17 de abr. de 2018

Aumenta ainda mais o temor de uma guerra entre Irã e Israel após a JPost confirmar noticia da Al-Akhbar

17 de abril de 2018 - 12:52:39

Agora foi a vez do site israelense The Jerusalém Post confirmar as informações do site Al-Akhbar, na qual foi informado que a Guarda Revolucionária do Irã poderia vir a realizar uma ataque contra Israel.

De acordo com o JPost. a Guarda Revolucionária Iraniana estaria sim planejando um ataque contra israel.

E isso pode ser visto no seguinte trecho do artigo publicado.
"Esse ataque seria realizado diretamente a Israel e não por proxies como feito antes, sob as ordens do comandante da Força Quds, Qassem Soleimani. O ataque viria na forma de mísseis guiados com precisão ou através de drones armados vindos de alguma base na Síria." Relatou o site.
O site também trouxe informações repassadas por uma importante fonte interna da IDF na qual ele disse para a Sky News Arabe:
"Israel vai reagir fortemente a qualquer ação iraniana vinda de dentro da Síria".
Ele complementou dizendo que o Irã planeja esse ataque através de bases na Síria. 

Ele acrescentou que o Irã planeja atacar Israel da Síria, ganhando o controle do estado árabe através de sua força aérea.

Bases Iranianas na Síria

Fotos divulgada na manha desta terça-feira. mostram o que seria bases aéreas iranianas sendo reforçadas na Síria, onde comprova que Teerã aumentou o escopo de suas relações militares com o regime de Assad sob os auspícios do comandante da força aérea do CGRI, General Brigadeiro Amir Ali Hajizadeh.


A fonte também afirmou que as companhias aéreas civis e de carga, Simorgh e Pouya Air, são usadas pelo IRGC como fachadas para vôos de transporte militar, trazendo soldados e armamentos para reforçar a presença militar do Irã na Síria.

De acordo com as fotos, a Guarda Revolucionária do Irã estabeleceu várias bases na Síria, incluindo uma base militar na província de Deir ez-Zor, no leste da Síria, vista com aviões Ilyushin transportando armas do Irã para a Síria. 

As fotos aéreas de inteligência mostraram cinco outras bases aéreas com a presença do IRGC:

A base T4 que inclusive já foi bombardeada por Israel, a base aérea de Aleppo, a de Deir ez-Zor, o Aeroporto Internacional de Damasco e um aeródromo adicional ao sul da capital Damasco.


As fotos da inteligência aérea israelense, supostamente ilustram como Teerã continua capaz de transportar mísseis superfície-terra, bem como veículos aéreos não tripulados para o país devastado pela guerra sob o disfarce de ajuda humanitária. 

A divulgação das fotos chega à frente no 70º Dia da Independência de Israel, quando o Irã também estará marcando seu Dia Nacional do Exército.


As tensões aumentaram dramaticamente entre os dois arqui-inimigos após a infiltração de um drone iraniano no norte de Israel, onde a IDF anunciou na sexta-feira que ele estava armado e em uma missão de ataque de sabotagem contra o Estado judeu. 

Na semana passada, um suposto ataque aéreo israelense contra a Base Aérea T-4, na província de Homs, matou sete soldados do IRGC, incluindo o coronel Mehdi Dehghan, que liderou a unidade operando fora da base. 

Um oficial sênior do IDF confirmou ao The New York Times na segunda-feira que Israel estava por trás do ataque, afirmando que o incidente de fevereiro "abriu um novo período" entre o Estado judeu e a República Islâmica.
"Esta é a primeira vez que vemos o Irã fazer algo contra Israel - não por procuração", disse ele, acrescentando que a greve dos iranianos no T-4 "foi a primeira vez que atacamos alvos iranianos vivos - tanto instalações quanto pessoas". 
Após o ataque, Ali Akbar Velayati, o principal ajudante do líder supremo iraniano Ali Khamenei, alertou que Israel "deveria estar esperando por uma resposta poderosa" à greve no aeródromo, dizendo que "não ficará sem resposta".

