14 de fev. de 2016

Hezbollah promete "abatee forças sauditas" Se eles tentarem invadir oIraque

14 de fevereiro de 2016 - 14:30:03 



Na quinta-feira, após relatos iniciais sobre movimentos militares sauditas na fronteira com o Iraque começaram a surgir, brigadas do Hezbollah começaram a mobilizar as suas forças para a fronteira.

A coalização liderada pela Arábia Saudita que inclui 20 estados árabes, como Egito e Emirados Árabes Unidos, lançaram neste domingo "a maior manobra" na história do Oriente Médio na fronteira saudita-iraquiana, conforme informado por meios de comunicação árabes neste domingo.

A manobra maciça, que está prevista para ocorrer até 25 de fevereiro, já despertou reações ressentidas de ambas as autoridades iraquianas e unidades de combate do Hezbollah localizadas no Iraque, temendo o que poderia ser o início de uma incursão Árabe no país.

Desde quinta-feira, após relatos iniciais sobre movimento militar saudita na fronteira, as brigadas do Hezbollah começaram a mobilizar as suas forças para a fronteira no intuito de impedir uma incursão Árabe.

Em meio a declarações da Arábia saudita que está pronta para enviar tropas terrestres a Síria para lutar contra o ISIS, um porta-voz militar do Hezbollah no Iraque afirmou
“Os servos da entidade Árabe nunca serão capazes de lidar com os combatentes do Hezbollah."
E acrescentou
"Se os soldados sauditas querem tentar lutar contra nós, eles vão ter que escrever seus nomes em suas sepulturas antes mesmo de pensar de nos enfrentar. " 
Um membro da Comissão de Segurança e Defesa no parlamento iraquiano disse à mídia iraquiana que o país enviará uma grande força militar para inspecionar qualquer movimento na fronteira. 

Ele afirmou que qualquer infiltração Saudita em território iraquiano seria considerada como uma violação da soberania do Iraque. 

Na sexta-feira, o vice chefe do Hezbollah, Sheikh Naim Qasser, disse à rádio al-Nour que a Arábia Saudita não tem seus próprios planos sobre a Síria e só servem as aspirações americanas na região. 

Relativa à possibilidade de um futuro conflito com Israel, Qassem afirmou que o Hezbollah está pronto para enfrentar qualquer guerra de Israel contra o Líbano.

Fonte: The Jerusalem Post

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Irã adverte contra intervenção Saudita na Síria.

14 de fevereiro de 2016 



Um comandante iraniano advertiu a Arábia Saudita no domingo contra o envio de tropas para a Síria, depois do reino do Golfo ter implantado aviões de combate na Turquia, Relatou a imprensa estatal Iraniana.
“Nós definitivamente não vamos deixar a situação na Síria ir de maneira como os países rebeldes querem... Nós vamos tomar as medidas necessárias em tempo útil", informou o vice chefe de gabinete, o Brigadeiro General Masoud Jazayeri a rede de televisão Al-Aalam.
Jazayeri estava respondendo a uma pergunta sobre se o Irã planeja enviar mais assessores militares para a Síria caso tropas sauditas sejam implantados lá, arriscando um confronto direto entre os rivais regionais, Irã e Arábia Saudita.

Riyadh disse no sábado, ter implantado aviões de guerra na base aérea de Incirlik na Turquia, a fim de "intensificar" as suas operações contra o grupo Estado Islâmico no Síria.

Enquanto isso, a Turquia atingiu posições curdas e sírios no norte da Síria, o que complica ainda mais os esforços para acabar com a guerra, que já matou mais de 260.000 pessoas desde que começou em 2011.

O regime iraniano apoia o presidente Bashar al-Assad, e enviou "conselheiros militares" e voluntários para lutar ao lado do exército sírio.
"Os terroristas que lutam na Síria hoje, são forças da Arábia Saudita ou os norte-americanos ou até mesmo, forças reacionárias na região", disse Jazayeri.
A rede de TV perguntou:

- Quais os países, com exceção da Turquia, que os terroristas comutam para a Síria? E quais os países que, se não os países árabes reacionários, estão a apoiá-los?
“Hoje, com as vitórias do exército sírio e das forças populares, eles querem enviar tropas para a Síria, mas é um blefe e uma guerra psicológica", acrescentou Jazayeri.
"A Arábia Saudita tem usado tudo à sua disposição na frente síria e até agora eles não conseguiram nada não só na Síria, mas também no Iêmen."
A situação na Síria se tornou mais preocupante depois da Rússia dizer que uma invasão terrestre poderia desencadear um conflito mundial.

