5 de abr. de 2019

Coreia do Sul declara estado de catástrofe no país devido à incêndios que arrasam o país

05 de Abril de 2019 18:01:34

Por SKYFORCE.

O governo sul coreano declarou estado de catástrofe devido à incêndios colossais que devastam o país há dias. Uma pessoa morreu, onze ficaram feridas e 4 mil tiveram que ser resgatadas.

O incêndio ocorre na região da fronteira com a Coreia do Norte. 10 mil bombeiros foram convocados e estão tentando controlar esse incêndio. O fogo atingiu grandes depósitos de veículos e incendiou todos os veículos no local.

Além desses veículos, 450 casas foram reduzidas à cinzas e ao menos 500 hectares de terras foram queimadas.

O exército sul-coreano foi convocado e mobilizou 16 mil militares e 870 veículos para ajudar os bombeiros.

Veículos queimados por incêndio florestal em Sokcho, na Coreia do Sul — Foto: Yonhap/AFP
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3 de abr. de 2019

Talibãs conquistaram o QG da polícia afegã no norte do país e mataram dezenas de policias

03 de Abril de 2019 03:12:34

Por SKYFORCE.

Dezenas de policias afegãos e ao menos 3 militares da OTAN foram mortos nesse confronto. Entre os mortos estão os dois comandantes da Polícia Nacional Afegã na região. Os talibãs perderam 7 de seus combatentes nesse confronto.

Durante os combates, ao menos um APC da OTAN e 6 jipes da polícia afegã foram destruídos pelas forças talibã. 

Ao menos 100 policias e militares afegãos fugiram para o Turcomenistão.

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Talibã captura uma base da polícia afegã e divulga imagens das armas capturadas. FOTOS

03 de Abril de 2019 02:06:34

Por SKYFORCE.

O grupo insurgente Talibã conquistou uma base da polícia nacional afegã hoje em Bagdhis, no interior do Afeganistão. A base foi tomada relativamente rápido, com os confrontos não tendo durado mais do que três horas. Ao fim do confronto, ao menos 9 policiais afegãos estavam mortos, 17 estavam feridos e outros 5 capturados. 4 talibãs também foram mortos nesse combate.

O Talibã agora controla toda a região.

O grupo ainda capturou dois jipes de origem norte-americana nesse confronto.





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A artilharia indiana devastou 4 postos de controle do Exército paquistanês e matou 7 soldados

03 de Abril de 2019 00:25:34

Por SKYFORCE.

A situação piora na Caxemira, após o exército paquistanês ter atacado alvos indianos e ter matado dois soldados indianos, a artilharia indiana revidou e devastou ao menos 4 postos de controle do Exército Nacional Paquistanês na fronteira com a Caxemira indiana. Nesse feroz contra-ataque o exército indiano matou ao menos 7 soldados paquistanês e feriu muitos outros. Fontes afirmam que o número de mortos deve crescer nas próximas horas.

Outros fontes falam em até 7 postos militares paquistaneses destruídos pelos indianos, porém, essa informação ainda não foi confirmada.

Trocas de tiros entre os dois exércitos estão sendo reportadas em toda a fronteira.
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21 de mar. de 2019

O Talibã conquistou hoje mais uma cidade na fronteira com o Turcomenistão.

21 de Março de 2019 19:29:34

Por SKYFORCE.

O grupo Talibã segue obtendo vitórias por todo o Afeganistão contra as forças do governo afegão. Essa cidade era uma das últimas à ainda estar sob controle de Cabul na região. Agora, quase toda a fronteira entre o Afeganistão e o Turcomenistão está sob controle Talibã. 

Um helicóptero das forças afegãs foi derrubado nesse combate, além de muitos veículos destruídos. Ao menos 70 soldados afegãos morreram ou foram capturados. Dois militares da OTAN também morreram nesse combate.

Os talibãs sofreram ao menos 30 baixas nesse combate. 
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Hoje, um ataque terrorista em Cabul resultou em ao menos 8 civis mortos. Talibã nega autoria

21 de Março de 2019 18:45:23

Por SKYFORCE.

Um ataque terrorista sacudiu Cabul hoje pela manhã e deixou 8 mortos e dezenas de feridos. O ataque foi feito com minas remotamente controladas. O governo afegão ainda não apontou culpados e nenhum grupo terrorista reivindicou a autoria do ataque até o presente momento.

O Talibã já negou a autoria do ataque.
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22 de fev. de 2019

Coreia do Norte pede ajuda humanitária internacional para combater a fome em seu país

22 de Janeiro de 2019 20:25:27

Por SKYFORCE.

O governo da Coreia do Norte pediu ajuda internacional para combater a fome que assola o país. O governo do ditador Kim Jong-Un, enviou esse pedido à comunidade internacional afirmando que seu povo Precisa urgentemente dessa ajuda, pois uma boa parte da população do país sofre com a grande falta de alimentos básicos.

De acordo com a ONU, ao menos 1,4 milhão de pessoas passam fome na Coreia diariamente.

Uma das causas dessa alta falta de abastecimento são as pesadas sanções impostas pela comunidade internacional, que pune o regime Norte-Coreano pelos testes com armas nucleares.

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21 de fev. de 2019

Cresce temor de uma guerra entre Índia e Paquistão

21 de Fevereiro de 2019 - 23:32:15


Paquistão deu inicio ao que muitos estão chamando de "logística de guerra" contra a Índia

O governo paquistanês iniciou uma logística na fronteira com a Índia, enviando soldados e colocando os Hospitais próximos e modo de alerta, indicando que muitos feridos podem ser encaminhados a esses hospitais, informou o site de noticia indiano Times of India

Esses preparativos seriam em resposta ao atentado terrorista ocorrido em Pulwama.

Apesar de todos os temores, há também muitos analistas dizendo que isso não passa de propaganda midiática do governo Indiano para conseguir apoio popular nas próximas eleições.

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15 de jan. de 2019

China está planejando uma guerra contra EUA e Índia

15 de janeiro de 2019 - 09:32:18

A China está planejando a possibilidade de uma guerra com os Estados Unidos pela disputada ilha de Taiwan e um possível conflito com a Índia, segundo um especialista norte-americano.

O Centro para o Interesse Nacional (CNI) sugeriu que tentativas do Comitê Central do Partido Comunista da China (PCC) de retratar a nação como “pacífica e voltada para a defesa” não condiziam com a realidade, ao mesmo tempo em que instava os EUA a “ integrar os militares de Taiwan à sua arquitetura de defesa regional.[post_ad] 

As possibilidades arrepiantes foram discutidas na última edição do Interesse Nacional, uma revista bimensal publicada pela CNI. O blog discute o que descreve como os "cinco principais planos de guerra" do Exército de Libertação do Povo da China (PLA).

