22 de mar. de 2019

Trump retira as novas sanções econômicas aplicadas contra a Rússia e a coreia do norte

22 de Março de 2019 15:59:34

Por SKYFORCE.

O presidente dos EUA, Donal Trump, anunciou há pouco que retirou as novas impostas pelo Tesouro dos EUA contra a Rússia e Coreia do Norte. Essa decisão de Trump ocorre poucas horas após o Tesouro americano ter imposto as novas sanções.

Trump já havia criticado seriamente as sanções em outras ocasiões.
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18 de jan. de 2019

Trump vai realizar o segundo encontro com Kim Jong-Un, da Coréia do Norte

18 de janeiro de 2019 - 19:37:49

O líder da Coréia do Norte, Kim Jong-un, acompanha o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma pausa nas conversações em sua histórica cúpula EUA-Coréia do Norte em Cingapura em junho passado. Trump e Kim estão programados para realizar um segundo encontro no próximo mês. (Saul Loeb / AFP / Getty Images) 
O presidente dos EUA, Donald Trump, vai realizar uma segunda reunião de cúpula com o líder da Coréia do Norte, perto do final de fevereiro, para tentar convencer Kim Jong-Um a desistir de seu programa nuclear.

O anúncio foi feito na Casa Branca na sexta-feira após Trump se encontrar com um enviado norte-coreano.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que Trump se encontrou por 90 minutos com Kim Yong Chol para discutir a desnuclearização e uma segunda cúpula. Ela chamou a reunião de "produtiva" e disse que o presidente está ansioso para se encontrar com o líder norte-coreano Kim Jong-un em um lugar a ser anunciado em uma data posterior.
"Os Estados Unidos vão continuar a manter a pressão e as sanções contra a Coréia do Norte até vermos a desnuclearização completa e comprovada"

"Tivemos bons passos e boa fé dos norte-coreanos para libertar os reféns e outras ações, e assim, continuaremos essas conversas e o presidente aguarda ansiosamente pela próxima reunião. " disse Sanders.
Trump teve seu primeiro encontro histórico com Kim em junho passado em Cingapura e chegou a um vago acordo de desnuclearização, mas pouco progresso tangível foi feito desde então. Até agora, nenhum detalhe foi divulgado publicamente sobre como a desnuclearização poderia ocorrer.[post_ad]

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse na sexta-feira que "já é tempo" para negociações sérias sobre a desnuclearização na península coreana. 

O chefe da ONU disse em uma entrevista coletiva na sede da ONU em Nova York na sexta-feira que um roteiro permitirá que ambos os lados "saibam exatamente quais serão os próximos passos e tenham previsibilidade na forma como as negociações acontecem".

Guterres disse que é "importante que as duas partes se unam de maneira efetiva". EUA ainda aguardam "passos concretos"

Desde a primeira cúpula, vários analistas privados publicaram relatórios detalhando o contínuo desenvolvimento norte-coreano da tecnologia nuclear e de mísseis. 

Um encontro planejado entre Pompeo e o enviado, que é ex-chefe de espionagem da Coréia do Norte, em Nova York em novembro passado, foi cancelado abruptamente. Autoridades dos EUA disseram na época que a Coréia do Norte havia cancelado a sessão.

As negociações paralisaram a recusa da Coreia do Norte em fornecer uma contabilidade detalhada de suas instalações nucleares e de mísseis que seriam usadas pelos inspetores para verificar qualquer acordo para desmantelá-las.

O Norte exigiu que os EUA ponham duras penalidades econômicas e forneçam garantias de segurança antes de tomar qualquer passo além de sua suspensão inicial de testes nucleares e de mísseis.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse na quarta-feira que os EUA ainda estão aguardando "medidas concretas" pela Coréia do Norte para desmantelar as armas nucleares que ameaçam nosso povo e nossos aliados na região. "

Trump ofereceu garantias de que uma segunda cúpula poderia permitir que os dois líderes selassem um acordo resolvendo o impasse nuclear e melhorando um relacionamento marcado por décadas de animosidade e desconfiança desde a Guerra da Coréia. 

China incentivando negociações

Kim expressou frustração em um discurso anual de Ano Novo sobre a falta de progresso nas negociações. Mas em uma visita a Pequim na semana passada, ele disse que a Coréia do Norte tentaria uma segunda cúpula "para alcançar resultados que serão bem-vindos pela comunidade internacional", segundo a agência oficial de notícias Xinhua.

A última viagem de Kim à China, sua quarta desde o ano passado, ocorreu quando o aliado mais forte do Norte encorajou as negociações com os EUA e, ao mesmo tempo, defendeu a flexibilização imediata das sanções.

Os Estados Unidos e a Coréia do Norte pareciam estar perto da guerra em pontos durante 2017. O Norte encenou uma série de testes de armas que aproximaram a meta nuclear de um dia de atingir qualquer ponto do continente americano. 

Os dois lados então se insultaram: Trump chamou Kim de "Pequeno homem foguete" e a Coréia do Norte disse que Trump era um "babaca".

Kim se voltou abruptamente para a diplomacia com Seul e Washington no ano passado, possivelmente temendo danos econômicos pelas penalidades impostas sobre os testes de armas.

Ainda assim, mesmo após a cúpula de Cingapura, a primeira entre os líderes norte-americanos e norte-coreanos, houve pouco progresso real no desarmamento nuclear.

