5 de jan. de 2019

URGENTE: O porta-voz do governo francês, teve de ser escoltado para fora do seu próprio escrtório após uma invasão de manifestantes eurasianos.

05 de Janeiro de 2019 20:23:53


Benjamin Griveaux e sua equipe se retiraram do edifício após porta ter sido forçada por veículo de obras. Neste sábado, país registrou novos protestos contra a administração de Macron.



O porta-voz do governo francês, Benjamin Griveaux, e sua equipe precisaram ser retirados às pressas do escritório, depois que um grupo de "coletes amarelos" entrou no edifício onde eles estavam neste sábado.

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Os autores da ação – cerca de 15 pessoas – forçaram a porta com um veículo de obras e conseguiram acessar o pátio. Dois carros, um muro e vários vidros ficaram danificados.
Em uma rápida declaração aos jornalistas, Griveaux afirmou que estava trabalhando quando um segurança avisou que ele e a equipe deveriam sair do local por uma das portas dos fundos.
"Não me atacaram. Atacaram a República e a democracia", ressaltou o porta-voz, que qualificou a ação de "inaceitável".
Ele afirmou acreditar que as câmeras de vigilância ajudarão a identificar os envolvidos, que serão "punidos".
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"Não cederemos aos violentos nem aos que pedem a queda do governo", afirmou ele, em alusão direta ao movimento dos "coletes amarelos".
A ação do grupo aconteceu durante o oitavo sábado seguido de manifestações, com mobilizações que provocaram confrontos em várias cidades da França, principalmente em Paris.

Esses manifestantes portavam bandeiras da França e bandeiras do Movimento Eurasiano.

Resultado de imagem para coletes amarelos

FONTE: AFP.

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14 de abr. de 2018

PRIMEIRO RESUMO DO ATAQUE A SÍRIA REALIZADO PELOS EUA, FRANÇA E INGLATERRA

14 Abril de 2018: 03:00:02

Um breve resumo sobre o ataque americanos e seus aliados a Síria. 

  • De acordo com as fontes de noticia da Síria, não ocorreu baixa em seu efetivo militar e os alvos estavam vazios.
  • O Ministério do Exterior do Irã, condenou o ataque e emitiu um alerta dizendo que esse ataque pode trazer consequências graves para a região.
  • Muito se falou de que o ataque ocorreu sem a Rússia ter sido avisada, mas ao que parece, o russos e sírios já sabiam qual alvos seriam atacados antes de seu inicio.
  • Nenhum ataque atingiu os setores de defesa russa na síria. nenhum dano foi registrado na parte militar dos russos.
  • O irã também não sofreu baixas nos ataque e nem teve nenhum efetivo militar danificado.
  • Apos o ataque, o Hezbollah moveu o seu exercito para a fronteira com Israel. Jerusalém entrou em alerta máximo.
  • Ao que parece, foram cerca de 120 misseis lançados, e estima que as defesas sírias tenham interceptado cerca de 18 misseis, número esse meramente especulativo.
  • Os respectivos alvos foram: Um centro de pesquisa científica localizado na capital de Damasco; Uma instalação de armazenamento de armas químicas, localizada a oeste de Homs; uma terceira instalação que segundo o Pentágono, servia como armazém de equipamentos de armas químicas também em Horms e um posto de comando vazio.
  • Não se sabe se terá uma nova onda de ataque, mas a Rússia se pronunciou dizendo que irá defende Damasco caso ocorra um outro ataque.
  • Foi mencionado que Israel participou indiretamente do ataque, mas nada foi confirmado.
  • O Ministério de Defesa da Rússia, confirmou que foram mais de 100 misseis utilizados no ataque e que um um numero bastante significativo desses misseis foram interceptado. Esse significativo corresponde a mais da metade segundo alguns reportes. Ainda não há números precisos, porem, esse numero provavelmente foi pequeno.
  • É manhã na Síria e vários manifestantes saíram as ruas de Damasco em apoio ao governo de Assad, e estão pedindo um contra ataque.
  • Por precaução, vários aviões militares russo estão sobrevoando Damasco para certificar-se que os EUA e seus aliados não tomarão nenhuma atitude "estupida".
  • Há relatos por parte da Rússia, que alguns misseis que tinham como direção, instalações russas na Síria, foram interceptados e abatidos, mas ainda é boato.
  • O Ministro das Relações Exteriores da França disse que a operação militar conjunta na Síria, é legítima, limitada e proporcional ao planejado.
  • Legisladores norte americanos afirmaram que o ataque realizado por Donald Trump é ilegitimo pôs não teve aprovação do congresso. Trump não informou ao congresso sobre o seu ataque, alguns analistas militares falam que os EUA foram pressionados pelo Reino Unido para realizar o ataque.
  • Mutos estão brincando dizendo que os EUA esperaram o dia de Sexta Feira 13 para iniciar o ataque.
  • O ministro da Defesa da França disse que a Rússia foi avisada antes dos ataques militares  francês em conjunto com os Estados Unidos e do Reino Unido antes de acontecer. Algumas mídias russas disseram que o governo não foi avisado.
  • O Governo de Cuba condenou o ataque a Síria.
  • O Estado Islâmico lançou um ataque em Damasco apos os bombardeios, mas segundo fontes no local, o ataque não é muito expressivo.
  • Damasco tem a sua vida seguindo normalmente mesmo com os ataques.
  • Legislador russo: Rússia provavelmente convocará uma reunião na ONU sobre ataque à Síria.
Em resumo, foi como mencionamos em posts anteriores, o ataque foi mais simbólico do que punitivo, as forças de Assad não sofreram nenhuma baixa, não houve nenhum dano aos aparatos militares inclusive do Irã, as forças russas já tinham recebido os alvos antes do ataque, o ataque não teve a intenção de derrubar o atual regime sírio e as inalações atingidas, segundo fontes locais, estavam vazias.