Fonte: The Jerusalém Post

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14 de abr. de 2018

Confira o passo a passo dos acontecimentos referente ao ataque dos EUA e Aliados a Síria

14 de abril de 2018: 05:36:29


Segue o registro dos acontecimentos referente ao ataque dos EUA, França e Reino Unido a Síria.

Alguns desses acontecimento podem ser negados com o passar do dia, e outros podem ser relatados em algumas mídias tradicionais.



21:00 Horas: Horário local da Síria. 15:00 Horário de Brasilia.

► Rússia avisa as Forças Armadas da Síria que um ataque hostil é iminente e passa os locais onde ocorrerão os ataques.

► O exercito Sírio entra em estado de alerta máximo.

► Governo sírio coloca suas baterias de defesa anti-aérea em prontidão.

► Uma mobilização ocorre por parte do governo sírio esperando o ataque.


02:00 Horas: Horário local da Síria: 20:00 Horário de Brasilia.

► Uma atividade é registrada no espaço aéreo da Jordânia.

► Sistemas de vigilância da Rússia detectam movimentações na base aérea de 3 países.

► Jatos da coalizão liderada pelos EUA, decolaram no  Qatar, Emirados Árabes Unidos, Chipre e Jordânia.

► É registrado que navios de Guerra dos EUA no Mar Vermelho e no Mediterrâneo estão se preparando para atacar.

► O governo sírio prepara seu sistema de defesa, o ataque está prestes a começar.


03:55 Horas: Horário local da Síria: 21:55 Horário de Brasilia.

► Moradores locais relatam sons de jatos na pare sul da Síria.

► O sistema de monitoramento aéreo russo detecta vários jatos vindos aos sul da Síria.

► É dado inicio ao bombardeio a Síria.

► A primeira onda de mísseis é lançada, e sobrevoam o espaço aéreo sírio vindos da região sul.

► Os sistemas anti míssil sírio entra em ação e intercepta alguns misseis de cruzeiro.

► Moradores de Damasco escutam duas grandes explosões.

► É registrado que dois misseis tomohawk acertaram um centro de pesquisa científica situado em Barzeh, Damasco.


04:00 Horas: Horário local da Síria: 22:00 Horário de Brasilia.

► Os sistemas de radares da Rússia detectam uma segunda onda de misseis se aproximando, esses estão vindos do sul da Síria e outros vindo do deserto de Al-Swidaa, próximo a Al-Tnaf.

► Os russos conseguem identificar a rota dos misseis, eles estão indo em direção a Homs. A informação é repassada para o comando de defesa sírio.

► A forças militares da síria ativam novamente o seu sistema de defesa e mira os misseis que se aproximam de Homs. Alguns misseis são interceptados.

► Apesar dos esforços, um míssil conseguiu atingir um posto militar sírio a oeste de Homs, não foi registrado vitimas militares, pois o local foi evacuado a tempo.

► Moradores locais ouviram duas explosões longe do posto militar e suspeitam que misseis erraram o alvo.

► O governo sírio confirma que dois misseis caiam bem longe do alvo programado, e atingiram uma zona residencial,.

► Equipes de regaste e o corpo de bombeiros são acionados e enviado ao local residencial. 3 civis foram mortos.


04:05 Horas: Horário local da Síria: 22:05 Horário de Brasilia.

► Aviões da coalizão formada por EUA, França e Reino Unidos, decolam da base aérea do Chipre.

► Radares russos voltam a emitir alerta de misseis... É registrado um novo lançamento.

► Agora a Rússia registra uma terceira onda de misseis se aproximando da Síria vindos do Mar Mediterrâneo.

► Sistema de radares russos identificam a rota dos misseis e repassa para o comando de defesa sírio.

► Os misseis seguem em direção a Damasco e a Homs, os sistemas de defesa sírio são ativados novamente e intercepta vários misseis.

► É ouvido por moradores, duas grandes explosões em Damasco.

► O governo sírio informa que as explosões foram decorrente a dois misseis que atingiram um deposito de armas em Harasta, um subúrbio localizado em Rif Dimashq, Damasco. O deposito estava vazio.

► O centro de monitoramento russo na Síria, acaba de enviar um alerta ao centro de comando sírio, informado que misseis estão a caminho do aeroporto internacional de Damasco. Esse alvo é bastante importante e não pode ser destruído.

