27 de jan. de 2019

Irã diz que Rússia não os protegem e exige proteção a Síria

27 de janeiro de 2019 - 22:23:29


Na quinta-feira (24), o chefe do comitê de segurança nacional e política externa do Parlamento iraniano, Heshmatollah Falahat-Pisheh, expressou sua raiva a Rússia por eles não usarem o seu avançado sistema antiaéreo de defesa S-300 para proteger os ativos militares iranianos na Síria devastados pelos ataques aéreos israelenses no início da semana.

"Os israelenses afirmam que suas ações são contra o Irã, enquanto na verdade, eles estão atacando as instalações de infra-estrutura, segurança e defesa da Síria e a Rússia não os defende", disse Falahat-Pisheh à mídia iraniana. 
Ele prosseguiu dizendo que a Rússia era responsável por não ativar contra-medidas aos aviões de guerra israelenses enquanto voavam sobre o Líbano.
"Há uma séria crítica à Rússia por desativar seus mísseis de defesa aérea S-300 quando o 'inimigo sionista' atacar o Líbano", disse ele mencionando uma reportagem publicada no site do Debka File, site esse de inteligência militar israelense que escreve em inglês.
Falahat-Pisheh passou acusar a Rússia de cooperar com Israel.
"Se a defesa aérea russa funcionasse corretamente, Israel não seria capaz de lançar facilmente ataques contra a Síria. Parece haver alguma forma de coordenação entre os taques do regime sionista e o sistema de defesa aérea da Rússia na Síria." disse Falahat-Pisheh.
O Debka informou que o treinamento russo de militares sírios nos sistemas anti-aéreos S-300, será concluído em março. Os operadores sírios estarão sob o comando direto de oficiais russos. 

A estrategia russa, em teoria, é impedir a força aérea israelense de atacá os S-300 evitando o que dizem "provocar a ira do governo russo". 

Os sírios que controlarão o sistema S-300, também trarão o Hezbollah no Líbano sob a proteção oferecida pelo avançado sistema russo e seu poderoso radar.

A frustração iraniana vem após um ataque israelense a qual vários misseis foram lançados no domingo e na segunda-feira, incluindo um realizado em plena luz do dia que atingiu cerca de dez alvos, incluindo armazéns de armas no Aeroporto Internacional de Damasco e em outros locais, sendo um complexo de inteligência iraniana e um Campo de treinamento iraniano. Os ataques israelenses também visaram várias baterias de mísseis terra-ar sírios.

Logo após os ataques aéreos, os sistemas anti-mísseis da IDF, os Iron Dome, derrubaram um projétil disparado contra Israel da Síria. O rastro do foguete foi observado por civis israelenses esquiando nas encostas do Monte Hermon. A IDF culpou as forças iranianas do Al Quds pelo míssil disparado contra Israel.

Na quarta-feira, a Rússia disse a Israel para parar os ataques aéreos "arbitrários".
"A prática de ataques arbitrárias ao território de um Estado soberano, neste caso, estamos falando da Síria, deve ser descartada. Nunca devemos permitir que a Síria, que sofreu anos de conflito armado, seja transformada em uma arena onde as pontuações geopolíticas sejam resolvidas". disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova. 
Isso parece estar em contradição direta com uma declaração feita pelo vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, na sexta-feira, quando negou que a Rússia fosse aliada do Irã na Síria. Ryabkov assegurou ao governo israelense que sua segurança era uma das "prioridades principais" de seu governo.
"Não subestimamos a importância de medidas que garantam uma segurança muito forte do Estado de Israel. Os israelenses sabem disso, os EUA sabem disso, todos os outros, inclusive os iranianos, os turcos, o governo de Damasco [saiba disso]. Esta é uma das principais prioridades da Rússia.” disse Ryabkov à CNN em uma entrevista. 
Ryabkov explicou que a cooperação russa com a Síria, o que ele descreveu como "trabalhando em conjunto" foi uma questão de conveniência operacional.
“Os iranianos foram muito prestativos quando convocamos o Congresso Nacional do povo da Síria em Sochi, mas não vemos, em nenhum momento, completamente de acordo com o que acontece”, disse Ryabkov.
O ex-oficial do Pentágono, Michael Rubin, explicou as declarações aparentemente contraditórias dos oficiais russos ao JNS. Rubin disse que 
"a Rússia e Israel conhecem bem as linhas vermelhas um do outro, e Putin e Netanyahu têm uma relação de trabalho muito boa, mesmo que eles não estejam de acordo."
E complementou...
“Neste caso”, disse ele, “suspeito que haja uma diferença entre o que a Rússia deve dizer publicamente para acalmar o Irã e a Síria, e o que eles provavelmente estão dizendo aos iranianos em particular.

Publicamente, é fácil mastigar Israel; todo mundo faz, mas particularmente, os russos provavelmente estão dizendo aos iranianos que Moscou não pode protegê-los se eles continuarem a provocar Israel ou reforçar os armamentos já robustos do Hezbollah ”.
Realmente muitos analistas dizem que a participação da Rússia na defesa da Síria contra misseis lançados por Israel, são quase que nulo.

Fonte: Mídias Israelense 

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15 de jan. de 2019

Netanyahu emite aviso para o Irã sair imediatamente da Síria ou Israel continuará atacando

15 janeiro de 2019 - 10:10:54 

O primeiro-ministro israelense alertou os iranianos para deixarem a Síria e agora avisa a Teerã que suas forças militares "não vão parar de atacar" em meio a temores de uma guerra mundial total.

Benjamin Netanyahu emitiu o aviso dizendo: 
"Eu estou dizendo a vocês, saiam de lá rapidamente ou não vamos parar de atacar. ”
O primeiro-ministro também intensificou suas repetidas advertências contra uma presença iraniana na Síria, devastada pela guerra, dizendo que Israel não permitirá que o regime se estabeleça lá.[post_ad]

Ele também zombou do Irã por negar a presença de suas tropas na Síria e insistiu que o movimento servisse apenas como uma posição consultiva.

Falando durante a cerimônia de nomeação do chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Aviv Kochavi, ele disse: 
"Eles (Irã) sempre mentem. Eles estão mentindo com isso e estão mentindo quando dizem que sua tentativa de lançar um satélite no espaço falhou".
Suas declarações vêm depois que o general iraniano Hassan Firoozabadi disse que seus "conselheiros militares" permanecerão na Síria pelo tempo necessário para derrotar os terroristas.

Firoozabadi também revelou que o lançamento do satélite do país, que foi duramente criticado pelos EUA, não conseguiu atingir o "a distancia necessário" para orbitar a terra.

