14 de mar. de 2019

Benjamin Netanyahu e Recep Tayyip Erdogan trocam acusações em meio a tensões

14 de Março de 2019 - 11:00:23

Depois se ser chamado por Recep Tayyip Erdogan de "ladrão", que "massacra crianças pelestinas" e "tirano", Benjamin Netanyahu foi a publico rebater as acusações de Erdogan em sua conta no twitter.

"Erdogan, o ditador que envia dezenas de milhares de opositores políticos à prisão, comete genocídio contra os curdos e ocupa Chipre do Norte, prega para mim, para Israel e para as Forças de Defesa de Israel, sobre democracia e ética da guerra. Uma piada." Disse Netanyahu
E completou
"E é melhor que você não se envolva com Jerusalém, nossa capital por 3.000 anos. Erdogan só pode aprender conosco como respeitar todas as religiões e proteger os direitos humanos."
O Primeiro Minsotro de Israel fez esse duro discurso depois que Erdogan disse o seguinte
"Que não nos dê lições. Netanyahu, comporte-se. Você é um tirano que massacra crianças palestinas... Este ladrão que governa Israel está sendo julgado em seu país. E pelo o quê Netanyahu e sua mulher são julgados? Por roubo".
O clima diplomático esquentou entre os dois países depois dessas acusações, para a Turquia, Israel, é uma país racista que impede que palestinos vivam seu sua terra de direito, Jerusalém.

Já Israel, acha que a Turquia é um país que reprime o seu povo e tem suas prisões lotadas de jornalistas e por esse motivo, não tem o porque de falar sobre eles. 

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8 de mar. de 2019

Caças de Israel bombardeiam posições do Hamas em Gaza

08 de Março de 2019 - 20:32:25


Caças de Israel bombardearam agora pouco posições do grupo Hamas, segundo o IDF, terroristas lançaram um foguete balístico de Gaza para Israel.

As sirenes de alerta então soaram e os moradores da região correram para o abrigo.

Segue a nota do IDF sobre o incidente.
"Mais cedo nesta noite, milhares de famílias israelenses ouviram o som das sirenes do ataque aéreo e correram para abrigos antiaéreos quando um foguete foi disparado de Gaza contra Israel. Em resposta, nossos caças e aeronaves atingiram vários alvos do Hamas e estruturas subterrâneas em Gaza."
Há uma preocupação se o Hamais irá revidar a esse ataque e aumentar a escalada, já que dias atras, o grupo informou que iria lançar um grande ataque a Israel caso o mesmo continuasse com os seus bombardeios a Faixa de Gaza.

De acordo com a UNICEF, as operações de Israel em Gaza mataram já 452 crianças deixaram vários civis feridos.

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6 de mar. de 2019

VÍDEO: Hamas lança bombas próximo a cerca que separa Israel da Faixa de Gaza

06 de Março de 2019 - 18:41:23

Vídeo onde varias bombas são lançadas próximo a cerca que separa o território de Israel com a Faixa de Gaza.

De acordo com o IDF essa bombas foram lançadas pelo Hamas




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ATENÇÃO: Israel entra em estado de alerta para ataque de foguetes

06 de Março de 2019 - 18:02:35


Israel acaba de entrar em estado de alerta vermelho para ataque de foguete mas precisamente próximo a Faixa de Gaza.


É esperado ataques do Hamas que provavelmente irá "responder" a tiros de artilharias de israelense que segundo o IDF tinham como alvos, células terroristas que vem praticando araques contra Israel nos últimos dias.

As forças militares de Israel vem lançando uma serie de bombardeios a posições do Hamas na faixa de Gaza em resposta a ataques praticados pelos mesmos.


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22 de jan. de 2019

Israel testa com sucesso novo sistema anti-míssil Arrow-3

22 de janeiro de 2019 - 20:08:16

O Ministério da Defesa de Israel divulgou o novo teste do sistema interceptador de misseis Arrow 3

Segundo o ministério, o teste foi bem sucedido e já pode ser integrado ao sistema de defesa anti-míssil israelense assim como o Irom Dome.

O Arrow 3 é capaz de interceptar misseis de curto alcance vindo tanto da Síria quanto do Líbano e misseis de longo alcance vindo do Irã.

Um porta-voz do Ministério da Defesa israelense disse:
“Após o lançamento de um míssil falso, o radar da Arrow avistou o alvo em seu radar e transferiu os dados para o seu centro de gerenciamento de incêndio, que analisou e planejou totalmente a interceptação de forma autonoma.

Depois que o planejamento foi concluído, um interceptador da Arrow 3 foi disparado contra o alvo, o que completou sua missão com total sucesso.”
O teste foi realizado pela Organização de Defesa de Mísseis do Ministério da Defesa de Israel e pela Agência de Defesa contra Mísseis dos EUA (MDA), com a assistência da Força Aérea Israelense e das Indústrias Aeroespaciais de Israel, que fabrica o Arrow 3.

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20 de jan. de 2019

Mais um provável ataque de Israel a Damasco na Síria

20 de janeiro de 2019 - 19:20:30

Ao que parece, Israel realizou um novo ataque com misseis contra Damasco na Síria.

Segundo a agencia de noticia SANA, o exército sírio disse que suas defesas aéreas interceptaram a maioria dos mísseis laçados por Israel, acrescentando que apenas um depósito no aeroporto internacional de Damasco foi danificado.

Obs: Se um deposito foi danificado, logo algum míssil israelense não foi interceptado.

Já a mídia estatal e o Ministério da Defesa da Rússia, o ataque foi lançado por quatro jatos israelenses F-16. Nenhum dano o aeroporto e nenhuma vítima foram relatados.

Segundo relatórios da RT, o ataque ocorreu por volta dás 13h32, horário local de domingo, informou o Ministério da Defesa da Rússia. Quatro caças israelenses F-16 estavam voando sobre o Mar Mediterrâneo enquanto lançavam mísseis guiados para a Síria, visando o "aeroporto internacional, a sudoeste de Damasco", explicaram os militares.

