18 de fev. de 2016

Rússia adverte Turquia sobre ações na Síria.

18 de fevereiro de 2016 - 22:23:45



Desde o fim de semana, a Turquia usou os seus 155 milímetros de armas pesadas através da fronteira com a Síria, para atacar alvos das forças curdas, cujo o avanço recente é parte fundamental para os  planos russo de estender o controle do presidente Bashar al-Assad da Síria.

O presidente turco, Recep Tayyip Erdogan na quarta-feira, se recusou a parar o bombardeio e disse que a Turquia estava agindo em legítima defesa.

A guerra que dura mais de cinco anos da Síria, se transformou em um emaranhado de conflitos proxy entre as potências mundiais e regionais, com um risco crescente de que alguns deles possam colidir diretamente.

Neste momento, o ponto de inflamação mais perigoso é entre a Rússia e a Turquia, membro da OTAN e que derrubou um avião russo em novembro.

Desde então, as tensões vêm elevando por causa da aliança Assad-Rússia e curdos, que ameaçam cercar os rebeldes turcos, localizada em Aleppo, maior cidade da Síria.

"Tanto a Rússia quando a Turquia, estão de olho em uma posição de vantagem estratégica", informou Tim Ash, diretor de estratégia de mercados emergentes da Nomura em Londres,

"O risco de um confronto militar russo-turca é real, e que ameaça atrair NATO", complementou Ash.
A ironia é que mesmo a Turquia enfrentando um inimigo NATO, a Rússia, suas políticas externas o colocam em desacordo com os líderes da coalizão ocidental.

Os EUA compartilham o desejo da Turquia de deter o avanço Assad, brecar as intenções russas no país. Mas quanto ao assunto dos curdos na Síria, há uma diferença bem acentuada.

Turquia diz que a principal unidade de combate curda, o YPG, é um grupo terrorista que está em aliança com militantes do PKK que busca autonomia dentro da Turquia. Os EUA veem os curdos sírios como um aliado contra o Estado islâmico. 

Duas semanas antes da Turquia começarem bombardeara-los, o enviado do presidente Barack Obama para a coligação contra o Estado islâmico, Brett McGurk, visitou lutadores da YPG na Síria para felicitá-los.

Turquia disse que seus ataques contra os curdos foram em retaliação a disparos transfronteiriças.
De acordo com Nihat Ali Ozcan, membro da Fundação de Pesquisa Política e Econômica em Ankara, É improvável que uma grande incursão terrestre na Síria, coloque tropas da coalizão sob fogo russo, mas o risco de um confronto "acidental" está aumentando.

Para Erdogan, duas ameaças irão se desdobrar em um curto período de tempo.

Uma seria o avanço curdo apoiado pela Rússia que poderia cortar o fornecimento de suprimentos para os grupos rebeldes na qual a Turquia tem sido apoiado por anos, aumentando a chance de Assad recapturar Aleppo e sobreviver no poder. 

Esse seria o mais recente golpe à política de Erdogan no Oriente Médio, uma região de importância econômica para a Turquia onde ele já perdeu aliados como Egito e Iraque.

A outro, será a longo prazo, na qual a Turquia acredita que ganhos territoriais para os curdos sírios, poderiam eventualmente levar a reivindicação um Estado próprio.

"Nós não vamos permitir a formação de um novo Mt. Qandil em nossa fronteira sul", disse Erdogan em um discurso televisionado na quarta-feira, em referência à sede PKK no Iraque. 

O PKK está em guerra com tropas turcas desde 1980 e é considerado um grupo terrorista pela Turquia, EUA e União Europeia.

A Turquia com certeza gostaria de participar de uma operação terrestre com os seus parceiros internacionais para acabar com a guerra síria, informou um funcionário turco em uma reunião em Istambul, na terça-feira.

Falando sob condição de anonimato, o funcionário descartou uma incursão unilateral pela Arábia Saudita, que fez uma oferta de enviar tropas para apoiar uma eventual incursão da Turquia.

Rússia

O diretor do Centro de Análise de Mundial de Comércio de Armas, em Moscou Igor Korotchenko, disse que a Rússia tem realizado exercícios militares na região do Mar Negro, em "um sinal claro para a Turquia não realizar uma provocação".

"Nós temos forças suficientes para trazer Erdogan de volta aos seus sentidos se a Turquia nos obriga a agir militarmente", disse Korotchenko.

A Rússia disse que pode atacar as tropas turcas se entrarem na Síria sem levar necessariamente a um confronto com a NATO.

O Primeiro-Ministro turco. Davutoglu, disse que as ações da Turquia na fronteira, são medidas defensivas com o objetivo de evitar uma guerra, Um dia antes, Davutoglu negou relatos de que tropas turcas teriam cruzado para a Síria.
Fonte: investmentwatchblog

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17 de fev. de 2016

Explosão em Ancara na Turquia deixa mortos e feridos

17 de fevereiro - 16:46:21 

O Governo da Turquia afirma que o incidente foi um atentado terrorista.