Mas Netanyahu criticou o Irã por mentir e disse que a tentativa fracassada foi parte da tentativa de Teerã de desenvolver um míssil balístico intercontinental.
"O Irã está lançando um satélite inocente, mas está realmente interessado em alcançar o primeiro estágio de um míssil balístico intercontinental, violando acordos". disse Netanyahu.
A escalada ocorre depois que um chefe militar iraniano ameaçou destruir as bases do Exército dos EUA no Oriente Médio em um discurso no qual ele também prometeu "aniquilar Israel ".

O general-de-brigada Mohammad Reza Naqdi, vice-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica para assuntos culturais e sociais, disse: 
“A América não lançará uma guerra contra o Irã. Se isso acontecer uma possibilidade que não descarto é destruirmos todas as suas bases militares na região."

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11 de jan. de 2019

O Irã promete destruir as bases do Exército dos EUA e ameaça Israel

11 de janeiro de 2018 - 13:52:12

Um chefe militar iraniano ameaçou destruir bases do Exército dos EUA no Oriente Médio alem de prometer aniquilar Israel.

A as ameaças vieram do brigadeiro-general, Mohammad Reza Naqdi, vice-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica para assuntos culturais e sociais.[post_ad]

Falando na rede de televisão iraquiana Al-Nujaba, o general zombou da ideia de um ataque dos EUA ao Irã e alertou para uma resposta rápida se o fizesse. 
“A América não lançará uma guerra contra o Irã. Se isso acontecer, destruiremos todas as suas bases militares na região" afirmou Naqdi.
O general Naqdi também minimizou as capacidades militares sauditas e descreveu a ideia de um ataque saudita ao Irã como "muito risível".
“Temos um provérbio farsi que diz: "Você não pode comparar uma formiga a um elefante".

A Arábia Saudita é incapaz de controlar até mesmo sua frente interna. Utiliza aviões de caça para bombardear pequenos bairros na Arábia Saudita.

Acredito que a Arábia Saudita é muito mais fraca do que você imagina.

Se dermos a ordem a uma divisão em qualquer uma das nossas 30 províncias, ela poderá derrotar e destruir a Arábia Saudita.

É verdade que a Arábia Saudita tem muitas armas avançadas, mas não pode enfrentar um exército como o do Irã.” Disse Naqdi.

Quanto a Israel, Naqdi deferiu grande ameaças.

“Israel deve ser destruído e exterminado.

Não há dúvida de que os sionistas devem ser aniquilados e destruídos. Isso definitivamente vai acontecer.

Nem a Rússia nem qualquer outro país pode intermediar entre nós e os sionistas.

A revolução islâmica no Irã não recuará nem uma polegada de sua posição em relação à destruição de Israel.

Nós éramos, nós somos, e continuaremos a ser os soldados do Imam Khamenei até o nosso último suspiro e até a última gota do nosso sangue.

Eu mesmo vou içar a bandeira da Revolução Islâmica em Jerusalém, Alá disposto."
Analistas do Oriente Médio disseram que o Irã freqüentemente pedia a destruição de Israel, mas ficaram surpresos com a ferocidade da retórica e disseram que é incomum para uma figura sênior do regime declarar que o Irã destruiria o Estado judeu.

No começo da semana, o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, disse que as sanções dos EUA estão pressionando o Irã e seu povo, mas prometeu sair por cima.

Donald Trump voltou a impor sanções a Teerã após retirar-se de um acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano.
“As sanções exercem pressão sobre o país e o povo.

Os americanos dizem alegremente que essas sanções não têm precedentes na história.

Sim, eles são sem precedentes. E a derrota que os americanos enfrentarão será sem precedentes, se Deus quiser ” disse Khamenei.
Fonte: Express 

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1 de jan. de 2019

O Eixo de Bagdade anuncia novas medidas de integração entre os seus membros.

01 de Janeiro de 2019 - 20:31:38



O Eixo de Bagdade, uma aliança formada por Rússia, Síria, Irã e Iraque. anunciou uma série de novas medidas para aumentarem a integração dos países membros, ao mesmo tempo, a Turquia parece estar cada vez mais alinhada com o Eixo e chegando inclusive a participar das últimas reuniões desses aliados.

Os militares desses 5 países, afirmaram em declaração conjunta que esses países irão lutar de forma integrada contra todos os grupos terroristas presentes na região. O que pode incluir, os curdos.

Com o aumento das tensões entre os membros do Eixo e os curdos tanto sírios quanto iraquianos, são esperadas novas operações militares desses países contra os grupos curdos.

Ontem, o presidente sírio, Bashar Al-Assad, anunciou que autorizou a livre operação militar das forças armadas iraquianas em seu território para lutarem contra grupos que esses países consideram como terroristas

E os presidentes do irã, da Turquia e da Rússia, afirmaram que irão trabalhar militarmente na Síria de forma conjunta contra todos os grupos terroristas presentes no país.

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé
Não seria a primeira vez que esses países lançam ataques conjuntos contra os curdos, porém, será a primeira vez que TODOS os membros da aliança atacam de forma simultânea os curdos.

A última operação conjunta do Eixo de Bagdade contra os curdos foi quando os curdos de chamado Curdistão Iraquiano tentaram a independência. O exército do Iraque atacou ferozmente por terra, porém, à pedido dos EUA, a força aérea iraquiana não participou dessa ofensiva. 

Foi então que a força aérea turca interviu no conflito ao lado do Iraque e passou a usar a sua força aérea para atacar os curdos em apoio as forças de Bagdade.

O Irã no final de 2018, lançou um potente ataque com mísseis contra posições militares e políticas dos curdos no Iraque. Esse ataque causou a morte de 47 políticos e militares curdos.


O exército iraquiano já está operando abertamente em uma região ao sul da Síria, atacando militantes do grupo terrorista, Estado islâmico. Essas operações são feitas em coordenação com os militares de Damasco.

Outra operação lançada pelo Eixo de Bagdade, foi a invasão contra o Daesh na região de Al-Abukamal, no extremo oriente da Síria. Essa operação foi feita por militares do Iraque, da Rússia, da Síria e do Irã, que rapidamente venceram os terroristas nessa importante cidade síria.

FONTE: MÍDIAS ÁRABES E RUSSAS.

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27 de jul. de 2018

EUA se preparando para bombardear o Irã no próximo mês?

27 de julho de 218 - 00:15:30

A rede de noticia ABC da Austrália, disse em seu site de noticias que ministros australianos do alto escalão do governo de Turnbull, falaram que os EUA estariam prontos para bombardear instalações nucleares do irã já no próximo mês e que a Austrália estaria disposta a ajudar.

A ABC da Austrália informou que a ajuda australiana viria de suas instalações secretas, na qual seriam usadas para identificar e marcar alvos no Irã. Quem também ajudaria nessa tarefa de identificação, seria os agentes do serviço secreto Britânico.