Analistas independentes são altamente céticos de que a Coréia do Norte irá abandonar facilmente um arsenal nuclear construído em face da pobreza profunda e provavelmente visto por Kim como sua única garantia da sobrevivência de seu governo.

Fonte: CBC

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Trump anuncia uma nova era de defesa dos EUA com o projeto Star Wars

18 de janeiro de 2019 - 19:23:00


O presidente Trump, ontem, elogiou uma "nova era" na defesa antimíssil enquanto lançava planos ambiciosos para um programa "Star Wars" de armas espaciais.

Os mecanismos de defesa propostos pelos americanos contrariam ameaças dos estados como a Coréia do Norte, Irã e China. As medidas a serem consideradas incluem máquinas baseadas no espaço que podem detectar, rastrear e destruir mísseis inimigos.[post_ad]

Trump revelou ontem sua Revisão de Defesa de Mísseis, a primeira pelos EUA em quase 10 anos. 

Ele disse: 
"Nosso objetivo é simples - garantir que possamos detectar e destruir qualquer míssil lançado contra os Estados Unidos - em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer lugar".
O plano tem ecos da polêmica iniciativa Star Wars do ex-presidente Ronald Reagan nos anos 80.

A Iniciativa de Defesa Estratégica do Presidente Reagan viu uma grande variedade de conceitos de armas avançadas, incluindo lasers, armas de feixe de partículas e sistemas de mísseis baseados no espaço estudados.

A revisão do presidente Trump foi lançada em meio a temores crescentes de que países como Coreia do Norte, Irã, Rússia e China possam desenvolver ou já possuir sistemas de mísseis capazes de atingir os EUA.

O ditador norte-coreano Kim Jong-nn, que está desenvolvendo armas nucleares, repetidamente testou mísseis balísticos intercontinentais, disparando contra o Japão.

A impressão artística de um satélite equipado com laser disparando contra um rival, em 1984 (Imagem: Ministro da Defesa EUA)
Ele alega que a totalidade dos EUA está dentro do alcance de seus ICBMs.

A revisão dizia: 
"Enquanto um possível novo caminho para a paz agora existe com a Coréia do Norte, ela continua a representar uma ameaça extraordinária e os Estados Unidos devem permanecer vigilantes".
A justificativa para sistemas de detecção e destruição baseados no espaço se origina do fato de que os ICBMs são disparados para o espaço e em seguida, reentram na atmosfera da Terra a caminho de seus alvos, a milhares de quilômetros de seus locais de lançamento.

A revisão recomendou o estudo de tecnologias experimentais, incluindo as perspectivas de armas baseadas no espaço que poderiam derrubar mísseis inimigos.

Ele também pediu investimentos em sensores baseados no espaço que possam detectar e rastrear melhor os mísseis que chegam.

Trump disse: 
"Vamos proteger o povo americano de todos os tipos de ataques com mísseis.

"No passado, os Estados Unidos não dispunham de uma estratégia abrangente de defesa antimísseis que se estendesse além dos mísseis balísticos. Segundo nossos planos, isso vai mudar.

Os EUA agora ajustarão sua postura para também se defenderem contra ataques com mísseis, incluindo mísseis de cruzeiro e hipersônico.

"Estamos comprometidos em estabelecer um programa de defesa antimísseis que possa proteger todas as cidades dos Estados Unidos. E nunca negociaremos nosso direito de fazer isso."
Fonte: Express

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17 de jan. de 2019

EUA: Trump anuncia novos interceptadores de misseis, sensores e radares no Alasca

17 de 01 de 2019 - 14:50:09


O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou planos para mais 20 novos interceptadores terrestres a serem colocados no Alasca, que poderiam "proteger todas as cidades" do país.[post_ad]

Falando no Pentágono na quinta-feira, Trump anunciou os detalhes de uma "Revisão de Defesa de Mísseis" realizada por sua administração.

Segundo Trump, a estratégia incluirá a criação de sensores baseados no espaço, 20 novos interceptores terrestres no Alasca, armas a laser e muito mais.

Fonte: RT

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14 de jan. de 2019

Trump ameaça devastar a economia Turca caso Erdogan ataque os curdos

14 de Janeiro de 2019 16:42:46
Trump e Erdogan.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu neste domingo que "arrasará economicamente" a Turquia, caso o país ataque os curdos, aos quais também advertiu que não devem provocar o governo turco.

A relação entre os dois membros da Otan tem se desgastado devido ao apoio dos EUA à milícia curda YPG, que a Turquia considera terrorista e vê como uma extensão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) que trava uma insurgência de décadas em solo turco.

Erdogan respondeu dizendo que não teme os EUA e que irá se alinhar ainda mais com a Rússia, a China e o Irã.

Erdogan também afirmou que diferente da Europa e dos EUA, a Rússia é um verdadeiro amigo e aliado.
O presidente turco afirmou também que irá sim atacar os curdos e não há nada que os EUA possam fazer para impedir isso.

FONTE: EURONEWS, TRT E CNN.

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8 de jan. de 2019

Trump diz que ira encerrar operações militares sem apoio de países ricos

08 de janeiro de 2019 - 14:10:45

O presidente dos EUA, Donald Trump disse que irá acabar com as operações militares que não tem apoio financeiro dos países ricos.

