18 de jan. de 2019

Bielorrússia emite aviso que Moscou pode perder o seu único aliado no Ocidente

18 de janeiro 2019 - 1050:16 

O líder da Bielorrússia advertiu severamente a Rússia dizendo que Moscou poderia perder seu aliado se não oferecer uma compensação pelos altos preços do petróleo proposto na manobra fiscal russa.


A declaração do presidente Alexander Lukashenko ocorre em meio a uma amarga disputa energética que tem prejudicado os laços estreitos entre os dois vizinhos e aliados.

O líder bielorrusso, que governa a ex-república soviética de 10 milhões de habitantes com mão de ferro por quase um quarto de século, conta com empréstimos e energia barata da Rússia. 

A Bielorrússia exporta alguns produtos de petróleo produzidos com o petróleo russo a um preço bastante barato, e a decisão de Moscou em elevar o preço do fornecimento de petróleo bruto para a Bielorrússia vai custar cerca de $ 11 bilhões em receita perdida nos próximos seis anos, de acordo com estimativas oficiais.

Lukashenko realizou várias reuniões com o presidente russo, Vladimir Putin, no ano passado com o intuito de conseguir compensações, mas não conseguiram resolver a disputa.
"Se a liderança russa optar por esse rumo e pela perda de seu único aliado no Ocidente, seria a escolha deles", disse Lukashenko a seus funcionários. 
Ele ordenou que eles encontrassem fontes de receita alternativas ao dos russos. 
"Não devemos considerar isso uma catástrofe."
A Rússia e a Bielorrússia assinaram um acordo sindical que prevê estreitos laços econômicos, políticos e militares o chamado "Estado de União", porem... alguns bielorrussos temem que Moscou possa usar o acordo como pretexto para anexar o seu vizinho, preocupações essas alimentadas pela anexação da península da Crimeia, na Ucrânia, em 2014.

Lukashenko rejeitou na quinta-feira (17) a ideia de que a Rússia e a Bielorrússia possam se fundir como uma "conversa boba".

"Ninguém pode forçar a nossa fusão e nós concordamos com o presidente da Rússia que a questão da unificação não está na agenda."

Apesar das palavras de Lukashenko muitos analistas externo e interno, tanto da Rússia quanto da Bielorrússia acreditam que essa unificação é só questão de tempo.

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11 de jan. de 2019

URGENTE: Hungria, Itália e outros vários países considerados pró-Rússia, criaram o chamado Eixo anti-imigração.


Hungria, Áustria, Itália, República Tcheca, Bulgaria e lideranças políticas pró-Rússia da França e da Dinamarca, anunciaram a criação do que eles chamam de "Eixo Anti-Imigração", esse eixo tem como objetivo o bloqueio e a deportação de imigrantes e refugiados árabes e africanos da Europa.

Esses países afirmaram de forma conjunta que irão criar uma coalizão no Parlamento Europeu para bloquear a entrada de imigrantes.
Críticos do primeiro-ministro Viktor Orbán o descrevem como racista e autoritário — Foto: Reuters/Bernadett Szabo

O Primeiro-ministro Eurasiano da Hungria, Vicktor Orban, afirmou que ele e seus aliados irão mudar o Parlamento Europeu. 

O Premiê também afirmou que esse bloco nacionalista/Eurasiano irá tirar as últimas sanções econômicas contra a Rússia.

Muitos desses partidos que disputam essa eleição para a Parlamento europeus receberam doações de bancos públicos e privados da Rússia.
Resultado de imagem para Salvini
Outro que festejou essa aliança foi o premiê italiano, Matteo Salvini, que afirmou também que a Polônia iria ingressar no Eixo. Porém, o governo Polonês negou que participará da aliança, pois afirmou que não irá se aliar com eurasianos e com aliados da Rússia.




Todos os países desse Eixo tem governos pró-Rússia, muitos desses partidos recebem doações financeiras de bancos russos.

FONTE: EURONEWS, AFP, AGÊNCIA REUTERS, G1 E RT.