Fonte: Times of Israel

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10 de fev. de 2016

Arabia Saudita pode invadir a Síria já na próxima semana, provocandoguerra com a Rússia

10 de fevereiro de 2016 - 04:59:03

A divisão árabe da CNN em Dubai, informou na terça feira (9) que a Arábia Saudita está planejando invadir a Síria nas próximas semanas e já mobilizou 150.000 mil soldados, mas o Reino pensa em elevar esse número para 300 mil. 



Duas fontes citadas pela CNN disseram que o exército saudita e seus parceiros, estão se preparando em um grande esforço para acabar com a guerra na Síria.

A coalizão liderada pela à Arábia Saudita que pretende pôr fim à guerra na Síria, é formada por Egipto, Sudão, Jordânia, Marrocos, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Qatar e Turquia. Malásia, Indonésia e Brunei também participam dessa coalização, mas não se envolvem diretamente. 
A invasão está prevista para o início de março e será liderado por sauditas e turcos.

De acordo com fontes locais, a grande invasão terá origem na Turquia com as tropas avançando para o leste, seguindo por toda a Síria até o Iraque.

 Na semana passada, em uma reunião no Pentágono, o chefe da Defesa dos Estados Unidos Ash Carter, disse que o país gostou de receber a oferta da Arábia Saudita para participar de operações terrestres na Síria.
"Esse tipo de notícia é muito bem-vindo", disse ele a repórteres. 
Carter se reunirá em Bruxelas esta semana com líderes sauditas, onde irão discutir e confirmar os detalhes da iminente invasão. 

Na semana passada, o chefe da Divisão Arabe, Brig. Asiri, o general Ahmad, disse aos Estados Unidos que seu país está disposto a enviar tropas para a Síria. Na sexta-feira, as autoridades sauditas anunciaram a formação da coalizão sunita e disse que exercícios militares serão realizados em preparação para uma invasão. 

O Major General iraniano, Ali Jafari, fez pouco caso do plano saudita.
"Eles dizem que irão enviar tropas (a Síria), mas não se atreveriam a fazê-lo"
E complementou dizendo a repórteres da agencia de notícias iraniana Fars em Teerã.
"Eles têm um exército clássico e a história nos diz que esses exércitos não têm chance na luta contra a resistência e forças irregulares." 
Especialistas no Oriente Médio, acreditam que a perigosa jogada da Arábia Saudita, não é sobre derrotar o Estado islâmico, mas um confronto direto com o Irã. O serviço de segurança e a inteligência iraniana, estão aconselhando e ajudando o líder sírio Bashar al-Assad em sua luta contra os rebeldes. 

Além disso, o Irã enviou o corpo da Guarda Revolucionária Força Quds islâmica para ajudar na luta em terra.

Na Síria e no Líbano, o Hezbollah assumiu um papel de combate direto. As Brigadas xiitas iraquianas também estão envolvidas na luta.

Para Stephen Kinzer, membro sênior do Instituto Watson para Assuntos internacionais e públicos da Universidade de Brown, a Arábia Saudita tem objetivos que vão além do Estado Islamico.
"Os objetivos estratégicos da Arábia Saudita na Síria são muito diferentes dos iranianos e qualquer nova introdução de tropas estrangeiras em solo Sírio, complicará enormemente os esforços para se concentrar no ISIS como ameaça".
Stephen Kinzer completou dizendo a revista, US News & World Report. 
"Os sauditas sabem exatamente o seu objetivo. Eles querem derrubar Assad e trazer o Irã para a guerra na Síria”. 
Na semana passada, o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, adiou as negociações de paz na Síria com a mediação da organização internacionalista. O Departamento de Estado acusou a Rússia "em parte" pelo fracasso das negociações.

- Rússia -

Em meio a iminência de uma invasão Árabe-Turca a Síria, a Rússia colocou suas tropas em Alerta no sul do país.

Milhares de tropas da Rússia foram enviadas para treinamento no sudoeste do país com o objetivo de testar sua capacidade de entrar em ação de imediato, em um momento de contínua tensão com o Ocidente. 

Segundo informou o vice-ministro de Defesa da Rússia, Anatoly Antonov, por meio de comunicado, cerca de 8,5 mil tropas, 900 armas terrestres, 200 aviões e 50 navios estão envolvidos no treinamento.