Em seu Twitter, Trump disse que as guerras sem fim na qual são travadas por erros cometidos no passado, terminarão em breve. Ele também disse que os conflitos na qual os EUA participam e não tem o apoio militar de outros países, também irão acabar, já que esses países se beneficiam dessas guerras sem participarem.[post_ad]




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4 de jan. de 2019

Economia americana surpreende e popularidade do presidente Trump cresce mais.

04 de janeiro de 2019 15:11:47
Imagem relacionada

A Economia americana gerou mais de 312 mil empregos no último mês de Dezembro, algo que surpreendeu e muito os próprios analistas financeiros americanos, que esperavam uma geração de 200 mil novos empregos.

Esse aumento foi devido à medidas econômicas muito bem sucedidas adotadas pelo presidente Trump, que incluem reduções de impostos para cidadãos e diminuição da carga tributária para empresas.

Imagem relacionada
A popularidade do presidente americano também subiu, tendo passado de 50% para 53%, algo festejado pelo republicano. Essa subida fez com que o presidente americano endurecesse o seu discurso pelo muro na fronteira.









FONTE: INFOMONEY.

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3 de jan. de 2019

Cresce a possibilidade do presidente dos EUA Donald Trump sofrer impeachment em 2019

03 de janeiro de 2019 - 18:50:32


Cresce a possibilidade do presidente Donald Trump sofrer um impeachment


Democrata, Brad Sherman
Ainda esse ano de 2019, o presidente dos EUA Donald Trump pode ser impeachmado, isso porque o deputado democrata Brad Sherman disse que tem a intenção de levar a votação, um impeachment do então presidente norte americano.
“Não há motivo para que o congresso não considere essa resolução”, disse Sherman.

Alem disso, o congressista disse que a saída de Trump seria uma benção ao país.

O clima de impeachment não é só por parte dos democratas, segundo informações obtidas por alguns jornalistas inclusive do New York Times, é que nos bastidores, alguns republicanos afirmam que Trump se tornou uma pessoa perigosa e uma "carga pesada".[post_ad]

A democrata eleita nesta quinta-feira (03) Nancy Pelosi, disse que não descarta um impeachment contra Trump.

Segundo analistas políticos, a pressão sobre os democratas só irá aumentar em 2019 e isso terá o apoio de alguns republicanos não alinhados ao presidente.

Os principais motivos do possível impeachment são a retirada das tropas americanas da Síria, o mercado acionário que não anda muito bem, a paralisação de parte do governo, a demissão de alguns funcionário e a renuncia do Secretário de Defesa, Jum Mattis.

Vale ressaltar que não há nenhuma acusação comprovada contra Trump ao ponto de ser votado um impeachment, porem, a lei americana permite esse recurso por parte dos congressistas.

Resta acompanhar com atenção esse ano de governo nos EUA.

Fontes: Mídias Norte Americanas.

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18 de jun. de 2018

Estaria o presidente dos EUA, Donald Trump, querendo derrubar a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel?

18 de junho de 2018 - 18:15:03


Por Conflitos e Guerras

Um twitter postado hoje pelo presidente dos EUA, Donald Trump na qual ele diz que o povo alemão está se voltando contra o governo de  Angela Merkel, sugere que uma crise diplomática entre os dois países pode está em curso.

De acordo com o twitter de Trump, a população alemã estaria se revoltando contra o governo alemão e que Angela Merkel estaria sobre pressão.

De fato a Chanceler Alemã, Angela Merlek está sobre pressão dos partidos da ala direitistas e que por sinal, tem o apoio de Donald Trump.

Segundo alguns jornais alemães, Merkel recebeu um ultimato de duas semanas para achar uma solução sobre os imigrantes ilegais que estão entrando no país. Caso contrário... o Ministro do Interior da Alemanha, Horst Seehofer agirá para barrar a aceitação de imigrantes no pais e na Europa.[post_ad]

Merkel também enfrenta uma certa pressão por parte da Itália, que vem pressionando o governo alemão para que o mesmo convença a União Europeia de mudar a politica imigratória do bloco, já que segundo o regulamento de Dublin, os imigrantes ilegais devem ter os seus pedidos de asilo registrados no primeiro país na qual eles desembarcam.

A porta para a entrada de imigrantes na Europa, é justamente a Itália e a Grécia na qual são obrigados a registrarem os imigrantes ilegais para que depois os mesmo partam para outros países europeus.

Para piorar a situação, o líder da Áustria, e os Ministros do Interior da Alemanha e da Itália, disseram que irão criar o que eles chamam de "eixo de disposição" que seria um acordo entre entre Roma, Viena e Berlim parar barrar o fluxo imigratório para a Europa.

Já tem gente relacionando essa "união" ao eixo da segunda guerra mundial.

Contudo, muitos dizem que o apoio de Trump aos partidos de direita da Alemanha, visa exclusivamente derrubar a Chanceler Alemã do poder e isso se da pelo desacordo entre os dois países na reunião do G7.

Uma possível crise diplomática entre o atual governo Alemão e dos EUA, estaria se formando e isso pode causar sérios problemas a União Europeia.

Apesar da pressão de Trump sobre Merkel, muitos cidadãos alemães saíram em defesa da Chanceler, e mostraram duas pesquisam na qual apontam que a taxa de criminalidade na Alemanha. caiu, sendo a mais baixa desde 1992, alem da popularidade de Angela Merkel ser a maior dentre os políticos europeus.