O blog, escrito por Ian Easton, diz: 

O cenário de pesadelo do EPL parece ser aquele em que seria chamado a conduzir todas as cinco operações conjuntas em uma guerra de duas frentes contra os Estados Unidos e Taiwan no leste, e a Índia. no sul.

Neste cenário, as fontes militares chinesas preveem que o ELP lance primeiro um ataque conjunto de fogo contra Taiwan e, em seguida, realizar um bloqueio conjunto de alta intensidade e de curta duração da ilha. Depois que os militares do ROC julgarem que o inimigo está enfraquecido, o ELP lançaria uma operação de ataque conjunto e faria aterrissagens anfíbias.

Uma vez que as principais cabeças de ponte estivessem seguras, intensas operações de guerra urbana e nas montanhas nas profundezas da ilha se seguiriam.

De acordo com os pressupostos vistos nos escritos do PLA, em algum momento indefinido, os Estados Unidos poderiam intervir e lançar ataques com mísseis de cruzeiro e ataques aéreos contra as forças chinesas no Estreito de Taiwan e ao longo da costa da PRC.

Tais ataques americanos poderiam forçar os chineses a combater uma operação anti-ataque aéreo.

O Blog acrescenta: Além disso, supõe-se que os militares indianos e / ou os combatentes da liberdade tibetana possam neste momento atacar a fronteira volátil do Himalaia, forçando os chineses a lutar simultaneamente contra uma operação conjunta na área fronteiriça.

Os escritos do PLA demonstram alguma preocupação de que o Japão, a Austrália e alguns países do Sudeste Asiático também possam se posicionar contra a China em um importante cenário de guerra no Estreito de Taiwan, mas as fontes disponíveis dedicam pouca atenção a essa possibilidade.

O blog sugere que as forças armadas chinesas também desenvolveram planos de guerra para outras operações, mas sugere que os cinco esboçados acima, são os principais impulsionadores das reformas e do desenvolvimento militar da China.

A propaganda do PCC (Não é a organização criminosa Primeiro Comando da Capital e sim Partido Comunista da China) procura convencer o público de que a China é um país pacífico e voltado para a defesa. Esta mensagem não está de acordo com a realidade.

Compreender o desenvolvimento militar da China significa entender que a República Popular da China está se preparando para uma perigosa guerra de agressão contra Taiwan e, por extensão, os Estados Unidos e seus aliados.

O pensamento atual sugere que o Mar da China Meridional tem o potencial de ser o primeiro confronto de superpotência do século 21, e o almirante Philip S Davidson disse ao Congresso no ano passado: 
“Em resumo, a China agora é capaz de controlar o Mar do Sul da China em todos os cenários. de guerra com os Estados Unidos. ”
No entanto, o Interesse Nacional acrescenta: Os escritos do PLA mostram que o aumento militar da China está voltado principalmente para os combates no Estreito de Taiwan e no Pacífico Ocidental.

Em resposta, o governo dos EUA deve levantar restrições auto-impostas sobre as interações políticas, de defesa e segurança com Taiwan e se mover para integrar as forças armadas da ilha em sua arquitetura de defesa regional.

O chefe da Marinha dos Estados Unidos vai se encontrar com seu colega chinês para conversas com o objetivo de "evitar erros de cálculo", à medida que as tensões entre as duas maiores economias do mundo continuam crescendo.

O almirante John Richardson está em visita a Pequim para discutir o "risco e o erro de cálculo".

Provavelmente estamos a ver uma guerra de grande escala começando no sul da Asia.

Fonte: Express

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4 de jan. de 2019

Jornal militar da China envia alerta as tropas: é preciso preparar os soldados para a guerra

04 de janeiro de 2019 - 21:03:04

As tropas chinesas devem acelerar o treinamento, adiantar tecnologia de ponta e, acima de tudo, se preparar para a guerra, disse o Diário do Exército Popular de Libertação (ELP), um jornal das Forças Armadas em uma mensagem de Ano Novo.

"Preparação de soldados e preparativos de guerra serão as principais prioridades para as Forças Armadas em 2019", disse o Exército oficial às tropas.
Ele instou os leitores que em nenhum momento deveríamos permitir qualquer folga nessas áreas.
"Devemos estar bem preparados para todas as direções da luta militar e melhorar de forma abrangente a resposta de combate das tropas em situações de emergência para garantir que possamos enfrentar o desafio e vencer quando houver uma situação", informou a mensagem.
O Diário do ELP também prometeu "reformar o Exército através da ciência e tecnologia", junto com o fortalecimento dos laços com o Partido Comunista Chinês.[post_ad]

O editorial foi publicado alguns dias antes de o presidente da China, Xi Jinping, ter chamado para forjar a reunificação com Taiwan. 

Ao dizer que salvaguardaria os interesses e bem-estar dos que vivem na ilha, Xi notou que Pequim reserva a opção de tomar todas as medidas necessárias" contra os estrangeiros que dificultam o processo.

Taiwan é uma das questões que adicionam combustível a uma briga entre os EUA e a China desde que o presidente Donald Trump prometeu apoio militar à ilha. 

A China denunciou o movimento, advertindo os EUA contra a intromissão em seus assuntos internos. Deixando de lado Taiwan, o mar do Sul da China é outro lugar que viu crescentes tensões entre os EUA e a China.

No ano passado, Xi também pediu que as tropas "concentrem os preparativos" para um conflito militar. "Temos que intensificar exercícios de prontidão de combate, exercícios conjuntos e exercícios de confronto para melhorar as capacidades dos militares e a preparação para a guerra".

Os estrategistas de Washington indicam abertamente que Pequim é um oponente militar, mesmo alegando que pode ultrapassar os EUA em algumas áreas. O Pentágono, por exemplo, alertou repetidamente que os militares chineses poderiam deixar os EUA para trás na implantação do poder aéreo e marítimo, bem como no desenvolvimento de futuros sistemas de armas.

Alguns membros da elite militar dos EUA também especularam sobre a possibilidade de se envolver em um confronto militar com a China. O tenente-general Ben Hodges, ex-comandante dos EUA na Europa, certa vez sugeriu que Washington "deve lidar com a ameaça chinesa" no Pacífico.
"Os Estados Unidos precisam de um pilar europeu muito forte"

"Eu acho que em 15 anos não é inevitável mas é uma grande probabilidade de estarmos em guerra com a China". disse ele ao Fórum de Segurança de Varsóvia em outubro.
Fonte: Últimos Acontecimentos

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China desenvolveu a sua própria versão da Mãe de Todas as Bombas

04 de janeiro de 2019 - 20:31:25

A Corporação Industrual do Norte da China (Norinco) apresentou pela primeira vez um vídeo da versão chinesa do "Mother of All Bombs", (Mãe de todas as bombas) informou o jornal Global Times.


