29 de jan. de 2019

Maduro pede mais tempo para pagar a dívida com Moscou, e Putin rejeita

29 de Janeiro de 2019 23:24:34


Por SKYFORCE.

Hoje, Nicolás Maduro pediu mais tempo para pagar a sua grande dívida com a Rússia de Vladimir Putin, porém o líder russo rejeitou de forma categórica o pedido de Maduro.

Putin afirmou que o acordo entre os dois países tem que ser honrado. O presidente russo também determinou que Maduro tem só até Março para pagar essa dívida.

O governo russo poderá adotar represálias econômicas contra Maduro se o mesmo não honrar as dívidas com a Rússia.

Maduro afirmou que devido às sanções americanas o seu país ficará com dificuldades para pagar as suas dívidas, porém, o presidente russo parece não estar ligando muito para isso.

Em Fevereiro a Venezuela terá de pagar uma outra dívida com Moscou no valor de 100 milhões de dólares.

Maduro está em uma situação cada vez mais delicada.

FONTE: AGÊNCIA REUTERS

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28 de jan. de 2019

Os EUA ameaçam países com punição caso apoiem a Venezuela

28 de janeiro de 2019 - 15:12:51 

O ministro venezuelano das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, denuncia que os EUA ameaçou cortar a cooperação de países que não se manifestam contra a Venezuela.

"Recebemos até agora 42 notas diplomáticas dos EUA. Além do que a mídia propõe, há uma realidade concreta e específica, tangível, que vai além disso ", disse o ministro das Relações Exteriores da Venezuela na segunda-feira durante uma coletiva de imprensa em Caracas.
Arreaza também indicou que não há pessoal diplomático venezuelano nos Estados Unidos. "Todos voltaram", assegurou.
"Vamos continuar em frente, os detalhes dos planos de golpe estão saindo como em 2002, mas com outros elementos e outras circunstâncias internacionais. USA deve falar com uma só voz e devemos buscar canais de entendimento ", disse ele.
Depois de afirmar que Caracas respondeu a pedido de Washington para estabelecer escritórios de interesse, o ministro das Relações Exteriores acrescentou que a Venezuela está agindo de boa fé e espera que os EUA faça o mesmo.

Em seguida, ele apontou que o governo dos EUA está por trás do plano subversivo. "A diplomacia nos Estados Unidos é um pouco esquizofrênica, mas acreditamos na realidade", acrescentou.

"Queremos acreditar na diplomacia que os EUA leva adiante com o nosso governo legítimo ", assegurou, lembrando que muitos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) deram uma demonstração de respeito e diplomacia com a Venezuela.

Arreaza destacou as vitórias conquistadas pela Venezuela na Organização dos Estados Americanos (OEA), onde a maioria dos países membros votou contra uma resolução contra o país sul-americano.
"Quando viram que fracassaram na OEA, foram para a ONU", disse o ministro, que disse que "a posição firme da Venezuela e de outros países no mundo demonstrou diplomacia e respeito à democracia e às leis venezuelanas". .
"Queremos fazer as coisas bem. Devemos continuar a percorrer o caminho do diálogo e da democracia ", sublinhou Arreaza.
Arreaza também denunciou que Washington extorquem e ameaçam países, principalmente na América Latina, para cortar a cooperação caso não se manifestem contra a Venezuela.

Fonte: Hispantv

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Irã e Rússia dizem que estão prontos para ajudar a paz na Venezuela

28 de janeiro de 2019 - 15:06:12 

O Irã e a Rússia expressaram sua disposição na segunda-feira para ajudar a conseguir um pacto entre o governo e a oposição venezuelana.

Os ministros das Relações Exteriores do Irã e da Rússia, Mohamad Javad Zarif e Lavrov têm, respectivamente, discutiu a situação atual na Venezuela, onde a auto-proclamação de Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional (AN) -de maioria oposição e preso por desacato em 2016- , como presidente interino do país aumentou a tensão.[post_ad]

Falando em uma conversa por telefone, Zarif e Lavrov expressaram sua disposição de promover esforços para alcançar um entendimento mútuo entre as partes envolvidas na disputa na Venezuela, de acordo com um comunicado do Ministério das Relações Exteriores da Rússia.

Os ministros das Relações Exteriores, acrescenta a nota, também abordaram as formas disponíveis para alcançar a paz e resolver, o quanto antes, os problemas econômicos e sociais do país sul-americano.

Na conversa, ambos discutiram, além disso, o progresso na cooperação em curso entre Moscou e Teerã em diferentes áreas.