Os sistemas de mísseis de defesa aérea Pantsir e Buk da Síria foram usados ​​para derrubar os misseis israelenses sendo sete deles interceptados. Os militares acrescentaram que não houve danos ao aeroporto nem vítimas no solo.

Uma fonte militar síria disse à mídia estatal que o exército "frustrou" uma "agressão aérea" israelense contra o país.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirmou o ataque no aeroporto, dizendo que era parte da "política permanente do país ... se opor às tentativas do Irã de ganhar uma posição na Síria e ferir aqueles que estão tentando nos ferir".

Já as forças militares de Israel, o Exército israelense disse no mesmo dia em que havia interceptado um foguete lançado no norte das Colinas de Golan, sem especificar de onde vinha o foguete.
Segue a conta oficial da IDF que diz:
"Pouco tempo atrás, um foguete foi disparado no norte das Colinas de Golan e foi interceptado pelo Sistema de Defesa Aérea do Iron Dome."
VÍDEO DO MÍSSIL SENDO INTERCEPTADO PELO IRON DOME



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15 de jan. de 2019

Netanyahu emite aviso para o Irã sair imediatamente da Síria ou Israel continuará atacando

15 janeiro de 2019 - 10:10:54 

O primeiro-ministro israelense alertou os iranianos para deixarem a Síria e agora avisa a Teerã que suas forças militares "não vão parar de atacar" em meio a temores de uma guerra mundial total.

Benjamin Netanyahu emitiu o aviso dizendo: 
"Eu estou dizendo a vocês, saiam de lá rapidamente ou não vamos parar de atacar. ”
O primeiro-ministro também intensificou suas repetidas advertências contra uma presença iraniana na Síria, devastada pela guerra, dizendo que Israel não permitirá que o regime se estabeleça lá.[post_ad]

Ele também zombou do Irã por negar a presença de suas tropas na Síria e insistiu que o movimento servisse apenas como uma posição consultiva.

Falando durante a cerimônia de nomeação do chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Aviv Kochavi, ele disse: 
"Eles (Irã) sempre mentem. Eles estão mentindo com isso e estão mentindo quando dizem que sua tentativa de lançar um satélite no espaço falhou".
Suas declarações vêm depois que o general iraniano Hassan Firoozabadi disse que seus "conselheiros militares" permanecerão na Síria pelo tempo necessário para derrotar os terroristas.

Firoozabadi também revelou que o lançamento do satélite do país, que foi duramente criticado pelos EUA, não conseguiu atingir o "a distancia necessário" para orbitar a terra.

Mas Netanyahu criticou o Irã por mentir e disse que a tentativa fracassada foi parte da tentativa de Teerã de desenvolver um míssil balístico intercontinental.
"O Irã está lançando um satélite inocente, mas está realmente interessado em alcançar o primeiro estágio de um míssil balístico intercontinental, violando acordos". disse Netanyahu.
A escalada ocorre depois que um chefe militar iraniano ameaçou destruir as bases do Exército dos EUA no Oriente Médio em um discurso no qual ele também prometeu "aniquilar Israel ".

O general-de-brigada Mohammad Reza Naqdi, vice-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica para assuntos culturais e sociais, disse: 
“A América não lançará uma guerra contra o Irã. Se isso acontecer uma possibilidade que não descarto é destruirmos todas as suas bases militares na região."

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12 de jan. de 2019

Damasco na Síria, é mais uma vez alvo de misseis de Israel.

12 de janeiro de 2019 - 07:09:09

Em mais uma noite, Síria é atacada por misseis disparados por jatos de Israel.

A mídia estatal síria informou que na noite de sexta-feira (11) as defesas aéreas sírias responderam a um ataque de mísseis israelenses que tinham como alvo Damasco. Observadores locais disseram que os ataques atingiram um local perto do aeroporto da capital síria.[post_ad]

Os ataque que provavelmente foi realizado por Israel, visaram a área em torno do aeroporto de Damasco e da região de Al Kisweh, onde o Irã já empregou fortemente soldados e bases militares no passado, disse o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

A maioria dos mísseis disparados por "aviões militares israelenses" foram interceptados por volta das das 23:00h, horário local da síria, (19:00h horário de Brasilia) disse a fonte.
"Apenas um depósito do Ministério de Transporte da Síria, situado no aeroporto internacional de Damasco foi atingido", citou a fonte militar, segundo a SANA.
A agência estatal de notícias também citou uma fonte do Ministério dos Transportes dizendo que o aeroporto estava funcionando normalmente.

Os ataques foram relatadas pela primeira vez um pouco antes da meia-noite em Damasco pela Agência de Notícias da Síria. Alegou que as defesas aéreas sírias frustraram e combateram "objetos hostis" sobre Damasco na noite de sexta-feira.

Anaslistas sugeriram que os ataques tiveram como alvo, uma instalação ligada ao Hezbollah em Al Kisweh.

Os jatos israelenses supostamente atacaram a Síria através do espaço aéreo libanês depois de terem sobrevoado intensamente  sobre o Líbano na quinta-feira (10).

Al Kisweh foi atingido por Israel pelo menos três vezes antes, com um ataque em grande escala realizado em maio passado.

Em 2017, a BBC, citando uma fonte da inteligência ocidental, informou que as forças armadas iranianas teriam estabelecido um complexo em um local usado pelo exército sírio fora de Al Kiswah, a 14 km ao sul de Damasco.

Se esse ataque de sexta-feira for confirmado como sendo o responsável Israel, esta será a segunda segundo vez que forças israelenses bombardeias a Síria desde que os EUA anunciaram sua intenção de retirar-se em 19 de dezembro.