A bomba foi lançada pelo ar por um bombardeiro H-6K, causando uma enorme explosão em um local desconhecido, disse a empresa na quinta-feira, citando a Norinco.[post_ad]

Em um comentário ao jornal, a empresa descartou a sugestão de que a bomba também fosse termobárica, sem fornecer mais detalhes.

Arma termobáricas são um tipo de explosivo que utiliza oxigênio do ar circundante para gerar uma intensa explosão de alta temperatura, e na prática a onda de explosão tipicamente produzida por uma tal arma é de uma duração significativamente mais longa do que a produzida por um explosivo condensado convencional
Já o bombardeiro H-6K é supostamente capaz de transportar apenas uma bomba por vez devido ao seu enorme peso. Segundo um especialista citado pelo jornal, a bomba tem de 5 a 6 metros de comprimento.
Em 13 de abril de 2017, os militares dos EUA lançaram a bomba GBU-43 com cerca de 10 toneladas na província de Nangarhar, no Afeganistão, visando um complexo de túneis que, de acordo com o Comando Central dos EUA, era usado pelo Estado Islâmico.
A MOAB, apelidada de "Mãe de Todas as Bombas", é a maior bomba não nuclear desenvolvida pelos Estados Unidos e não foi usada em combate antes da operação de Nangarhar.

Fonte: Sputniknews

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9 de nov. de 2018

A 'questão de Taiwan' dará origem a um cenário da Terceira Guerra Mundial?

09 de novembro de 2018 - 01:30


Os Estados Unidos e a China devem enfrentar disputas em relação a Taiwan e ao Mar do Sul da China, com consequências fatais no horizonte imediato.

Você não saberia com toda a mídia sobre as eleições de meio de mandato dos EUA, mas os EUA e a China estão em um caminho de colisão mortal no Mar do Sul da China e no Estreito de Taiwan. 

Nos últimos dois meses, os militares dos EUA realizaram exercícios com os bombardeiros B-52 e realizaram as chamadas operações de “liberdade de navegação” no Mar do Sul da China. Também houve casos de navios de guerra dos EUA navegando pelo Estreito de Taiwan em apoio a Taiwan, uma ilha que a China considera uma parte desonesta do território chinês.

Em uma nota lateral, é surpreendente dizer que os EUA acreditam que deveria ter a "liberdade de navegar" no Mar da China Meridional, mas parece levantar-se quando os navios iranianos esperam o mesmo tipo de liberdade no país. Golfo.

Próximo das colisões no Mar do Sul da China

Em setembro passado, navios de guerra dos EUA e da China quase colidiram quando navegavam perto de uma ilhota reivindicada por Pequim nas Ilhas Spratly. Segundo consta, o navio de guerra chinês ameaçou o Destruidor dos EUA de que "sofreria consequências" se não se movesse, já que navegou a 45 metros da embarcação americana.[post_ad]
Em um último esforço para evitar este curso de colisão, o secretário de Estado dos EUA Mike Pompeo eo secretário de Defesa James Mattis vai acolher os seus homólogos chineses Yang Jiechi e ministro da Defesa da China Wei Fenghe nesta sexta-feira para conversações sobre a redução das tensões. No entanto, acho que podemos dizer com alguma confiança que essas conversas serão absolutamente sem sentido. Em primeiro lugar, a China já cancelou a primeira rodada de negociações marcada para setembro devido à sua frustração com as sanções impostas pelos EUA. 
Em segundo lugar, o chefe do Vice-Presidente de Operações Navais dos EUA, John Richardson, recentemente declarou abertamente que os EUA e a China “se encontrarão cada vez mais em alto-mar”, com Jim "Mad Dog" Mattis dizendo em meados de outubro que os EUA e seus aliados 
"Continue a voar, navegar e operar sempre que a lei internacional permitir e os interesses nacionais exigirem."
E é claro que sabemos o quanto os EUA adoram viajar muito além dos reinos do direito internacional, por isso podemos esperar tomar Mattis literalmente.

Apenas alguns dias atrás, Pompeo, por sua vez, também advertiu a China de que deveria "se comportar como uma nação normal no comércio e com respeito às regras do direito internacional" - o que quer que isso signifique.

A questão de Taiwan

Desde a quase colisão em setembro, um navio de pesquisa da Marinha dos EUA também visitou Taiwan e dois navios de guerra dos EUA navegaram pelo Estreito de Taiwan. De acordo com a Stratfor , os EUA estão possivelmente tentando padronizar as patrulhas na área, até pavimentando potencialmente o caminho para o transporte de um grupo de porta-aviões.
No final de outubro, a China fortaleceu sua determinação de proteger seus interesses em Taiwan, prometendo nunca desistir de uma polegada de seu território. Incidentemente, foi Wei Fenghe quem afirmou que “se alguém tentar separar Taiwan da China, as forças armadas chinesas tomarão medidas a qualquer preço”. Ele também prometeu o mesmo em relação aos interesses da China no Mar da China Meridional, onde fortificou pelo menos sete ilhas ou recifes, carregando-os com bases militares, aeródromos e sistemas avançados de armas.
As observações de Wei ecoou comentários do presidente chinês, Xi do Jinping em um discurso para o 19º Congresso do Partido no ano passado, quando ele disse que 
“temos vontade firme, total confiança e capacidade suficiente para derrotar qualquer forma de Taiwan enredo independência secessão” acrescentando que ha na China “vontade Nunca permita que qualquer pessoa, organização ou partido político divida qualquer parte do território chinês da China a qualquer momento ou sob qualquer forma.”
Supostamente, a China pretende estar pronta para levar a cabo uma retomada em larga escala das hostilidades contra Taiwan até 2020. Naturalmente, tais hostilidades provavelmente atrairão outros notáveis ​​atores no cenário mundial. No final de outubro, o tenente-general aposentado Ben Hodges alertou que era provável que os EUA e a China estivessem em guerra dentro de 15 anos.
Falando sobre as quase colisões mencionadas acima, Hodges fez os comentários, afirmando que: 
“você vai nos ver… permanentemente designar forças para a eventualidade de que em 10 ou 15 anos nós estaremos tendo que lutar no Pacífico "
De forma semelhante, o presidente chinês disse recentemente à região militar responsável pelo monitoramento do Mar da China Meridional e de Taiwan para "se preparar para a guerra".
Nesta semana, o ministro taiwanês da Defesa, Yen Teh-fa, disse aos legisladores que seu governo estava considerando permitir o acesso da Marinha dos EUA a Taiping Island caso Washington solicitasse acesso a operações de segurança humanitária ou regional, mas apenas se os interesses de Washington estivessem alinhados com os de Taiwan. 
Taiping Island tem uma importância estratégica incrível graças à sua localização e recursos. Permitir o acesso dos EUA a Taiping daria aos EUA a mobilidade no Mar da China Meridional que ela esperava, além de dar a Washington maior influência sobre países como o Vietnã e as Filipinas que, incidentalmente, também se encontram em uma disputa territorial com Pequim.