Uma das fontes, disse que a Austrália ajudaria apenas com o serviço de inteligencia e não participaria diretamente de um bombardeio.[post_ad]

Os Estados Unidos tem em conjunto com outros 4 países, instalações secretas de espionagem via satélite chamada de "Os Cincos Olhos" que compõem EUA, Reino Unido, Austrália, Canada e Nova Zelândia. Essas instalações tem como objetivo, direcionar os pontos de espionagens para os satélites espiões americanos e justamente a instalação de inteligencia australiana chamada de Pine Gap, será utilizada nessa missão de identificação.

Apesar dessa informação ter vindas por parte dos ministros australianos, o próprio Primeiro Ministro da Austrália, Turnbull veio a publico dizer que não vê motivos para acreditar nessas informações, pois se tratavam apenas de especulações. Para ele, o governo Trump não faria tal ato.

Mas, uma mensagem destinada a Trump vinda do alto comandante iraniano, Qassam Soleimani colocou ainda mais fogo nessa história, 
"Voces americanos irão iniciar a guerra, mas nós é quem iremos termina-la"
E ele complementou dizendo,
"Estamos mais perto do que você pode imaginar. Estamos prontos. Não se esqueça de que somos a Força Qods" disse Soleimani em sua conta do Twitter.
Uma possível ação militar por parte dos americanos contra o Irã, ficou ainda maior depois que Israel invocou a chamada "Begin Doctrine". Doutrina essa que coloca o estado judeu em posição de atacar preventivamente, qualquer país hostil a Israel que tente desenvolver capacidade nuclear, mesmo que pacifica.

Mostrando a alta tensão entre EUA e Irã, o governo Trump disse que só irá retirar suas forças militares da Síria, assim que o Irã deixa o território sírio por completo. Anteriormente, Trump havia dito que as suas forças iriam deixar a Síria, mas voltou atras. 
Essa reviravolta na intenção de deixar a Síria por parte dos americanos, vem acompanhada da solicitação de Benjamin Netanyahu na qual disse que o Irã deveria se retirar imediatamente da Síria.

Algumas outras fontes anonimas, disseram que o centro de inteligencia australiano, já iniciou os preparativos para identificar os alvos iranianos e que o mesmo será feito pelo Reino Unido nos próximos dias.

Uma outra especulação bastante importante, é que a Rússia, assim como no ataque americano a Síria, não irá utilizar suas forças militares diretamente para conter esse possível bombardeio e ficará apenas no apoio logístico, deixando o Irã responsável por se defender.

Será que estamos perto de presenciar uma guerra entre EUA e Irã já no próximo mês? Vale lembra que inicialmente, o ataque coordenado entre França, EUA e Reino Unido a Síria, após um suposto ataque químico contra civis, também não passava de uma mera especulação.

Vamos aguardar e manter bastante atenção no movimento militar iraniano.

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24 de jul. de 2018

Israel rejeita proposta da Rússia para manter forças do Irã a 100 km de Golan

24 de julho de 2018 - 17:20:23

Autoridades israelenses anunciaram nesta segunda-feira (24) que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu rejeitou uma proposta russa de manter as forças iranianas longe da fronteira nas Colinas de Golan.

A Rússia teria proposto um acordo em que as forças iranianas dentro da Síria teriam que manter 100 quilômetros de distância do território ocupado por Israel.

Netanyahu, que estava em um encontro com Ministro de Exterior russo Sergey Lavrov, foi rápido para rejeitar a proposta, insistindo que Israel nunca irão permitir que os iranianos fiquem até 100 quilômetros de distância de Israel, próximos as Colinas de Golan.[post_ad]A comunidade internacional não reconhece a fronteira das Colinas de Golan, e ainda considera Golã como território sírio ocupado por Israel.

Israel tem reclamado à Rússia sobre a presença de forças iranianas dentro da Síria por meses. O Irã disse que não vai se retirar a menos que o governo sírio peça a eles. A Rússia tentou fazer com que Israel concordasse em parar de atacar sites sírios em troca de manter os iranianos longe da fronteira.

De acordo com o oficial israelense, Netanyahu deu a Lavrov uma lista de exigências quanto à presença militar iraniana na Síria:
  • O Irã precisa tirar todos os seus mísseis de longo alcance e armas da Síria.
  • O Irã precisa interromper a produção de munições de precisão na Síria.
  • O Irã precisa tirar todos os seus sistemas de defesa aérea da Síria.
  • As passagens de fronteira entre a Síria e o Líbano precisam ser monitoradas para impedir o contrabando de armas para o Hezbollah da Síria.
  • As passagens fronteiriças entre o Iraque e a Síria precisam ser fechadas e monitoradas para evitar a infiltração de milícias xiitas na Síria do Iraque.
É improvável que as autoridades israelenses aceitem qualquer acordo, em qualquer caso, tendo feito grandes esforços para insistir que todas as milícias xiitas na Síria são "iranianas", embora a esmagadora maioria seja de outros países. 

Isso fornece uma desculpa sob medida para continuar a atacar alvos militares da Síria indefinidamente, sob o pretexto de resistir ao Irã.

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11 de mai. de 2018

Inspetor chefe da Agencia Nuclear da ONU renunciou dias apos a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã

11 de maio de 2018 - 18:20:25



O inspetor-chefe da agência nuclear da ONU, Tero Varjoranta renunciou hoje ao cargo

Não foi dada nenhuma explicação do motivo da sua renuncia, mas isso ocorre dias depois do anuncio de Trump sobre a saída dos EUA do acordo nuclear iraniano.

Varjoranta também fazia parte do comando da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que inspeciona o programa nucelar do Irã.

Fonte: AFP / Yahoo News

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Trump e Teresa May conversaram por telefone e condenaram ataque do Irã a Israel.

11 de maio de 2018 - 18:05:43


O presidente dos EUA Donald Trump e a Primeira Ministra Britânica Teresa May, discutiram hoje, sexta-feira (11) por telefone sobre o Irã.

Ambos condenaram o ataque a colinas de Golan por parte do Irã na qual foi acusado por Israel de ter lançado 20 misseis contra alvos israelenses.

Os lideres discutiram uma forma de como lidar com a desestabilização do Oriente Médio por parte do Irã, porem ainda não há muito detalhes do que será feito

O Reino Unido também deixou claro que apoia o direito de defesa por parte de Israel.

O mais provável é que ocorra anuncio de punições econômicas nos próximos dias.

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Irã continua negando sua participação no ataque as colinas de Golan, ocupadas por Israel.

11 de maio de 2018 - 06:30:06 

O Irã negou as alegações de Israel de que lançou ataques com foguetes contra suas forças nas colinas de Golan, chamando as alegações de "fabricadas" e "infundadas".