Israel já realizou vários ataques na Síria contra o que diz ser alvos militares iranianos que enviou armas ao Hezbollah, grupo libanês apoiado pelo Irã, ambos inimigos declarados do país.

Muitos deles estiveram na área ao sul de Damasco.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu não deixar Teerã, um defensor do presidente Assad se entrincheirar militarmente no país devastado pela guerra.

Em setembro, um avião militar russo foi abatido acidentalmente pelo fogo antiaéreo sírio que tentava bloquear os mísseis israelenses.

A Rússia é um dos principais aliados de Damasco, ajudando-o a reconquistar vastas áreas de território perdidas para rebeldes ou grupos militantes desde o início da guerra civil em 2011.

Fonte: The National

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11 de jan. de 2019

O Irã promete destruir as bases do Exército dos EUA e ameaça Israel

11 de janeiro de 2018 - 13:52:12

Um chefe militar iraniano ameaçou destruir bases do Exército dos EUA no Oriente Médio alem de prometer aniquilar Israel.

A as ameaças vieram do brigadeiro-general, Mohammad Reza Naqdi, vice-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica para assuntos culturais e sociais.[post_ad]

Falando na rede de televisão iraquiana Al-Nujaba, o general zombou da ideia de um ataque dos EUA ao Irã e alertou para uma resposta rápida se o fizesse. 
“A América não lançará uma guerra contra o Irã. Se isso acontecer, destruiremos todas as suas bases militares na região" afirmou Naqdi.
O general Naqdi também minimizou as capacidades militares sauditas e descreveu a ideia de um ataque saudita ao Irã como "muito risível".
“Temos um provérbio farsi que diz: "Você não pode comparar uma formiga a um elefante".

A Arábia Saudita é incapaz de controlar até mesmo sua frente interna. Utiliza aviões de caça para bombardear pequenos bairros na Arábia Saudita.

Acredito que a Arábia Saudita é muito mais fraca do que você imagina.

Se dermos a ordem a uma divisão em qualquer uma das nossas 30 províncias, ela poderá derrotar e destruir a Arábia Saudita.

É verdade que a Arábia Saudita tem muitas armas avançadas, mas não pode enfrentar um exército como o do Irã.” Disse Naqdi.

Quanto a Israel, Naqdi deferiu grande ameaças.

“Israel deve ser destruído e exterminado.

Não há dúvida de que os sionistas devem ser aniquilados e destruídos. Isso definitivamente vai acontecer.

Nem a Rússia nem qualquer outro país pode intermediar entre nós e os sionistas.

A revolução islâmica no Irã não recuará nem uma polegada de sua posição em relação à destruição de Israel.

Nós éramos, nós somos, e continuaremos a ser os soldados do Imam Khamenei até o nosso último suspiro e até a última gota do nosso sangue.

Eu mesmo vou içar a bandeira da Revolução Islâmica em Jerusalém, Alá disposto."
Analistas do Oriente Médio disseram que o Irã freqüentemente pedia a destruição de Israel, mas ficaram surpresos com a ferocidade da retórica e disseram que é incomum para uma figura sênior do regime declarar que o Irã destruiria o Estado judeu.

No começo da semana, o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, disse que as sanções dos EUA estão pressionando o Irã e seu povo, mas prometeu sair por cima.

Donald Trump voltou a impor sanções a Teerã após retirar-se de um acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano.
“As sanções exercem pressão sobre o país e o povo.

Os americanos dizem alegremente que essas sanções não têm precedentes na história.

Sim, eles são sem precedentes. E a derrota que os americanos enfrentarão será sem precedentes, se Deus quiser ” disse Khamenei.
Fonte: Express 

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23 de set. de 2018

Rússia volta a culpa Israel sobre abate do Ilyushin-20 durante um bombardeio a Síria

23 e setembro de 2018 - 18:42:05 




O Ministério de Defesa da Rússia, disse que Israel foi negligente e não passou informações verdadeiras sobre o bombardeio a Síria, o que atrapalhou o Ilyushin-20 voar para uma área segura. os russos também disseram que o o caça israelense usou sim o seu avião como escudo para o míssil anti-aéreo disparado por um S-200 sírio.


De acordo com novos detalhes sobre o incidente repassados pelo porta-voz do Ministério da Defesa Russa, o General Igor Konashenkov, os jatos israelenses deixaram a área apenas 10 minutos depois de receberem informações de que a tripulação do Il-20 havia iniciado uma descida de emergência depois de ser atingido.[post_ad]

Os russos tambem acusaram Israel de advertir sobre o bombardeio apenas um minuto antes da operação, contradizendo as declarações do IDF de que o alerta foi repassada aos russos vários minutos antes da operação em uma instalação militar síria na cidade costeira de Latakia. 

Veja os acontecimentos com mais detalhe abaixo.

Na noite de 17 de setembro, o russo Ilyushin IL-20, com 15 tripulantes a bordo, sobrevoava a zona de descida de Idlib em uma missão de reconhecimento especial, quando quatro caças israelenses F-16 deixaram o espaço aéreo de seu país e sobrevoaram águas neutras do Mediterrâneo em direção à costa da Síria. 

A Força Aérea Israelense deu aos russos a informação da sua operação com apenas um minuto de antecedência antes de soltar as bombas planadoras guiadas com precisão, deixando praticamente sem tempo para qualquer manobra de segurança, disse Konashenkov, chamando tais ações de "uma clara violação dos acordos russo-israelenses de 2015".

Além disso, os militares israelenses não conseguiram fornecer a localização de seus jatos nem especificar adequadamente seus alvos, alegando que atacariam várias "instalações industriais" no norte da Síria, perto da área de operação da Il-20. 

A desinformação levou o Comando Russo a ordenar o avião recon reconectado à base aérea de Khmeimim. Os jatos israelenses, no entanto, atacaram quase imediatamente a província de Latakia, no oeste da Síria.