Um cenário da Terceira Guerra Mundial

De acordo com T. Greer, da Foreign Policy, um estudo recente do cientista político Michael Beckley e outro de Ian Easton, um membro do Project 2049 Institute, mostrou que qualquer guerra com a China e Taiwan, mesmo sem o envolvimento dos EUA, seria nada menos que uma. catástrofe longa e prolongada. 
Uma invasão chinesa exigiria a maior operação anfíbia da história da humanidade, com dezenas de milhares de navios, incessantes ataques com mísseis e foguetes e pelo menos um milhão de soldados chineses. Se uma vitória chinesa não ocorrer rapidamente, ela terá cerca de 2,5 milhões de reservistas de Taiwan para disputar, sem mencionar o provável contra-ataque japonês e/ou americano.
Apesar dessa triste realidade, uma pesquisa recente descobriu que a maioria do povo taiuanês acha que seus militares não podem se defender de uma invasão chinesa, com menos da metade dos entrevistados confiantes de que os EUA enviarão tropas para ajudar na defesa de Taiwan.
Um relatório de 2018 do Departamento de Defesa dos EUA argumentava que a China possuía “a maior e mais capaz milícia marítima do mundo”. A Marinha do Exército Popular de Libertação (PLAN) tem mais de 300 combatentes de superfície, submarinos, navios anfíbios, embarcações de patrulha e tipos especializados, tornando-se a maior força da marinha na região do Indo-Pacífico (comparativamente, os EUA têm cerca de 282 navios de força de batalha implantáveis).
Independentemente disso, Taiwan e os EUA estão supostamente avançando com seus planos de repelir qualquer suposta invasão chinesa, com exercícios militares marcados para o final de novembro entre os dois já em andamento. Curiosamente, os exercícios provavelmente ocorrerão na área ao redor de Taiping Island. 
As Forças Armadas de Taiwan também esperam comprar helicópteros MQ-8 Fire Scout sem motor e MK-62 Quickstrike dos EUA. Taiwan também pode procurar colocar essas minas em suas águas perto de Taipei, bem como outros portos e bases importantes, um plano que ecoa estranhamente o relatório de Greer na Foreign Policy acima.
As pessoas não precisam ser bem versadas em política internacional para ver e sentir os sinais de alerta. Uma recente pesquisa do Military Times sobre as tropas ativas mostrou que 46% das tropas americanas acreditam que os EUA serão levados a uma grande guerra em breve, com foco na Rússia e na China em particular. Apenas 5% disseram a mesma coisa em uma pesquisa semelhante realizada há aproximadamente um ano.
Em setembro, o Pentágono lançou um documento de 146 páginas intitulado “Avaliando e Fortalecendo a Base Industrial de Fabricação e Defesa e Resiliência da Cadeia de Suprimentos dos Estados Unidos”, que parecia mostrar que os EUA estão se preparando para um grande esforço de guerra de longo prazo contra os EUA. Rússia e China.
Todos os sinais estão lá, e alguns países estão levando a questão mais a sério do que outros. No final do mês passado, a Austrália abandonou os planos de um acordo de livre comércio com Taiwan depois que a China alertou para as repercussões entre Canberra e Pequim. 
O fato de a Austrália estar preparada para ir embora deve ser bastante revelador de quão importante é a questão de Taiwan para a China, com pouquíssimos países dispostos a desafiar a China nessa posição.
Só podemos esperar que cabeças mais frias prevaleçam, mas para aqueles de nós que entendem o que está em jogo, eventualmente, alguém terá que recuar para que haja alguma chance de evitar um cenário de terceira guerra mundial. 
Quando um desses países é os Estados Unidos, a probabilidade de a nação recuar e seguir um caminho pacífico de diplomacia se torna cada vez mais magra.
Como o socialista americano Eugene V. Debs disse certa vez: 
"mais cedo ou mais tarde, toda guerra comercial se torna uma guerra de sangue".
As declarações, pontos de vista e opiniões expressas nesta coluna são exclusivas do autor e não representam necessariamente as da RT.

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15 de nov. de 2016

Irã assina acordo militar com a China enquanto planeja gastar 10 Bilhões em armas da Rússia


15 de novembro de 2016 - 02:34:36 


De acordo com relatórios russos e iranianos, Teerã está ponderando assinar um acordo de comprar de armas no valor de $ 10 bilhões com Moscou e assinou um novo acordo militar com Pequim.

Rússia e Irã estão em conversações sobre um acordo de armas no valor de cerca de US $ 10 bilhões que visa Mosco entregaria de T-90, sistemas de artilharia, aviões e helicópteros para Teerã, disse um senador sênior russo na segunda-feira (14), a agência de notícias RIA. 

Viktor Ozerov, chefe do comitê de defesa e segurança na câmara alta russa do Parlamento, ou Conselho da Federação, falou a repórteres sobre o potencial negócio, que segundo ele esteve em andamento durante uma visita parlamentar para o Irã, disse RIA.

Em outro movimento para reforçar o aparato militar da República Islâmica, o Irã a China assinaram na segunda-feira (14) um acordo para reforçar a cooperação entre as duas nações. 

O acordo militar entre Teerã e Pequim implica em uma maior coordenação de treinamento bilateral e um alinhamento mais estreito do que o regime iraniano vê como regionais nas questões de segurança. 

O movimento representa um "upgrade nas forças armadas, defesa e cooperação de longo prazo com a China", conforme citado pelo Irã Tasnim New onde o ministro da defesa Hossein Dehqan falou em Teerã juntamente com o seu homólogo chinês, o general Chang Wanquan. 

Rússia e China, juntamente com os EUA , Grã-Bretanha, França e Alemanha, assinaram o acordo para conter o programa nuclear do Irã em troca da flexibilização das sanções ocidentais após anos de impasse e crescentes temores no Ocidente de que o Irã buscava desenvolver armas nucleares. 

Os esforços para impulsionar o estabelecimento militar iraniana veio como penhor aos olhos do mundo sobre o presidente eleito Donald Trump de desfazer o acordo nuclear entre o Irã e as potências mundiais. 