Uma forte explosão atingiu nesta quarta-feira (17) a região central da capital turca Ancara, a poucos quilômetros do Parlamento da Turquia e de prédios de órgãos governamentais. A explosão provocou um grande incêndio, e uma fumaça escura pode ser vista saindo do local.


O governador de Ancara, Mehmet Kiliçlar, afirmou que inicialmente, 5 pessoas morreram na explosão e 10 ficaram feridas, porem esse numero pode ser maior, de acordo com a agência Associated Press e a CNN Türk. A TV também reportou "um grande número de feridos".


O porta-voz do partido do governo AK, Omer Celik, disse pelo Twitter que a explosão foi um ato de terrorismo.

O premiê turco, Ahmet Davutoglu, que deveria fazer uma visita oficial à Bélgica na tarde desta quarta, adiou sua viagem a Bruxelas depois da explosão.

Nenhum grupo assumiu a responsabilidade pelo ataque.

A Turquia vive um estado de alerta permanente desde o último verão no hemisfério norte, quando começou a enfrentar uma série de ataques que o governo atribuiu ao grupo jihadista Estado Islâmico.

Além disso, desde o ano passado o país está imerso em um novo conflito contra os curdos do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), proibido na Turquia e que se rebelou há uma década contra o Estado turco.

Bombeiros tentam controlar fogo causado por forte explosão nesta quarta-feira (17) no centro de Ancara (Foto: IHA via AP)


Policiais e ambulâncias chegam a local de explosão em Ancara, na Turquia (Foto: REUTERS/Umit Bektas)


Carros de serviços de emergência chegam a local de explosão que atingiu dormitório militar nesta quarta-feira (17) em Ancara, na Turquia (Foto: REUTERS/Umit Bektas)

Fumaça é vista saindo do local da explosão registrada nesta quarta-feira (17) em Ancara, na Turquia (Foto: STRINGER / AFP)
Fumaça é vista saindo do local da explosão registrada nesta quarta-feira (17) em Ancara, na Turquia (Foto: STRINGER / AFP)

Fonte: G1 / AFP

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Síria: Ajuda começa a chegar às populações cercadas.

17 de fevereiro de 2016

Bombardeamentos sírios e russos no Sul deixam 50 mil civis sem abrigo. Angela Merkel defende criação de zona de exclusão aérea para proteger civis.



A maioria dos cem camiões carregados com alimentos e medicamentos partiu esta quarta-feira de Damasco em direcção a várias cidades e localidades cercadas da Síria, onde as populações precisam desesperadamente de ajuda.

O enviado das Nações Unidas para a Síria, Staffan de Mistura, chegou à capital do país na segunda-feira precisamente para negociar a autorização do regime para a distribuição de ajuda, prevista no acordo assinado na sexta-feira em Munique pelos membros do Grupo Internacional de Apoio à Síria.

Mistura anunciou na terça-feira à noite que o regime autorizara a partida de ajuda para sete vilas, explicando que deveria acompanhar uma das colunas de viaturas.

A Federação Internacional da Cruz Vermelha confirmou ao início da tarde que os camiões tinham começado a deixar Damasco. Uns 40 partiram com destino à vila de Muadhamiyah, nos arredores de Damasco controlada pela oposição e cercada pelas forças leais a Bashar al-Assad; outros 35 saíram para Madaya (onde dezenas de pessoas morreram à fome nos últimos dois meses) e Zabadani, duas vilas igualmente próximas da capital e sitiadas pelo regime. Madaya esperava ainda pelo envio de uma clínica móvel.

Mais de 30 camiões tinham viagem prevista para Fua e Kafraya, duas localidades xiitas na província de Idlib, no Noroeste do país, cercadas por grupos rebeldes.

De acordo com o Gabinete das Nações Unidas para a Ajuda Humanitária (OCHA), foi acordado ainda o envio de ajuda nos próximos dias para Kafr Batna, perto da capital, e para a cidade de Deir Ezzor (Noroeste). No caso de Deir Ezzor (em parte controlada por jihadistas, em parte sob controlo do regime), responsáveis da ONU tinham reuniões marcadas para discutir a hipótese de lançar ajuda por via aérea na cidade.

Mesmo quando se destina a zonas controladas pelos rebeldes, esta ajuda tem de atravessar territórios controlados pelo Governo e ser negociada com o Governo de Assad. A ONU estima que haja meio milhão de sírios bloqueados, mais de metade pelo regime, com 4,6 milhões de pessoas a viver em zonas de “difícil acesso”.

Segundo um relatório da semana passada realizado por duas ONG (a holandesa Pax e a norte-americana Syria Institute), há na verdade mais de um milhão de pessoas “em risco acrescido de morte” por causa da falta de comida, electricidade e água corrente em 46 localidades cercadas. Destes cercos, só Fua, Kafraya e Deir Ezzor não são da responsabilidade do regime e dos seus aliados.