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13 de dez. de 2018

Informações sobre o possível ataque da Ucrânia a Donbass vindo da Republica Popular de Donetsk

13 de dezembro de 2018 - 14:34:26

      Foto: Christina Melnikova / EADaily

Recentemente, o DPR anunciou a preparação de uma ofensiva em grande escala por parte das Forças Armadas da Ucrânia no sul. A declaração de emergência expressa por Eduard Basurin foi apoiada pela conferência de imprensa do chefe do DPR, Denis Pushilin, em 11 de dezembro, durante a qual ele disse que o inimigo seria adequadamente contra-atacado na república. 
"As forças do DPR estão prontas para enfrentar o inimigo e proteger suas terras. As provocações das Forças Armadas da Ucrânia só levarão a baixas sem sentido entre os militares e civis de ambos os lados", disse Pushilin. 
"No mesmo dia, fui para a frente sul para conversar com os combatentes sobre se eles poderiam notar qualquer preparação da APU para um possível ataque." continuou Pushilin.
"O sul do DPR é o lugar mais remoto na república já que a região tem acesso ao Mar de Azov, onde tem estado muito inquieto recentemente.

A aldeia de Kominternovo é provavelmente uma das partes mais quentes de toda a frente sul. Quase nunca fica quieto aqui.
Chegamos um pouco depois do horário programado por causa da avaria do carro, e os combatentes informaram que muito em breve, a noite chegaria, a guerra começaria, e então seria impossível sair na única estrada que leva à aldeia, pois à noite as Forças Armadas ucranianas começarão o seu bombardeio." complementou Pushilin.
De acordo com o oficial da parte sul da DPR, Maxim Drozdov os ucranianos aumentaria a sua observação no fronte sul e controlam toda a movimentação do exercito da republica.

Questionado de foi detectado alguma movimentação diferente por parte dos miliatres ucranianos, Drozdov foi bem enfatico.

"Claro! Primeiro, recentemente, a Ucrânia declarou lei marcial. Em nosso caso particular, observamos o movimento de equipamentos e pessoal em direção à linha de contato de combate. Não são apenas os nossos relatórios de inteligência, mas as notícias da Ucrânia nos dizem diretamente sobre isso.

Até agora, nossos adversários têm mantido silêncio. Eles conduzem bombardeios e tiroteios provocativos, sem usar armas pesadas. Mas agora é mais como uma pausa antes da tempestade. No entanto, estamos prontos para qualquer desenvolvimento de eventos.

Há uma trégua e nós estamos obedeceremos a ela, não haverá trégua mas caso ocorra combates, começaremos a lutar. Nós também não ficamos sentamos quietos, nós usamos a pausa para o propósito de fortificação, melhorando nossas posições e treinando nosso pessoal."
Perguntando se seria possível vir um ataque do mar Drozdov responeu
"Tudo é possível. Mas estamos prontos para tal desenvolvimento de eventos. Mas tudo vai ficar bem, acho que podemos nos proteger do mar e do ar.

O comandante do pelotão "Black", que encontramos durante o combate, luta desde 2014 e espera que chegue a hora em que ele possa libertar Artyomovsk no natal, que no caso está agora sob o controle da Ucrânia."
Foi dito pelos militares rebeldes que recentemente, após o incidente no Estreito de Kerch, as Forças armadas ucranianas intensificaram os ataques de armas leves e morteiros, mas ainda não chegaram a usar fogo de artilharia pesada.
"A artilharia pesada ainda não está funcionando, mas à noite torcemos para isso não ocorra. Esta situação foi observada por cerca de uma semana."
Perguntado como está a moral e o humor dos combatentes antes do ataque ucraniano um militar disse.
"Lutando, todo mundo está feliz. Nós vamos repelir esse ataque, e lá, Deus me livre, seguiremos em frente."
De acordo com informações oficiais, o objetivo da ofensiva planejada pelas Forças Armadas da Ucrânia, é tomar os territórios dos distritos de Novoazovsk e Telmanovsk, estabelecendo o controle sobre uma seção da fronteira entre o DPR e a Rússia. 

Além disso, uma provocação deve servir como uma desculpa para o ataque, é esperado que um ato terrorista organizado pelos serviços especiais da Ucrânia, exploda um armazém com produtos químicos em uma das empresas industriais de Mariupol, cuja responsabilidade será então colocada no DPR. 

O tamanho do acumulo militar ucraniano na linha de frente, é relatados pelos militares rebeldes como muito impressionante, cerca de 12 mil soldados, 50 tanques e 40 sistemas de lançadores de foguetes.