Enquanto isso, a Rússia disse que está pronto para trabalhar rápido para reparar as relações com Washington agora que Trump foi eleito. 

O chanceler russo Adjunto Sergei Ryabkov foi citado como tendo dito na segunda-feira (14) pela agência de notícias RIA que as autoridades em Moscou pouco sabia dos planos de política de Trump, e reconheceu que havia uma diferença entre suas promessas de campanha eleitoral e as políticas que ele iria implementar uma vez no cargo. 

Rybakov disse que o apoio da Rússia para o acordo nuclear do Irã manteve-se inalterada, apesar das declarações de campanha de Trump que disse se eleito, sua prioridade seria de desfazer o pacto,

Fonte: The Jerusalem Post

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20 de out. de 2016

Governo da Filipinas rompe relação com os EUA

20 de outubro de 2016 - 26:58:42 


O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, anunciou sua "separação" dos Estados Unidos nesta quinta-feira (20), declarando que o país "perdeu" e que ele se realinhou com a China, já que os dois concordaram em resolver suas desavenças sobre o Mar do Sul da China por meio de conversas.

Duterte fez seus comentários na China, onde está em visita com ao menos 200 empresários para abrir caminho ao que classifica como uma nova aliança comercial no momento em que as relações com os EUA, aliados de longa data, se deterioram.

Seu secretário de Comércio, Ramon Lopez, disse que serão assinados acordos no valor de US$ 13,5 bilhões.

Os esforços de Duterte para se alinhar com a China, meses depois de um tribunal de Haia arbitrar a favor das Filipinas nas disputas referentes ao Mar do Sul da China, marcam uma reversão na política externa desde que o ex-prefeito de 71 anos assumiu o cargo em 30 de junho.

"Agora a América perdeu", disse Duterte a empresários chineses e filipinos em um fórum no Grande Salão do Povo ao qual compareceu o vice-primeiro-ministro chinês, Zhang Gaoli.

"Eu me realinhei em seu fluxo ideológico e talvez também vá à Rússia conversar com [o presidente russo, Vladimir] Putin e lhe diga que há três de nós contra o mundo -- China, Filipinas e Rússia. É o único caminho", acrescentou.

"Com isso, neste local, excelências, neste local eu anuncio minha separação dos Estados Unidos", disse Duterte ao som de aplausos. "Eu me separei deles. Então dependerei de vocês para todo o sempre. Mas não se preocupem. Também iremos ajudar, como vocês nos ajudam."

Fonte: Noticias ao Minuto.

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18 de out. de 2016

Coreia do Norte diz que está a beira de uma guerra com a Inglaterra.

18 de outubro de 2016 - 14:58:21 

Kim Jong-Un adverte que o Reino Unido de estar a “beira da guerra" com a Coreia do Norte, com Londres se prepara para enviar caças Typhoon para Seul.

Autoridades do estado secreto norte coreano disse que os jogos de guerra liderada pelos EUA na península coreana, está empurrando Kim Jong Un até a beira da guerra.


O ditador coreano, Kim Jong-Un alertou o Reino Unido dizendo que os dois países estão a "beira da guerra", após Londres ter decidido enviar jatos Typhoon a península do seu país.


O regime Norte Coreano disse que isso não passa de uma aberta provocação apesar da Grã-Bretanha afirmar que o envio dos caças fazem parte de exercícios militares padrões. 

O ditador disse também que a atitude inglesa é um "ato hostil" e exigiu que o mesmo retire as suas forças da região.

O funcionário do Ministério das Relações Exteriores, Pak Yun Sik disse: 

"A situação na península coreana está a beira de uma guerra por causa de exercícios militares intermináveis ​​por forças americanas e sul-coreanas.
"Agora a Grã-Bretanha decidiu enviar seus caças Typhoon para participarem de exercícios militares conjuntos entre EUA a Coreia do Sul, no sul da Coreia, no período de 4 a 10 de novembro. Isso é um ato hostil, juntando-se abertamente aos EUA e as forças sul-coreanas em um movimentos para uma nova guerra contra nós.
"A Grã-Bretanha afirma que o nosso país não está nos alvo do exercício militar, mas a Coreia do Sul e os EUA disseram abertamente que estes exercícios militares são destinadas a lançar um ataque contra nossas instalações militares e estrutura de comando."
A Coreia do Norte geralmente responde a exercícios regulares militares da Coreia do Sul e dos Estados Unidos com testes de armas e com retóricas bélicas.

Os Nortes Coreanos veem os exercícios como um ensaio de invasão, mas Seul e Washington dizem que os exercícios são de natureza defensiva.

A Coreia do Norte aumentou a sua oposição aos exercícios militares na Coreia do Sul e já realizou mais de 20 lançamentos de mísseis e dois testes nucleares este ano.


Os testes vem depois dos EUA informar ter detectado no sábado (15), um lançamento de míssil do tipo Musudan na Coreia do Norte, sem sucesso. Mais um de uma série de violações das resoluções das Nações Unidas.

O Comando Estratégico dos EUA disse que o míssil falhou em um lançamento perto da cidade de Kusong no noroeste da Coreia do Norte.

Um militar da Coreia do Sul disse que o míssil falhou logo após o lançamento, mas nem ele e nem o Pentágono informou as razões da falha.

O Musudan tem um alcance de cerca de 1.860 milhas, o que representa uma ameaça para a Coreia do Sul e para o Japão e possivelmente ao território americano de Guam.


Pyongyang afirma que conseguiu miniaturizar uma ogiva nuclear que pode ser montada em um míssil, mas esta informação nunca foi verificada independentemente.

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13 de out. de 2016

WW3: Coréia do Sul preparada para abater navios da China

13 de outubro de 2016 - 14:35:25 

Mar do Sul da China pode ver as tensões aumentando ainda mais entre a Coreia do Sul e China, especialmente após a decisão dos Estados Unidos de sancionar um "maior uso da força, incluindo o uso de armas de fogo, para controlar as fronteiras marítimas da região."

O aviso sobre o uso de uma força letal veio à tona após um debate em grande parte pública da China com a aproximação dos EUA sobre às ilhas artificiais que Pequim construiu no Mar do Sul da China. 

Além disso, a China tem manifestado a sua oposição contra o plano dos Estados Unidos para implantar um sistema de defesa de mísseis na Coréia do Sul.

No entanto, as autoridade sul-coreana apenas convocaram o embaixador da China para falar sobre o mais recente confronto na costa oeste da península coreana. 

Um navio de pesca chinês colidiu com um barco de patrulha da guarda costeira que o afundou eventualmente. 