► Baterias anti-aéreas entram em ação e interceptam os misseis com sucesso e nenhum dano foi causado ao Aeroporto.


Daqui em diante, os horários são conflitantes, e as fontes não relacionam exatamente as horas dos acontecimentos, então não iremos datar os horários.

► 12 misseis de Cruzeiro seguem em direção ao aeroporto de Dumayr a leste de Damasco. Defesas sírias são posta em ação.

► Os sistemas de defesa russo controlados pelas forças síria conseguem interceptar os 12 misseis.

► Agora é detectado misseis seguindo em direção a Jumraya, uma vila localizada no distrito de Qudsaya em Rif Dimashq, essa é uma região rural de Damasco.

► As defesas sírias são ativadas e conseguem interceptar os misseis.

► Os radares russos agora detectam vários misseis seguindo para diferentes alvos na qual não foram previsto no ataque americano.

► Russia consegue identificar as rotas dos misseis e indica que um dos alvos é a brigada de mísseis sírios em damasco, um alerta é enviado urgente ao comando de defesa da Síria.

► Os misseis foram interceptados e não causaram dano.


► O centro de monitoramento russos agora identifica a rota dos outros misseis e repassa as coordenadas para os sistemas de defesa siro. 

► Os misseis inimigos estão se aproximando da sede da 105ª Brigada da Guarda Republicana de Assad.

► É reportado que os misseis foram interceptados e não atingiram o alvo.

► Novo alerta é emitido ao sistemas de defesa sírio, dessa vez, os misseis seguem em direção a 4ª Divisão Mecanizada síria.

► Os sistemas de defesa interceptam os misseis e os abatem, o alvo não consegue ser alvejado.


05:45 Horas: Horário local da Síria: 23:45 Horário de Brasilia.

Não se há mais registros de lançamento, é encerrada o ataque com misseis a Síria.


Segundo algumas fontes, foram utilizados na interceptação dos misseis os seguintes sistema de defesa aéreo.

Pantsir-S1 / 2 Buk-M2E S-125 / S-1252M / SA-8 / SA-2 AA / S-300

De acordo com fontes do governo sírio, foram interceptados mais de 90 misseis.

Foi registrado 3 mortes de civis, e alguns feridos, nenhuma baixa militar de ambos os lados.

Ainda foi relatado que ao termino do ataque, um Drone de Israel foi abatido pelo sistema de defesa Sírio.

Ao que tudo indica, 60% dos alvos principais foram destruídos.

As informações foram retiradas de vários sites e do twitter

Fontes: AP / BBC News / The Guardian / Twitter / Outros

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PRIMEIRO RESUMO DO ATAQUE A SÍRIA REALIZADO PELOS EUA, FRANÇA E INGLATERRA

14 Abril de 2018: 03:00:02

Um breve resumo sobre o ataque americanos e seus aliados a Síria. 