Fonte: EurAsia Daily

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E continua a troca de acusações entre Rússia e Ucrânia

13 de dezembro de 2018 - 14:05:12


Após o governo da Ucrânia dizer que a Rússia poderia atacar o país por volta do dia 14 em diante, foi a vez do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia através da porta-voz Mariya Zaharova dizer que a Ucrânia está preparando um ataque em larga escala em Donbass como forma do atual presidente ucraniano Petro Poroshenko se manter no poder.[post_ad]

O líder da República Popular de Donetsk disse que se o ataque realmente ocorre, ele levará o caso a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) denunciando que o acordo de cessar fogo assinado entre rebeldes e ucranianos foi rompido pelo governo Ucraniano.

O Governo russo segue afirmando que a Ucrânia está realizando provocações como método politico já que as eleições ucranianas estão próximas.

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18 de jun. de 2018

Estaria o presidente dos EUA, Donald Trump, querendo derrubar a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel?

18 de junho de 2018 - 18:15:03


Por Conflitos e Guerras

Um twitter postado hoje pelo presidente dos EUA, Donald Trump na qual ele diz que o povo alemão está se voltando contra o governo de  Angela Merkel, sugere que uma crise diplomática entre os dois países pode está em curso.

De acordo com o twitter de Trump, a população alemã estaria se revoltando contra o governo alemão e que Angela Merkel estaria sobre pressão.

De fato a Chanceler Alemã, Angela Merlek está sobre pressão dos partidos da ala direitistas e que por sinal, tem o apoio de Donald Trump.

Segundo alguns jornais alemães, Merkel recebeu um ultimato de duas semanas para achar uma solução sobre os imigrantes ilegais que estão entrando no país. Caso contrário... o Ministro do Interior da Alemanha, Horst Seehofer agirá para barrar a aceitação de imigrantes no pais e na Europa.[post_ad]

Merkel também enfrenta uma certa pressão por parte da Itália, que vem pressionando o governo alemão para que o mesmo convença a União Europeia de mudar a politica imigratória do bloco, já que segundo o regulamento de Dublin, os imigrantes ilegais devem ter os seus pedidos de asilo registrados no primeiro país na qual eles desembarcam.

A porta para a entrada de imigrantes na Europa, é justamente a Itália e a Grécia na qual são obrigados a registrarem os imigrantes ilegais para que depois os mesmo partam para outros países europeus.

Para piorar a situação, o líder da Áustria, e os Ministros do Interior da Alemanha e da Itália, disseram que irão criar o que eles chamam de "eixo de disposição" que seria um acordo entre entre Roma, Viena e Berlim parar barrar o fluxo imigratório para a Europa.

Já tem gente relacionando essa "união" ao eixo da segunda guerra mundial.

Contudo, muitos dizem que o apoio de Trump aos partidos de direita da Alemanha, visa exclusivamente derrubar a Chanceler Alemã do poder e isso se da pelo desacordo entre os dois países na reunião do G7.

Uma possível crise diplomática entre o atual governo Alemão e dos EUA, estaria se formando e isso pode causar sérios problemas a União Europeia.

Apesar da pressão de Trump sobre Merkel, muitos cidadãos alemães saíram em defesa da Chanceler, e mostraram duas pesquisam na qual apontam que a taxa de criminalidade na Alemanha. caiu, sendo a mais baixa desde 1992, alem da popularidade de Angela Merkel ser a maior dentre os políticos europeus.

Segue o Twitter traduzido do Donald Trump.
"O povo da Alemanha está se voltando contra sua liderança, já que a migração está abalando a frágil coalizão de Berlim.

O crime na Alemanha está subindo. Esse é o grande erro cometido em toda a Europa ao permitir que milhões de pessoas mudem tão fortemente e violentamente a sua cultura!"

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18 de mai. de 2018

Comissão Europeia decide cancelar as sanções dos EUA contra o Irã, dentro da UE

18 de maio de 2018 - 11:05:23 



De acordo com a declaração emitida na sexta-feira (18) pela Comissão Europeia, a instituição vai proteger os interesses das empresas da União que investem no Irã como parte do cumprimento do acordo nuclear iraniano.

A comissão "deu início ao processo formal para ativar o Status de Bloqueio atualizando, assim, a lista de sanções norte-americanas contra Teerã dentro do seu espaço", diz-se na declaração.

As medidas vão permitir que o Banco Europeu de Investimentos (EIB, na sigla em inglês) apoie os investimentos da União Europeia no Irã que poderiam ser muito úteis tanto para pequenas como médias empresas.