O chanceler iraniano também falou nos últimos dias com seus colegas na Venezuela, Jorge Arreaza, e na Turquia, Mevlut Cavusoglu, sobre os atuais acontecimentos no país bolivariano.

Na conversa com Arreaza, o chanceler persa reafirmou na sexta-feira o apoio do Irã ao governo eleito do presidente venezuelano Nicolás Maduro, em face do apoio dos EUA ao líder da oposição Guaidó.

A Administração dos EUA reconheceu oficialmente Guaidó como o presidente encarregado da Venezuela em 23 de janeiroe prometeu usar "todo o peso do poder econômico e diplomático dos Estados Unidos" para derrubar Maduro.

Caracas, em resposta, rompeu relações políticas e diplomáticas com Washington, denunciou que um "golpe de Estado" estava sendo orquestrado contra a Venezuela nos Estados Unidos e garantiu que usará todas as suas forças para neutralizar essa trama.

diplomacia iraniana prometeu para apoiar a nação eo Governo da Venezuela contra qualquer "intervenção ou golpe estrangeira" e se comprometeu a resolver a discórdia existente "por meios pacíficos, através do diálogo e pelo próprio povo e Governo venezuelano "

Fonte: Hispantv

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27 de jan. de 2019

Irã diz que Rússia não os protegem e exige proteção a Síria

27 de janeiro de 2019 - 22:23:29


Na quinta-feira (24), o chefe do comitê de segurança nacional e política externa do Parlamento iraniano, Heshmatollah Falahat-Pisheh, expressou sua raiva a Rússia por eles não usarem o seu avançado sistema antiaéreo de defesa S-300 para proteger os ativos militares iranianos na Síria devastados pelos ataques aéreos israelenses no início da semana.

"Os israelenses afirmam que suas ações são contra o Irã, enquanto na verdade, eles estão atacando as instalações de infra-estrutura, segurança e defesa da Síria e a Rússia não os defende", disse Falahat-Pisheh à mídia iraniana. 
Ele prosseguiu dizendo que a Rússia era responsável por não ativar contra-medidas aos aviões de guerra israelenses enquanto voavam sobre o Líbano.
"Há uma séria crítica à Rússia por desativar seus mísseis de defesa aérea S-300 quando o 'inimigo sionista' atacar o Líbano", disse ele mencionando uma reportagem publicada no site do Debka File, site esse de inteligência militar israelense que escreve em inglês.
Falahat-Pisheh passou acusar a Rússia de cooperar com Israel.
"Se a defesa aérea russa funcionasse corretamente, Israel não seria capaz de lançar facilmente ataques contra a Síria. Parece haver alguma forma de coordenação entre os taques do regime sionista e o sistema de defesa aérea da Rússia na Síria." disse Falahat-Pisheh.
O Debka informou que o treinamento russo de militares sírios nos sistemas anti-aéreos S-300, será concluído em março. Os operadores sírios estarão sob o comando direto de oficiais russos. 

A estrategia russa, em teoria, é impedir a força aérea israelense de atacá os S-300 evitando o que dizem "provocar a ira do governo russo". 

Os sírios que controlarão o sistema S-300, também trarão o Hezbollah no Líbano sob a proteção oferecida pelo avançado sistema russo e seu poderoso radar.

A frustração iraniana vem após um ataque israelense a qual vários misseis foram lançados no domingo e na segunda-feira, incluindo um realizado em plena luz do dia que atingiu cerca de dez alvos, incluindo armazéns de armas no Aeroporto Internacional de Damasco e em outros locais, sendo um complexo de inteligência iraniana e um Campo de treinamento iraniano. Os ataques israelenses também visaram várias baterias de mísseis terra-ar sírios.

Logo após os ataques aéreos, os sistemas anti-mísseis da IDF, os Iron Dome, derrubaram um projétil disparado contra Israel da Síria. O rastro do foguete foi observado por civis israelenses esquiando nas encostas do Monte Hermon. A IDF culpou as forças iranianas do Al Quds pelo míssil disparado contra Israel.