Na quinta-feira (10), Israel lançou uma onda de ataques contra o que chamou de alvos iranianos na Síria em resposta a supostos ataques iranianos que atacaram pela primeira vez o território sírio de Golan, ocupado pelos israelenses. Foi o mais extenso combate militar entre os dois adversários desde a Guerra dos Seis Dias.
"Os freqüentes ataques do regime sionista à Síria, sob pretextos fabricados e sem base, violam a soberania nacional e a integridade territorial da Síria e desafiam todas as leis e regulamentações internacionais", disse Bahram Qasem, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã.
Israel diz que atingiu dezenas de alvos militares iranianos, além de cinco instalações antiaéreas sírias em resposta às forças iranianas supostamente lançando 20 foguetes nas colinas de Golan.

A mídia estatal síria informou que as defesas aéreas sírias interceptaram a maior parte dos foguetes que chegam sobre a capital Damasco, mas também confirmaram que uma estação de radar e um local de armazenamento de armas foram atingidos.

A televisão estatal iraniana informou que a Síria havia dado uma "resposta esmagadora".

Qasem na sexta-feira, também condenou o silêncio da comunidade internacional sobre os ataques de Israel na Síria.
"O Irã condena veementemente os ataques de Israel à Síria. O silêncio da comunidade internacional encoraja a agressão de Israel. A Síria tem todo o direito de se defender", disse Qasemi, segundo a televisão estatal iraniana.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ameaçou com novas ações na Síria, alertando que os militares israelenses atacarão qualquer nação que atacar o seu país, incluindo ataques preventivos. 
"O Irã cruzou uma linha vermelha; nossa resposta foi apropriada", disse Netanyahu durante uma coletiva de imprensa.
"O exército israelense realizou um amplo ataque, um ataque muito amplo contra alvos iranianos na Síria. Eu envio uma mensagem clara ao regime de Assad que nossas ações visam alvos iranianos dentro da Síria, mas se o exército sírio agir contra nós, nós iremos agir contra isso".
Israel há muito tempo alerta para uma crescente ameaça iraniana dentro da Síria. O ministro da Defesa do país, Avigdor Lieberman, disse em uma entrevista coletiva que as forças israelenses destruíram quase toda a infraestrutura militar do Irã na Síria na quinta-feira. 
"Eles devem se lembrar que, se atacar aqui, nós iremos para lá e espero que terminemos este capítulo e que todos tenham recebido a mensagem", disse Lieberman.
Como as tensões entre Israel e Irã continuaram a aumentar, as Nações Unidas, Rússia, França, Alemanha e Grã-Bretanha, instaram os dois países a evitar qualquer nova escalada.

Fonte: Aljazeera

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10 de mai. de 2018

Ataques de Israel contra a Síria levantam ameaça de confronto militar com o Irã disse MP russo

10 de maio de 2018 - 23:40:06 

O bombardeio israelense de alvos iranianos na Síria foi uma "ação planejada direta" após a retirada dos EUA do acordo nuclear com o Irã, segundo o membro do parlamento russo Leonid Slutskiy. Ele diz que isso poderia desencadear um confronto direto com o Irã.

"Os ataques de Israel às posições iranianas na Síria são uma ação direta planejada após a retirada dos EUA do acordo nuclear [com o Irã], que se tornou o próximo passo na cadeia de provocações EUA-Israel contra o Irã", disse Slutskiy, chefe do Comitê de Assuntos Internacionais.
A declaração veio várias horas depois que Israel lançou uma das maiores operações contra "dezenas" de alvos militares iranianos na Síria. 
Os ataques aéreos de Tel-Aviv duraram duas, mais de 70 foguetes foram disparados, enquanto 28 jatos militares foram enviados, segundo o Ministério da Defesa da Rússia. Israel alega que o ataque ocorreu depois que forças iranianas supostamente atingiram alvos israelenses nas colinas de Golan.
"Tel Aviv está aumentando a ameaça de um verdadeiro confronto militar com Teerã", disse Slutskiy, acrescentando que qualquer "agravamento da histeria anti-iraniana é explosivo". 
Slutskiy advertiu que o ataque mina uma situação já instável em torno do Plano Conjunto de 2015 (o JPOA), comumente conhecido como o acordo nuclear iraniano.

Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Washington não recertificará o acordo que limitou o programa nuclear de Teerã em troca do alívio das sanções. Outros signatários do acordo como China, França, Rússia, Reino Unido e Alemanha. condenaram a medida e planejam manter o acordo mesmo sem os EUA.

O aumento das tensões entre Teerã e Tel-Aviv, é motivo de preocupação, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Bogdanov. 
"Essa escalada é perigosa e só desvia o mundo da luta contra os terroristas do Estado Islâmico e da Al-Nusra, disse o diplomata.
"É necessário desanuviar as tensões", 
Disse Bogdanov, acrescentando que a troca de ataques entre iranianos e israelenses foi tocada durante a visita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a Moscou no início desta semana.

Fonte: RT

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Irã não lançou misseis? Ataque de falsa bandeira para "justificar" um bombardeio de Israel a Síria?

10 de maio de 2018 - 02:01:03


Uma noticia que está circulando no twitter na qual está ganhando força, diz que no caso, não foi o Irã quem lançou os misseis contra Israel.


Segundo a noticia e algumas pessoas, Israel teria bombardeado Damasco e a Síria revidou lançando misseis na Colina de Golan e não o Irã.

No caso, irã não teve nenhuma participação nesse conflito e ao que parece, essa informação é reforçada com a declaração de alguns oficiais sírios, onde eles disseram que o exercito e as forças de defesas sírias responderam a um ataque de israelense.

Em outras palavras, a Síria "Peitou Israel" sozinha.

Se analisarmos bem as fontes confiáveis, 95% dos alvos atacados por Israel, foram bases sírias, divisões de infantaria sírias, sistemas de defesas sírias e radares sírios. Não há muitos relatos de ataque a milicias ou posições iranianas.

Vale ressaltar, que não há forças Xiitas na região de Golan, já que Israel criou um limite seguro onde o Irã não pode passar se não será atacado e esse limite é bastante amplo na região de Golan, somente forças sírias patrulham o local.

Ai fica uma duvida, será que foi uma batalha isolada?

Inicialmente, as fontes israelenses, disseram que se tratava de um ataque sírio e depois, passaram a descrever como um ataque de misseis realizado pela milicia pro Irã al-Quds. 

Rolou boatos de que o governo de israel estava fazendo um certa censura militar nos meios de comunicação em Israel e que teria até ameaçado retirar as credenciais de algumas caso não reportassem o conflito de forma favorável a Jerusalém, informação essa que não foi confirmada.

De fato não há nenhum relatório ou fontes citanto as Colinas de Golan como alvo do Irã, A Guarda Revolucionária Iraniana disse que iria responder aos ataques de Israel, mas não fez menção a Golan e sim a alvos dentro de Israel.

Golan na verdade, é um território sírio na qual foi anexada por Israel na guerra de 6 dias e que não é reconhecida pela Comunidade Internacional como parte de Israel. O único interesse nesse território, fica dividido entre sírios e israelenses, o Irã apoia a disputa por parte dos sírios, pelo fato dessa região ser estrategicamente montanhosa, garantindo um bom posto de artilharia contra Israel mas não fez menção em atacar nesse território.