Segue o Twitter traduzido do Donald Trump.
"O povo da Alemanha está se voltando contra sua liderança, já que a migração está abalando a frágil coalizão de Berlim.

O crime na Alemanha está subindo. Esse é o grande erro cometido em toda a Europa ao permitir que milhões de pessoas mudem tão fortemente e violentamente a sua cultura!"

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11 de mai. de 2018

Trump e Teresa May conversaram por telefone e condenaram ataque do Irã a Israel.

11 de maio de 2018 - 18:05:43


O presidente dos EUA Donald Trump e a Primeira Ministra Britânica Teresa May, discutiram hoje, sexta-feira (11) por telefone sobre o Irã.

Ambos condenaram o ataque a colinas de Golan por parte do Irã na qual foi acusado por Israel de ter lançado 20 misseis contra alvos israelenses.

Os lideres discutiram uma forma de como lidar com a desestabilização do Oriente Médio por parte do Irã, porem ainda não há muito detalhes do que será feito

O Reino Unido também deixou claro que apoia o direito de defesa por parte de Israel.

O mais provável é que ocorra anuncio de punições econômicas nos próximos dias.

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8 de mai. de 2018

O PRESIDENTE DOS EUA, DONALD TRUMP RETIROU O PAÍS DO ACORDO NUCELAR COM O IRÃ

08 de maio de 2018 - 16:13:06

Em um pronunciamento feito na terça-feira (8) o presidente dos EUA, Donald Trump retirou os EUA do acordo nuclear com o Irã.

Trump disse que essa decisão torna os EUA e seus aliados mais seguro assim como o mundo todo, ele também deixou claro que não irá permitir que o regime iraniano obtenha armas nucleares.

Trump também deu um aviso em tom de ameça, dizendo que agirá contra os países que ajudarem o Irã a ter armas nucleares.

O presidente norte americano também disse que Teerã é o principal patrocinador do terrorismo na região e que isso não poderia continuar.

Para Trump, o Irã continuou enriquecendo o seu urânio mesmo com o acordo e que estava próximo de conseguir o seu primeiro artefato nuclear, mas o Irã nega tal afirmação e diz que o seu programa nuclear é pacifico.

Segundo os americanos e seus aliados no Oriente Médio, o Irã iniciou uma corrida atômica na região, forçando os demais a seguirem o seu exemplo, a própria Arabia Saudita disse que também tem o direito de criar o seu programa nuclear já que Teerã está criando o seu.

Em seu discurso, Trump deixou claro que pretende restabelecer sanções levantadas contra o pais do Aiatolá, Ruhollah Khomeini, líder supremo do país e que novas punições econômicas podem ser impostas.

O fim desse acordo, significa uma vitória tanto para Israel, quanto para a Arabia Saudita, pôs ambos afiram que o Irã estava desenvolvendo armas nucleares escondido, se aproveitando do acordo. Eles também acusavam o Irã de aproveitar o fim das sanções para financiar grupos terroristas.

A saída dos EUA do acordo abre caminho para que Israel não reconheça as instalações atômica do Irã como pacificas, podendo então bombardeá-las.

Caso o acordo seja desfeito, o Irã pode voltar a enriquecer o seu urânio de forma a consegui capacidade de produzir armamentos nucleares, já que o acordo previa um limite nesse enriquecimento.

Apesar da saída dos EUA do acordo, Trump disse que não descarta um novo acordo na qual seja realmente funcional e benéfico para ambo os lados.

Basta agora acompanhar a reação dos países europeus e da Russia, quanto a essa atitude norte americana.

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5 de abr. de 2018

Trump da ordem para que o Pentágono prepare a saída dos soldados do EUA da Síria

05 de abril de 2018 - 02:14:06 


Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu instruções à cúpula militar do país para que comece a planejar a iminente saída das tropas americanas da Síria, onde lideram uma coalizão de mais de 60 nações que combatem o islamismo extremista na região.

De acordo com informações divulgadas pelo jornal “The Washington Post” nesta quarta-feira, o presidente aproveitou uma reunião realizada ontem com alguns dos principais responsáveis da área de segurança para pedir um plano de saída da Síria.

A veracidade desta informação foi confirmada, em parte, pelo diretor nacional de Inteligência, Dan Coats, que na manhã de hoje disse a um grupo de jornalistas que o presidente já tomou uma decisão a respeito, informou a emissora “CNN”.

Trump estaria disposto a manter um pequeno contingente militar na Síria com o objetivo de preparar as forças de segurança locais para que assumam os trabalhos de proteção dos territórios já libertados da presença do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

O presidente, no entanto, ressaltou que, em qualquer caso, a presença dos Estados Unidos na Síria não se estenderia para além da vitória sobre os jihadistas.
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Esta afirmação poderia representar um revés para os principais aliados de Washington em sua luta no país árabe, as milícias rebeldes das Forças da Síria Democrática (FSD), cujo objetivo, além de derrotar os islamitas, é derrubar o presidente Bashar al Assad.

De fato, em janeiro deste ano, Hadi al Bahra, um dos integrantes da delegação do principal grupo opositor sírio que viajou para Washington no início do ano, garantiu para a Agência Efe que seu grupo tinha recebido “garantias” do governo americano de que este só contemplava “uma transição” política como solução duradoura para o conflito que aflige o país desde 2011.

