29 de mar. de 2019

Rússia constrói um centro de manutenção para os helicópteros MI-35 da FAB no Brasil

29 de Março de 2019 17:40:54

Por SKYFORCE.

O governo russo e o governo brasileiro confirmaram a inauguração de um centro de manutenção para helicópteros russos que pertencem à FAB no Brasil. A base ficará em Belo Horizonte e já poderá começar à fazer reparos nos MI-35?Sabres do país.

Uma coisa que chama à atenção nesse fato, é que o governo russo vetou à criação de uma base desse tipo na Venezuela, porém, aceitou construir uma no Brasil, que é inimigo de Nicolás Maduro.

Tal notícia pode sinalizar uma maior aproximação militar entre Brasil e Rússia, além é claro de um possível afastamento da Rússia da Venezuela.

A base de manutenção também produzirá peças sobressalentes para os MI-35. 
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25 de mar. de 2019

Simulação militar afirma que forças dos EUA na Ásia e Europa seriam destruídas por Rússia e China

25 de Março de 2019 16:47:23

Por SKYFORCE

Uma simulação feita pelo Pentágono mostra que as forças americanas baseadas no leste da Europa e na Ásia, seriam "esmagadas" por forças da aliança sino-russas. A simulação mostra uma ofensiva em larga escala feita simultaneamente por militares da Rússia e da China. Com as forças russas atacando o leste da Europa e os chineses atacando o sul da Ásia e a Coreia do Sul e Taiwan.

Na simulação mostra que as forças russas levariam de 72 à 96 horas para, nas palavras do chefe da simulação, esmagar as tropas americanas no leste da Europa. Já na Ásia, as forças chinesas levariam mais de uma semana para derrotar as forças americanas na Península Coreana e em Taiwan. 

Na simulação, as forças aliadas da Rússia e da China, teriam uma participação ativa no conflito, fazendo com que tropas americanas tivessem mais dificuldade em enviar reforços para a Europa e a Ásia.

Os aliados da OTAN teriam também uma participação considerável na simulação, principalmente em tentar deter as forças russas e de aliados na Polônia. Evitando assim que as forças russas cheguem no centro da Europa. Na ásia, os principais apoios que os americanos teriam seria da Austrália e do Japão, onde os americanos teriam bases para tentar organizar um contra-ataque.

Na simulação, porém, indica que as forças americanas e da OTAN levariam semanas para organizar um contra-ataque na Europa. Já na Ásia as forças americanas e de aliados seriam mais rápidas para se organizarem, cerca de 3 semanas.


FONTE: FOX NEWS.
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22 de mar. de 2019

Trump retira as novas sanções econômicas aplicadas contra a Rússia e a coreia do norte

22 de Março de 2019 15:59:34

Por SKYFORCE.

O presidente dos EUA, Donal Trump, anunciou há pouco que retirou as novas impostas pelo Tesouro dos EUA contra a Rússia e Coreia do Norte. Essa decisão de Trump ocorre poucas horas após o Tesouro americano ter imposto as novas sanções.

Trump já havia criticado seriamente as sanções em outras ocasiões.
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Contrariando Trump, Salvini e Orban a UE e o Tesouro dos EUA anunciam novas sanções contra a Rússia

22 de Março de 2019 02:02:34

Por SKYFORCE.

A União Europeia, os EUA e o Canadá aprovaram novas sanções contra a Rússia no início desse mês, apesar das críticas de Trump, Salvini, Orban e Kurz. As sanções são relativamente limitadas e focam mais em membros do governo regional da Crimeia e em 3 empresas.

Os EUA no entanto, não aplicaram sanções contra empresas russas apenas contra três pessoas membros do governo regional da Crimeia.

O vicê-premiê da Itália, Matteo Salvini e o presidente da Hungria, Viktor Orban, afirmaram no dia da votação que não aplicariam essas sanções, pouco depois o Chanceler da Áustria, Sebastian Kurz e o presidente da República Tcheca Milos Zeman também afirmaram que não aplicaram as sanções.
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8 de mar. de 2019

A polícia russa prendeu 5 mil imigrantes africanos ilegais e o governo Putin afirma deportará à todos

08 de Março de 2019 18:38:42

Por SKYFORCE.