O acesso “imediato” de ajuda às zonas onde este foi classificado como mais urgente foi incluído no texto assinado em Munique por aliados e rivais de Assad. O mesmo texto previa “a cessação nacional de hostilidades” numa semana, deixando de fora o combate contra o Daash (autodesignado Estado Islâmico).

Entretanto, a violência não tem abrandado, com bombardeamentos russos e sírios a atingirem hospitais, ao mesmo tempo que a Turquia começou a atacaras milícias curdas sírias que controlaram grande parte do território junto à sua fronteira.

A maioria das ofensivas actuais concentra-se no Norte do país, mas ONU fez saber que ataques de Assad com o apoio da aviação russa na província de Deraa, no Sul do país, deixaram nos últimos três meses mais de 70 mil civis deslocados, incluindo 50 mil que estão a viver na rua, “muitos dos quais fugiram pela segunda ou terceira vez” neste conflito. 

As agências das Nações Unidas já conseguiram levar ajuda a 7000 crianças e 25 mil adultos através da fronteira da Jordânia.

Proteger civis

Descrevendo a situação humanitária na Síria como “insuportável”, a chanceler alemã, Angela Merkel, voltou a defender a criação de uma zona de exclusão aérea para proteger os civis.

“Ajudaria termos uma zona onde nenhuma das partes ataque. Não podemos negociar com os terroristas do Estado Islâmico, mas se conseguíssemos um acordo entre a coligação anti-Assad e os que apoiam Assad para criar um território de protecção para os refugiados, isso permitiria salvar numerosas vidas e apoiar o processo político sobre o futuro da Síria”, disse Merkel, em declarações no Parlamento alemão.

Fonte: Publico PT

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China “deve preparar-se para guerra na Península da Coreia”

17 de fevereiro de 2016 - 14:19:20 

Conselheiro militar de Pequim diz que regime tem de estar pronto para intervir na Coreia do Norte caso os aliados do Ocidente decidam agir em resposta ao teste de mísseis de Pyongyang. Mas acrescenta que não podem repetir-se os sacrifícios da última guerra da Coreia, que terminou com o armistício de 1953.



Um conselheiro militar chinês alertou esta semana para os riscos de uma eventual guerra na Península Coreana, apoiando a aplicação de sanções à Coreia do Norte ao estilo das que a comunidade internacional já prometeu aplicar, e defendendo a destruição do arsenal nuclear de Pyongyang.

Num artigo de opinião publicado na edição desta terça-feira do "Global Times", um jornal com ligações ao Partido Comunista Chinês, o major-general Wang Haiyun avisa o seu governo de que "deve preparar-se o mais cedo possível, política e diplomaticamente, para enfrentar todos os potenciais riscos", aconselhando-o a colocar "mísseis avançados" no noroeste da Ásia perante a possibilidade de a Coreia do Sul avançar com o sistema antimísseis norte-americano THAAD. As recentes tensões dentro da Península Coreana levaram Seul a apoiar pela primeira vez a instalação desse sistema antimísseis no seu território.

"A China pode tomar como referência a reação da Rússia aos países do leste da Europa que instalaram o sistema antimísseis dos EUA", exemplifica o antigo adido militar em Moscovo, no artigo intitulado "A China deve-se preparar para o pior na Península Coreana". Pequim, defende o general, deve estar pronto para intervir na Coreia do Norte caso os EUA e seus aliados decidam reagir militarmente ao lançamento de um satélite por Pyongyang, que a comunidade internacional suspeita ter-se tratado de um teste de mísseis.

O major-general chinês diz ainda que apesar de o país ter de se preparar para uma eventual guerra na Península Coreana, não deve repetir os sacrifícios da última guerra da Coreia, que começou em 1950 e que terminou com o armistício de 1953. 

"Quando a guerra começar, a China não pode voltar a sacrificar a sua população por um regime inoportuno." Cerca de 180 mil soldados chineses foram mortos durante o apoio de Pequim a Pyongyang, na guerra contra a Coreia do Sul e a coligação liderada pelos Estados Unidos.

Em resposta ao lançamento do satélite pela Coreia do Norte, Seul proibiu esta quarta-feira qualquer intercâmbio civil com Pyongyang, incluindo o envio de ajuda humanitária para a população norte-coreana. Esta terça-feira, o vice-ministro chinês dos Negócios Estrangeiros prometeu apoiar uma resolução do Conselho de Segurança da ONU — onde a China tem poder de veto — para punir Pyongyang pelo lançamento do rocket e do teste nuclear de janeiro. "Apoiamos uma resolução nova e forte", declarou Zhang Yesui.

Fonte: Expresso.

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14 de fev. de 2016

Hezbollah promete "abatee forças sauditas" Se eles tentarem invadir oIraque

14 de fevereiro de 2016 - 14:30:03 



Na quinta-feira, após relatos iniciais sobre movimentos militares sauditas na fronteira com o Iraque começaram a surgir, brigadas do Hezbollah começaram a mobilizar as suas forças para a fronteira.