As medidas vão entrar em vigor dentro de dois meses a menos que o Parlamento Europeu e os governos dos países-membros da União Europeia formalmente rejeitem cancelamento das sanções.

Hoje mais cedo, o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, anunciou que o bloco estava planejando aplicar uma lei de 1996 que proibiria cumprimento por empresas europeias de qualquer sanção norte-americana contra Teerã.

No dia 8 de maio, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a saída dos EUA do acordo nuclear iraniano. Além do mais, os EUA restauraram restrições contra o país, incluindo sanções secundárias em relação a países que mantêm negócio com o Irã, antes suspensas pelo Plano de Ação Conjunto Global (JCPOA na sigla em inglês).

Fonte: Sputinik

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4 de abr. de 2018

Alguns parlamentares da União Europeia, alertam para uma possível intervenção militar no Brasil

04 de abril de 2018 - 19:42:26

A Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas (S&D), grupo que detém a segunda maior bancada do Parlamento Europeu, divulgou nesta quarta-feira (4) um comunicado expressando preocupação com os “rumores sobre uma interferência militar” no Brasil

A nota é assinada pelo presidente do S&D, o alemão Udo Bullmann, e chega após as declarações do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, nas quais ele disse compartilhar “o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia”.[post_ad]

O posicionamento foi interpretado como uma forma de pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), que julga um habeas corpus apresentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para evitar sua prisão pela condenação em segunda instância a 12 anos e um mês de cadeia.
“Tem sido um processo bastante controverso. Estamos preocupados com a possibilidade de politização do sistema judiciário do Brasil e os rumores sobre uma interferência militar”, afirma a nota do S&D.
Segundo o grupo social-democrata, é “crucial” garantir que a aplicação da lei no país seja “clara, transparente e capaz de garantir ao povo brasileiro o direito de fazer suas próprias escolhas democráticas, sem quaisquer restrições inconstitucionais”.

Lula pretende concorrer ao cargo de presidente da República em 2018, mas deve ser impedido pela Lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de condenados por órgãos colegiados.
“Lula foi um presidente muito bom para o Brasil. Seus programas sociais beneficiaram dezenas de milhões de brasileiros, e por isso ele é tão popular. 
Ele lutou de forma decisiva contra a fome, a pobreza e a discriminação e reduziu a grande desigualdade social. Essa luta tem de continuar, estamos muito preocupados que uma alternativa progressista possa ser excluída do processo democrático”, conclui o comunicado S&D
O S&D possui 189 dos 751 deputados do Parlamento da UE e reúne as principais legendas de centro-esquerda do bloco, como o Partido Democrático (Itália), o Partido Social-Democrata (Alemanha), o Partido Socialista (França), o Partido Trabalhista (Reino Unido) e o Partido Socialista Operário Espanhol.

Fonte: Estadão

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15 de dez. de 2017

Fim da dependência dos EUA? União Europeia assina um Pacto de Defesa Mutua independente a OTAN

15 de dezembro de 2017 - 09:52:03 


Por Conflitos e Guerras

Apos a saída da Grã-Bretanha do bloco, a UE conseguiu aprovar e assinar um pacto de defesa mutua envolvendo 25 países, uma ambição antiga de 70 anos.

O pacto que ficou conhecido como Cooperação Estruturada Permanente (PESCO) prever a criação de 17 projetos voltados a área defesa mutua entre os participantes. Dentre esses projetos, a Alemanha irá liderá 4 dos principais, que serão:
  • Criação de uma unidade médica pan-europeia.
  • Criação de um centro de logística integrado. 
  • Criação de um centro de missões e treinamento conjunto.
  • Iniciativa para a criação de uma força militar de resposta rápida para conter crises e conflitos.
[post_ad]Durantes anos, esse pacto vinha sendo barrado pela França, que votou varias vezes contra na década de 50, e pela Grã-Bretanha, contrária a criação de uma unidade militar europeia.

Mas com a saída dos britânicos e a eleição de Emmanuel Macron na França, o pacto finalmente saiu do papel.

Outra grande preocupação, era de que esse pacto pudesse enfraquecer a OTAN, já que os dois blocos militares poderiam a vir ter diferentes visões politicas, mas o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk disse que isso será o contrario.