O governo de Vladimir Putin afirmou que a polícia russa prendeu cerca de 5,5 mil imigrantes ilegais que estavam na Rússia desde a copa do mundo. De acordo com o governo russo, esses imigrantes teriam permanecido no país ilegalmente para pedir refúgio, porém, o governo rejeitou todos os pedidos.

De acordo com o Kremlin, a ampla maioria dos imigrantes são nigerianos do sexo masculino, mas também há imigrantes de outros países africanos, principalmente do Camarões.

O governo russo anunciou que todos serão expulsos da Rússia até o final do mês de Março. Grupos de direitos humanos afirmam que o governo russo está agindo com racismo.

Esses imigrantes teriam ido à Rússia durante a Copa do Mundo.

O governo russo tem um histórico de ser linha dura com imigrantes de origem africana, porém, o governo russo também tem um histórico muito moderado com imigrantes africanos brancos.

Após a Copa, apenas 160 pessoas receberam o direito de permanecer na Rússia, todos são brancos.

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28 de fev. de 2019

Rússia elogia o governo do Brasil após o mesmo ter proibido os EUA de atacar a Venezuela pelo Brasil.

28 de Fevereiro de 2019 22:39:49

Por SKYFORCE.

O governo russo elogiou e agradeceu ao governo brasileiro após o mesmo ter rejeitado a possibilidade de permitir que os EUA invadam a Venezuela.

O Ministro das relações exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, ainda elogiou a posição do Vice-Presidente Mourão e do presidente Bolsonaro em rejeitar o uso do espaço aéreo do Brasil para ataques contra a Venezuela.

O governo russo ainda afirmou que esse posicionamento do governo brasileiro mostra claramente que os EUA pretendem realmente "agredir" a Venezuela.

Lavrov ainda afirmou:

"A declaração do governo brasileiro de que não participarão e nem permitirão o uso do seu território para uma invasão contra a Venezuela, mostra claramente que os EUA tem algo planejado"

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23 de fev. de 2019

Rússia acusa os EUA de tentar armar a oposição da Venezuela

23 de Fevereiro de 2019 - 00:02:32


O Ministério das Relações Exteriores da Rússia acusou nesta sexta-feira (22) os Estados Unidos e seus aliados da OTAN de discutir como armar a oposição na Venezuela alem de alegar que Washington estava enviando forças especiais e equipamentos perto da nação sul-americana.

Moscou disse que tinha informações para respaldar sua afirmação, mas não revelou nem disse o que era.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zakharova, disse que um comboio de ajuda humanitária dos EUA para a Venezuela poderia provocar confrontos e criar um pretexto para a retirada do presidente Nicolas Maduro, um forte aliado russo, à força.

Um alto funcionário da administração dos EUA classificou a afirmação de "acusação sem sentido" distribuída pela Rússia como "propaganda".
Fonte: Jerusalém Post

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27 de jan. de 2019

Apesar da noticia ter sido vinculada as grandes mídias, Rússia nega ter enviado mercenários a Venezuela

27 de janeiro de 2019 - 20:11:45

O governo russo negou que tenha enviado mercenários para proteger o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, depois que um líder da oposição, com apoio dos Estados Unidos, se declarou o presidente do país.

Relatórios surgiram no início desta semana que dezenas ou centenas de mercenários russos, que têm estado ativos na Ucrânia e na Síria, foram enviados para proteger Maduro de uma possível tentativa de golpe. A medida sugeriria que a Rússia estava disposta a aumentar as apostas para proteger seu investimento em seu aliado mais próximo no hemisfério ocidental.

Em um noticiário político no domingo, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, negou que a Rússia tenha enviado militares para o país. 
"O medo tem cem olhos", disse ele.
Ele não fez uma negação direta, no entanto, os militares contratados são de empresa privadas e não trabalham para o governo.

A Rússia gastou bilhões para aumentar sua influência na Venezuela e há preocupações de que a mudança de regime possa eliminar esse investimento.

O país investiu cerca de $17 bilhões em países sul-americanos sem dinheiro, grande parte em empréstimos. Em 2017, a Rússia concordou em reestruturar mais de $3 bilhões da dívida venezuelana e a gigante de petróleo russa Rosneft emprestou uma quantia similar à PDVSA, a estatal de petróleo. A Rosneft também detém ações na produção de petróleo venezuelana.