Uma vez que as defesas aéreas sírias responderam ao ataque inicial, os jatos israelenses ligaram o radar e recuaram, aparentemente se preparando para outro ataque. Um dos jatos israelenses se aproximou da costa síria e em seguida aproximou-se do avião russo, que se preparava para aterrissar naquele momento.
"O piloto israelense deve estar bem ciente do fato de que o Il-20 tem uma seção transversal muito maior do que seu F-16, e se tornaria um "alvo preferido" para as unidades de defesa aérea sírias, que usam amigos diferentes. ou sistemas inimigos com os russos. Assim, para os sírios, o avião de reconhecimento poderia aparecer como um grupo de jatos israelenses". disse Konashenkov.
Finalmente, os jatos israelenses realizaram suas manobras nas imediações da base aérea de Khmeimim, que é usada tanto por aviões militares quanto civis, incluindo aviões de passageiros, enfatizou o porta-voz do ministério, dizendo que as ações imprudentes dos pilotos israelenses também poderiam ter ameaçava qualquer passageiro ou avião de transporte que pudesse estar lá naquele momento.

Em uma palavra com a Sputnik, Frants Klintsevich, membro do comitê de defesa da câmara alta do parlamento russo, disse que a Rússia pode tomar medidas para evitar mais incidentes envolvendo os jatos da Força Aérea Israelense e tem todas as capacidades para fechar o espaço aéreo sírio a aviões militares israelenses, se necessário.
Fontes: RT / Sputnik

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18 de set. de 2018

Rússia culpa Israel pelo incidente que derrubou o avião de vigilância Ilyushin 20 (IL-20) na costa da Síria

18 de setembro de 14:01:32


O Ministério da Defesa da Rússia alertou que poderia retaliar Israel nesta terça-feira, depois que uma de suas aeronaves de vigilância com 15 pessoas a bordo foi derrubada por um míssil terra-ar sírio sobre o Mar Mediterrâneo.


Equipes de resgate encontraram os destroços a cerca de 27 quilômetros da costa da Síria e recuperaram os restos mortais dos 15 membros do serviço russo.

Os militares russos disseram que o avião foi atingido acidentalmente por um dos mísseis S-200, que foram destinados a quatro caças israelenses F-16 que estavam atacando alvos na província costeira de Latakia, na segunda-feira.[post_ad]

A Rússia disse que a aeronave israelense "empurrou" o avião turboélice de vigilância russo Ilyushin 20 (IL-20) para a linha de fogo. O ministério acusou o exército israelense de "provocação intencional" e disse que Israel não advertiu a Rússia sobre sua operação na área até um minuto antes da greve.
"Usando o jato russo como escudo, os pilotos israelenses o colocaram no fogo dos sistemas de defesa aérea síria", disse o porta-voz do Ministério da Defesa, general Igor Konashenkov, segundo a mídia russa.
"Como resultado das ações irresponsáveis ​​dos militares israelenses, 15 recrutas russos morreram. Isso está absolutamente fora de linha com o espírito da parceria russo-israelense. Nós nos reservamos o direito de tomar as medidas apropriadas em resposta."
Falando depois na terça-feira em Moscou, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que a resposta da Rússia ao incidente seria focada em "garantir a segurança" das forças russas na Síria. 
"Parece uma cadeia de trágicas circunstâncias acidentais", disse Putin.
A Rússia tem sido um dos principais apoiantes do presidente sírio, Bashar Assad, e tem duas bases militares no país, incluindo uma perto da costa do Mediterrâneo.

Fonte: CBS NEWS

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24 de jul. de 2018

Israel rejeita proposta da Rússia para manter forças do Irã a 100 km de Golan

24 de julho de 2018 - 17:20:23

Autoridades israelenses anunciaram nesta segunda-feira (24) que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu rejeitou uma proposta russa de manter as forças iranianas longe da fronteira nas Colinas de Golan.

A Rússia teria proposto um acordo em que as forças iranianas dentro da Síria teriam que manter 100 quilômetros de distância do território ocupado por Israel.

Netanyahu, que estava em um encontro com Ministro de Exterior russo Sergey Lavrov, foi rápido para rejeitar a proposta, insistindo que Israel nunca irão permitir que os iranianos fiquem até 100 quilômetros de distância de Israel, próximos as Colinas de Golan.[post_ad]A comunidade internacional não reconhece a fronteira das Colinas de Golan, e ainda considera Golã como território sírio ocupado por Israel.

Israel tem reclamado à Rússia sobre a presença de forças iranianas dentro da Síria por meses. O Irã disse que não vai se retirar a menos que o governo sírio peça a eles. A Rússia tentou fazer com que Israel concordasse em parar de atacar sites sírios em troca de manter os iranianos longe da fronteira.

De acordo com o oficial israelense, Netanyahu deu a Lavrov uma lista de exigências quanto à presença militar iraniana na Síria:
  • O Irã precisa tirar todos os seus mísseis de longo alcance e armas da Síria.
  • O Irã precisa interromper a produção de munições de precisão na Síria.
  • O Irã precisa tirar todos os seus sistemas de defesa aérea da Síria.
  • As passagens de fronteira entre a Síria e o Líbano precisam ser monitoradas para impedir o contrabando de armas para o Hezbollah da Síria.
  • As passagens fronteiriças entre o Iraque e a Síria precisam ser fechadas e monitoradas para evitar a infiltração de milícias xiitas na Síria do Iraque.
É improvável que as autoridades israelenses aceitem qualquer acordo, em qualquer caso, tendo feito grandes esforços para insistir que todas as milícias xiitas na Síria são "iranianas", embora a esmagadora maioria seja de outros países. 

Isso fornece uma desculpa sob medida para continuar a atacar alvos militares da Síria indefinidamente, sob o pretexto de resistir ao Irã.