Há uma matéria no New York Times onde o tenente-coronel Jonathan Conricus, porta voz militar de Israel, disse que o seu governo avisou ao governo russo sobre a sua ação de ataque contra Síria.
"Os russos foram informados antes de nosso ataque pelos mecanismos estabelecidos que temos", disse o tenente-coronel Jonathan Conricus aos repórteres sem dar mais detalhes.
Outras fontes tradicionais e algumas independentes, disseram que Israel teria passado os seus alvos ao governo russo antes de atacar a Síria, mas segundo a IDF, esse ataque só foi realizado, porque as forças milicianas pro Irã atacaram Israel e essa resposta foi quase que imediata.

Mas se esse ataque foi em resposta ao ataque da milica Al-Quds em quase que instantânea, porque então foi repassado aos russos informações sobre os alvos antes mesmo do ataque iraniano?

O fato é que Netanyahu estava em Moscou quando ocorreu os primeiros bombardeios de ambos os lados e retornou a Jerusalém no horário combinado e não as pressas.

Agora vejam o que a IDF disse em sua pagina oficial no Twitter.

No vídeo apresentado pela IDF, podemos ver o lançador de misseis BM-27 Uragan que é operado pelas forças Síria contra o ISIS, e ao que parece, o Irã não tem esses laçadores no local informado.

A IDF liberou também um Info-gráfico dos ataques e segundo ela, todos eram posições iranianas dentro da Síria, forma mais de 50 posições iranianas atacas de acordo com a IDF. 

Informação muito divergente com as repassadas durante a batalha pela própria mídia de Israel.


Para finalizar, não há se quer um vídeo, mostrando artilharias iranianas ou da milica Al-Quds, realizando tal lançamento de misseis.

Então estaríamos diante de uma grande falsa bandeira para "justificar" um ataque a Síria? 

Claro que temos que esperar outras fontes e os comunicados oficiais do exercito Sírio, mas ao que tudo indica... essa foi uma batalha entre os dois países.

Por Conflitos e Guerras

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8 de mai. de 2018

O PRESIDENTE DOS EUA, DONALD TRUMP RETIROU O PAÍS DO ACORDO NUCELAR COM O IRÃ

08 de maio de 2018 - 16:13:06

Em um pronunciamento feito na terça-feira (8) o presidente dos EUA, Donald Trump retirou os EUA do acordo nuclear com o Irã.

Trump disse que essa decisão torna os EUA e seus aliados mais seguro assim como o mundo todo, ele também deixou claro que não irá permitir que o regime iraniano obtenha armas nucleares.

Trump também deu um aviso em tom de ameça, dizendo que agirá contra os países que ajudarem o Irã a ter armas nucleares.

O presidente norte americano também disse que Teerã é o principal patrocinador do terrorismo na região e que isso não poderia continuar.

Para Trump, o Irã continuou enriquecendo o seu urânio mesmo com o acordo e que estava próximo de conseguir o seu primeiro artefato nuclear, mas o Irã nega tal afirmação e diz que o seu programa nuclear é pacifico.

Segundo os americanos e seus aliados no Oriente Médio, o Irã iniciou uma corrida atômica na região, forçando os demais a seguirem o seu exemplo, a própria Arabia Saudita disse que também tem o direito de criar o seu programa nuclear já que Teerã está criando o seu.

Em seu discurso, Trump deixou claro que pretende restabelecer sanções levantadas contra o pais do Aiatolá, Ruhollah Khomeini, líder supremo do país e que novas punições econômicas podem ser impostas.

O fim desse acordo, significa uma vitória tanto para Israel, quanto para a Arabia Saudita, pôs ambos afiram que o Irã estava desenvolvendo armas nucleares escondido, se aproveitando do acordo. Eles também acusavam o Irã de aproveitar o fim das sanções para financiar grupos terroristas.

A saída dos EUA do acordo abre caminho para que Israel não reconheça as instalações atômica do Irã como pacificas, podendo então bombardeá-las.

Caso o acordo seja desfeito, o Irã pode voltar a enriquecer o seu urânio de forma a consegui capacidade de produzir armamentos nucleares, já que o acordo previa um limite nesse enriquecimento.

Apesar da saída dos EUA do acordo, Trump disse que não descarta um novo acordo na qual seja realmente funcional e benéfico para ambo os lados.

Basta agora acompanhar a reação dos países europeus e da Russia, quanto a essa atitude norte americana.

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4 de mai. de 2018

Tensão Israel e Irã: O primeiro-ministro israelense agora tem o poder de declarar guerra sem supervisão de gabinete

04 de maio de 2018 - 04:20:42

Israel aprovou uma lei que concede ao seu primeiro ministro e ao ministro da defesa. a declaração de guerra sem supervisão do gabinete israelense.

A lei vem junto com o aumento das tensões entre Israel e o Irã.

No mês passado, ataques aéreos mataram militares iranianos na Síria, com muitos atribuindo os ataques não reclamados a Israel.

No início desta semana, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, anunciou que Israel roubou uma coleção de documentos nucleares de Teerã, acusando-o de não cumprimir corretamente com o acordo nuclear assinado com as grandes potencias, e isso pode sinalizar a prontidão de Israel para se envolver diretamente em uma guerra com o Irã.[post_ad]

No início desta semana, o Knesset (parlamento) de Israel, votou por 62-42 a favor da concessão de autoridade ao primeiro-ministro para consultar apenas o seu ministro da Defesa antes de ordenar uma grande operação militar. A lei exigia anteriormente uma votação completa do gabinete para empurrar o país para o conflito.

Críticos da nova lei, dizem que essa decisão efetivamente dá liberdade ao primeiro-ministro, removendo a supervisão de gabinete. e o momento da lei coincide com as crescentes tensões na região.

A disputa entre Israel e Irã, ocorre há décadas e tem sido travada em grande parte por meio de guerras por procuração e ataques cibernéticos. 
Mas as recentes hostilidades entre os dois poderiam estar levando as nações à beira de uma guerra total.

Em fevereiro, Israel abateu um drone que afirma ter sido lançado por forças iranianas que operavam na Síria. 

Um porta-voz do exército israelense afirmou que o drone estava "carregando explosivos" e foi lançado "como um ato de sabotagem em território israelense".

No mês passado, ataques aéreos atingiram um aeródromo do governo na Síria , supostamente atacando e matando quatro militares iranianos estacionados na base. 

A Rússia e o Irã foram rápidos em culpar Israel, que permaneceu em silêncio, apesar de várias fontes afirmarem que Israel estava por trás do ataque .

Se Israel fosse responsável pelo ataque, poderia servir como o primeiro sinal de confronto militar direto entre Israel e o Irã. O Irã desde então prometeu retaliação .