No entanto, o Pentágono vem insistindo nos últimos meses que seu único objetivo na Síria é a derrota do EI, o que dá a entender que a saída de Assad, que conta com o apoio da Rússia, não é um tema que continue sendo de interesse da Casa Branca.
“Estamos arrasando o Estado Islâmico. Vamos sair da Síria muito em breve (…). Estamos lá por uma razão: encontrar o EI, acabar com o EI e voltarmos para casa”, garantiu Trump na semana passada durante um discurso em Richfield, nos arredores de Cleveland (Ohio).
Nesta quarta-feira, Trump voltou a insistir no assunto ao queixar-se que os Estados Unidos gastaram mais de US$7 bilhões no Oriente Médio nos últimos anos e não conseguiram “nada mais que morte e destruição”.

No entanto, quase ao mesmo tempo em que Trump fazia essas declarações, o general Joseph Votel, chefe do Comando Central (CENTCOM), responsável pelas operações das Forças Armadas dos EUA no Oriente Médio, assegurou que o momento mais difícil na Síria “ainda vai chegar”.

Em todo caso, a Casa Branca afirmou hoje em comunicado que consultará os aliados para tomar qualquer decisão e disse que os EUA seguem comprometidos em lutar contra a presença do EI na Síria.

Ao ser consultado pela Efe, o Departamento de Defesa dos EUA não quis comentar sobre “cenários hipotéticos” e se limitou a confirmar que “os comandantes realizam recomendações privadas ao presidente através da cadeia de comando de forma rotineira”.

Durante a campanha eleitoral, Trump já tinha manifestado sua vontade de reduzir a presença americana nos diversos conflitos em que o país toma parte. No entanto, a decisão de anunciar a retirada de suas tropas da Síria atentaria contra a estratégia apresentada pela própria Casa Branca em agosto.

As novas diretrizes de Washington dotaram as forças armadas de maior liberdade de manobra, maior sigilo para evitar possíveis vazamentos por parte de seus aliados e, antes de tudo, estabeleceram o fim aos limites temporários. Ou seja, não existem prazos, só metas a serem cumpridas.

Os Estados Unidos têm cerca de 2 mil militares na Síria, onde lutam ao lado de uma coalizão internacional formada por mais de 60 países que combatem o terrorismo islamita dentro da operação ‘Inherent Resolve’ (‘Apoio Decidido’), que conta com a aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Fonte: Exame

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29 de mar. de 2018

URGENTE: Donald Trump anuncia que as tropas dos EUA irão se retirar em breve da Síria

29 de março de 2018 - 16:18:00


Durante seu discurso da tarde em Richfield, Ohio, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que as Forças Armadas dos EUA na Síria se retirariam em breve.
“Estamos saindo da Síria muito em breve. Deixe as outras pessoas cuidarem disso agora”, disse Trump à multidão.
Citando a derrota do ISIS, Trump afirmou que as tropas dos EUA podem se retirar oficialmente, já que sua tarefa está quase concluída.

“Nós vamos ter dominado 100% do califado, como eles chamam, às vezes referido como terra. Estamos levando tudo de volta" acrescentou Trump.

Apesar de anunciar a retirada das forças americanas, nenhuma data foi oficialmente agendada para a saída dos EUA da Síria.

Fonte: Almasdar News

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13 de out. de 2017

Donald Trump disse que os EUA não irão mais certificar o acordo nuclear com o Irã e anuncia novas sanções.

13 de outubro de 2017 - 16:05:12



Em um pronunciamento feito a poucas horas, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que não irá mais certificar o acordo nuclear assinado com o Irã e que seu governo irá impor novas sanções contra o pais islâmico.

[post_ad]A medida de Trump não acaba de imediato com o acordo nuclear, porem, abre uma oportunidade para que o congresso americano vote por mais sanções ao Irã.

Alguns paises se mostraram bastantes preocupados quanto a decisão.

Russia disse está desapontado com Donald Trump e que sua atitude é algo bastante preocupante.

China também se manifestou e disse que decisão de Trump pode inflamar ainda mais as tensões na região.

Israel disse que o pronunciamento de Trump, abre brechas para um guerra contra o Irã.

União Europeia junto da Grã-Bretanha, disse que não aceitará a pressão norte americana contra o acordo nuclear.

Em um ato de revolta, o Governo do Irã, alem de dizer que os EUA são os fundadores do ISIS disse que irão responder a qualquer custo contra as novas sanções.

Na Alemanha, Angela Merkel disse que irá fazer de tudo para convencer os EUA a não desistir do acordo nuclear.

CERTIFICAÇÃO DO ACORDO NUCLEAR

Para entender melhor o que a atitude de Donald Trump implica,  primeiro precisamos entender como funciona essa certificação ao programa nuclear iraniano.

O acordo nuclear iraniana, foi assinado por vários países e a cada um período de tempo, eles verificam se o Irã está cumprindo com a determinação do acordo.

No caso dos EUA, a cada 90 dias, o governo faz um especie de auditoria para verificar o cumprimento do acordo, caso tudo esteja nos conformes legais ao acordo, os EUA emitem um certificado de conformidade ao Irã, que no caso certifica de que não há nenhuma contravenção por parte dos iranianos ao acordo.