Outro empréstimo de $3 bilhões da Rússia foi usado para comprar armas, incluindo rifles de assalto, aviões de guerra e helicópteros, tornando a Venezuela a maior operadora de equipamentos militares russos na América do Sul. A Kalashnikov, fabricante da AK47, está construindo uma fábrica na Venezuela, embora sua abertura tenha sido repetidamente adiada.

As estimativas de quanto a Rússia investiu na Venezuela variam. David Rozental, pesquisador do Instituto da América Latina da Academia Russa de Ciências, estimou o montante em mais de US $20 bilhões.

Porem esse dinheiro praticamente voltou para a Rússia como forma de compras.

Vladimir Davydov, diretor acadêmico do Instituto da América Latina, disse que a Rússia vê a Venezuela como sua cabeça de praia na América Latina e que as grandes reservas de petróleo do país fazem dela uma prioridade para a Rússia. 
“Qual será o papel da Rússia no controle de recursos estratégicos? É isso que está sendo decidido na Venezuela ”, disse Davydov.
O homem que liderou a investida, foi Igor Sechin, o ex-tradutor militar que agora dirige a empresa de petróleo russa Rosneft. 

Falante de espanhol fluente, Sechin encontrava-se com Maduro regularmente e aumentou o investimento da Rosneft na produção de petróleo venezuelana e em seu produtor estatal.
“[Sechin] conhece muito bem a América Latina, ele é muito influente. Ele quer manter a posição da Rosneft na Venezuela e existem diferentes maneiras de fazer isso."  disse Davydov.
Por enquanto, Davydov e seus colegas disseram que não esperavam que a Rússia se envolvesse militarmente na crise venezuelana, mesmo no caso de uma intervenção apoiada pelos americanos.

Ele procuraria principalmente um papel de intermediário, disseram eles, como um meio de projetar o poder russo e proteger seu investimento.

Mesmo no caso de uma transferência de poder, a Rússia pode não estar perdendo tudo. 
"Não concluímos acordos com [Hugo] Chávez ou Maduro, concluímos acordos com o parlamento da Venezuela. Nesse sentido, não acho que haja uma séria ameaça aos ativos russos." disse Rozental, durante uma transmissão de rádio no Vesti FM nesta semana. 
Vale ressaltar que as falas de Rozental não são as mesmas dos representante próximos ao Putin.

Fonte: The Gradian

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Vídeo do acidente envolvendo um bombardeiros nuclear da Rússia Tu-22M3

27 de janeiro de 2019 - 17:05:23


Imagens chocantes surgiram do terrível acidente envolvendo um bombardeiro nuclear capaz de atingir o norte do Círculo Polar Ártico em uma nevasca, matando três dos quatro tripulantes.


O bombardeiro supersônico Tu-22M3 'Backfire' estava pousando em Murmansk em baixa visibilidade quando bateu na pista, quebrando a parte de trás da aeronave, fazendo a cabine girar no chão enquanto o resto do jato explode em chamas.

O Ministério da Defesa da Rússia insistiu que o jato não estava armado no momento do acidente, ocorrido em 22 de janeiro de 2019.

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Bombardeiros nuclear da Rússia, são identificados voando próximo ao espaço aéreo do Canadá

27 de janeiro de 2019 - 16:15:07 


Dois caças F-22 Raptor da Força Aérea dos Estados Unidos, dois caças CF-188 da Real Força Aérea Canadense, bem como aeronaves de controle e alerta antecipado E-3 Sentry, identificaram dois bombardeiros russos Tu-160 no espaço aéreo internacional perto do Canadá, informou o NORAD no domingo (27).

O Tupolev Tu-160, também conhecido na Rússia como o Cisne Branco por suas enormes asas brancas, alcançando uma extensão de 55 metros, é um bombardeiro estratégico supersônico desenvolvido no início dos anos 80. O jato pode atingir velocidades Mach 2 e voar até 12.300 quilômetros sem reabastecimento.[post_ad]

O Tu-160 também pode transportar até 40.000 quilos de artefatos, como 6 mísseis de cruzeiro Raduga ou mísseis nucleares de curto alcance de 12 Kh-15 (nome de código NATO AS-16 Kickback).

Fonte: Sputnik News

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26 de jan. de 2019

Guerra na Ucrânia. atualizações da semana

26 de Janeiro de 2019 16:39:52
Por SKYFORCE.