E nesta semana o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma apresentação dramática, acusando o Irã de mentir sobre sua busca por armas nucleares.

Netanyahu revelou que a agência de espionagem israelense Mossad, invadiu sistemas do Irã e roubou 110 mil documentos supostamente sobre o programa nuclear iraniano.

O anúncio provocativo de Israel do ataque é provavelmente parte de sua guerra psicológica contra o Irã mas pode vir a se tornar em uma guerra real e direta.

A Rússia pediu a Israel que forneça imediatamente qualquer informação que possa ter sobre o prosseguimento do programa nuclear do Irã à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), disse na quinta-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov.
Se Israel ou qualquer outra pessoa receber documentos que alegadamente provam que o Irã ainda tem planos de desenvolver armas nucleares, esses documentos devem ser entregues à AIEA, responsável pela implementação do Plano de Ação Integral Conjunto", disse Lavrov, segundo o Sputnik.
Fonte: Business Insider

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17 de abr. de 2018

Aumenta ainda mais o temor de uma guerra entre Irã e Israel após a JPost confirmar noticia da Al-Akhbar

17 de abril de 2018 - 12:52:39

Agora foi a vez do site israelense The Jerusalém Post confirmar as informações do site Al-Akhbar, na qual foi informado que a Guarda Revolucionária do Irã poderia vir a realizar uma ataque contra Israel.

De acordo com o JPost. a Guarda Revolucionária Iraniana estaria sim planejando um ataque contra israel.

E isso pode ser visto no seguinte trecho do artigo publicado.
"Esse ataque seria realizado diretamente a Israel e não por proxies como feito antes, sob as ordens do comandante da Força Quds, Qassem Soleimani. O ataque viria na forma de mísseis guiados com precisão ou através de drones armados vindos de alguma base na Síria." Relatou o site.
O site também trouxe informações repassadas por uma importante fonte interna da IDF na qual ele disse para a Sky News Arabe:
"Israel vai reagir fortemente a qualquer ação iraniana vinda de dentro da Síria".
Ele complementou dizendo que o Irã planeja esse ataque através de bases na Síria. 

Ele acrescentou que o Irã planeja atacar Israel da Síria, ganhando o controle do estado árabe através de sua força aérea.

Bases Iranianas na Síria

Fotos divulgada na manha desta terça-feira. mostram o que seria bases aéreas iranianas sendo reforçadas na Síria, onde comprova que Teerã aumentou o escopo de suas relações militares com o regime de Assad sob os auspícios do comandante da força aérea do CGRI, General Brigadeiro Amir Ali Hajizadeh.


A fonte também afirmou que as companhias aéreas civis e de carga, Simorgh e Pouya Air, são usadas pelo IRGC como fachadas para vôos de transporte militar, trazendo soldados e armamentos para reforçar a presença militar do Irã na Síria.

De acordo com as fotos, a Guarda Revolucionária do Irã estabeleceu várias bases na Síria, incluindo uma base militar na província de Deir ez-Zor, no leste da Síria, vista com aviões Ilyushin transportando armas do Irã para a Síria. 

As fotos aéreas de inteligência mostraram cinco outras bases aéreas com a presença do IRGC:

A base T4 que inclusive já foi bombardeada por Israel, a base aérea de Aleppo, a de Deir ez-Zor, o Aeroporto Internacional de Damasco e um aeródromo adicional ao sul da capital Damasco.


As fotos da inteligência aérea israelense, supostamente ilustram como Teerã continua capaz de transportar mísseis superfície-terra, bem como veículos aéreos não tripulados para o país devastado pela guerra sob o disfarce de ajuda humanitária. 

A divulgação das fotos chega à frente no 70º Dia da Independência de Israel, quando o Irã também estará marcando seu Dia Nacional do Exército.


As tensões aumentaram dramaticamente entre os dois arqui-inimigos após a infiltração de um drone iraniano no norte de Israel, onde a IDF anunciou na sexta-feira que ele estava armado e em uma missão de ataque de sabotagem contra o Estado judeu. 

Na semana passada, um suposto ataque aéreo israelense contra a Base Aérea T-4, na província de Homs, matou sete soldados do IRGC, incluindo o coronel Mehdi Dehghan, que liderou a unidade operando fora da base. 

Um oficial sênior do IDF confirmou ao The New York Times na segunda-feira que Israel estava por trás do ataque, afirmando que o incidente de fevereiro "abriu um novo período" entre o Estado judeu e a República Islâmica.
"Esta é a primeira vez que vemos o Irã fazer algo contra Israel - não por procuração", disse ele, acrescentando que a greve dos iranianos no T-4 "foi a primeira vez que atacamos alvos iranianos vivos - tanto instalações quanto pessoas". 
Após o ataque, Ali Akbar Velayati, o principal ajudante do líder supremo iraniano Ali Khamenei, alertou que Israel "deveria estar esperando por uma resposta poderosa" à greve no aeródromo, dizendo que "não ficará sem resposta".

Fonte: The Jerusalém Post

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30 de mar. de 2018

Caças F-35 de Israel invadem espaço aéreo do Irã sem serem detectados pelas defesas anti-aéreas da Rússia

30 de março de 2018 - 16:38:02


A imprensa do Kuwait informou na quinta-feira (29) que no mês passado, os caças furtivos Adir F-35 da Força Aérea Israelense (IAF) invadiram o espaço aéreo iraniano duas vezes sem serem detectados pelos sistemas antiaéreos russos de ponta presentes no local.

Citando "uma fonte informada", o Al-Jarida, um jornal diário do Kuwait em língua árabe, informou que os dois aviões da IAF passaram sem serem detectados na Síria e no Iraque. 

Se isso for verdade, significa que o caça furtivo F-35 construído nos EUA, não é capaz de ser detectado pelo sistema antiaéreo S-400 instalado na base aérea russa em Latakia, na Síria. 

O Jerusalem Post informou que o F-35 circulou em alta altitude, tendo como alvo as cidades iranianas de Bandar Abbas, Esfahan e Shiraz, todas associadas ao programa nuclear iraniano.

O artigo de Al-Jarida também observou que os sete combatentes do F-35 da IAF, já realizaram várias missões na Síria e na fronteira libanesa-síria.[post_ad]

Também foi enfatizado que os novos caças furtivos, podem voar de Israel para o Irã duas vezes sem reabastecimento.

Isso vem na esteira do primeiro contato hostil direto entre Israel e o Irã. No mês passado, um helicóptero israelense Apache derrubou um drone iraniano que foi lançado da Síria. 

Como resposta, os F-16 israelenses atingiram 12 alvos na Síria, incluindo a base iraniana que lançou o drone. Um F-16 israelense foi abatido e os dois pilotos ficaram feridos. Vários sites militares e de aviação conjeturaram que os F-35 foram usados ​​operacionalmente pela primeira vez pela IAF nesses ataques aéreos dentro da Síria.