Porque com os frequentes confrontos, os oficiais da guarda costeira sul-coreano anunciaram na terça-feira (11) que eles estão planejando autorizar o uso de armas de fogo a bordo de canhões para atingir navios chineses se necessário.
"Vamos responder ativamente para barcos de pesca chineses que obstruem a justiça, utilizando todos os meios possíveis, se necessário, como bater e ganhar o controle desses barcos de pesca chineses diretamente, bem como disparar armas comuns," Informou o vice-chefe da guarda costeira da Coreia do Sul, Lee Choon- jae. a RT.
"Alguns países procuram superioridade militar absoluta, incessantemente fortalecer suas alianças militares, e procurar a sua própria segurança absoluta para os custos de segurança de outros países", afirmou o ministro da Defesa chinês Chang Wanguan depois de criticar a América por intervir na região.

Duterte 
Pretende apoiar a China?


Do outro lado do espectro, a Quartz relatou que o presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte vai visitar a China pela primeira vez e que o o presidente filipino espera supostamente acordos de empréstimos e acordos comerciais. 

No entanto, como a questão do Mar do Sul da China, o relatório também observou que Duterte poderia apoiar as intenções Chinesas na região.
"Nós não podemos ganhar essa", disse ele durante um discurso esta semana. 
"Mesmo que fiquemos com raiva, vamos estar colocando em ares. Não podemos vencê-los (China) ".
A situação está cada vez mas criticas, depois de boatos que a China assim como a Russia, chamou os familiares dos seus funcionários de volta para casa.

Fonte: Morning News USA

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Alerta WW3: Rússia e China colocam os EUA como uma ameaça real e direta.

13 de outubro de 2016 - 14:09:01 

Rússia e China estão se unindo contra os Estados Unidos, em um esforço para impedir a sua expansão militar. 



Os dois países agora consideram os Estados Unidos como uma ameaça real que na pratica, pode ser interpretado como uma declaração de aliança para uma possível guerra contra o Ocidente. 

Seria a Terceira Guerra Mundial prestes a acontecer?

A implantação de mísseis dos EUA na Europa, provocou a Rússia e a China para assinalar o país como uma ameaça "real e direta". 

Segundo relatos, Moscou e Pequim estão agora enquadrando os Estados Unidos com a Terceira Guerra Mundial possivelmente aparecendo no ar.

De acordo com o Daily Star, Vladimir Putin parece estar em rota de colisão com a Casa Branca como ele está sob suspeita de "crimes de guerra" na Síria. 

Agora, um General da China, citou os Estados Unidos em suas atuais ações como hostis e informou que Pequim e Moscou irão responder em conformidade.
"Os Estados Unidos não oferecem garantias juridicamente vinculativas que o sistema de defesa de mísseis que eles estão implantando na Europa não seriam voltadas contra a Rússia", disse o major-general Cai Jun, vice-chefe do departamento de guerra.
"Mas, ao mesmo tempo essa ação representa uma ameaça real e direta à segurança russa".
"A China e a Rússia têm posições semelhantes sobre os sistemas estratégicos de mísseis anti-balísticos dos EUA e se opõem as tentativas por qualquer nação ou grupo de nações para a criação de tais sistemas unilateralmente à custa da segurança internacional estratégica", acrescentou.
O tenente-general russo Viktor Poznikhir também disse que há pensamentos conflitantes sobre o escudo antimísseis e o acordo nuclear com o Irã.
"Os sistemas com capacidades de defesa através de satélites é uma das razões pelo qual os EUA rejeitam quaisquer tratados sobre a proibição de armas no espaço", disse Poznikhir a RT.
"As ações dos EUA não dão credibilidade às suas afirmações de que os mísseis e satélites russos e chineses não são considerados alvos para seus sistemas antimísseis", acrescentou o oficial.
O Governo russo já expressou a sua preocupação com uma possível Terceira Guerra, após chamar de volta, as famílias de funcionários russo e militares.

Lei: Terceira Guerra: Russia ordenou que familiares de funcionários públicos voltem para casa.

Os EUA já colocaram a Russia em sua lista de países que oferecem perigo direto a sua soberania.

Fonte: Morning News USA / Daly Star.

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9 de out. de 2016

Presidente das Filipinas ameaça quebrar relações diplomática com os EUA

09 de outubro de 2016 - 08:12:04

Presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte advertiu que irá quebrar os laços entre Manila e Washington, caso os EUA continuem a tratar os filipinos como se fossem "escravos".


Rodrigo Duterte - Presidente das Filipinas

"Enquanto eu estiver aqui, não irão nos trataram como escravos, porque eles vão se arrepender. Eu não vou falar. Eu tenho passagem livre para a China. O Governo de Washington tem de mostrar algum respeito para o povo filipino “, disse Duterte sábado.

Em um discurso para seus concidadãos no sul da cidade de Davao, o presidente das Filipinas salientou que se os EUA não respeitarem o povo filipino, seus direitos e sua soberania ", poderão perder Filipinas."

O governo filipino aproveitou para informar que irá "reavaliar," a patrulhar e manobras conjuntas com os EUA em águas do Mar do Sul da China.

"Este ano será a última", disse Duterte, para confirmar as declarações na sexta-feira do ministro da Defesa Filipino, Dolphin Lorenzana, sobre o assunto.

Filipinas e EUA viver uma guerra de palavras desde a chegada ao poder do presidente das Filipinas em junho passado. Duterte denuncia a hipocrisia de Washington e repreende os massacres perpetrados no início do século XX no sul das Filipinas, quando o país era uma colônia americana.

O evento mais alto ocorreu quando, Duterte em setembro passado, insultou o governo americano que criticou, a sua controversa campanha anti-drogas do Governo de Manila.

O chefe de Estado informou que está disposto a substituir seus contratos de compra de armas com os EUA por Rússia e China.

Em suas declarações mais recentes, Duterte desafiou o centro de inteligência norte americano, a CIA, em derrubá-lo do poder.

Efeito Durtete

Militares norte-americanos retiram equipamentos do sul das Filipinas. Unidades militares norte-americanas começaram a retirar alguns dos seus equipamentos, na cidade de Zamboanga, sul das Filipinas, incluindo veículos de transporte.

Adicionar image © AP/Bullit Marquez - Militares norte-americanos retiram equipamentos do sul das Filipinaslegenda

A polícia de segurança da aviação, confirmou a chegada de um avião de transporte C-17, dos EUA, ao Aeroporto Internacional de Zamboanga, na terça-feira, onde retirou alguns veículos de serviços e equipamentos das tropas norte-americanas.

O chefe da polícia de segurança da aviação, Insp Senior. Roderick Salem, disse que o pessoal de segurança norte-americano veio aqui para garantir o embarque, inclusive de veículos de serviço, perto da torre de controle, em Globe Master, em seguida o avião C-17, levantou voo.

