indicou o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman.

Os confrontos continuaram durante a noite com tiroteios e ataques aéreos, de acordo com um correspondente da AFP.
"Eu não acredito que os ataques aéreos vão parar, porque a decisão não está nas mãos do presidente Bashar al-­Assad, mas nas de seu aliado russo", declarou Mahmud Sendeh, um militante rebelde de 26 anos.
CESSAR-­FOGO

No dia anterior, a Rússia afirmou que esperava um cessar-fogo "nas próximas horas" em Aleppo.
"Russos e americanos (...) tentaram introduzir um regime de silêncio (cessação das hostilidades) em e entorno de Aleppo", afirmou nesta quarta a repórteres o porta-voz militar russo, Igor Konashenkov, em Hmeimim, uma base aérea onde as forças russas estão estacionadas na província de Latakia (oeste).
Mas "o regime de silêncio foi impedido pela Frente Al­-Nursa", indicou, referindo-se ao ramo sírio da Al­-Qaeda na Síria.
Rússia e Damasco justificaram assim a ofensiva lançada em Aleppo em 22 de abril, que acabou com a trégua estabelecida entre o regime e os rebeldes, mas que excluía grupos jihadistas, tais como o Estado Islâmico e a Frente Al­-Nursa.
"O problema é que todo mundo tem uma visão diferente do cessar-fogo. O regime e os russos consideram que a partir do momento em que há membros da Al­-Nursa, mesmo que apenas 2%, todo o resto é Al­-Nursa também. Esta não é a nossa visão", declarou uma fonte diplomática europeia.
Fonte: Folha UOL

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Irã ameaça fechar o estreito de Ormuz ao EUA.

04 de maio de 2016 - 19:36:42

O vice comandante da poderosa Guarda Revolucionária do Irã disse que as forças iranianas irão fechar o estreito estratégico de Ormuz para os Estados Unidos e seus aliados caso continuem “ameaçando" Teerã, informou a mídia estatal iraniana nesta quarta-feira (04)



Os comentários do general Hossein Salami, transmitida pela televisão estatal, segue uma longa história retórica de confronto entre Irã e EUA sobre o estreito de Ormuz, por onde quase um terço de todo o petróleo comercializado por mar, passa.

O Líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, criticou na segunda-feira as atividades dos EUA no Golfo Pérsico. Não está claro se a crítica esteja relacionada qualquer nova preocupação iraniana sobre o confronto do estreito, ou possíveis complicações com os EUA sobre o acordo nuclear de Teerã com as potências mundiais.
"Os americanos deveriam aprender com as recentes verdades históricas", disse Salami, referindo-se provavelmente à captura de 10 marinheiros norte-americanos que entraram em águas iranianas em janeiro.
Os marinheiros foram liberados menos de um dia mais tarde, embora a TV estatal tenha exibido a imagens deles de joelhos com as mãos sobre as suas cabeças.
"Se os americanos e seus aliados regionais quiserem passar através do Estreito de Ormuz através de ameaças, não iremos permitir qualquer entrada", disse Salami sem entrar em detalhes sobre o que ele e outros líderes consideram uma ameaça.
E acrescentou.
"Os americanos não podem fazer seguro de qualquer parte do mundo", 
O tenente Rick Chernitzer, um porta-voz da 5ª Frota da Marinha dos EUA no Bahrein, disse que os marinheiros americanos "continuam a operar de acordo com as normas marítimas profissional e do direito internacional" na região do Golfo Pérsico.
"Continuamos pensativo, vigilantes e responsáveis ​​em conduzimos nossas operações aqui", disse Chernitzer em um comunicado à Associated Press. 
E complementou.
"Temos no entanto, reserva-se o direito inerente de legítima defesa."
Os EUA e o Irã têm uma longa história de confrontos no Golfo Pérsico. Os dois países travaram uma batalha naval de um dia, ocorrido em 18 de abril de 1988, após o quase naufrágio da fragata USS Samuel B. Roberts por uma mina iraniana durante a guerra Irã-Iraque. 

Naquele dia, as forças dos EUA atacaram duas plataformas de petróleo iranianas e afundou ou danificou seis navios iranianos.

Poucos meses depois, em julho de 1988, o USS Vincennes no estreito de Ormuz, confundiu um voo da Iran AirLine, que seguia para Dubai, com um avião de combate, o avião foi abatido, matando todas as 290 pessoas a bordo.

Oficiais da Marinha dos EUA dizem que enfrentam encontros quase diários com os navios de guerra iranianos. 

Em janeiro, um Drone iraniano desarmado voou sobre um porta-aviões dos EUA no Golfo Pérsico, o primeiro sobrevoo desde 2014 de acordo com registros da Marinha obtidos pela AP.

Os EUA também criticaram o que chamou de um teste de foguete iraniano "altamente provocativo" realizado em dezembro, perto dos seus navios de guerra e tráfego comercial. O Governo do Irã disse que tem o direito de realizar testes no estreito e no resto do Golfo.

O Irão afundou uma réplica de um porta-aviões dos EUA perto do Estreito, em fevereiro de 2015 e disse que isso foi um teste de "Drones suicidas", que poderiam atacar navios nortes americanos na região.

Nesta quarta-feira (04), o Irã apresentou um protesto formal a Embaixada da Suíça em Teerã, que lida com os interesses americanos, referente a uma resolução que foi apresentada pelo representante dos EUA no Golfo, Randy Forbes, que se referia ao corpo de água do "Golfo Pérsico " opondo-se as ações do Irã por lá.

Um relatório da agência de notícias estatal IRNA citou o Ministério das Relações Exteriores do Irã, dizendo que o país vai tomar as medidas necessárias para manter a segurança, a paz e a estabilidade da região do Golfo Pérsico.

Forbes disse em um comunicado que os protestos contra o nome é "indicativo das aspirações de Teerã para controlar o estreito de Ormuz e transformar o Golfo em um lago iraniano."
"Nossa marinha é a única coisa que impede que isso aconteça, e é por isso que o Irã vem ameaçando nossos navios e marinheiros e tentando nos expulsar do Golfo", disse ele.
As tensões com os EUA cresceram depois que os americanos apoiaram os bombardeios da Arábia Saudita contras rebeldes no Iêmen que são apoiados pelo governo do Irã.

Fonte: abcnews

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