Caso essa certificação não seja emitida, o acordo não é desfeito automaticamente, já que ele também conta com outros países reconhecedores e não somente os EUA, porem, isso da ao Congresso Norte Americano, a possibilidade de votar novas sanções ao governo do Irã, que no caso, são punições econômicas severas e limites ao programa nucelar e armamentistas do Irã e isso é o que poderia por fim ao acordo.

NOVAS SANÇÕES

Em seu pronunciamento, Donald Trump ordenou que o congresso elabore e vote novas sanções ao Irã, o que pode gerar uma grande desavença com os países apoiadores ao acordo.

Se acatado o pedido de Trump, o congresso irá votar e impor novas sanções em até 60 dias contra o irá.

Uma das sanções será aplicada contra a Guarda Revolucionária do Irã, sendo que o próprio presente dos Estados Unidos disse que a colocaria na lista de organizações terroristas. Se feito, os americanos podem até realizar ataques contra a guarda.

Caso o irã venha a levar o seu programa nuclear a frente, mesmo com as sanções impostas, até Israel deixou claro que irá atacar suas instalações nucleares para reduzir sua capacidade atômica, o que poderia levar a uma grande guerra regional.

Basta agora saber, como o congresso americano irá se comportar diante do pronunciamento de Donald Trump.

Por Conflitos e Guerras.

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21 de set. de 2017

Venezuela acusa a Casa Branca de ordenar o seu assassinato.

21 de setembro de 2017 - 23:30:54 



O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou nesta quarta-feira que a Casa Branca deu uma “ordem” para assassiná-lo, um dia após acusar o colega americano, Donald Trump, de ameaçá-lo de morte.


“Sei o que estou dizendo. Deram a ordem para assassinar o presidente da República Bolivariana da Venezuela e a ordem vem do Salão Oval”, disse Maduro em declarações à estatal VTV.

O líder venezuelano afirmou que está em andamento um plano orquestrado por Washington para atentar contra sua vida, que contaria com a cumplicidade de Julio Borges, presidente do Parlamento venezuelano, dominado pela oposição.

“Você será responsabilizado, Julio Borges, por qualquer ato de violência que aconteça contra a República e contra a minha vida ordenado pela presidência de Donald Trump”, declarou Maduro.

O presidente acusou Borges de ter realizado várias viagens ao exterior em busca de apoio e de “preparar as condições para uma invasão gringa, um golpe de Estado ou o assassinato do presidente”.

Na terça-feira, Maduro acusou Trump de tê-lo ameaçado de morte durante o discurso proferido na Assembleia Geral das Nações Unidas.

“Donald Trump hoje ameaçou de morte o presidente da República Bolivariana da Venezuela”, disse Maduro para centenas de partidários após uma “passeata anti-imperialista” em Caracas.

“A agressão do novo Hitler da política internacional, do senhor Donald Trump, contra o povo da Venezuela, a supremacia racial, imperial, hoje se manifestou”.

Ao discursar na Assembleia Geral, Trump definiu o governo Maduro como uma ditadura socialista “inaceitável”, e garantiu que ajudará os venezuelanos a restaurar a democracia.

“Não podemos ficar à margem e apenas observar”, disse Trump, que já impôs sanções financeiras à Venezuela e a Maduro, e não descarta uma “opção militar” diante da grave crise política e econômica venezuelana.

Segundo alunas, a Casa Branca tende a retaliar a decisão venezuelana de vender o seu petroleo somente na moeda chinesa.

Fonte: IstoÉ

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1 de jul. de 2017

Trump diz que 'paciência estratégica' com Coreia do Norte chegou ao fim

01 de julho de 2017 - 17:30:25



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (30) que os programas nuclear e de mísseis balísticos da Coreia do Norte requerem uma "resposta determinada" e que a era de "paciência estratégica" com o governo norte-coreano acabou. A declaração foi feita em uma coletiva de imprensa conjunta com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, na Casa Branca.

"A era de paciência estratégica com o regime da Coreia do Norte tem fracassado... Francamente, essa paciência acabou", disse Trump.

"Nós estamos trabalhando intimamente com a Coreia do Sul e com o Japão, assim como com parceiros por todo o mundo, em uma gama de medidas diplomáticas, de segurança e econômicas para proteger nossos aliados e nossos próprios cidadãos dessa ameaça conhecida como Coreia do Norte", disse Trump.

Ao fim da coletiva conjunta, Moon Jae-in informou que Trump realizará este ano uma visita a Seul. "Convidei o presidente Trump à Coreia este ano, e ele gentilmente aceitou o convite", afirmou Moon durante um breve pronunciamento nos jardinas da sede presidencial.

Situação tensa

Trump recebeu Moon nesta sexta-feira no Salão Oval para uma reunião cuja agenda estava em grande parte dedicada a discutir as tensões com a Coreia do Norte por causa de seus testes de mísseis e pela continuidade de seu programa nuclear.

Mesmo antes do início da reunião a portas fechadas, durante uma rápida declaração à imprensa, Trump disse que havia "muitas opções" abertas em relação à Coreia do Norte.

Nessa oportunidade, Moon disse, através de um tradutor, que com Trump havia mantido "uma discussão muito honesta sobre vários temas, incluindo a Coreia do Norte".

Desde que chegou à Casa Branca, Trump tenta convencer a China a exercer sua influência para conter o governo da Coreia do Norte, embora até agora isso não tenha tido resultados.