O ministro de Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, afirmou que as unidades militares foram colocadas em estado de alerta na segunda-feira, marcando o início do treinamento de soldados do distrito militar do Sul da Rússia.

Alguns analistas acreditam que as forças russas estão se preparando para uma reposta rápida contra a possível invasão Turca e Saudita na Síria, colocando os dóis países em guerra direta com a Russia e com o Irã.

- EUA -

Os EUA, através do secretário de Estado americano John Kerry, pediu novamente à Rússia, um "cessar-fogo imediato" na Síria, a dois dias de uma conferência internacional para estudar saídas para a guerra naquele país.
"Pedimos à Rússia, e continuamos pedindo, para se unir a este esforço com um cessar-fogo imediato e (permitindo) um acesso humanitário completo", declarou o chefe da diplomacia americana à imprensa, ao receber no Departamento de Estado o ministro egípcio das Relações Exteriores, Same Chukri. 
"O que a Rússia está fazendo em Aleppo (a segunda cidade síria) e nas regiões próximas torna as coisas mais difíceis para poder se sentar à mesa e ter uma conversa séria", advertiu Kerry, em referência aos bombardeios russos da última semana em apoio à ofensiva das forças do governo de Bashar Al-Assad.
Desde a quarta-feira passada, Kerry vem pedindo quase diariamente o fim dos bombardeios russos, os quais - garante o secretário - matam "várias mulheres e crianças".

Segundo o ex-assessor político sobre o Oriente Médio há mais de duas décadas, Aaron David Miller, prevê que uma intervenção árabe-liderado em grande escala pelos sauditas, poderia gerar uma grande tragédia.

Fontes: CNN Arabe / Associated Press.

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4 de fev. de 2016

Arábia Saudita pode enviar tropas terrestres para a Síria.

04 de fevereiro de 2016 - 18:55:05 

Arábia Saudita ofereceu pela primeira, o envio de tropas terrestres para a Síria com a intenção de lutar contra o Estado Islâmico, informou o Ministério da Defesa nesta quinta-feira.



"O reino está pronto para participar em quaisquer operações terrestres que a coalizão (contra o Isis) resolver realizar na Síria", disse o porta-voz militar brigadeiro-general Ahmed al-Asiri, durante uma entrevista ao noticiário da TV, Al-Arabiya.

Fontes sauditas disse ao Guardian que milhares de forças especiais poderiam ser implantado, provavelmente, em coordenação com a Turquia.

Ambos os países estão comprometidos com a remoção do presidente sírio, Bashar al-Assad , e têm sérias dúvidas sobre as perspectivas de uma solução política para a crise sem mais pressão militar sobre Damasco. 

Turquia e Arábia Saudita criaram um organismo de coordenação militar há algumas semanas.
A Arábia Saudita foi um dos primeiros países árabes a aderir a coalizão anti-Isis de Barack Obama em setembro de 2014, realizando vários ataques aéreos contra alvos na Síria, mas os ataques diminuíram rapidamente em março passado, depois de lançar uma intervenção no vizinho Iêmen. 

De acordo com a fonte, o uso de tropas terrestres foi sugerido no passado, mas o mais recente anúncio é formal e sério.

Apesar das crescentes tensões com os EUA, especialmente sobre o acordo nuclear com o Irã, rival estratégico dos sauditas, o reino está disposto a fazer mais para demonstrar que está preparado para combater o terrorismo, especialmente porque muitas vezes foi acusado de ser uma incubadora para o extremismo violento na região.

Asiri sugeriu que o progresso recente contra os rebeldes Houthi na guerra no Iêmen, está permitindo à Arábia Saudita liberar forças para implantação na Síria. A decisão pode ser tomada em uma cúpula da Otan em Bruxelas na próxima semana.
"Há frustração com os esforços atuais postas em prática para combater o Daesh", disse o analista saudita Mohammed Alyahya. 
"Cada vez mais, parece que nenhuma das forças no terreno na Síria (além de grupos rebeldes) está disposto a lutar contra o Isis. 
"O regime de Assad, o Irã, Rússia e Hezbollah estão preocupados com a luta contra a oposição de Bashar al-Assad, um objetivo ostensivo para manterBashar al-Assad no poder, independentemente do custo em vidas sírios inocentes. "
Fonte: The Guardian

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