Não foi mencionado se um novo ataque irá ocorrer e ainda será feito uma analise no local do suposto ataque químico. O governo americano está esperando por essa analise. 

Agora é observar atentamente o desenrolar das consequências desse ataque que aparentemente não será grave, já que não foi registrada baixas militares e nem civis até o momento.



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30 de nov. de 2016

Lideres da França e dos EUA irão reduzir pressão da OTAN contra à Rússia?

30 de novembro de 2016 - 16:24:25 

O presidente eleito Donald Trump (L), Francois Fillon, o ex-primeiro-ministro francês (R) © Reuters

Traduzido por Conflitos e Guerras

O presidente eleito Donald Trump tem como proposta de mandato a redução das tensões com a Rússia, enquanto François Fillon que é apontado por alguns como o próximo presidente da França, também pediu melhores relações com a Rússia, conforme uma entrevista dada pelo deputado conservador do Reino Unido, Daniel Kawczynski a RT.

O secretário de Defesa do Reino Unido, Michael Fallon despertou controvérsia ao dizer que espera do governo de Donald Trump um tratamento duro contra a Rússia, um comentário que aponta para um possível confronto entre Washington e Londres sobre a política externa.
"Na prática, cada governo americano sempre teve seu próprio tratamento com a Rússia. Nós não estamos sugerindo que ele não dava se relacionar com a Rússia, mas o que você não pode fazer é tratar a Rússia coma um parceiro usual, igual aos demais parceiros comerciais ".

Entrevista

RT: Como você acha que o futuro governo dos EUA vai ouvir o conselho dado por Michael Fallon?

Daniel Kawczynski: Bem, havia um monte de eleitores americanos que votaram em Trump, especificamente porque ele estava prometendo se relacionar com a Rússia e pôr as tensões a baixo. Eu sei que muitos democratas que votaram a favor do Trump, foi pelo fato deles estarem preocupados com a abordagem altamente antagônicas que Hillary Clinton estava levando para as relações com a Rússia.

Ele gostaria de cumprir o seu mandato com a vontade do povo americano de ir a milha extra, em negociar com a Rússia e para tentar reduzir os níveis extraordinários de tensão que tem vindo a construir-se entre a Rússia e a OTAN.

A outra coisa a ser lembrado, é que embora Monsieur François Fillon, que acaba de ser selecionado como o candidato para a direita na França e é o provável vencedor da eleição presidencial do próximo ano, se você olhar para sua conta no Twitter ele fala muito tanto como eu e outros, o que é que a Rússia é um país muito importante e é um companheiro membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. Então, é claro, é um parceiro igual. É um parceiro igual com a gente no Conselho de Segurança das Nações Unidas, e devemos tratá-los como um parceiro igual.

Espero sinceramente que o meu país, o Reino Unido, vai trabalhar em colaboração com a França de Fillon e com a América de Trump para ir a um senso comum, assim como a OTAN, em tentar se envolver com a Rússia e diminuir essas tensões. Adapta-se onde nem nós e nem os russos elevem os níveis de tensão.


RT: Como possível será para a OTAN não ser isolada com esses pontos de vista, considerando que contrasta com o que temos ouvido de Jean-Claude Juncker, Donald Trump, Francois Fillon e PM italiano Matteo Renzi?

Daniel Kawczynski: Bem, é claro, a OTAN tradicionalmente agiu e continuará a agir em uníssono.