A situação se tornou ainda mais tensa depois que o governo de Pyongyang libertou e enviou de volta o americano Otto Warmbier, que havia sido detido há 18 meses na Coreia do Norte.

Warmbier chegou aos Estados Unidos em coma e morreu poucos dias depois por causa de uma infecção cerebral cuja causa nunca foi esclarecida.

Fonte: G1 / Últimos Acontecimentos

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11 de abr. de 2017

Trump ordena conselheiros militares para prepararem planos de ataque a Coréia do Norte

11 de abril de 2017 - 01:20:06 


Acredita-se que entre as opções, estão ataques combinados de forças especiais e ataques de mísseis preventivos


O presidente Trump ordenou que seus conselheiros militares estivessem preparados com uma lista de opções para esmagar a ameaça nuclear da Coréia do Norte .

Um dos conselheiros, o tenente-general HR McMaster, confirmou que seu comandante-chefe fez a ordem quando um grupo de navios de guerra dos Estados Unidos se dirige para a região.

Um dos problemas enfrentados por uma operação liderada pelos norte-americanos para atingir o líder de Pyongyang, Kim Jong-Un, é a intrincada rede de túneis sob a capital.

Os planejadores de guerra tiveram dificuldade em mapear o complexo subterrâneo e acreditam que existem centenas de artilharia subterrânea e locais de aviões.

McMaster descreveu a decisão de reimplantar o USS Carl Vinson no Mar do Japão como "prudente", dado o "padrão de comportamento provocativo" da Coréia do Norte.

Falando com a Fox News, McMaster disse: 
"É prudente fazê-lo, não é?

"Os presidentes anteriores e o presidente Trump concordaram que isso é inaceitável, que o que deve acontecer é a desnuclearização da península.

"O presidente pediu a nós que estivesse preparado para nos dar uma gama completa de opções para remover essa ameaça".

A notícia vem depois que Trump lançou mísseis de cruzeiro contra Assad na Síria na semana passada, a primeira vez que os EUA direcionaram diretamente o regime durante o conflito.

A Coréia do Norte denunciou o ataque de Trump como um ato de "agressão intolerável" e uma que justificou "um milhão de vezes mais" o seu empurrão para uma dissuasão nuclear.

Fonte: Mirror

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28 de fev. de 2017

Trump propõe aumento 'histórico' nos gastos militares dos EUA

28 de fevereiro de 2017 - 19:01:02


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu nesta segunda-feira (27) um aumento de US$ US$ 54 bilhões para gastos militares no próximo orçamento federal, o qual também contemplará cortes na ajuda internacional.

"Este orçamento é a expressão da minha promessa de manter os Estados Unidos seguros. Incluirá um aumento histórico nos gastos de defesa", disse o presidente à imprensa, após uma reunião com governadores na Casa Branca.

Um dia antes de seu esperado primeiro discurso no Congresso, Trump antecipou que seu projeto para o próximo orçamento federal se concentrará na "Segurança Nacional" para proteger os americanos.

Uma fonte do governo disse à AFP que o governo pedirá ao Congresso um aumento equivalente a 9% do orçamento militar, o qual será compensando com cortes em outros setores da máquina pública.

"A maioria das agências federais terá uma redução como resultado", disse essa fonte à AFP, pedindo para não ser identificada e sem comentar matérias dos jornais americanos sobre substanciais cortes no Departamento de Estado e na EPA, a Agência de Proteção Ambiental.

Além disso, também acontecerá uma "grande redução na ajuda internacional", completou.

O gasto militar dos Estados Unidos já é o maior do mundo.

O orçamento anual de quase US$ 4 trilhões define as intenções da Presidência. Mas a proposta inicial de Trump, que prometeu limpar o orçamento de gastos supérfluos e redundantes, não inclui planos sobre gastos obrigatórios, ou impostos, que compõem a maior parte das receitas e despesas.

O presidente enfrenta uma dívida federal de US$ 20 trilhões e um déficit de 3,1% do PIB, em alta.

Diante do desafio, suas promessas - como construir um muro na fronteira e acelerar as deportações de imigrantes em situação ilegal - têm um custo calculado em US$ 5,3 trilhões, segundo o apolítico Comitê para um Orçamento Federal Responsável.

Orçamento descomunal ao orçamento americano para defesa aprovado para o ano fiscal em curso - incluindo o Departamento da Defesa, atividades nucleares de defesa e outras correlatas - chega a US$ 615 bilhões.

Esse orçamento é quase o triplo do da China, que tem o segundo maior valor em termos militares, e quase oito vezes superior ao da Rússia, de acordo com o instituto especializado sueco Sipri.

Tradicionalmente, nos EUA, os gastos militares e de defesa correspondem à metade do orçamento federal.

"Conhecerão detalhes amanhã [terça-feira] à noite", disse Trump à imprensa, referindo-se ao discurso no Congresso.

"Será um evento enorme, uma mensagem ao mundo nesses tempos perigosos, sobre a força e a determinação dos Estados Unidos", antecipou o presidente.

Para Trump, os Estados Unidos devem voltar a "ganhar guerras".

"Quando eu era jovem, todo o mundo dizia que os Estados Unidos nunca perderam uma guerra. Lembram disso? Agora, não ganhamos mais nenhuma ", afirmou.