Salem disse que militares dos EUA coordenaram a chegada do avião de transporte com a Autoridade de Aviação Civil das Filipinas (CAAP). No entanto, eles não especificaram o calendário, por razões de segurança.

Oficiais militares do Western Mindanao Command (Westmincom) – Comando Ocidental de Mindanao, não quiseram comentar sobre o relato da retirada dos equipamentos. A embaixada dos EUA, em Manila, também não emitiu nenhum comunicado.

Os militares dos EUA, sob o programa da Força Tarefa de Articulação de Operações Especiais nas Filipinas – Joint Special Operations Task Force-Philippines (JSOTF-P) – terminaram sua missão em fevereiro de 2015, e retiraram suas tropas, que foram implantadas em rodízio por 13 anos, fornecendo assistência técnica e treinamento aos seus homólogos filipinos.

No entanto, os militares dos EUA mantiveram alguns dos seus funcionários em bases de ligação, deixando alguns serviços e equipamentos.

No início deste mês, o presidente Duterte disse que quer as forças militares norte-americanas fora de Mindanao e culpou os EUA de inflamar as insurgências muçulmanas na região.

Duterte também disse que não iria permitir que as forças do governo realizassem patrulhas conjuntas nas águas disputadas, perto do Mar da China Meridional, com potências estrangeiras, aparentemente, demolindo um acordo alcançado com os militares dos EUA, no início deste ano.

Estilo Diplomático

Duterte teve uma relação difícil com os Estados Unidos desde que ganhou a eleição presidencial, em maio. Ele disse que está traçando uma política externa que não dependa dos EUA, e tem tomado medidas para reavivar os laços com a China, que estavam tensas devido a conflitos territoriais de longa data, no Mar do Sul da China.

O porta-voz, Pantaleon Alvarez, manifestou apoio a orientação da política externa independente de Duterte.

Ele disse que as administrações anteriores haviam aderido às políticas dos países ocidentais, particularmente dos EUA e dos membros da União Europeia.

“E agora, pela primeira vez, estamos vendo que o Presidente está seguindo nosso próprio interesse nacional. Talvez não estejamos acostumados a isso “, disse Alvarez.

Ele acrescentou que a condução da política externa é prerrogativa do presidente “e por isso, o estilo particular da diplomacia do presidente Duterte deve ser respeitada.”

“A diplomacia é uma questão de estilo do líder. Assim, a administração deve seguir seu estilo de diplomacia “, disse ele.

Alvarez lembrou que os países que querem suspender ou impor condições à sua ajuda para as Filipinas, como um desdobramento da retórica de Duterte e sua campanha anti-drogas, poderiam fazê-lo.

Ele disse que é hora “de afirmar a soberania do nosso país e evitar a excessiva dependência de ajuda externa.”

Alvarez expressou confiança de que o governo ainda poderá fornecer os serviços necessários para o povo e prosseguir os seus programas de desenvolvimento, mesmo com pouca ou nenhuma ajuda do estrangeiro.

Fontes: TAS  / Radio Shiga

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7 de out. de 2016

Pentágono estuda uma Guerra Nuclear entre Japão e China.

07 de outubro de 2016 - 15:33:11 

O Japão poderia rapidamente construir um arsenal estratégico de mísseis baseados em terra e lançadores via submarinos, capazes de matar até 30 milhões de chineses em uma guerra nuclear, afirma um estudo patrocinado pelo Pentágono.




Um relatório produzido para o Office of Net Assessment do Pentágono, revela que o governo do Japão pode armar-se com armas nucleares dentro de um período de 10 anos, através de base em avançadas infraestruturas de energia nuclear em Tóquio, assim como em seus atuais lançadores espaciais, mísseis de cruzeiro e submarinos. 

A estimativa de baixas no relatório, indica que Tóquio não seria páreo em uma guerra nuclear contra a China.

De acordo com o relatório, o Japão poderia sofrer com a morte de mais ou menos, 34 milhões de pessoas em um eventual ataque chinês, cerca de 27% da população. 

Mas os especialistas nucleares não foram capazes de calcular com precisão as mortes japonesas por causa de um desentendimento entre os analistas, que chegaram a cogitar, que as grandes explosões contra cidades, criariam enormes tempestades de fogo e que provavelmente elevaria o número de mortes para o dobro. 

Os especialistas usaram um slide de instrução específica no relatório, e de qualquer maneira, o Japão enfrentaria a extinção caso seja atacado por armas nucleares chinesas. 

A divulgação do relatório ocorre em meio a crescentes tensões entre Tóquio e Pequim sobre disputas marítimas que envolvem ilhas Senkaku no Japão, que se encontram no Mar da China Oriental.

China reivindica as ilhas como seu próprio território. Forças militares japoneses e chineses estiveram envolvidas em um jogo de gato-e-rato referente as atividades navais e aéreas perto das ilhas nos últimos anos. 


O estudo é um claro sinal de preocupações dentro do governo dos EUA em que as políticas anti-nucleares do governo Obama têm aumentado o perigo da proliferação de armas nucleares, como aliados americanos não nucleares consideram o desenvolvimento de seus próprios arsenais nucleares. 

O Japão vem construindo pequenas forças militares nos últimos anos e tem reinterpretado partes da constituição oficialmente pacifista para permitir uma ampla gama de atividades militares.

O Primeiro Ministro japonês Shinzo Abe se reuniu com o ex-líder cubano Fidel Castro em Havana na quinta-feira (06), onde concordaram em buscar um mundo livre de armas nucleares. 

Em abril, funcionários do governo Abe disse ao Parlamento que a constituição japonesa não proíbe possuir armas nucleares. 

Os Estados Unidos atualmente usa seus mísseis nucleares, submarinos e bombardeiros de dissuasão estendida para fornecer segurança ao Japão e Coreia do Sul, mas de acordo com analistas, as forças nucleares estão envelhecendo e precisam de modernização.

Por outro lado, a Rússia e a China estão modernizando suas forças nucleares de forma agressiva, além desses dois países, a Coréia do Norte também está construindo um forte complexo nuclear e sistemas de mísseis de longo alcance capaz de atingir os EUA com armas nucleares.


Ainda no campo atômico, o acordo nuclear do governo Obama com o Irã, proporciona Teerã desenvolver armas nucleares em até 10 anos. 

De acordo com o relatório ONA, o interesse do Pentágono em opções nucleares do Japão, assumiu urgência porque temores japoneses de que as atuais garantias de segurança nuclear dos EUA contra ataques nucleares chineses e norte-coreanos, estão enfraquecendo e poderia ser insuficiente no futuro para dissuadir Pequim ou Pyongyang de declarar uma guerra atômica contra o Japão. 