Quanto mais os líderes são eleitos nos países da OTAN como Monsieur Fillon, Renzi, e outros, que querem se reduzir as tensões, o mais provável é que está irá acontecer.

Mas eu acabei de vir de uma reunião em Downing Street, entre o nosso próprio Primeiro-Ministro e Primeiro-Ministro polaco, onde as discussões estavam ocorrendo sobre as relações bilaterais com Varsóvia e o que deveríamos estar fazendo e a mensagem que eu levo ao meu p:rimeiro-ministro é ue devemos reconhecer, compreender e respeitar que há tensão nos Estados Bálticos e na Polônia.

Estes são países pequenos e vizinhas da Rússia e eles estão até de certo ponto, com medo da Rússia e com medo dos motivos russos. Você não pode simplesmente escovar a sujeita para debaixo do tapete, há um sentimento genuíno de preocupação e medo sobre Rússia.

O que nós devemos fazer é, enquanto ao mesmo tempo, devemos lhe garantir defesa, além de sermos robustos e continuar a gastar dois por cento do PIB em defesa.

Precisamos de ter uma capacidade de defesa forte por um lado e por outro lado, devemos estar agindo como uma ponte entre estes países e sobre a Rússia para tentar reduzir a tensão e aliviar algumas dessas preocupações que é uma responsabilidade enorme.

Eu não acho que fizermos historicamente falando, esforços suficientes aqui no Ocidente para assegurar e trabalhar com alguns desses estados na linha de frente oriental de forma a fazê-los se sentirem um pouco menos preocupados com as ameaças russas.

Fim de entrevista.

Fonte: RT

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21 de nov. de 2016

Ministro da Defesa da França prometeu soldados e tanques para reforçar a OTAN na Estônia

21 de novembro de 2016 - 12:02:29


O ministro da Defesa da França, Jean-Yves Le Drian, durante reunião com seu colega estoniano, Hannes Hanso, assegurou que Paris enviará 300 militares e cinco tanques para Estônia no ano que vem, informou neste sábado a assessoria de imprensa do ministério da Defesa do país Báltico.

A reunião dos ministros aconteceu em Halifax, no Canadá, no âmbito do fórum de segurança. 

Lean-Yves Le Drian, durante o encontro com Hannes Hanso, assegurou que Paris enviará 300 militares, cinco tanques Leclerc e automóveis militares da infantaria para Estônia no ano que vem, informa o comunicado do órgão.

Hanso lembrou que os militares estonianos e franceses participam juntos em missões de paz na África, como em Mali. 
“Entendemos de modo claro que, para o fortalecimento da defesa da Europa é necessário realizar uma contribuição pessoal, aumentando a presença da OTAN na região do mar Báltico, principalmente em países na fronteira oriental da aliança”, declarou Hanso.

O batalhão da OTAN na Estônia, que será deslocado para o país na primeira metade de 2017, contará com o contingente de 1,1 mil pessoas. 

Farão parte da formação, 800 militares da Grã-Bretanha e 300 da França. Mais tarde, os franceses serão substituídos por tropas dinamarquesas.

Fonte: Ultimos Acontecimentos.

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20 de out. de 2016

Governo da Filipinas rompe relação com os EUA

20 de outubro de 2016 - 26:58:42 


O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, anunciou sua "separação" dos Estados Unidos nesta quinta-feira (20), declarando que o país "perdeu" e que ele se realinhou com a China, já que os dois concordaram em resolver suas desavenças sobre o Mar do Sul da China por meio de conversas.

Duterte fez seus comentários na China, onde está em visita com ao menos 200 empresários para abrir caminho ao que classifica como uma nova aliança comercial no momento em que as relações com os EUA, aliados de longa data, se deterioram.

Seu secretário de Comércio, Ramon Lopez, disse que serão assinados acordos no valor de US$ 13,5 bilhões.

Os esforços de Duterte para se alinhar com a China, meses depois de um tribunal de Haia arbitrar a favor das Filipinas nas disputas referentes ao Mar do Sul da China, marcam uma reversão na política externa desde que o ex-prefeito de 71 anos assumiu o cargo em 30 de junho.

"Agora a América perdeu", disse Duterte a empresários chineses e filipinos em um fórum no Grande Salão do Povo ao qual compareceu o vice-primeiro-ministro chinês, Zhang Gaoli.

"Eu me realinhei em seu fluxo ideológico e talvez também vá à Rússia conversar com [o presidente russo, Vladimir] Putin e lhe diga que há três de nós contra o mundo -- China, Filipinas e Rússia. É o único caminho", acrescentou.

"Com isso, neste local, excelências, neste local eu anuncio minha separação dos Estados Unidos", disse Duterte ao som de aplausos. "Eu me separei deles. Então dependerei de vocês para todo o sempre. Mas não se preocupem. Também iremos ajudar, como vocês nos ajudam."