  • De acordo com as fontes de noticia da Síria, não ocorreu baixa em seu efetivo militar e os alvos estavam vazios.
  • O Ministério do Exterior do Irã, condenou o ataque e emitiu um alerta dizendo que esse ataque pode trazer consequências graves para a região.
  • Muito se falou de que o ataque ocorreu sem a Rússia ter sido avisada, mas ao que parece, o russos e sírios já sabiam qual alvos seriam atacados antes de seu inicio.
  • Nenhum ataque atingiu os setores de defesa russa na síria. nenhum dano foi registrado na parte militar dos russos.
  • O irã também não sofreu baixas nos ataque e nem teve nenhum efetivo militar danificado.
  • Apos o ataque, o Hezbollah moveu o seu exercito para a fronteira com Israel. Jerusalém entrou em alerta máximo.
  • Ao que parece, foram cerca de 120 misseis lançados, e estima que as defesas sírias tenham interceptado cerca de 18 misseis, número esse meramente especulativo.
  • Os respectivos alvos foram: Um centro de pesquisa científica localizado na capital de Damasco; Uma instalação de armazenamento de armas químicas, localizada a oeste de Homs; uma terceira instalação que segundo o Pentágono, servia como armazém de equipamentos de armas químicas também em Horms e um posto de comando vazio.
  • Não se sabe se terá uma nova onda de ataque, mas a Rússia se pronunciou dizendo que irá defende Damasco caso ocorra um outro ataque.
  • Foi mencionado que Israel participou indiretamente do ataque, mas nada foi confirmado.
  • O Ministério de Defesa da Rússia, confirmou que foram mais de 100 misseis utilizados no ataque e que um um numero bastante significativo desses misseis foram interceptado. Esse significativo corresponde a mais da metade segundo alguns reportes. Ainda não há números precisos, porem, esse numero provavelmente foi pequeno.
  • É manhã na Síria e vários manifestantes saíram as ruas de Damasco em apoio ao governo de Assad, e estão pedindo um contra ataque.
  • Por precaução, vários aviões militares russo estão sobrevoando Damasco para certificar-se que os EUA e seus aliados não tomarão nenhuma atitude "estupida".
  • Há relatos por parte da Rússia, que alguns misseis que tinham como direção, instalações russas na Síria, foram interceptados e abatidos, mas ainda é boato.
  • O Ministro das Relações Exteriores da França disse que a operação militar conjunta na Síria, é legítima, limitada e proporcional ao planejado.
  • Legisladores norte americanos afirmaram que o ataque realizado por Donald Trump é ilegitimo pôs não teve aprovação do congresso. Trump não informou ao congresso sobre o seu ataque, alguns analistas militares falam que os EUA foram pressionados pelo Reino Unido para realizar o ataque.
  • Mutos estão brincando dizendo que os EUA esperaram o dia de Sexta Feira 13 para iniciar o ataque.
  • O ministro da Defesa da França disse que a Rússia foi avisada antes dos ataques militares  francês em conjunto com os Estados Unidos e do Reino Unido antes de acontecer. Algumas mídias russas disseram que o governo não foi avisado.
  • O Governo de Cuba condenou o ataque a Síria.
  • O Estado Islâmico lançou um ataque em Damasco apos os bombardeios, mas segundo fontes no local, o ataque não é muito expressivo.
  • Damasco tem a sua vida seguindo normalmente mesmo com os ataques.
  • Legislador russo: Rússia provavelmente convocará uma reunião na ONU sobre ataque à Síria.
Em resumo, foi como mencionamos em posts anteriores, o ataque foi mais simbólico do que punitivo, as forças de Assad não sofreram nenhuma baixa, não houve nenhum dano aos aparatos militares inclusive do Irã, as forças russas já tinham recebido os alvos antes do ataque, o ataque não teve a intenção de derrubar o atual regime sírio e as inalações atingidas, segundo fontes locais, estavam vazias.

Não foi mencionado se um novo ataque irá ocorrer e ainda será feito uma analise no local do suposto ataque químico. O governo americano está esperando por essa analise. 

Agora é observar atentamente o desenrolar das consequências desse ataque que aparentemente não será grave, já que não foi registrada baixas militares e nem civis até o momento.



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9 de abr. de 2018

Rússia ameaça os EUA com "consequências grandes" caso os americanos ajam militarmente na Síria

09 de abril de 2018 - 03:02:29 


A Rússia alertou que qualquer ataque militar estrangeiro contra a Síria pode levar a "mais graves conseqüências" depois que um suspeito ataque químico matou dezenas de pessoas fora de Damasco e o presidente Trump alertou que haveria um "grande preço a pagar".

Após o ataque químico fora de Damasco, na Síria , os EUA exigiram uma resposta internacional imediata, enquanto Moscou alertou contra qualquer ataque militar.

Ativistas da oposição síria disseram no domingo que o ataque matou pelo menos 49 pessoas.

Eles disseram que helicópteros militares sírios lançaram bombas barril cheios de produtos químicos no fim de semana, sufocando e matando dezenas de pessoas.
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O presidente Trump disse que haveria um "grande preço a pagar" pelo ataque químico que matou dezenas de pessoas com gás venenoso e criticou o presidente russo, Vladimir Putin, por apoiar o presidente sírio, Bashar al-Assad.

No Twitter, ele escreveu: 
"Presidente Putin, Rússia e Irã são responsáveis pelo apoio ao Animal do Assad, um grande preço deve ser pago."
O Ministério das Relações Exteriores da Rússia alertou contra qualquer ação militar devido a "desculpas fabricadas".