Segundo o relatório, fatores que poderiam conduzir o Japão para nuclearização do seu sistema militar, incluem uma grande mudança na política de dissuasão dos Estados Unidos para a construção de armas nucleares por parte da Coreia do Sul, um teste nuclear iraniano, ou o uso de armas nucleares por parte da Rússia ou China. 

Os resultados do relatório fazem parte de uma oficina batizada de, "operações nucleares e implicações", realizada em Washington em 10 de Junho, que incluiu defesas norte-americana e autoridades nucleares a avaliar como o Japão poderia implantar e usar mísseis nucleares construídos a partir de lançadores espaciais atuais e submarinos. 

O relatório nuclear do Japão, enquanto não classificada, parece fornecer uma avaliação de peritos sobre como o Japão poderia desenvolver melhor as forças nucleares, tendo em conta a experiência da Segunda Guerra Mundial, referente ao bombardeio convencional e dois ataques nucleares a nação do Pacífico. 

Como resultado dessa experiência, o relatório constatou que as forças navais japonesas provavelmente escolheriam uma força nuclear construído em torno da base nuclear com mísseis disparo através de submarinos e com um componente terrestre de mísseis. 

O atual lançador espacial do Japão, a Epsilon, é semelhante ao sistemas de lançamento de misseis nucelar dos EUA, MX. Sistema esse que foi desmantelado em 2005. 

Um míssil nuclear japonesa pode não precisar de múltiplas ogivas, mas Tokyo poderia desenvolver a capacidade que a China continua a perseguir, que no caso é o desenvolvimento de defesas antimísseis. 

Em relação ogivas, o Japão poderia construir uma ogiva semelhante a ogiva W-47 dos EUA de 1,2 megaton. 

Os participantes da conferência sobre as forças nucleares do Japão foram informados de que os japoneses provavelmente adotariam uma "dissuasão de punição" a ataques nucleares de proporcionais riscos, caso seja atacado. 

O relatório discutiu na conferência, as estimativas de baixas em caso de uma guerra nuclear entre China e Japão.


Simulação


Em uma guerra nuclear contra o Japão, Pequim provavelmente atingiria entre 20 a 30 cidades japonesas com 3 armas nucelares com poderes equivalente a 3 milhões de toneladas de TNT e mataria cerca 23 milhões a 33 milhões de pessoas. 

Já o Japão poderia lançar mísseis balísticos nucleares de cruzeiro em vários cenários de retaliação, incluindo bombas de 150 kilotons a 45 cidades chinesas, matando cerca de 20 milhões de chineses, ou usando armas ainda mais potentes com 1,2 megaton em 60 cidades, matando cerca de 96 milhões a 128 milhões de pessoas. 

Para a Coreia do Norte, um ataque em 10 cidades japonesas com ogivas de 10 kilotons, matando cerca de 1 milhão de pessoas. Esse ataque faria o Japão responde com armas de 1,2 megatons sobre Pyongyang, matando um número estimado de 1,1 milhões de norte-coreanos. 

Os funcionários avaliam que o Japão poderia facilmente desenvolver mísseis de cruzeiro de ataque a terra com um alcance de 1.500 milhas.

O Japão planeja ter 22 submarinos em suas forças navais que poderiam manter até 100 mísseis de cruzeiro nucleares na estação. 

Uma segunda opção seria o Japão desenvolver mísseis de médio alcance com alcance de 2.000 milhas que poderia ser capazes de atingir todas as grandes cidades chinesas a partir de territórios japonês. 

A autoridades espaciais japonesas, indicaram que o atual sistema de lançamento espacial do Japão, pode disparar misseis através de lançadores móveis, indicando que os sistemas poderiam ser convertidos de lançamento de satélites para ogivas de transporte.

Japão e China viram as tensões entre os dois países crescerem bastante nos últimos anos, tensão essa que pode desencadear uma guerra direta.

Fonte: Washington Free Ceacon

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12 de mai. de 2016

China e Rússia iniciam grandes manobras militares.

12 de maio de 2016 - 22:23:01 

China e Rússia iniciaram grandes manobras militares. Seu objetivo: as tropas russas e chinesas devem aprender a reagir a eventuais ataques provocativos com mísseis, anunciaram os Ministérios da Defesa de ambos os países, o que exigiu que tais exercícios não fossem dirigidos contra qualquer terceiro país.



No entanto, Washington tem entendido a mensagem. Moscow e Pequim mostram as suas capacidades para dissuadir os EUA de implantar seu sistema de defesa antimísseis na Península Coreana.

Os dois países têm se manifestado claramente contra a implantação do sistema chamado THAAD e é teoricamente dirigida contra mísseis norte-coreanos, mas, na verdade, visa abater mísseis nucleares russos e chineses.

Os EUA também pretendem implantar um sistema de defesa antimísseis na Europa Oriental com o pretexto da luta contra os mísseis do Irã, mas que é claramente dirigido contra a Rússia.
“Essa implantação irá afetar diretamente a segurança estratégica da China e da Rússia”, disse o ministro do Exterior chinês, Wang Yi, durante um encontro com o seu homólogo russo.
Rússia e China também criaram a chamada Organização de Cooperação de Xangai, a fim de adiar a influência dos EUA na Ásia Central.

Os EUA enviou tropas para a Europa Oriental e incrementou bases perto da China, a fim de cercar os dois países. No entanto, uma aliança sino-russa criaria uma força política, econômica e militar que os EUA não poderiam lidar.

Moscow e Pequim elogiam a cooperação estratégica.

Por outro lado, na sexta-feira, 6 de maio, o presidente da Duma, Sergey Naryshkin, disse que Moscow avaliou positivamente o nível de desenvolvimento da cooperação estratégica com a China durante uma reunião com o vice-premiê chinês Liu Yandong na cidade de Shenzhen.
“Valorizamos muito o nível de desenvolvimento da cooperação estratégica entre nossos países, vemos esta colaboração como um dos fatores globais que determinam a segurança e estabilidade do Pacífico e de todo o mundo”, disse ele.
Enquanto isso, o primeiro vice-ministro chinês anunciou que o seu país a intenção de aprofundar a cooperação estratégica com a Rússia será mantida mesmo em caso de mudanças na situação internacional.
“Mesmo se a situação internacional se alterar, não vamos mudar nossa intenção de reforçar e aprofundar a parceria estratégica bilateral, bem como alcançar o desenvolvimento conjunto e a prosperidade, para proteger a justiça internacional, a paz e a estabilidade em todo o mundo”, disse ele.
Fonte: Dinamica Global

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