Fonte: Noticias ao Minuto.

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16 de jun. de 2016

OTAN diz que agora tem motivos para atacar a Rússia

16 de junho de 2016 - 17:30:13

Na terça-feira, 14 de junho a OTAN anunciou que se um país membro da organização for vítima de um ataque cibernético por parte de um país não membro, tais como Rússia ou China, a OTAN pode ativar o artigo 5 "defesa coletiva" na qual exigiria que cada país membro da OTAN revidasse o ataque com uma guerra convencional.



A decisão preliminar para isso foi feita dois anos atrás, depois que a Crimeia foi anexada a Rússia. Essa decisão foi feita em antecipação da Ucrânia se tornar um país membro da OTAN, que ainda não aconteceu. No entanto, só agora a OTAN declarou que a guerra cibernética será inclusa como "guerra convencional" ao abrigo do disposto artigo de "defesa coletiva" do Tratado do Atlântico Norte.

OTAN alega que devido a ataques hackers russos na qual copiaram e-mails do computador da Hillary Clinton, pode constituir um ataque russo contra os Estados Unidos da América, e caso o presidente dos EUA declare essa ação como uma invasão russa ao EUA, seria um motivo para ativar a cláusula de defesa mútua da OTAN e assim exigir que todos as nações pertencentes a OTAN, se junte ao governo dos EUA em uma guerra contra a Rússia, logicamente se assim for decidido Norte Americano.

A OTAN teria produzido em 2013 (antes da guerra na Ucrânia) um vídeo contendo propaganda informativa alegando que "ciberataques" por pessoas na Rússia ou na China, podem comprometer a segurança nacional dos EUA, desencadeando em uma invasão por parte da OTAN aos dois países, caso o ataque seja considerado muito hostil,

No vídeo, um especialista de segurança nacional britânico, observa que esta seria uma "decisão eminentemente política" para o presidente dos Estados e que só poderia ser feito por um presidente norte americano, sendo que essa pessoa possui a autoridade legal para fazê-lo.

O vídeo produzido pela OTAN, deixou bem claro que qualquer líder de uma nação membro da organização, pode afirmar que a sua soberania foi "atacado" por parte da Rússia e iniciar uma guerra entre Rússia e OTAN.

No entanto, o vídeo também afirma que a OTAN não poderia aceitar automaticamente a alegação de um ciber-ataque, caso um chefe de estado assim solicitasse, ao invés disso, o pais atacante, teria que reivindicar o ataque, ou então, o pais atacado, comprovar o ataque.
Com a nova política da OTAN, anunciada em 14 de junho, um ataque cibernético se qualifica automaticamente como "uma guerra convencional" sendo desnecessário a comprovação do ataque ou reivindicação por parte do atacante.

Com tudo, essa informação ficou meio vaga nas notícias publicadas sobre o assunto.

No contexto do anúncio da OTAN feito no dia 14 de junho onde uma ciberguerra está na mesma condição de guerra física, o presidente americano, Barack Obama poderia declarar que os EUA foi invadido pela Rússia, quando os e-mails do Departamento de Estado da ex-secretária de Estado Hillary Clinton foram copiados por alguém na Rússia.

Esse assunto eleva as tensões entre Rússia e os Estados Unidos, e a comprovação disso, veio no mesmo dia, 14 de junho, quando a Reuters publicou uma manchete na qual "Moscou negou o envolvimento da Rússia em um ataque Hack aos EUA", e relatou que, "a Rússia também negou o envolvimento no corte da base de dados do Comitê Nacional Democrata, na qual fontes dos EUA disseram que os russos tiveram acesso a todas as pesquisas de oposição ao candidato presidencial republicano, Donald Trump ".

Em tempos anteriores, as espionagens eram tratadas como guerra e depois de revelações publicas onde os EUA estavam escutando as conversas telefônicas da chanceler alemã, Angela Merkel, espionagem tornou-se simplesmente uma parte da diplomacia de rotina (pelo menos para os Estados Unidos) mas, agora, sob a nova política da OTAN, pode ser tratado como sendo equivalente a uma invasão física de uma nação inimiga.

Nos próximos dias 08 e 09 de julho, em uma Cimeira da OTAN, que estará acontecendo no contexto do maior exercício militares da organização de todos os tempos, próximo as fronteiras da Rússia, que foi batizado de "Resolve Atlântico" e que para alguns analistas, é um exercício de invasão a Rússia, poderá ser discutido um plano de guerra contra a Russa a fim de se tornar consenso para toda a aliança. No entanto, mesmo se isso acontecer, não será tornada pública.

Fonte: Zero hedge

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