Eles emitiram um comunicado dizendo: 
"É necessário mais uma vez alertar que a intervenção militar sob pretextos falsos e fabricados na Síria, onde os militares russos permanecem a pedido do governo legítimo, é absolutamente inaceitável e pode provocar as consequências mais graves".
A UE também pediu por uma resposta internacional alegando que as evidências apontam para o uso de armas químicas pelas forças do presidente sírio, Bashar al-Assad, contra uma cidade sitiada controlada pelos rebeldes na Síria.

A UE exigiu que o Conselho de Segurança da ONU restabelecesse seus controles para identificar os ataques químicos.

O estado sírio negou que as forças do governo tenham lançado qualquer ataque químico em Douma.

Os EUA lançaram um ataque com mísseis contra uma base aérea síria no ano passado em resposta a um ataque com gás no noroeste da Síria.

A Duma está localizada perto de Damasco e ainda está em mãos rebeldes.

Falando após o ataque, o Papa Francisco disse: "Nada, mas nada, pode justificar o uso de tais instrumentos de extermínio em pessoas e populações indefesas".

Fonte: Express

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7 de abr. de 2018

Departamento de Estado dos EUA culpa Rússia por ataque químico a Douma na Síria.

07 de abril de 2018 - 21:40:25


O Departamento de Estado dos EUA disse ao Sputnik no sábado que Washington está preocupado com relatos de uso de armas químicas na cidade síria de Douma e que considera a Rússia "responsável pelo ataque brutal de incontáveis ​​sírios".


O Departamento de Estado também disse que pelo menos, quarenta pessoas podem ter sido mortas em Douma por armas químicas, citando organizações terceirizadas.
“Nós vimos vários relatos muito perturbadores esta tarde a respeito de outro possível ataque de CW perto de um hospital em Douma, na Síria. Relatos de vários grupos e pessoal médico no local indicam pelo menos 40 mortos e centenas de feridos, com muitas famílias, incluindo crianças, escondidas em abrigos, mas acredita-se que estejam mortos ”, disse o representante no sábado.
O representante do Departamento de Estado também acusou o governo sírio de uso de armas químicas, alegando que o uso passado de tais armas pelo governo da república árabe "não está em disputa" e, finalmente, chamando a Rússia como responsável.
“Continuamos recebendo relatórios e avaliamos informações sobre o suposto ataque. O governo do regime [do governo do presidente sírio Bashar Al-Assad] usou armas químicas contra seu próprio povo, não em disputa ”, acrescentou o representante do Departamento de Estado dos EUA.
“Como já dissemos, a Rússia, em última instância, é responsável pelo ataque brutal de incontáveis ​​sírios a armas químicas. A proteção da Rússia ao regime de Assad e o fracasso em impedir o uso de armas químicas na Síria questionam seu compromisso em resolver a crise global ”, ressaltou o representante.
Mais cedo, vários meios de comunicação citavam militantes na Síria acusando o governo de usar armas químicas na cidade de Douma. O grupo Jaish al-Islam acusou as forças do governo de soltar uma bomba química no leste de Ghouta, na Síria, informou a Reuters anteriormente.[post_ad]

A mídia estatal síria negou a realização de ataques químicos depois que os relatórios começaram a aparecer, segundo a Reuters. SANA teria citado uma fonte oficial dizendo que os meios de comunicação de militantes estavam fazendo ataques químicos para tentar obstruir o avanço do Exército Árabe Sírio no território.

Fonte: AMN (Al-Masdar News)

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5 de abr. de 2018

Quais são os recursos que ainda restam para lula ou não ser preso ou ser solto?

05 de abril de 2018 - 18:10:06 


Com a rejeição do habeas corpus preventivo pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esgota as possibilidades de recorrer contra sua eventual prisão. Apesar de a Corte ter negado o pedido, Lula não deve ser preso imediatamente.

É preciso que o juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba e responsável pela condenação na primeira instância, emita um mandado de prisão.

Há ainda trâmites processuais pendentes no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), segunda instância da Justiça Federal com sede em Porto Alegre, o que pode retardar a ordem de prisão.