A coalização liderada pela Arábia Saudita que inclui 20 estados árabes, como Egito e Emirados Árabes Unidos, lançaram neste domingo "a maior manobra" na história do Oriente Médio na fronteira saudita-iraquiana, conforme informado por meios de comunicação árabes neste domingo.

A manobra maciça, que está prevista para ocorrer até 25 de fevereiro, já despertou reações ressentidas de ambas as autoridades iraquianas e unidades de combate do Hezbollah localizadas no Iraque, temendo o que poderia ser o início de uma incursão Árabe no país.

Desde quinta-feira, após relatos iniciais sobre movimento militar saudita na fronteira, as brigadas do Hezbollah começaram a mobilizar as suas forças para a fronteira no intuito de impedir uma incursão Árabe.

Em meio a declarações da Arábia saudita que está pronta para enviar tropas terrestres a Síria para lutar contra o ISIS, um porta-voz militar do Hezbollah no Iraque afirmou
“Os servos da entidade Árabe nunca serão capazes de lidar com os combatentes do Hezbollah."
E acrescentou
"Se os soldados sauditas querem tentar lutar contra nós, eles vão ter que escrever seus nomes em suas sepulturas antes mesmo de pensar de nos enfrentar. " 
Um membro da Comissão de Segurança e Defesa no parlamento iraquiano disse à mídia iraquiana que o país enviará uma grande força militar para inspecionar qualquer movimento na fronteira. 

Ele afirmou que qualquer infiltração Saudita em território iraquiano seria considerada como uma violação da soberania do Iraque. 

Na sexta-feira, o vice chefe do Hezbollah, Sheikh Naim Qasser, disse à rádio al-Nour que a Arábia Saudita não tem seus próprios planos sobre a Síria e só servem as aspirações americanas na região. 

Relativa à possibilidade de um futuro conflito com Israel, Qassem afirmou que o Hezbollah está pronto para enfrentar qualquer guerra de Israel contra o Líbano.

Fonte: The Jerusalem Post

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Irã adverte contra intervenção Saudita na Síria.

14 de fevereiro de 2016 



Um comandante iraniano advertiu a Arábia Saudita no domingo contra o envio de tropas para a Síria, depois do reino do Golfo ter implantado aviões de combate na Turquia, Relatou a imprensa estatal Iraniana.
“Nós definitivamente não vamos deixar a situação na Síria ir de maneira como os países rebeldes querem... Nós vamos tomar as medidas necessárias em tempo útil", informou o vice chefe de gabinete, o Brigadeiro General Masoud Jazayeri a rede de televisão Al-Aalam.
Jazayeri estava respondendo a uma pergunta sobre se o Irã planeja enviar mais assessores militares para a Síria caso tropas sauditas sejam implantados lá, arriscando um confronto direto entre os rivais regionais, Irã e Arábia Saudita.

Riyadh disse no sábado, ter implantado aviões de guerra na base aérea de Incirlik na Turquia, a fim de "intensificar" as suas operações contra o grupo Estado Islâmico no Síria.

Enquanto isso, a Turquia atingiu posições curdas e sírios no norte da Síria, o que complica ainda mais os esforços para acabar com a guerra, que já matou mais de 260.000 pessoas desde que começou em 2011.

O regime iraniano apoia o presidente Bashar al-Assad, e enviou "conselheiros militares" e voluntários para lutar ao lado do exército sírio.
"Os terroristas que lutam na Síria hoje, são forças da Arábia Saudita ou os norte-americanos ou até mesmo, forças reacionárias na região", disse Jazayeri.
A rede de TV perguntou:

- Quais os países, com exceção da Turquia, que os terroristas comutam para a Síria? E quais os países que, se não os países árabes reacionários, estão a apoiá-los?
“Hoje, com as vitórias do exército sírio e das forças populares, eles querem enviar tropas para a Síria, mas é um blefe e uma guerra psicológica", acrescentou Jazayeri.
"A Arábia Saudita tem usado tudo à sua disposição na frente síria e até agora eles não conseguiram nada não só na Síria, mas também no Iêmen."
A situação na Síria se tornou mais preocupante depois da Rússia dizer que uma invasão terrestre poderia desencadear um conflito mundial.

Fonte: Times of Israel

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11 de fev. de 2016

Rússia alerta para guerra mundial com ofensiva terrestre na Síria

12 de fevereiro de 2016 - 01:45:27



O primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, avaliou que uma ofensiva terrestre estrangeira na Síria poderia provocar "uma nova guerra mundial", durante entrevista concedida ao jornal econômico alemão "Handelsblatt", que será publicada na Hoje (12).

"As ofensivas terrestres geralmente conduzem a uma guerra que acaba sendo permanente", advertiu o primeiro-ministro, para quem "todas as partes devem ser obrigadas a se sentar à mesa de negociações ao invés de desencadear uma nova guerra mundial".

 "Os americanos e nossos parceiros árabes precisam pensar muito sobre isto: eles querem uma guerra permanente?", teria perguntado durante a entrevista ao jornal.