Tusk disse o seguinte sobre essa preocupação:
"Durante muitos anos, o argumento mais forte contra o PESCO foi o receio de que isso levaria ao enfraquecimento da OTAN, mas é exatamente o oposto. Uma forte defesa europeia fortalece naturalmente a OTAN

É por isso que o PESCO não é apenas uma boa notícia para nós, mas também é uma boa notícia para nossos aliados e más notícias para nossos inimigos".
O grande incetivo para criação desse pacto, se deve principalmente por dois fatores.

Uma forte e crescente ameaça da Rússia que teve o seu pico durante a anexação da Crimeia, onde os países europeus foram fortemente contrário, mas não puderam lançar uma resposta adequada por conta da recusa da OTAN em ajudar um pais não membro.

E a grande dependência militar que a Europa tem com os EUA, esse que exigiu um gasto maior dos países europeus para que eles pudessem ter maiores garantias norte americanas. 

Pesou também a fala de Donald Trump, onde segundo ele, os EUA poderiam não honra o Artigo 5 da OTAN que prevê a defesa mutua entre os membros caso algum pais da organização seja atacado.

O Bloco Europeu por diversas vezes se sentiu frustrado por não ter conseguido resolver crises no continente devido a essa dependência.

Uma delas foi durante a guerra dos Bálcãs na década de 1990, na qual foi confiada a OTAN liderada pelos EUA, uma intervenção para acabar com o derramamento de sangue na região, intervenção essa que demorou bastante a acontecer.

A outra foi durante a guerra na líbia em 2011, onde inicialmente, uma campanha aérea franco-britânica não teve ótimos resultados, já que seus equipamento e munições eram insuficientes para impor a derrubada do regime de Muammar al-Gaddafi e com isso, tiveram que recorrer aos EUA mais uma vez.

Para nós do Conflitos e Guerras, esse é o grande sentimento Europeu, ter um bloco militar completamente independente dos EUA e com certeza, será bastante conflitante, não só com os americanos, mas também com os ingleses, já que a maioria dos projetos são liderados pelos Alemães, que costumam ser contrários a maioria das decisões da OTAN e da Inglaterra.

Membros do Pacto

O nem todos os países da Unidão Europeia e da Europa aderiram ao pacto, mas podem vir a fazerem parte mais pra frente.

Segue um lista dos países membros e os não membros, a quantidade de projetos na qual cada país participa e suas posições nelas.

Países
Projetos Participante e Suas Posições Como Membro
LiderançaMembroObservadorTotal
Itália 412016
Alemanha 43310
Grécia27110
França2248
Espanha110516
Holanda1629
Bélgica15410
Eslováquia1315
Lituânia1135
Portugal09514
Chipre0617
Irlanda0617
Croácia0505
Áustria0404
Romênia0404
Bulgária0336
Hungria0336
Finlândia0325
Suécia0303
Eslovênia0257
Luxemburgo0235
Polônia0202
Republica Checa0156
Estônia0145
Letônia0101

Países Europeu Não Membros
PaísesUnião EuropeiaOTAN
AlbâniaNãoSim
AndorraNãoNão
ArmêniaNãoNão
AzerbaidjãoNãoNão
BielorrússiaNãoNão
Bósnia-HerzegovinaNãoNão
DinamarcaSimSim
GeórgiaNãoNão
IslândiaSimSim
LiechtensteinSimNão
MacedôniaNãoNão
MaltaSimNão
MoldáviaNãoNão
MônacoNãoNão
MontenegroNãoNão
NoruegaSimSim
Reino UnidoNãoSim
RússiaNãoNão
San MarinoNãoNão
SérviaNãoNão
SuíçaSimNão
TurquiaNãoSim
UcrâniaNãoNão

Veja como ficou o mapa gráfico dos países membros referente aos 5 principais projetos de defesa mutua.

Logística e Mobilidade Militar


Membro Líder - Somente Membro - Observadores
_______________________________________________________________________________________________________

Unidade médica Pan-Europeia


Membro Líder - Somente Membro - Observadores
_______________________________________________________________________________________________________

Unidades de resposta rápida contra crises
Membro Líder - Somente Membro - Observadores
_______________________________________________________________________________________________________

Centro de Resposta Rápida Contra ataque Cibernéticos
Membro Líder - Somente Membro - Observadores
_______________________________________________________________________________________________________

Canal Direto de Radio para Defesa Mutua
Membro Líder - Somente Membro - Observadores

Basta analisar agora como sera a harmonia entre os dois blocos militares, a OTAN e a PESCO, mas uma coisa é bem certa, a maior beneficiada com isso será a Ucrânia, já que o presidente da PESCO assinalou que pretende ajudar Kiev na sua luta contra o separatistas apoiados pela Rússia.