Ao menos 6 soldados do exército da Ucrânia foram mortos em confrontos esporádicos com as forças separatistas nesta semana, outros 12 soldados ficaram feridos.

Hoje, mais um soldado do exército da Ucrânia foi morto quando os separatistas se infiltraram nas linhas ucranianas e disparou um ATGM contra um veículo blindado do exército do país. Além desse soldado morto, outros 5 militares da Ucrânia se feriram nesse ataque.

O Blindado foi completamente destruído.

Resultado de imagem para Guerra na Ucrânia
Já do lado dos separatistas foram registradas 3 baixas mortais e 6 feridos nesses mesmos combates.

A força aérea da Ucrânia conseguiu abater um pequeno drone de fabricação caseira que pertencia as forças separatistas.








FONTE: MINISTÉRIOS DA DEFESA DOS DOIS LADOS.

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24 de jan. de 2019

Governo da Rússia alerta para um possível banho de sangue na Venezuela

24 de janeiro de 2019 - 19:30:18 

O Chanceler da Rússia criticou o que ele chama de ingerência externa nos assunto interno da Venezuela e fez um grave alerta afirmando que há a possibilidade de caos no país seguido de um banho de sangue, caso haja intervenção militar em Caracas.

O Kremlin também informou que até o momento, não houve nenhum pedido de ajuda militar por parte de Nicolás Maduro, reforçando a especulação que o governo da Venezuela poderá fazer o mesmo que o presidente da Síria, Bashar al-Assad que solicitou apoio militar a Moscou.
A Rússia também destacou como muito perigoso, uma intervenção militar dos EUA na Venezuela, destaque esse que está sendo bastante especulado por vários analistas. 

Para reforçar a especulação de uma possível intervenção militar norte americana em Caracas, o vice presidente do Brasil, Hamilton Mourão disse que não há a possibilidade do Brasil participar de uma intervenção militar dos EUA na Venezuela. 
"O Brasil não participa de intervenção. Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países", respondeu o vice-presidente ao ser questionado pela reportagem do UOL se o Brasil participaria de uma investida aventada indiretamente pelos Estados Unidos."
MAS O BRASIL PODE VIR A DECLARAR GUERRA A VENEZUELA?

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, já deixou claro que usará todos os recursos legais para derrubar o governo de Nicolás Maduro e uma intervenção militar brasileira entra nesse recurso legal, mesmo ela não sendo explicitada por Bolsonaro.

Caso o Conselho de Segurança da ONU determine que haja uma ação militar contra o governo de Maduro, o Brasil pode sim declarar guerra ao governo venezuelano. 

Assim como o EUA faz, o Brasil também pode usar o pretexto de que o atual governo da Venezuela está oprimindo o seu povo, causando uma crise humanitária e iniciar intervenção militar para impor a paz na nação vizinha. Em vários caso, os americanos junto dos seus aliados, agiram unilateralmente com ações militares para resolver crises humanitárias em vários países do mundo. Síria e Líbia são alguns exemplos.

Um outro cenário na qual o Brasil poderia declarar guerra a Venezuela, seria caso insurja uma guerra civil em Caracas. Nesse contexto, o Brasil poderia formar uma coalizão nos mesmos moldes usados na Síria e no Iêmen, e apoiar a oposição mesmo sem a aprovação do Conselho de Segurança da ONU, alegando que vários civis estão sendo mortos por forças militares de maduro sem poderem se defender.

Outra possibilidade, é o Brasil declarar guerra por declará, alegando que o Brasil não reconhece o novo governo venezuelano e que o mesmo deve ser destituído a força.

O fato é que a situação na qual estamos vivenciando, está propicia para uma guerra na America do Sul e o Brasil pode sim se envolver.

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19 de jan. de 2019

Atualizações das últimas 2 semanas na Ucrânia. Aumentam os números de mortos e feridos.

19 de Janeiro de 2019 00:07:46


Os combates entre as forças separatistas pró-Rússia e as forças leais à Kiev, aumentaram de intensidade nas últimas duas semanas.

Apenas nas últimas 24 horas, ao menos 12 soldados ucranianos ficaram feridos enquanto outros 7 foram mortos em 15 confrontos esporádicos entre os dois lados.


Imagem relacionada
Outros dois soldados ucranianos foram encontrados mortos hoje em um apartamento à alguns km da linha de frente.