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19 de mai. de 2018

Congresso dos EUA considerará o reconhecimento da soberania de Israel sobre as colinas de Golan

19 de maio de 2018 - 09:09:22 


O Congresso norte americano deve considerar uma nova medida para reconhecer a soberania de Israel sobre a região das Colinas de Golan que separa Israel da Síria, uma parte fundamental do território que se tornou mais importante desde que a guerra civil na Síria trouxe vários combatentes jihadistas, incluindo aqueles apoiado pelo Irã, para aregião.

O deputado Ron DeSantis (R., Flórida), membro do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, apresentou na quinta-feira uma resolução que poderia levar ao reconhecimento histórico dos Estados Unidos de que a área contestada pertence a Israel, segundo uma cópia da emenda obtida pelo Washington Free Beacon.[post_ad]

Israel anexou as Colinas de Golã em 1981 após a Guerra dos Seis Dias no final dos anos 60 contra as nações árabes da região. Os Estados Unidos vêm declinando há décadas a tomada de decisão sobre o status desse território, mas seguindo a decisão do presidente Donald Trump de transferir a embaixada dos Estados Unidos em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, DeSantis e outros vêem uma oportunidade para os Estados Unidos reconhecerem que as Colinas de Golã faz parte de Israel

A emenda coloca os Estados Unidos do lado de Israel na disputa pelas terras e descreve as Colinas de Golã como uma peça chave do território que não pode cair nas mãos do Irã, que reivindicou na Síria e continua a ameaçar a fronteira norte de Israel.
"É o sentido do Congresso que as Colinas de Golã representam uma parte integrante do Estado de Israel e são cruciais para a capacidade de Israel de proteger suas fronteiras e manter sua existência", afirma a medida.
"Dada a guerra civil na Síria e a expansão da influência iraniana na Síria, os Estados Unidos deveriam reconhecer a soberania israelense sobre as Colinas de Golan", acrescenta a emenda.
O Comitê de Regras da Casa está de posse da medida, mas ainda precisa tomar uma posição.

DeSantis disse ao Free Beacon que as Colinas de Golan é um território chave para frustrar a influência iraniana em toda a região e o reconhecimento dos Estados Unidos de que esse território faz parte da soberania de Israel, poderia enviar uma mensagem poderosa a toda região.
"O contínuo tumulto na Síria e a firme expansão da influência iraniana, ilustram por que as Colinas de Golã são tão importantes para o Estado de Israel e a aliança antiterror", disse DeSantis.

"O Golã fornece a Israel um amortecedor necessário contra os atores malévolos que estão causando estragos na Síria".
"Se Israel for forçado a devolver o território, ele se deixará vulnerável a um aumento nos ataques terroristas das forças controladas pelo Irã e outros atores malévolos que usariam a região de Golan para realizar ataques contra os irsraelenses", disse DeSantis.
"De fato, Israel seria pressionado a evitar tais ameaças sem o Golã", explicou o legislador. "Dado o interesse dos EUA em reverter a influência iraniana e combater o terrorismo, é hora de os Estados Unidos reconhecerem a soberania israelense sobre as Colinas de Golã".
Assim como o recente reconhecimento dos Estados Unidos de que Jerusalém é a capital de Israel, o reconhecimento de que as Colinas de Golã não podem ser devolvidas à Síria, representa uma realidade factual no terreno, disse DeSantis.
"Não há cenário concebível em que faça sentido para Israel abandonar uma localização estrategicamente significativa para que os terroristas possam preencher o vácuo deixado para trás", disse ele.
Fonte: The Washington Free Beacon

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11 de mai. de 2018

Trump e Teresa May conversaram por telefone e condenaram ataque do Irã a Israel.

11 de maio de 2018 - 18:05:43


O presidente dos EUA Donald Trump e a Primeira Ministra Britânica Teresa May, discutiram hoje, sexta-feira (11) por telefone sobre o Irã.

Ambos condenaram o ataque a colinas de Golan por parte do Irã na qual foi acusado por Israel de ter lançado 20 misseis contra alvos israelenses.

Os lideres discutiram uma forma de como lidar com a desestabilização do Oriente Médio por parte do Irã, porem ainda não há muito detalhes do que será feito

O Reino Unido também deixou claro que apoia o direito de defesa por parte de Israel.

O mais provável é que ocorra anuncio de punições econômicas nos próximos dias.

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Irã continua negando sua participação no ataque as colinas de Golan, ocupadas por Israel.

11 de maio de 2018 - 06:30:06 

O Irã negou as alegações de Israel de que lançou ataques com foguetes contra suas forças nas colinas de Golan, chamando as alegações de "fabricadas" e "infundadas".

Na quinta-feira (10), Israel lançou uma onda de ataques contra o que chamou de alvos iranianos na Síria em resposta a supostos ataques iranianos que atacaram pela primeira vez o território sírio de Golan, ocupado pelos israelenses. Foi o mais extenso combate militar entre os dois adversários desde a Guerra dos Seis Dias.
"Os freqüentes ataques do regime sionista à Síria, sob pretextos fabricados e sem base, violam a soberania nacional e a integridade territorial da Síria e desafiam todas as leis e regulamentações internacionais", disse Bahram Qasem, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã.
Israel diz que atingiu dezenas de alvos militares iranianos, além de cinco instalações antiaéreas sírias em resposta às forças iranianas supostamente lançando 20 foguetes nas colinas de Golan.

A mídia estatal síria informou que as defesas aéreas sírias interceptaram a maior parte dos foguetes que chegam sobre a capital Damasco, mas também confirmaram que uma estação de radar e um local de armazenamento de armas foram atingidos.

A televisão estatal iraniana informou que a Síria havia dado uma "resposta esmagadora".