A noticia sobre a invasão do espaço aéreo do Irã por parte de Israel, vem em meio a uma crescente especulação de que uma guerra entre os dois países estariam bastante próxima de ocorrer.

Fonte: Breaking Israel News

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13 de nov. de 2017

Forte terremoto na fronteira Irã Iraque deixa centenas de mortos. Desastre Natural, ou Arma Climática?

13 de novembro de 2017 - 10:02:14


Sobre para 336 o numero de vitimas no terremoto que atingiu a fronteira entre o Irã e o Iraque.

O epicentro do tremor foi localizado 32 km a sudoeste da cidade iraquiana de Halabja (cerca de 300 km a noroeste de Bagdá), segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. Os tremores foram sentidos na Turquia, em Israel e no Kuwait.

O maior registro no números de vitimas foram nas cidades de Kermanshah e Sarpol-e Zahab com cerca de 328 mortes. As províncias ficam a 15 quilômetros da fronteira com o Iraque

Já no Iraque a cidade de Darbandikhan que fica na região curda, registrou morte de 8 pessoas e 321 ficaram feridas.

De acordo com as equipes de regaste, esse numero pode subir ainda mais conforme passar do tempo.

O irã já foi atingido por outros terremotos pelo fato do país está localizado exatamente em cima da placa tectônica Irãmica e Arábica.


O terremoto mais mortal já registrado no Irã deixou cerca de 35 mil mortos.

O terremoto levantou a duvida nos que curtem uma teoria da conspiração e afiram que os EUA detém uma arma capaz de provocar terremotos.

O Conflitos e Guerras explicou sobre essa arma no artigo abaixo, acesse e de uma conferida.


O terremoto veio em meio a crescente tensão entre Arabia Saudita e Irã, que pode deflagar uma grande guerra na região.

TERREMOTO AO VIVO

O terremoto foi registrado ao vivo por moradores locais e o Conflitos e Guerras foi atrás desses
videos

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20 de out. de 2017

Guerra a Vista: Irã fechando cada vez mais o cerco contra Israel?

20 de outubro de 2017 - 19:30:12



De acordo com acontecimentos poucos divulgados, o Irã vem avançando no seu plano de cercar Israel em varias frentes de combates.


O texto foi retirado do site DEBKAfile e o Conflitos e Guerras resolveu compartilhar com vocês os fatos que demonstram um grande plano que pode ser catastrofístico no Oriente Médio.

Apos a visita do vice-líder do Hamas, Saleh Arouri a Teerã, o Irã prosseguiu com seus planos nesta semana de cercar israel independentemente das ameaças destinadas a Teerã por parte de Jerusalém e Washington.

[post_ad]Na sexta-feira, (20) de outubro, menos de duas semanas depois de Saleh Arouri aprovar um acordo de reconciliação patrocinado pelo Egito entre seu partido e o rival Fatah, ele liderou uma grande delegação do Hamas a Teerã.

Na terça-feira, (17) de outubro, o gabinete de segurança de Israel estabeleceu condições para o reconhecimento do acordo de unidade palestina, incluindo o reconhecimento do Hamas por Israel. Os pontos a serem considerados, previa o desarmamento e a separação de seus laços com o Irã.

Na quinta-feira (19), o enviado do Oriente Médio aos EUA, Jason Greenblatt, emitiu uma declaração em apoio a posição de Israel.

Mas antes de partir para Cairo, Arouri fez questão de declarar que o Hamas nunca reconheceria Israel como um estado independente, não desistiria da sua "resistência armada", não dissolveria sua ala armada ou entregaria suas armas.

Em seu relatório com a participação dos seus apoiadores em Teerã sobre as conversas da unidade palestina realizado em Cairo, acabou em uma serie de eventos seguidos ao longo da semana, onde se viu o Irã, articulando inúmeras ações iranianas a fim de colocar mais tensão no Oriente Médio.

  • 1 - A cidade petrolífera do norte de Iraque, Kirkuk, foi capturada com quase nenhuma resistência do Curdistão pelo exército iraquiano, liderado por milícias xi iranianas pró-iranianas e centenas de soldados do Corpo Revolucionário da Guarda Iraniana (IRGC) disfarçados nos uniformes militares iraquianos. Esses campos de petróleo eram uma fonte primária do petróleo de Israel.

  • 2 - A derrota dos curdos foi tão devastadora que os lutadores do Peshmerga também se retiraram de partes de Ninewa, Salah al Din, Diyala, Mosul e Sinjar.

    A escala desta calamidade não foi divulgada ao público nos EUA ou em Israel, porque o que isso significa é que o IRGC agora está no controle não apenas do principal centro de petróleo de Kirkuk e seus campos de petróleo na região, mas também de grandes instalações no leste e norte do Iraque, bem como a fronteira norte com a Síria.

    O Irã agora tem uso completo e exclusivo de um corredor aberto em todo o Iraque para a Síria.

  • 3 - Embora o ministro da Defesa da Rússia, Sergey Shoigu, tenha feito uma visita oficial de dois dias a Israel, o primeiro desde a sua nomeação há cinco anos, um evento que normalmente classificaria a melhor publicidade, passou sem um comunicado conjunto, ou qualquer palavra sobre o tópicos que discutiram, suas áreas de acordo ou discórdia, ou até mesmo um aviso de sua partida.

    O que ocorreu na reunião, foi uma discórdia tão profunda registrada nas conversações do general com líderes israelenses, ou Moscou estava com dificuldades para contactá-las?

  • 4 - Na segunda-feira, 16 de outubro, uma bateria anti-aérea síria SA-5 a 50 km a leste de Damasco, disparou um míssil terrestre contra aviões de reconhecimento israelenses sobre o Líbano. Um ataque aéreo israelense, em seguida, destruiu a bateria.

  • 5 - Terça-feira, o chefe de gabinete iraniano, o major-general Mohammad Bagheri, fez uma viagem não programada a Damasco depois do ocorrido. Sua visita de três dias enviou um sinal de que Teerã ficou extremamente indignado com Israel pelo incidente em Damasco.

  • 6 - Na quarta-feira, o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu conversou por telefone com o presidente russo Vladimir Putin. O Kremlin anunciou que eles discutiram sobre a guerra na Síria, o programa nuclear do Irã e a situação no Curdistão.

    A discussão terminou com a ausência de quaisquer mudanças na Síria ou no Iraque na sequência, o que pode-se presumir um termino tão inconclusivamente quanto a visita de Shogu.

  • 7 - Na quinta-feira, o ministro da Defesa de Israel, Avigdor Lieberman, sentou-se em Washington com o secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis e o conselheiro de segurança nacional, o general H. R McMaster.