Eles apresentam ferimentos a bala. Tudo indica que eles foram mortos por simpatizantes dos separatistas.
Ao todo, durante essas duas semanas, ao menos 22 soldados ucranianos ficaram feridos, ao mesmo tempo, ao menos 12 soldados do exército do país perderam a vida.



Resultado de imagem para Soldados ucranianos mortos

Do lado separatista, foram registrados 13 feridos e 3 mortos nessas duas semanas.

Um tanque ucraniano foi destruído pelos separatistas ontem.







FONTE: MÍDIAS LOCAIS E MINISTÉRIO DA DEFESA UCRANIANO.

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18 de jan. de 2019

Rússia avisa que planos dos EUA de defesa antimísseis vão alimentar corrida armamentista no espaço

18 de janeiro de 2019 - 19:10:05

A Rússia disse nesta sexta-feira que a nova estratégia de defesa antimísseis do Pentágono desencadeará uma corrida armamentista no espaço e comprometerá ainda mais a estabilidade global.

A dura declaração russa veio em resposta ao Missile Defense Review, da administração dos EUA, divulgado quinta-feira durante a visita do presidente Donald Trump ao Pentágono.[post_ad]

A estratégia do Pentágono exige uma nova gama de sensores baseados no espaço e outros sistemas de alta tecnologia para detectar e abater mais rapidamente os mísseis que chegam. 

Ela deixa claro que as novas tecnologias de defesa são necessárias para combater as armas avançadas que estão sendo desenvolvidas pela Rússia e pela China, juntamente com ameaças da Coréia do Norte e do Irã.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia descreveu a nova estratégia dos EUA como uma prova do "desejo de Washington de garantir a dominação militar incontestada no mundo".

Ele alertou que a expansão do sistema de defesa antimísseis dos EUA "inevitavelmente iniciará uma corrida armamentista no espaço com as mais negativas consequências para a segurança e a estabilidade internacionais".
"Ao contrário do que dizem os autores da revisão, a implementação de seus planos e abordagens não fortalecerá a segurança dos EUA e seus aliados"
"As tentativas de tomar esse caminho terão o efeito oposto e trarão outro duro golpe à estabilidade internacional." disse o ministério em um comunicado.
Trump, em um discurso no Pentágono, declarou que o espaço é o novo domínio de guerra e prometeu que os EUA desenvolverão um sistema de defesa antimísseis incomparável para proteger contra ameaças hipersônicas e outras ameaças avançadas.

Sequência de 'Star Wars'?

O Ministério do Exterior russo, descreveu a revisão do Pentágono como uma tentativa de reproduzir planos de defesa antimísseis Star Wars' do presidente Ronald Reagan em um novo patamar tecnológico e exortou a administração Trump para 'vir a seus sentidos' e se engajar em negociações de controle de armas com a Rússia.

Mais cedo nesta sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, novamente rejeitou a alegação dos EUA de violações russas do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário de 1987, acusando Washington de não oferecer nenhuma prova.

Os EUA acusaram a Rússia de testar e instalar um míssil que violava as disposições do Tratado INF que proíbe a produção, o teste e a instalação de mísseis terrestres de cruzeiro e balísticos com um alcance de 500 a 5.500 quilômetros. Washington disse que suspenderá suas obrigações se o russo não entrar em conformidade até 2 de fevereiro.

Lavrov insistiu que o míssil russo só foi lançado no intervalo permitido pelo tratado.
"Se eles acham que o alcance era excessivo, eles devem ter imagens de satélite ou algo mais, mas não mostraram nada para nós", disse ele após as conversações com a visita do ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas.
Mas pediu à Rússia que destrua o tipo de míssil que os EUA alega estar violando o tratado, dizendo que ele não acha que "qualquer um na Europa gostaria de ver o início de uma nova corrida armamentista".

Lavrov disse que os EUA deixaram claro durante os contatos diplomáticos em outubro que a decisão de Trump de abandonar o pacto não está sujeita a negociações.
"Nossos colegas norte-americanos nos disseram durante os contatos oficiais ... que a decisão é final e irreversível e a declaração sobre a intenção dos EUA de sair do Tratado INF não é 'um convite ao diálogo'", disse ele.
Fonte: CBC

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Bielorrússia emite aviso que Moscou pode perder o seu único aliado no Ocidente

18 de janeiro 2019 - 1050:16 

O líder da Bielorrússia advertiu severamente a Rússia dizendo que Moscou poderia perder seu aliado se não oferecer uma compensação pelos altos preços do petróleo proposto na manobra fiscal russa.