"Eles realmente acham que vão vencer uma guerra assim rapidamente? É impossível, especialmente no mundo árabe. Lá todo mundo combate todo mundo... Tudo é muito mais complicado. Pode levar anos ou décadas", prosseguiu.

"Por que isto é necessário?", perguntou, segundo um trecho divulgado da edição de sexta-feira do jornal.

"Todos os lados precisam ser levados à mesa de negociações ao invés de incentivar uma nova guerra mundial", acrescentou.

Fonte: BOL Noticias

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10 de fev. de 2016

Arabia Saudita pode invadir a Síria já na próxima semana, provocandoguerra com a Rússia

10 de fevereiro de 2016 - 04:59:03

A divisão árabe da CNN em Dubai, informou na terça feira (9) que a Arábia Saudita está planejando invadir a Síria nas próximas semanas e já mobilizou 150.000 mil soldados, mas o Reino pensa em elevar esse número para 300 mil. 



Duas fontes citadas pela CNN disseram que o exército saudita e seus parceiros, estão se preparando em um grande esforço para acabar com a guerra na Síria.

A coalizão liderada pela à Arábia Saudita que pretende pôr fim à guerra na Síria, é formada por Egipto, Sudão, Jordânia, Marrocos, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Qatar e Turquia. Malásia, Indonésia e Brunei também participam dessa coalização, mas não se envolvem diretamente. 
A invasão está prevista para o início de março e será liderado por sauditas e turcos.

De acordo com fontes locais, a grande invasão terá origem na Turquia com as tropas avançando para o leste, seguindo por toda a Síria até o Iraque.

 Na semana passada, em uma reunião no Pentágono, o chefe da Defesa dos Estados Unidos Ash Carter, disse que o país gostou de receber a oferta da Arábia Saudita para participar de operações terrestres na Síria.
"Esse tipo de notícia é muito bem-vindo", disse ele a repórteres. 
Carter se reunirá em Bruxelas esta semana com líderes sauditas, onde irão discutir e confirmar os detalhes da iminente invasão. 

Na semana passada, o chefe da Divisão Arabe, Brig. Asiri, o general Ahmad, disse aos Estados Unidos que seu país está disposto a enviar tropas para a Síria. Na sexta-feira, as autoridades sauditas anunciaram a formação da coalizão sunita e disse que exercícios militares serão realizados em preparação para uma invasão. 

O Major General iraniano, Ali Jafari, fez pouco caso do plano saudita.
"Eles dizem que irão enviar tropas (a Síria), mas não se atreveriam a fazê-lo"
E complementou dizendo a repórteres da agencia de notícias iraniana Fars em Teerã.
"Eles têm um exército clássico e a história nos diz que esses exércitos não têm chance na luta contra a resistência e forças irregulares." 
Especialistas no Oriente Médio, acreditam que a perigosa jogada da Arábia Saudita, não é sobre derrotar o Estado islâmico, mas um confronto direto com o Irã. O serviço de segurança e a inteligência iraniana, estão aconselhando e ajudando o líder sírio Bashar al-Assad em sua luta contra os rebeldes. 

Além disso, o Irã enviou o corpo da Guarda Revolucionária Força Quds islâmica para ajudar na luta em terra.

Na Síria e no Líbano, o Hezbollah assumiu um papel de combate direto. As Brigadas xiitas iraquianas também estão envolvidas na luta.

Para Stephen Kinzer, membro sênior do Instituto Watson para Assuntos internacionais e públicos da Universidade de Brown, a Arábia Saudita tem objetivos que vão além do Estado Islamico.
"Os objetivos estratégicos da Arábia Saudita na Síria são muito diferentes dos iranianos e qualquer nova introdução de tropas estrangeiras em solo Sírio, complicará enormemente os esforços para se concentrar no ISIS como ameaça".
Stephen Kinzer completou dizendo a revista, US News & World Report. 
"Os sauditas sabem exatamente o seu objetivo. Eles querem derrubar Assad e trazer o Irã para a guerra na Síria”. 
Na semana passada, o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, adiou as negociações de paz na Síria com a mediação da organização internacionalista. O Departamento de Estado acusou a Rússia "em parte" pelo fracasso das negociações.

- Rússia -

Em meio a iminência de uma invasão Árabe-Turca a Síria, a Rússia colocou suas tropas em Alerta no sul do país.

Milhares de tropas da Rússia foram enviadas para treinamento no sudoeste do país com o objetivo de testar sua capacidade de entrar em ação de imediato, em um momento de contínua tensão com o Ocidente. 

Segundo informou o vice-ministro de Defesa da Rússia, Anatoly Antonov, por meio de comunicado, cerca de 8,5 mil tropas, 900 armas terrestres, 200 aviões e 50 navios estão envolvidos no treinamento.

O ministro de Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, afirmou que as unidades militares foram colocadas em estado de alerta na segunda-feira, marcando o início do treinamento de soldados do distrito militar do Sul da Rússia.