    Antes de sua partida, ele anunciou que um adicional de quatro bilhões de shekels (US $ 1,1 bilhão) deveria ser adicionado ao orçamento de defesa do país para a aquisição de "tecnologias mais avançadas" na intenção de enfrentar a crescente ameaça iraniana.

    Ninguém detalhou a natureza desta tecnologia de alto custo e nem foi comentado por parte de Washington ou Jerusalém.

  • 8 - Mais tarde, na quinta-feira, os tanques da IDF dispararam contra uma bateria de artilharia síria perto de Quneitra depois que um míssil caiu sobre os combates sírios e explodiu no norte do Golã.

Esse incidente revelou, de acordo com as fontes militares do DEBKAfile, que o míssil veio de Beit Jinn, que fica em frente aos postos avançados de Israel no Monte Hermon. 

Em outras palavras, o exército sírio e seu aliado o Hezbollah, entraram em um setor militar adicional que os aproximaram mais do que nunca da fronteira israelense e do norte do Golã.

Podemos concluir dizendo que há um plano bem cabuloso na região onde pode trazer para a guerra, Israel e Irã. 

Os líderes israelenses e os porta-vozes militares vem declarando a cada dia que o Irã está entrincheirando seu soldados e seus proxies perto de suas fronteiras e que isso é "inaceitável".

Não sabe-se ao certo o que Israel pretende fazer para conter seu avanço constante.

Uma serie de duvida sobre o que está por vir no Oriente Médio ficou no ar. Quais são as reais intenções do Hamas, quando Arouri sentou-se em Teerã com autoridades iranianas?

Uma outra situação em destaque, fica por parte do conflito no Curdistão, mais precisamente em Kirkuk no Iraque, onde o governo do Curdistão Iraquiano, declarou ter feito um referendo para proclamar a independência da região que fora fortemente apoiada por Israel.

Vale ressaltar que os EUA estão prontos para implantar a unidade das forças especiais da 3º do AirBorne no Oriente Médio. muito se questiona sobre o real objetivo dessa atitude por parte de Washington.

Essa divisão geralmente é empregada em missões especiais de guerra, apesar da suas ultimas missões terem sido em operações antiterroristas.

Será que estamos próximos de presenciar uma nova frente de guerra no Oriente Médio, sendo ela contra Israel vinda da Faixa de Gaza?

Fonte: DEBKAfile / Analise final Conflitos e Guerras

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13 de out. de 2017

Donald Trump disse que os EUA não irão mais certificar o acordo nuclear com o Irã e anuncia novas sanções.

13 de outubro de 2017 - 16:05:12



Em um pronunciamento feito a poucas horas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não irá mais certificar o acordo nuclear assinado com o Irã e que seu governo irá impor novas sanções contra o pais islâmico.

[post_ad]A medida de Trump não acaba de imediato com o acordo nuclear, porem, abre uma oportunidade para que o congresso americano vote por mais sanções ao Irã.

Alguns paises se mostraram bastantes preocupados quanto a decisão.

Russia disse está desapontado com Donald Trump e que sua atitude é algo bastante preocupante.

China também se manifestou e disse que decisão de Trump pode inflamar ainda mais as tensões na região.

Israel disse que o pronunciamento de Trump, abre brechas para um guerra contra o Irã.

União Europeia junto da Grã-Bretanha, disse que não aceitará a pressão norte americana contra o acordo nuclear.

Em um ato de revolta, o Governo do Irã, alem de dizer que os EUA são os fundadores do ISIS disse que irão responder a qualquer custo contra as novas sanções.

Na Alemanha, Angela Merkel disse que irá fazer de tudo para convencer os EUA a não desistir do acordo nuclear.

CERTIFICAÇÃO DO ACORDO NUCLEAR

Para entender melhor o que a atitude de Donald Trump implica,  primeiro precisamos entender como funciona essa certificação ao programa nuclear iraniano.

O acordo nuclear iraniana, foi assinado por vários países e a cada um período de tempo, eles verificam se o Irã está cumprindo com a determinação do acordo.

No caso dos EUA, a cada 90 dias, o governo faz um especie de auditoria para verificar o cumprimento do acordo, caso tudo esteja nos conformes legais ao acordo, os EUA emitem um certificado de conformidade ao Irã, que no caso certifica de que não há nenhuma contravenção por parte dos iranianos ao acordo.

Caso essa certificação não seja emitida, o acordo não é desfeito automaticamente, já que ele também conta com outros países reconhecedores e não somente os EUA, porem, isso da ao Congresso Norte Americano, a possibilidade de votar novas sanções ao governo do Irã, que no caso, são punições econômicas severas e limites ao programa nucelar e armamentistas do Irã e isso é o que poderia por fim ao acordo.

NOVAS SANÇÕES

Em seu pronunciamento, Donald Trump ordenou que o congresso elabore e vote novas sanções ao Irã, o que pode gerar uma grande desavença com os países apoiadores ao acordo.

Se acatado o pedido de Trump, o congresso irá votar e impor novas sanções em até 60 dias contra o irá.

Uma das sanções será aplicada contra a Guarda Revolucionária do Irã, sendo que o próprio presente dos Estados Unidos disse que a colocaria na lista de organizações terroristas. Se feito, os americanos podem até realizar ataques contra a guarda.

Caso o irã venha a levar o seu programa nuclear a frente, mesmo com as sanções impostas, até Israel deixou claro que irá atacar suas instalações nucleares para reduzir sua capacidade atômica, o que poderia levar a uma grande guerra regional.

Basta agora saber, como o congresso americano irá se comportar diante do pronunciamento de Donald Trump.

Por Conflitos e Guerras.

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16 de set. de 2017

Siria: Começa ser implantado o acordo entre Rússia, Irã e Turquia que divide Idlib em 3 pontos de observação militar

16 de setembro de 2017 - 19:45:26



Um acordo alcançado em janeiro de 2017 entre Russia, Irã e Turquia, realizado em Astana no Cazaquistão, que prevê a divisão de Idlib em 3 blocos de influencia, que na verdade funcionará como um ponto de observação militar na região para promover acordo de cessar-fogo, entrou em funcionamento hoje (16)

O real intuito do acordo é criar uma "zona de desescalada de tensão" onde será delimitado áreas de monitoramento nas províncias sírias de Idleb, Homs e Guta, na qual será imposta a proibição de qualquer atividade militar, ate voos de aviões comerciais.

Depois de muitos desencontros no acordo, a zona foi em fim delimitada conforme o mapa abaixo.

Mapa de Idlib acordado em Astana
Mapa de Idlib acordado em Astana

Neste sábado, tropas turcas foram deslocada para o local, onde já deve entrar em vigor a proibição das ações militares no local.





O grande objetivo é garantir o cessar-fogo na região e se caso o acordo e a zona derem certo, novas zonas de desescaladas de tensão serão criadas.

Conflitos e Guerras




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