A declaração do presidente Alexander Lukashenko ocorre em meio a uma amarga disputa energética que tem prejudicado os laços estreitos entre os dois vizinhos e aliados.

O líder bielorrusso, que governa a ex-república soviética de 10 milhões de habitantes com mão de ferro por quase um quarto de século, conta com empréstimos e energia barata da Rússia. 

A Bielorrússia exporta alguns produtos de petróleo produzidos com o petróleo russo a um preço bastante barato, e a decisão de Moscou em elevar o preço do fornecimento de petróleo bruto para a Bielorrússia vai custar cerca de $ 11 bilhões em receita perdida nos próximos seis anos, de acordo com estimativas oficiais.

Lukashenko realizou várias reuniões com o presidente russo, Vladimir Putin, no ano passado com o intuito de conseguir compensações, mas não conseguiram resolver a disputa.
"Se a liderança russa optar por esse rumo e pela perda de seu único aliado no Ocidente, seria a escolha deles", disse Lukashenko a seus funcionários. 
Ele ordenou que eles encontrassem fontes de receita alternativas ao dos russos. 
"Não devemos considerar isso uma catástrofe."
A Rússia e a Bielorrússia assinaram um acordo sindical que prevê estreitos laços econômicos, políticos e militares o chamado "Estado de União", porem... alguns bielorrussos temem que Moscou possa usar o acordo como pretexto para anexar o seu vizinho, preocupações essas alimentadas pela anexação da península da Crimeia, na Ucrânia, em 2014.

Lukashenko rejeitou na quinta-feira (17) a ideia de que a Rússia e a Bielorrússia possam se fundir como uma "conversa boba".

"Ninguém pode forçar a nossa fusão e nós concordamos com o presidente da Rússia que a questão da unificação não está na agenda."

Apesar das palavras de Lukashenko muitos analistas externo e interno, tanto da Rússia quanto da Bielorrússia acreditam que essa unificação é só questão de tempo.

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14 de jan. de 2019

Trump ameaça devastar a economia Turca caso Erdogan ataque os curdos

14 de Janeiro de 2019 16:42:46
Trump e Erdogan.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, advertiu neste domingo que "arrasará economicamente" a Turquia, caso o país ataque os curdos, aos quais também advertiu que não devem provocar o governo turco.

A relação entre os dois membros da Otan tem se desgastado devido ao apoio dos EUA à milícia curda YPG, que a Turquia considera terrorista e vê como uma extensão do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) que trava uma insurgência de décadas em solo turco.

Erdogan respondeu dizendo que não teme os EUA e que irá se alinhar ainda mais com a Rússia, a China e o Irã.

Erdogan também afirmou que diferente da Europa e dos EUA, a Rússia é um verdadeiro amigo e aliado.
O presidente turco afirmou também que irá sim atacar os curdos e não há nada que os EUA possam fazer para impedir isso.

FONTE: EURONEWS, TRT E CNN.

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12 de jan. de 2019

URGENTE: O exército americano começa a abandonar as suas bases que serviam de "barreira" contra os turcos e sírios.

12 de Janeiro de 2019 15:11:47
Veículos americanos saindo de Manbij.

As forças americanas estão abandonando ao menos 4 de suas bases no norte da Síria, essas bases serviam como "barreira" contra a Turquia e o exército sírio a SAA.

A velocidade com que essas bases estão sendo evacuadas tem chamado muito a atenção, pois as tropas estão as abandonando em um ritmo muito acelerado.

As forças turcas e sírias estão enviando mais algumas dezenas de tanques e blindados leves para a fronteira com os territórios curdos.

Enquanto as forças americanas abandonam a Síria, a Turquia e a Rússia se aproximam mais e mais. Tendo ambos prometido apoio um ao outro nas próximas operações na Síria.


As forças curdas temem uma invasão iminente por parte das forças turcas.











FONTE: MÍDIAS LOCAIS.

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11 de jan. de 2019

URGENTE: Hungria, Itália e outros vários países considerados pró-Rússia, criaram o chamado Eixo anti-imigração.