As declarações de Trump provocaram reações imediatas por todos os lados.

Reação imediataO líder do Partido Democrata no Senado, Chuck Schumer, afirmou que o orçamento militar antecipado por Trump é "moralmente indefensável".

"Esse orçamento moralmente indefensável do presidente Trump vai enviar mais e mais dinheiro para o Pentágono em prejuízo dos mais pobres e do planeta. É uma péssima ideia", comentou o legislador.

Segundo ele, esse aumento nos gastos militares forçará cortes em programas "que beneficiam a classe média, protegem os consumidores e asseguram a qualidade do ar e da água", completou.

Já o senador Chris Coons insistiu na necessidade de manter recursos para a diplomacia e para o desenvolvimento e lembrou da frase pronunciada em 2013 pelo general James Mattis, atual secretário da Defesa de Trump: "Se não se financiar o Departamento de Estado, teremos de comprar mais munições".

Notório crítico de Trump, o senador republicano John McCain manteve seu tom por considerar que o aumento foi menor do que o sugerido inicialmente.

"Podemos fazer melhor", comentou.

No Departamento de Estado, o porta-voz interino, Mark Toner, divulgou um breve comunicado, afirmando que a pasta "está comprometida com uma política externa que melhore a segurança e a prosperidade dos americanos".

Ainda segundo ele, o Departamento atuará com a Casa Branca para definir "prioridades orçamentárias".

O diretor do Escritório de Orçamento da Casa Branca, Rick Mulvaney, considerou a ideia coerente com as propostas de campanha de Trump.

"Estamos pegando suas palavras e transformando-as em políticas e números", afirmou.

No início de fevereiro, em audiências no Congresso, membros da cadeia de comando militar afirmaram que as Forças Armadas se encontram claramente enfraquecidas, depois de anos de cortes orçamentários e de mais de duas décadas de participação em conflitos.

O agora ex-presidente Barack Obama aplicou reduções no orçamento de defesa depois do fim das operações americanas em larga escala no Iraque e no Afeganistão.

Fonte: AFP / Ultimos Acontecimentos

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2 de fev. de 2017

Trump e o premiê da Australia brigam em conversa telefônica

02 de fevereiro de 2017 - 22:12:03 


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull, tiveram no último final de semana uma tensa conversa telefônica, por conta dos 1.250 refugiados que o ex-presidente americano Barack Obama se comprometeu a receber, revelaram nesta quinta-feira alguns veículos de imprensa locais.

De acordo com o The Washington Post, citando fontes do governo sob condição de anonimato, Trump disse a Turnbull que o acordo que tinha feito com Obama era “o pior da história” e se queixou que, se for cumpri-lo, iria “matar” politicamente os Estados Unidos.

Conversa mais curta — Além disso, Trump acusou a Austrália de querer exportar “o próximo terrorista de Boston”, em referência aos terroristas que em 2013 realizaram um atentado durante uma maratona nessa cidade, ao pretender enviar 1.250 refugiados que estão em centros de detenção da Austrália.

O presidente americano disse a Turnbull que a conversa que estavam tendo era “de longe a pior” das cinco que tinha realizado naquele dia com líderes internacionais, incluído o russo Vladimir Putin, Trump, em seguida, interrompeu bruscamente a conversa que deveria durar aproximadamente uma hora e foi de apenas 25 minutos.

Sem mencionar o telefonema a Turnbull, Donald Trump se referiu hoje através pelo Twitter o compromisso de Obama de receber refugiados que estão detidos na Austrália. “Dá para acreditar? A administração de Obama acordou trazer centenas de imigrantes ilegais da Austrália. Por que? Estudarei este pacto estúpido”, afirmou o presidente americano.

Muitos dos 1.250 refugiados são provenientes dos sete países de maioria muçulmana que Trump suspendeu a concessão de vistos na última sexta-feira. O novo presidente também proibiu a entrada a todos os refugiados De acordo com as fontes do The Washington Post, Donald Trump teria se comportado de maneira semelhante com outros presidentes com os quais conversou, como o mexicano Enrique Peña Nieto.

A Austrália, no entanto, tem sido historicamente um aliado fiel dos Estados Unidos que iniciou as guerras do Afeganistão e Iraque, promovidas pelo ex-presidente George W. Bush.

Fonte: Veja

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2 de dez. de 2016

Trump afirma que EUA irão parar de derrubar regimes no Oriente Médio

02 de novembro de 2016 - 12:19:47


O presidente recém-eleito dos EUA, Donald Trump, confirmou que sua administração não conduzirá uma política externa que vise a "derrubada de regimes".

"Não vamos derrubar regimes e governos. Lembram-se de 6 trilhões de dólares no Oriente Médio? Nosso objetivo é a estabilidade, não o caos. Porque queremos revitalizar nosso país — já era tempo disso!", afirmou Trump ao discursar no estado de Ohio durante o seu primeiro comício após a vitória nas presidenciais em 8 de novembro.

Deste modo, o político repetiu sua ideia pré-eleitoral de que os Estados Unidos "estão gastando 6 trilhões de dólares no Oriente Médio, enquanto seu país está caindo na miséria total".

A nova administração dos EUA liderada por Donald Trump assumirá funções após a tomada de posse, que está marcada para 20 de janeiro.


Fonte: Ultimos Acontecimentos / Sputnik

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