Alguns analistas acreditam que as forças russas estão se preparando para uma reposta rápida contra a possível invasão Turca e Saudita na Síria, colocando os dóis países em guerra direta com a Russia e com o Irã.

- EUA -

Os EUA, através do secretário de Estado americano John Kerry, pediu novamente à Rússia, um "cessar-fogo imediato" na Síria, a dois dias de uma conferência internacional para estudar saídas para a guerra naquele país.
"Pedimos à Rússia, e continuamos pedindo, para se unir a este esforço com um cessar-fogo imediato e (permitindo) um acesso humanitário completo", declarou o chefe da diplomacia americana à imprensa, ao receber no Departamento de Estado o ministro egípcio das Relações Exteriores, Same Chukri. 
"O que a Rússia está fazendo em Aleppo (a segunda cidade síria) e nas regiões próximas torna as coisas mais difíceis para poder se sentar à mesa e ter uma conversa séria", advertiu Kerry, em referência aos bombardeios russos da última semana em apoio à ofensiva das forças do governo de Bashar Al-Assad.
Desde a quarta-feira passada, Kerry vem pedindo quase diariamente o fim dos bombardeios russos, os quais - garante o secretário - matam "várias mulheres e crianças".

Segundo o ex-assessor político sobre o Oriente Médio há mais de duas décadas, Aaron David Miller, prevê que uma intervenção árabe-liderado em grande escala pelos sauditas, poderia gerar uma grande tragédia.

Fontes: CNN Arabe / Associated Press.

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7 de fev. de 2016

Emirados Árabes estão prontos para enviar tropas à Síria

07 de fevereiro 2016 - 17:10:11

Os Emirados Árabes Unidos disseram neste domingo estarem prontos para enviar tropas terrestres para a Síria como parte de uma coalizão internacional para lutar contra o Estado islâmico.



Questionado em uma entrevista realizada na capital, Abu Dhabi, se os Emirados estavam prontos para enviar tropas se necessário, o ministro de Estado de Relações Exteriores, Anwar Gargash, disse: "Esta tem sido a nossa posição o tempo todo."

"Estamos frustrados com a demora...de confronto ao Daesh", acrescentou, referindo-se ao Estado Islâmico pela sigla em árabe.

"Não estamos falando de milhares de tropas, mas de tropas terrestres que vão liderar o caminho... que vão dar apoio...e acho que nossa posição continua a mesma e teremos que ver como isso progride", afirmou.

Gargash acrescentou ainda que "a liderança dos Estados Unidos nesta questão" será um pré-requisito para os Emirados Árabes Unidos.

A Arábia Saudita disse na semana passada que está pronta para participar de operações terrestres na Síria se a coalizão liderada pelos EUA contra os militantes do Estado Islâmico decidir dar início a essas operações.

Fonte: Reuters / Ultimos Acontecimentos

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Erdogan insinua possibilidade de intervenção militar turca na Síria

07 de fevereiro de 2016 - 17:02:22

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, insinuou a possibilidade de uma intervenção militar de seu país na Síria para evitar a criação de um Estado curdo no norte desse país, informa neste domingo a imprensa turca.



Segundo Erdogan, a Turquia não cometerá de novo o "erro" de 2003 quando desistiu de invadir Iraque junto com os Estados Unidos.

Estas declarações, feitas pelo presidente islamita a um grupo de jornalistas turcos durante o voo de volta de uma viagem sul-americana, ocorrem após recentes acusações russas de que a Turquia está preparando uma operação militar na Síria.

"Não queremos repetir na Síria o erro cometido no Iraque. Eu era a favor da moção (parlamentar) de 1 de março (de 2003). Se aceitássemos e a Turquia tivesse estado no Iraque, a situação não seria como agora", garantiu o presidente turco, citado hoje pelos jornais "Milliyet" e "Hurriyet".

Perante estas afirmações, os comentaristas turcos asseguram hoje que Erdogan parece estar disposto a prevenir a criação de um "de facto" Estado curdo no norte da Síria com todos os meios, incluindo os militares.

Perguntado se a Turquia está em condições de responder a eventos inesperados na Síria, o presidente turco manifestou que "destas coisas não se fala".

"O que é preciso fazer será feito quando chegar o momento. Agora estamos prontos para todas as opções com todas nossas forças de segurança", concluiu Erdogan.

Ancara considera as milícias curdas PYD e YPG, que combatem no norte da Síria contra o grupo jihadista Daesh (Estado Islâmico) tão terroristas como o PKK, teu grande inimigo há 30 anos.

Erdogan e o governo turco acusam os Estados Unidos de se aproximar demais do PYD e YPG em sua luta contra Daesh.

Fonte: Terra

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4 de fev. de 2016

Turquia se prepara para invadir a Síria, denuncia Rússia.

04 de fevereiro de 2016 - 19:25:34 

A Rússia denunciou nesta quinta-feira que cada vez há mais indícios de que a Turquia começou os preparativos para invadir a Síria, onde a aviação russa ataca as posições do jihadista Estado Islâmico (EI) há quase meio ano.