Hungria, Áustria, Itália, República Tcheca, Bulgaria e lideranças políticas pró-Rússia da França e da Dinamarca, anunciaram a criação do que eles chamam de "Eixo Anti-Imigração", esse eixo tem como objetivo o bloqueio e a deportação de imigrantes e refugiados árabes e africanos da Europa.

Esses países afirmaram de forma conjunta que irão criar uma coalizão no Parlamento Europeu para bloquear a entrada de imigrantes.
Críticos do primeiro-ministro Viktor Orbán o descrevem como racista e autoritário — Foto: Reuters/Bernadett Szabo

O Primeiro-ministro Eurasiano da Hungria, Vicktor Orban, afirmou que ele e seus aliados irão mudar o Parlamento Europeu. 

O Premiê também afirmou que esse bloco nacionalista/Eurasiano irá tirar as últimas sanções econômicas contra a Rússia.

Muitos desses partidos que disputam essa eleição para a Parlamento europeus receberam doações de bancos públicos e privados da Rússia.
Resultado de imagem para Salvini
Outro que festejou essa aliança foi o premiê italiano, Matteo Salvini, que afirmou também que a Polônia iria ingressar no Eixo. Porém, o governo Polonês negou que participará da aliança, pois afirmou que não irá se aliar com eurasianos e com aliados da Rússia.




Todos os países desse Eixo tem governos pró-Rússia, muitos desses partidos recebem doações financeiras de bancos russos.

FONTE: EURONEWS, AFP, AGÊNCIA REUTERS, G1 E RT.

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URGENTE: A coalizão americana na Síria anunciou que seus militares estão abandonando o país formalmente.

11 de Janeiro de 2019 13:27:45
Imagem de vídeo mostra forças dos EUA nos arredores da cidade síria de Manbji, em 7 de março — Foto: Arab 24 network, via AP
Blindados americanos saindo da Síria.


A coalizão internacional anti-jihadista dirigida pelos Estados Unidos anunciou, nesta sexta-feira (11), o início da retirada das tropas da Síria, onde auxiliavam na guerra contra o grupo extremista Estado Islâmico (EI);

As forças americanas e de alguns aliados já começaram a sair do país.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos a OSDH, afirmou que ao menos 3 comboios de caminhões e blindados do exército americano abandonaram o país nas últimas 24 horas em direção ao Iraque.

A saída das tropas americanas e aliadas do país, ocorrem por ordens do presidente Trump, que determinou a saída do país.

Imagem relacionada

FONTE: G1 E FOX NEWS.

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Rússia acusa EUA de ofensiva indisfarçada contra soberania da Venezuela

11 de janeiro de 2019 - 12:29:39

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia condenou veementemente as tentativas dos EUA de formarem um governo venezuelano alternativo, sufocando o país latino-americano com sanções.

"A linha descarada de Washington de formação inconstitucional de estruturas alternativas de governo da Venezuela, as tentativas de, ignorando a realidade, designar autoridades venezuelanas como legítimas e negar isso a outras, sufocando o país com sanções, levando a uma deterioração da situação socioeconômica e atingindo dolorosamente os bolsos dos venezuelanos comuns, é uma ofensiva indisfarçada contra soberania da Venezuela", escreve o comentário no site do ministério russo.
Recentemente, o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, havia discutido por telefone a situação na Venezuela com o presidente da oposição da Assembleia Nacional venezuelana, Juan Guaido, que até há poucos dias chefiava o parlamento do país.[post_ad]

Em 2017, o presidente venezuelano Nicolás Maduro convocou uma Assembleia Nacional Constituinte, totalmente controlada pelo governo, não podendo a Assembleia Nacional tomar decisões políticas.
"É necessário promover a busca pela concórdia interna, unindo os esforços do governo e da oposição para reduzir as tensões, melhorar a situação do país e governar nos princípios de união. Naturalmente, na condição de todas as forças políticas do país observarem a Constituição e a legislação atual", diz o comunicado.
A reeleição de Nicolás Maduro em 20 de maio e sua subsequente posse, na quinta-feira (10), têm sido muito criticadas pelos países vizinhos.

A Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Grupo de Lima não reconheceram os poderes do presidente eleito, enquanto o Paraguai rompeu as relações diplomáticas com o país.

Os EUA também assumiram uma posição semelhante, aumentando as sanções e pressionando Caracas.

Fonte: Sputnik news

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