A defesa de Lula já declarou que quer apresentar um novo recurso contra a rejeição do primeiro pelos desembargadores da Oitava Turma do TRF4. Os advogados têm dez dias corridos a partir da publicação do acórdão – que ocorreu no dia 27 de março – para abrir a intimação sobre o resultado, e mais dois dias úteis de prazo para entrar com o novo recurso: prazo que vai até 10 de abril.
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A interpretação é que se este recurso, denominado embargos dos embargos declaratórios, não for julgado, o processo ainda não teve a tramitação esgotada no TRF4, o que impede a execução provisória da pena. O costume no TRF4 tem sido o de negar rapidamente, por considerar esse tipo de recurso protelatório.

Porém, o juiz Sérgio Moro pode entender que a negativa do primeiro embargo, pelos desembargadores, já encerrou a possibilidade de recursos e decrete a prisão. No passado, Moro já proferiu decisões com ambos entendimentos.

Se o TRF4 negar os embargos antes de uma decisão de Moro, o tribunal deve comunicar o juiz para que ele possa expedir o mandado de prisão contra o ex-presidente. Somente com uma ordem de Moro é que o ex-presidente poderá ser preso. Caso isso ocorra, o mais comum é que ele seja levado para alguma carceragem no Paraná, estado de origem da 13ª Vara Federal – que determinou a condenação e onde Lula deve cumprir, em regime inicial fechado, a pena de 12 anos e um mês estipulada pelo TRF4 em janeiro.


Novos recursos 


Uma vez encerrada a tramitação na segunda instância, a defesa de Lula pode entrar, no prazo de 15 dias, com recurso especial no Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a condenação de Lula.

Nessa nova apelação, na qual não haverá reexame de provas, mas somente a análise sobre a legalidade do julgamento, os advogados podem pedir efeito suspensivo da condenação, o que pode resultar na soltura de Lula caso ele já esteja preso.

Os advogados podem ainda entrar, paralelamente e no mesmo prazo, com outro recurso, dessa vez chamado extraordinário, no próprio STF, contestando irregularidades de natureza constitucional.

Fonte: IstoÉ

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Trump da ordem para que o Pentágono prepare a saída dos soldados do EUA da Síria

05 de abril de 2018 - 02:14:06 


Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu instruções à cúpula militar do país para que comece a planejar a iminente saída das tropas americanas da Síria, onde lideram uma coalizão de mais de 60 nações que combatem o islamismo extremista na região.

De acordo com informações divulgadas pelo jornal “The Washington Post” nesta quarta-feira, o presidente aproveitou uma reunião realizada ontem com alguns dos principais responsáveis da área de segurança para pedir um plano de saída da Síria.

A veracidade desta informação foi confirmada, em parte, pelo diretor nacional de Inteligência, Dan Coats, que na manhã de hoje disse a um grupo de jornalistas que o presidente já tomou uma decisão a respeito, informou a emissora “CNN”.

Trump estaria disposto a manter um pequeno contingente militar na Síria com o objetivo de preparar as forças de segurança locais para que assumam os trabalhos de proteção dos territórios já libertados da presença do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

O presidente, no entanto, ressaltou que, em qualquer caso, a presença dos Estados Unidos na Síria não se estenderia para além da vitória sobre os jihadistas.
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Esta afirmação poderia representar um revés para os principais aliados de Washington em sua luta no país árabe, as milícias rebeldes das Forças da Síria Democrática (FSD), cujo objetivo, além de derrotar os islamitas, é derrubar o presidente Bashar al Assad.

De fato, em janeiro deste ano, Hadi al Bahra, um dos integrantes da delegação do principal grupo opositor sírio que viajou para Washington no início do ano, garantiu para a Agência Efe que seu grupo tinha recebido “garantias” do governo americano de que este só contemplava “uma transição” política como solução duradoura para o conflito que aflige o país desde 2011.