Qasem na sexta-feira, também condenou o silêncio da comunidade internacional sobre os ataques de Israel na Síria.
"O Irã condena veementemente os ataques de Israel à Síria. O silêncio da comunidade internacional encoraja a agressão de Israel. A Síria tem todo o direito de se defender", disse Qasemi, segundo a televisão estatal iraniana.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ameaçou com novas ações na Síria, alertando que os militares israelenses atacarão qualquer nação que atacar o seu país, incluindo ataques preventivos. 
"O Irã cruzou uma linha vermelha; nossa resposta foi apropriada", disse Netanyahu durante uma coletiva de imprensa.
"O exército israelense realizou um amplo ataque, um ataque muito amplo contra alvos iranianos na Síria. Eu envio uma mensagem clara ao regime de Assad que nossas ações visam alvos iranianos dentro da Síria, mas se o exército sírio agir contra nós, nós iremos agir contra isso".
Israel há muito tempo alerta para uma crescente ameaça iraniana dentro da Síria. O ministro da Defesa do país, Avigdor Lieberman, disse em uma entrevista coletiva que as forças israelenses destruíram quase toda a infraestrutura militar do Irã na Síria na quinta-feira. 
"Eles devem se lembrar que, se atacar aqui, nós iremos para lá e espero que terminemos este capítulo e que todos tenham recebido a mensagem", disse Lieberman.
Como as tensões entre Israel e Irã continuaram a aumentar, as Nações Unidas, Rússia, França, Alemanha e Grã-Bretanha, instaram os dois países a evitar qualquer nova escalada.

Fonte: Aljazeera

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10 de mai. de 2018

Ataques de Israel contra a Síria levantam ameaça de confronto militar com o Irã disse MP russo

10 de maio de 2018 - 23:40:06 

O bombardeio israelense de alvos iranianos na Síria foi uma "ação planejada direta" após a retirada dos EUA do acordo nuclear com o Irã, segundo o membro do parlamento russo Leonid Slutskiy. Ele diz que isso poderia desencadear um confronto direto com o Irã.

"Os ataques de Israel às posições iranianas na Síria são uma ação direta planejada após a retirada dos EUA do acordo nuclear [com o Irã], que se tornou o próximo passo na cadeia de provocações EUA-Israel contra o Irã", disse Slutskiy, chefe do Comitê de Assuntos Internacionais.
A declaração veio várias horas depois que Israel lançou uma das maiores operações contra "dezenas" de alvos militares iranianos na Síria. 
Os ataques aéreos de Tel-Aviv duraram duas, mais de 70 foguetes foram disparados, enquanto 28 jatos militares foram enviados, segundo o Ministério da Defesa da Rússia. Israel alega que o ataque ocorreu depois que forças iranianas supostamente atingiram alvos israelenses nas colinas de Golan.
"Tel Aviv está aumentando a ameaça de um verdadeiro confronto militar com Teerã", disse Slutskiy, acrescentando que qualquer "agravamento da histeria anti-iraniana é explosivo". 
Slutskiy advertiu que o ataque mina uma situação já instável em torno do Plano Conjunto de 2015 (o JPOA), comumente conhecido como o acordo nuclear iraniano.

Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Washington não recertificará o acordo que limitou o programa nuclear de Teerã em troca do alívio das sanções. Outros signatários do acordo como China, França, Rússia, Reino Unido e Alemanha. condenaram a medida e planejam manter o acordo mesmo sem os EUA.

O aumento das tensões entre Teerã e Tel-Aviv, é motivo de preocupação, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Bogdanov. 
"Essa escalada é perigosa e só desvia o mundo da luta contra os terroristas do Estado Islâmico e da Al-Nusra, disse o diplomata.
"É necessário desanuviar as tensões", 
Disse Bogdanov, acrescentando que a troca de ataques entre iranianos e israelenses foi tocada durante a visita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a Moscou no início desta semana.

Fonte: RT

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Irã não lançou misseis? Ataque de falsa bandeira para "justificar" um bombardeio de Israel a Síria?

10 de maio de 2018 - 02:01:03


Uma noticia que está circulando no twitter na qual está ganhando força, diz que no caso, não foi o Irã quem lançou os misseis contra Israel.


Segundo a noticia e algumas pessoas, Israel teria bombardeado Damasco e a Síria revidou lançando misseis na Colina de Golan e não o Irã.

No caso, irã não teve nenhuma participação nesse conflito e ao que parece, essa informação é reforçada com a declaração de alguns oficiais sírios, onde eles disseram que o exercito e as forças de defesas sírias responderam a um ataque de israelense.

Em outras palavras, a Síria "Peitou Israel" sozinha.

Se analisarmos bem as fontes confiáveis, 95% dos alvos atacados por Israel, foram bases sírias, divisões de infantaria sírias, sistemas de defesas sírias e radares sírios. Não há muitos relatos de ataque a milicias ou posições iranianas.

Vale ressaltar, que não há forças Xiitas na região de Golan, já que Israel criou um limite seguro onde o Irã não pode passar se não será atacado e esse limite é bastante amplo na região de Golan, somente forças sírias patrulham o local.

Ai fica uma duvida, será que foi uma batalha isolada?

Inicialmente, as fontes israelenses, disseram que se tratava de um ataque sírio e depois, passaram a descrever como um ataque de misseis realizado pela milicia pro Irã al-Quds. 

Rolou boatos de que o governo de israel estava fazendo um certa censura militar nos meios de comunicação em Israel e que teria até ameaçado retirar as credenciais de algumas caso não reportassem o conflito de forma favorável a Jerusalém, informação essa que não foi confirmada.

De fato não há nenhum relatório ou fontes citanto as Colinas de Golan como alvo do Irã, A Guarda Revolucionária Iraniana disse que iria responder aos ataques de Israel, mas não fez menção a Golan e sim a alvos dentro de Israel.