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14 de mar. de 2017

Turquia ameaça os EUA e intensifica a tensão com a Holanda e a UE

14 de março de 2017 - 09:01:06 



Depois de um final de semana muito tenso, o confronto entre a Holanda e a Turquia se intensificou. 


Ankara, através do seu vice-primeiro-ministro, Numan Kurtulmus, anunciou uma série de medidas de retaliação, uma delas é a suspensão de relações diplomáticas de alto nível com Haia e o encerramento do espaço aéreo turco para diplomatas holandeses, de facto impedindo o embaixador holandês, 

Em férias, para viajar de volta para Ancara. O governo de Erdogan anunciou ainda que pedirá a "revisão" de um tratado de amizade entre os dois países. 

"Há uma crise muito profunda que não iniciamos nem levamos a este nível", disse Kurtulmus durante uma conferência de imprensa no final de uma reunião semanal do governo.

Os apelos da UE e da OTAN para que o governo "baixe o tom" e adotar uma "abordagem medida" para ambos os aliados caíram não surtiram efeitos. 

Na verdade, a Turquia lançou uma nova ameaça, desta vez dirigida a toda a UE sobre uma questão-chave. O ministro turco Omer Celik, anunciou que pretende rever a acordo sobre a imigração que mentem com a Europa,



E o presidente Erdogan também levantou o tom, acusando a Alemanha de apoiar o terrorismo apenas porque expressou sua solidariedade para com os Países Baixos. 

O incidente diplomático, que iniciou-se no sábado (11), depois que o governo de Haia rejeitou o desembarque do ministro das Relações Exteriores turco no país. O ministro era aguardado em Roterdã para um comício.

A Turquia disse que vai apelar ao tribunal de direitos humanos e convocou o principal funcionário diplomático holandês no país para protestar contra a maneira como seu ministro das Relações Exteriores e ministro da Família, Fatma Betl Sayan Kay, foram tratados quando procuraram ir ao consulado em Roterdã Endossar um referendo constitucional em 16 de abril na frente de centenas de Pro-Erdogan manifestantes. 

Os Países Baixos pediram a Ancara que retire as acusações de "fascismo e nazismo", caso contrário, as "relações" entre os dois países "continuarão difíceis", disse o vice-primeiro-ministro Lodewijk Asscher. (ANSAmed).

Critica a UE

A Turquia criticou a União Européia por ter se unido aos Países Baixos em uma disputa diplomática sobre os planos dos ministros turcos de fazer campanha no país.

A Turquia disse que a posição da UE "empresta credibilidade" aos extremistas.

Uma declaração do ministério das Relações Exteriores da Turquia dizia que a posição da UE sobre a Turquia era "míope" e "não trazia valor" para a Turquia.

Disse que o bloco europeu, que convidou Turquia para cessar declarações excessivas, "ignorou a violação (holandesa) de convenções diplomáticas e da lei".

A censura é sobre a recusa dos Países Baixos em permitir que dois ministros turcos façam campanha e cortejam os votos dos turcos elegíveis para votar em um referendo de 16 de abril sobre a expansão dos poderes do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan.

Na segunda-feira, a Turquia impôs uma série de sanções políticas contra os Países Baixos, incluindo a suspensão das discussões políticas entre os dois países.


Ameaça aos EUA

Os Estados Unidos enviaram tropas para combater o Estado Islâmico e tomar a cidade de Raqqa que foi proclamado pelos terroristas, como a sua capital de fato.

No entanto, a ação dos EUA aumentou as tensões com a Turquia, parceira da OTAN e aliada nominal, e expôs com força as rivalidades geopolíticas cada vez mais complexas que surgiram no norte da Síria. Eles vêm em meio aos preparativos finais para a batalha de Raqqa,

Ancara está em desacordo com os Estados Unidos sobre quais forças devem liderar o ataque final contra Raqqa, que deverá ser desencadeado nas próximas semanas.

O primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, advertiu que as relações de Ancara com os Estados Unidos poderiam ser "gravemente danificadas" se os americanos continuassem a apoiar as Forças Democráticas da Síria, uma aliança dominada pelo Curdistão que foi o parceiro mais confiável dos Estados Unidos no turbilhão sírio.

Fontes: Independent / UPI

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