No entanto, o Pentágono vem insistindo nos últimos meses que seu único objetivo na Síria é a derrota do EI, o que dá a entender que a saída de Assad, que conta com o apoio da Rússia, não é um tema que continue sendo de interesse da Casa Branca.
“Estamos arrasando o Estado Islâmico. Vamos sair da Síria muito em breve (…). Estamos lá por uma razão: encontrar o EI, acabar com o EI e voltarmos para casa”, garantiu Trump na semana passada durante um discurso em Richfield, nos arredores de Cleveland (Ohio).
Nesta quarta-feira, Trump voltou a insistir no assunto ao queixar-se que os Estados Unidos gastaram mais de US$7 bilhões no Oriente Médio nos últimos anos e não conseguiram “nada mais que morte e destruição”.

No entanto, quase ao mesmo tempo em que Trump fazia essas declarações, o general Joseph Votel, chefe do Comando Central (CENTCOM), responsável pelas operações das Forças Armadas dos EUA no Oriente Médio, assegurou que o momento mais difícil na Síria “ainda vai chegar”.

Em todo caso, a Casa Branca afirmou hoje em comunicado que consultará os aliados para tomar qualquer decisão e disse que os EUA seguem comprometidos em lutar contra a presença do EI na Síria.

Ao ser consultado pela Efe, o Departamento de Defesa dos EUA não quis comentar sobre “cenários hipotéticos” e se limitou a confirmar que “os comandantes realizam recomendações privadas ao presidente através da cadeia de comando de forma rotineira”.

Durante a campanha eleitoral, Trump já tinha manifestado sua vontade de reduzir a presença americana nos diversos conflitos em que o país toma parte. No entanto, a decisão de anunciar a retirada de suas tropas da Síria atentaria contra a estratégia apresentada pela própria Casa Branca em agosto.

As novas diretrizes de Washington dotaram as forças armadas de maior liberdade de manobra, maior sigilo para evitar possíveis vazamentos por parte de seus aliados e, antes de tudo, estabeleceram o fim aos limites temporários. Ou seja, não existem prazos, só metas a serem cumpridas.

Os Estados Unidos têm cerca de 2 mil militares na Síria, onde lutam ao lado de uma coalizão internacional formada por mais de 60 países que combatem o terrorismo islamita dentro da operação ‘Inherent Resolve’ (‘Apoio Decidido’), que conta com a aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Fonte: Exame

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4 de abr. de 2018

Alguns parlamentares da União Europeia, alertam para uma possível intervenção militar no Brasil

04 de abril de 2018 - 19:42:26

A Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas (S&D), grupo que detém a segunda maior bancada do Parlamento Europeu, divulgou nesta quarta-feira (4) um comunicado expressando preocupação com os “rumores sobre uma interferência militar” no Brasil

A nota é assinada pelo presidente do S&D, o alemão Udo Bullmann, e chega após as declarações do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, nas quais ele disse compartilhar “o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição, à paz social e à democracia”.[post_ad]

O posicionamento foi interpretado como uma forma de pressão sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), que julga um habeas corpus apresentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para evitar sua prisão pela condenação em segunda instância a 12 anos e um mês de cadeia.
“Tem sido um processo bastante controverso. Estamos preocupados com a possibilidade de politização do sistema judiciário do Brasil e os rumores sobre uma interferência militar”, afirma a nota do S&D.
Segundo o grupo social-democrata, é “crucial” garantir que a aplicação da lei no país seja “clara, transparente e capaz de garantir ao povo brasileiro o direito de fazer suas próprias escolhas democráticas, sem quaisquer restrições inconstitucionais”.

Lula pretende concorrer ao cargo de presidente da República em 2018, mas deve ser impedido pela Lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de condenados por órgãos colegiados.
“Lula foi um presidente muito bom para o Brasil. Seus programas sociais beneficiaram dezenas de milhões de brasileiros, e por isso ele é tão popular. 
Ele lutou de forma decisiva contra a fome, a pobreza e a discriminação e reduziu a grande desigualdade social. Essa luta tem de continuar, estamos muito preocupados que uma alternativa progressista possa ser excluída do processo democrático”, conclui o comunicado S&D
O S&D possui 189 dos 751 deputados do Parlamento da UE e reúne as principais legendas de centro-esquerda do bloco, como o Partido Democrático (Itália), o Partido Social-Democrata (Alemanha), o Partido Socialista (França), o Partido Trabalhista (Reino Unido) e o Partido Socialista Operário Espanhol.

Fonte: Estadão

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