Golan na verdade, é um território sírio na qual foi anexada por Israel na guerra de 6 dias e que não é reconhecida pela Comunidade Internacional como parte de Israel. O único interesse nesse território, fica dividido entre sírios e israelenses, o Irã apoia a disputa por parte dos sírios, pelo fato dessa região ser estrategicamente montanhosa, garantindo um bom posto de artilharia contra Israel mas não fez menção em atacar nesse território.

Há uma matéria no New York Times onde o tenente-coronel Jonathan Conricus, porta voz militar de Israel, disse que o seu governo avisou ao governo russo sobre a sua ação de ataque contra Síria.
"Os russos foram informados antes de nosso ataque pelos mecanismos estabelecidos que temos", disse o tenente-coronel Jonathan Conricus aos repórteres sem dar mais detalhes.
Outras fontes tradicionais e algumas independentes, disseram que Israel teria passado os seus alvos ao governo russo antes de atacar a Síria, mas segundo a IDF, esse ataque só foi realizado, porque as forças milicianas pro Irã atacaram Israel e essa resposta foi quase que imediata.

Mas se esse ataque foi em resposta ao ataque da milica Al-Quds em quase que instantânea, porque então foi repassado aos russos informações sobre os alvos antes mesmo do ataque iraniano?

O fato é que Netanyahu estava em Moscou quando ocorreu os primeiros bombardeios de ambos os lados e retornou a Jerusalém no horário combinado e não as pressas.

Agora vejam o que a IDF disse em sua pagina oficial no Twitter.

No vídeo apresentado pela IDF, podemos ver o lançador de misseis BM-27 Uragan que é operado pelas forças Síria contra o ISIS, e ao que parece, o Irã não tem esses laçadores no local informado.

A IDF liberou também um Info-gráfico dos ataques e segundo ela, todos eram posições iranianas dentro da Síria, forma mais de 50 posições iranianas atacas de acordo com a IDF. 

Informação muito divergente com as repassadas durante a batalha pela própria mídia de Israel.


Para finalizar, não há se quer um vídeo, mostrando artilharias iranianas ou da milica Al-Quds, realizando tal lançamento de misseis.

Então estaríamos diante de uma grande falsa bandeira para "justificar" um ataque a Síria? 

Claro que temos que esperar outras fontes e os comunicados oficiais do exercito Sírio, mas ao que tudo indica... essa foi uma batalha entre os dois países.

Por Conflitos e Guerras

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4 de mai. de 2018

Tensão Israel e Irã: O primeiro-ministro israelense agora tem o poder de declarar guerra sem supervisão de gabinete

04 de maio de 2018 - 04:20:42

Israel aprovou uma lei que concede ao seu primeiro ministro e ao ministro da defesa. a declaração de guerra sem supervisão do gabinete israelense.

A lei vem junto com o aumento das tensões entre Israel e o Irã.

No mês passado, ataques aéreos mataram militares iranianos na Síria, com muitos atribuindo os ataques não reclamados a Israel.

No início desta semana, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, anunciou que Israel roubou uma coleção de documentos nucleares de Teerã, acusando-o de não cumprimir corretamente com o acordo nuclear assinado com as grandes potencias, e isso pode sinalizar a prontidão de Israel para se envolver diretamente em uma guerra com o Irã.[post_ad]

No início desta semana, o Knesset (parlamento) de Israel, votou por 62-42 a favor da concessão de autoridade ao primeiro-ministro para consultar apenas o seu ministro da Defesa antes de ordenar uma grande operação militar. A lei exigia anteriormente uma votação completa do gabinete para empurrar o país para o conflito.

Críticos da nova lei, dizem que essa decisão efetivamente dá liberdade ao primeiro-ministro, removendo a supervisão de gabinete. e o momento da lei coincide com as crescentes tensões na região.

A disputa entre Israel e Irã, ocorre há décadas e tem sido travada em grande parte por meio de guerras por procuração e ataques cibernéticos. 
Mas as recentes hostilidades entre os dois poderiam estar levando as nações à beira de uma guerra total.

Em fevereiro, Israel abateu um drone que afirma ter sido lançado por forças iranianas que operavam na Síria. 

Um porta-voz do exército israelense afirmou que o drone estava "carregando explosivos" e foi lançado "como um ato de sabotagem em território israelense".

No mês passado, ataques aéreos atingiram um aeródromo do governo na Síria , supostamente atacando e matando quatro militares iranianos estacionados na base. 

A Rússia e o Irã foram rápidos em culpar Israel, que permaneceu em silêncio, apesar de várias fontes afirmarem que Israel estava por trás do ataque .

Se Israel fosse responsável pelo ataque, poderia servir como o primeiro sinal de confronto militar direto entre Israel e o Irã. O Irã desde então prometeu retaliação .

E nesta semana o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma apresentação dramática, acusando o Irã de mentir sobre sua busca por armas nucleares.

Netanyahu revelou que a agência de espionagem israelense Mossad, invadiu sistemas do Irã e roubou 110 mil documentos supostamente sobre o programa nuclear iraniano.

O anúncio provocativo de Israel do ataque é provavelmente parte de sua guerra psicológica contra o Irã mas pode vir a se tornar em uma guerra real e direta.

A Rússia pediu a Israel que forneça imediatamente qualquer informação que possa ter sobre o prosseguimento do programa nuclear do Irã à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), disse na quinta-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov.
Se Israel ou qualquer outra pessoa receber documentos que alegadamente provam que o Irã ainda tem planos de desenvolver armas nucleares, esses documentos devem ser entregues à AIEA, responsável pela implementação do Plano de Ação Integral Conjunto", disse Lavrov, segundo o Sputnik.
Fonte: Business Insider

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17 de abr. de 2018

Aumenta ainda mais o temor de uma guerra entre Irã e Israel após a JPost confirmar noticia da Al-Akhbar

17 de abril de 2018 - 12:52:39

Agora foi a vez do site israelense The Jerusalém Post confirmar as informações do site Al-Akhbar, na qual foi informado que a Guarda Revolucionária do Irã poderia vir a realizar uma ataque contra Israel.