"Temos grandes razões para suspeitar de intensos preparativos por parte da Turquia para uma invasão militar do território soberano da Síria", disse Igor Konashenkov, porta-voz do Ministério da Defesa russo, à imprensa local.

O general destacou que a Rússia "detecta cada vez mais e mais indícios encobertos de preparativos por parte das Forças Armadas turcas para lançar ações militares na Síria".

"Surpreende-nos a loquacidade dos representantes do Pentágono, da Otan e de muitas organizações chamadas de defesa dos direitos humanos na Síria que, apesar de nossos apelos para reagir a estas ações, por enquanto mantêm silêncio", afirmou.

Ele lembrou que há pouco tempo apresentou um vídeo sobre os recentes ataques com artilharia pesada contra localidades sírias por parte de guardas fronteiriços turcos.


O militar reconheceu que a Rússia reforçou a inteligência militar na região do Oriente Médio.
"Por isso, se em Ancara alguém pensa que a suspensão dos voos de observação pode servir para ocultar alguma coisa, isso é pouco profissional", disse.

Konashenkov se referia à decisão da Turquia de violar o Tratado de Céus Abertos ao impedir esta semana a entrada de seus inspetores aéreos, que tinham previsto supervisionar as regiões fronteiriças com a Síria.

Além disso, o general russo acusou Ancara de fornecer armamento aos guerrilheiros e facilitar sua entrada em território sírio sob a proteção da noite para seu desdobramento nas cidades de Aleppo e Idlib.

A Turquia citou na sexta-feira passada o embaixador russo em Ancara, após denunciar a violação de seu espaço aéreo por um caça Su-34, o que foi desmentido categoricamente pelo Ministério da Defesa da Rússia.

As relações entre Rússia e Turquia estão congeladas desde que, segundo Moscou, um caça turco derrubou em novembro do ano passado na fronteira síria um caça russo Su-24. Um dos pilotos foi abatido por um grupo de guerrilheiros quando descia de paraquedas.

O presidente russo, Vladimir Putin, acusou a Turquia de derrubar o avião para proteger as vias de provisão do petróleo que o EI extrai nos territórios sob seu controle na Síria e no Iraque, o que Ancara negou categoricamente.

Fonte: Exame Abril

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Arábia Saudita pode enviar tropas terrestres para a Síria.

04 de fevereiro de 2016 - 18:55:05 

Arábia Saudita ofereceu pela primeira, o envio de tropas terrestres para a Síria com a intenção de lutar contra o Estado Islâmico, informou o Ministério da Defesa nesta quinta-feira.



"O reino está pronto para participar em quaisquer operações terrestres que a coalizão (contra o Isis) resolver realizar na Síria", disse o porta-voz militar brigadeiro-general Ahmed al-Asiri, durante uma entrevista ao noticiário da TV, Al-Arabiya.

Fontes sauditas disse ao Guardian que milhares de forças especiais poderiam ser implantado, provavelmente, em coordenação com a Turquia.

Ambos os países estão comprometidos com a remoção do presidente sírio, Bashar al-Assad , e têm sérias dúvidas sobre as perspectivas de uma solução política para a crise sem mais pressão militar sobre Damasco. 

Turquia e Arábia Saudita criaram um organismo de coordenação militar há algumas semanas.
A Arábia Saudita foi um dos primeiros países árabes a aderir a coalizão anti-Isis de Barack Obama em setembro de 2014, realizando vários ataques aéreos contra alvos na Síria, mas os ataques diminuíram rapidamente em março passado, depois de lançar uma intervenção no vizinho Iêmen. 

De acordo com a fonte, o uso de tropas terrestres foi sugerido no passado, mas o mais recente anúncio é formal e sério.

Apesar das crescentes tensões com os EUA, especialmente sobre o acordo nuclear com o Irã, rival estratégico dos sauditas, o reino está disposto a fazer mais para demonstrar que está preparado para combater o terrorismo, especialmente porque muitas vezes foi acusado de ser uma incubadora para o extremismo violento na região.

Asiri sugeriu que o progresso recente contra os rebeldes Houthi na guerra no Iêmen, está permitindo à Arábia Saudita liberar forças para implantação na Síria. A decisão pode ser tomada em uma cúpula da Otan em Bruxelas na próxima semana.
"Há frustração com os esforços atuais postas em prática para combater o Daesh", disse o analista saudita Mohammed Alyahya. 
"Cada vez mais, parece que nenhuma das forças no terreno na Síria (além de grupos rebeldes) está disposto a lutar contra o Isis. 
"O regime de Assad, o Irã, Rússia e Hezbollah estão preocupados com a luta contra a oposição de Bashar al-Assad, um objetivo ostensivo para manterBashar al-Assad no poder, independentemente do custo em vidas sírios inocentes. "
Fonte: The Guardian

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3 de fev. de 2016

Zika Virús é atribuído à mosquitos geneticamente modificadas por umaempresa britânica




Eles afirmam que a área onde eles foram liberados em 2012 mosquitos geneticamente modificados é onde a propagação do vírus começou. 

03 de fevereiro de 2016 - 20:40:57 

A propagação dramática do Zika Vírus, que vem gerando apreensão por todo o planeta, pode ter sido causada por mosquitos geneticamente modificados no Brasil.



Embora os especialistas internacionais de saúde tenham se reunido na segunda-feira em Genebra (Suíça) para discutir sobre o surto e possíveis curas de vírus Zika, surgem questões sobre se os mosquitos desenvolvidos por uma empresa britânica podem estar por trás de uma epidemia que começou a se espalhar na América através do Brasil e já infectou 20.000 pessoas na Colômbia.

Em meados de 2012, a empresa de biotecnologia britânica Oxitec, criado por cientistas da Universidade de Oxford, a fim de reduzir a população global de mosquitos transmissores da dengue, chikungunya e Zika Vírus, foram inseridos no Nordeste do Brasil.

Naquele tempo, as preocupações sobre a liberação desses mosquitos geneticamente modificados sem a realização de mais estudos sobre os possíveis efeitos colaterais, surgiram e criou polemica.




Eles afirmaram que a área onde os mosquitos geneticamente modificados foram liberados em 2012, é onde a propagação do vírus começou.


"É uma abordagem muito experimental não muito bem-sucedida e pode causar mais mal do que bem", informou em 2012 o Dr. Helen Wallace, diretor da GeneWatch instituto, o ao The Guardian.

Os primeiros casos de zika em humanos foram documentados no Brasil em maio passado, e hoje estima-se que poderia haver 1,5 milhões de pessoas infectadas.

Críticos da Oxitec, apontam que a área na qual os mosquitos com código genético alterado foram libertados, é o mesmo onde a propagação do vírus começou.


Desde o início do surto, foram reportados no Brasil mais de 4000 casos de bebês nascidos com microcefalia.

O programa visa Oxitec GM informou que apenas que mosquitos machos da subespécie Aedes aegypti foram liberados. 


Os mosquitos machos modificado, iriam acasalar com as fêmeas portadoras do vírus, que por sua vez teriam descendentes que morreriam antes de atingir idade de reprodução.

Mas especialistas contrários as práticas Oxitec, indicam uma comprovação de que se os mosquitos tiverem acesso ao antibiótico tetraciclina, que pode ser encontrado no solo, na água de superfície e em alguns alimentos, a taxa de sobrevivência deles poderia aumentar em até 15%, contribuindo para a propagação do vírus.

Contaminação por Relações Sexuais.

Autoridades de saúde do estado do Texas confirmaram nesta terça-feira que um paciente foi infectado com o zika vírus através de uma relação sexual.

O caso foi confirmado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos. O paciente foi infectado após se relacionar sexualmente com uma pessoa doente que havia retornado de um país onde o vírus está presente.

Em geral, o zika vírus se espalha através da picada de mosquitos. No entanto, cientistas têm explorado a possibilidade de que o vírus também possa ser transmitido através do sexo. Registros anteriores dão conta de um caso em que o vírus foi encontrado no sêmen de um homem no Taiti. Há também o relato de um pesquisador que foi infectado fora dos Estados Unidos e que depois o transmitiu à sua esposa, em 2008.

Autoridades de saúde lembram também que não há registros de que o vírus foi transmitido por mosquitos na região de Dallas.

Fonte: Associated Press / Hispantv

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Japão prepara ataque contra foguete da Coreia do Norte

03 de fevereiro de 2016 - 03:06:19

Ação militar anunciada pelo Ministério da Defesa veio após o governo de Kim Jong-Un alertar para o lançamento de um satélite



O Ministério da Defesa do Japão ordenou que unidades de defesa de mísseis balísticos, estejam prontas para abater qualquer foguete norte-coreano. A decisão veio após o anúncio da Coreia do Norte de que planeja lançar um satélite neste mês de fevereiro.

A Coreia do Sul alertou para as sérias consequências caso a vizinha Coreia do Norte não abra mão dos planos de lançar um foguete de longo alcance, que os críticos dizem que iria testar uma tecnologia de mísseis balísticos proibidos.

O discurso sul-coreano sobre as consequências das ações de Pyongyang não especificadas ocorreu menos de um mês após o quarto teste nuclear do país vizinho. Para o governo da Coreia do Sul, o lançamento planejado seria na verdade de um míssil de longo alcance.

Na terça-feira, a Coreia do Norte informou sobre os planos de lançar ao espaço um satélite de observação da Terra entre os dias 8 e 25 deste mês. A declaração sobre o lançamento, cujo o motivo seria para advertir civis, navios e aeronaves da área do foguete que caem, veio depois de Kim Jong-Un afirmar que houve um lançamento de uma bomba de hidrogênio.

Para os Estados Unidos, o lançamento do artefato seria uma ameaça e viola as resoluções do Conselho de Segurança para negociações.

Fonte: O Globo

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