De acordo com o JPost. a Guarda Revolucionária Iraniana estaria sim planejando um ataque contra israel.

E isso pode ser visto no seguinte trecho do artigo publicado.
"Esse ataque seria realizado diretamente a Israel e não por proxies como feito antes, sob as ordens do comandante da Força Quds, Qassem Soleimani. O ataque viria na forma de mísseis guiados com precisão ou através de drones armados vindos de alguma base na Síria." Relatou o site.
O site também trouxe informações repassadas por uma importante fonte interna da IDF na qual ele disse para a Sky News Arabe:
"Israel vai reagir fortemente a qualquer ação iraniana vinda de dentro da Síria".
Ele complementou dizendo que o Irã planeja esse ataque através de bases na Síria. 

Ele acrescentou que o Irã planeja atacar Israel da Síria, ganhando o controle do estado árabe através de sua força aérea.

Bases Iranianas na Síria

Fotos divulgada na manha desta terça-feira. mostram o que seria bases aéreas iranianas sendo reforçadas na Síria, onde comprova que Teerã aumentou o escopo de suas relações militares com o regime de Assad sob os auspícios do comandante da força aérea do CGRI, General Brigadeiro Amir Ali Hajizadeh.


A fonte também afirmou que as companhias aéreas civis e de carga, Simorgh e Pouya Air, são usadas pelo IRGC como fachadas para vôos de transporte militar, trazendo soldados e armamentos para reforçar a presença militar do Irã na Síria.

De acordo com as fotos, a Guarda Revolucionária do Irã estabeleceu várias bases na Síria, incluindo uma base militar na província de Deir ez-Zor, no leste da Síria, vista com aviões Ilyushin transportando armas do Irã para a Síria. 

As fotos aéreas de inteligência mostraram cinco outras bases aéreas com a presença do IRGC:

A base T4 que inclusive já foi bombardeada por Israel, a base aérea de Aleppo, a de Deir ez-Zor, o Aeroporto Internacional de Damasco e um aeródromo adicional ao sul da capital Damasco.


As fotos da inteligência aérea israelense, supostamente ilustram como Teerã continua capaz de transportar mísseis superfície-terra, bem como veículos aéreos não tripulados para o país devastado pela guerra sob o disfarce de ajuda humanitária. 

A divulgação das fotos chega à frente no 70º Dia da Independência de Israel, quando o Irã também estará marcando seu Dia Nacional do Exército.


As tensões aumentaram dramaticamente entre os dois arqui-inimigos após a infiltração de um drone iraniano no norte de Israel, onde a IDF anunciou na sexta-feira que ele estava armado e em uma missão de ataque de sabotagem contra o Estado judeu. 

Na semana passada, um suposto ataque aéreo israelense contra a Base Aérea T-4, na província de Homs, matou sete soldados do IRGC, incluindo o coronel Mehdi Dehghan, que liderou a unidade operando fora da base. 

Um oficial sênior do IDF confirmou ao The New York Times na segunda-feira que Israel estava por trás do ataque, afirmando que o incidente de fevereiro "abriu um novo período" entre o Estado judeu e a República Islâmica.
"Esta é a primeira vez que vemos o Irã fazer algo contra Israel - não por procuração", disse ele, acrescentando que a greve dos iranianos no T-4 "foi a primeira vez que atacamos alvos iranianos vivos - tanto instalações quanto pessoas". 
Após o ataque, Ali Akbar Velayati, o principal ajudante do líder supremo iraniano Ali Khamenei, alertou que Israel "deveria estar esperando por uma resposta poderosa" à greve no aeródromo, dizendo que "não ficará sem resposta".

Fonte: The Jerusalém Post

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30 de mar. de 2018

Caças F-35 de Israel invadem espaço aéreo do Irã sem serem detectados pelas defesas anti-aéreas da Rússia

30 de março de 2018 - 16:38:02


A imprensa do Kuwait informou na quinta-feira (29) que no mês passado, os caças furtivos Adir F-35 da Força Aérea Israelense (IAF) invadiram o espaço aéreo iraniano duas vezes sem serem detectados pelos sistemas antiaéreos russos de ponta presentes no local.

Citando "uma fonte informada", o Al-Jarida, um jornal diário do Kuwait em língua árabe, informou que os dois aviões da IAF passaram sem serem detectados na Síria e no Iraque. 

Se isso for verdade, significa que o caça furtivo F-35 construído nos EUA, não é capaz de ser detectado pelo sistema antiaéreo S-400 instalado na base aérea russa em Latakia, na Síria. 

O Jerusalem Post informou que o F-35 circulou em alta altitude, tendo como alvo as cidades iranianas de Bandar Abbas, Esfahan e Shiraz, todas associadas ao programa nuclear iraniano.

O artigo de Al-Jarida também observou que os sete combatentes do F-35 da IAF, já realizaram várias missões na Síria e na fronteira libanesa-síria.[post_ad]

Também foi enfatizado que os novos caças furtivos, podem voar de Israel para o Irã duas vezes sem reabastecimento.

Isso vem na esteira do primeiro contato hostil direto entre Israel e o Irã. No mês passado, um helicóptero israelense Apache derrubou um drone iraniano que foi lançado da Síria. 

Como resposta, os F-16 israelenses atingiram 12 alvos na Síria, incluindo a base iraniana que lançou o drone. Um F-16 israelense foi abatido e os dois pilotos ficaram feridos. Vários sites militares e de aviação conjeturaram que os F-35 foram usados ​​operacionalmente pela primeira vez pela IAF nesses ataques aéreos dentro da Síria.

A noticia sobre a invasão do espaço aéreo do Irã por parte de Israel, vem em meio a uma crescente especulação de que uma guerra entre os dois países estariam bastante próxima de ocorrer.

Fonte: Breaking Israel News

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