Na quarta-feira, a Rússia disse a Israel para parar os ataques aéreos "arbitrários".
"A prática de ataques arbitrárias ao território de um Estado soberano, neste caso, estamos falando da Síria, deve ser descartada. Nunca devemos permitir que a Síria, que sofreu anos de conflito armado, seja transformada em uma arena onde as pontuações geopolíticas sejam resolvidas". disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova. 
Isso parece estar em contradição direta com uma declaração feita pelo vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, na sexta-feira, quando negou que a Rússia fosse aliada do Irã na Síria. Ryabkov assegurou ao governo israelense que sua segurança era uma das "prioridades principais" de seu governo.
"Não subestimamos a importância de medidas que garantam uma segurança muito forte do Estado de Israel. Os israelenses sabem disso, os EUA sabem disso, todos os outros, inclusive os iranianos, os turcos, o governo de Damasco [saiba disso]. Esta é uma das principais prioridades da Rússia.” disse Ryabkov à CNN em uma entrevista. 
Ryabkov explicou que a cooperação russa com a Síria, o que ele descreveu como "trabalhando em conjunto" foi uma questão de conveniência operacional.
“Os iranianos foram muito prestativos quando convocamos o Congresso Nacional do povo da Síria em Sochi, mas não vemos, em nenhum momento, completamente de acordo com o que acontece”, disse Ryabkov.
O ex-oficial do Pentágono, Michael Rubin, explicou as declarações aparentemente contraditórias dos oficiais russos ao JNS. Rubin disse que 
"a Rússia e Israel conhecem bem as linhas vermelhas um do outro, e Putin e Netanyahu têm uma relação de trabalho muito boa, mesmo que eles não estejam de acordo."
E complementou...
“Neste caso”, disse ele, “suspeito que haja uma diferença entre o que a Rússia deve dizer publicamente para acalmar o Irã e a Síria, e o que eles provavelmente estão dizendo aos iranianos em particular.

Publicamente, é fácil mastigar Israel; todo mundo faz, mas particularmente, os russos provavelmente estão dizendo aos iranianos que Moscou não pode protegê-los se eles continuarem a provocar Israel ou reforçar os armamentos já robustos do Hezbollah ”.
Realmente muitos analistas dizem que a participação da Rússia na defesa da Síria contra misseis lançados por Israel, são quase que nulo.

Fonte: Mídias Israelense 

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Após a Rússia negar, os EUA e fontes militares venezuelanas, também negam mercenários na Venezuela.

27 de Janeiro de 2019 20:42:35
Por SKYFORCE.

Fontes tanto americanas quanto venezuelanas, negaram hoje as informações sobre a ida de mercenários do Wagner Group para a Venezuela.

O presidente Putin já havia negado essa informação horas atrás.

De acordo com essas mesmas fontes, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, havia decido contratar essa tropas mercenária para sua proteção em Caracas, no entanto, o presidente Putin, parece ter vetado à ida desses militares em favor de Maduro.

O motivo desse veto é desconhecido. Apesar da retórica favorável à Nicolás Maduro na ONU e no âmbito político, Putin parece estar muito menos disposto à apoiar o seu aliado bolivariano do que o inicialmente esperado.

Se Putin realmente está disposto à se afastar de Caracas, isso pode levar à uma possível queda do governo de Maduro.

FONTE: IMPRENSA RUSSA.

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Apesar da noticia ter sido vinculada as grandes mídias, Rússia nega ter enviado mercenários a Venezuela

27 de janeiro de 2019 - 20:11:45

O governo russo negou que tenha enviado mercenários para proteger o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, depois que um líder da oposição, com apoio dos Estados Unidos, se declarou o presidente do país.

Relatórios surgiram no início desta semana que dezenas ou centenas de mercenários russos, que têm estado ativos na Ucrânia e na Síria, foram enviados para proteger Maduro de uma possível tentativa de golpe. A medida sugeriria que a Rússia estava disposta a aumentar as apostas para proteger seu investimento em seu aliado mais próximo no hemisfério ocidental.

Em um noticiário político no domingo, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, negou que a Rússia tenha enviado militares para o país. 
"O medo tem cem olhos", disse ele.
Ele não fez uma negação direta, no entanto, os militares contratados são de empresa privadas e não trabalham para o governo.

A Rússia gastou bilhões para aumentar sua influência na Venezuela e há preocupações de que a mudança de regime possa eliminar esse investimento.

O país investiu cerca de $17 bilhões em países sul-americanos sem dinheiro, grande parte em empréstimos. Em 2017, a Rússia concordou em reestruturar mais de $3 bilhões da dívida venezuelana e a gigante de petróleo russa Rosneft emprestou uma quantia similar à PDVSA, a estatal de petróleo. A Rosneft também detém ações na produção de petróleo venezuelana.

Outro empréstimo de $3 bilhões da Rússia foi usado para comprar armas, incluindo rifles de assalto, aviões de guerra e helicópteros, tornando a Venezuela a maior operadora de equipamentos militares russos na América do Sul. A Kalashnikov, fabricante da AK47, está construindo uma fábrica na Venezuela, embora sua abertura tenha sido repetidamente adiada.

As estimativas de quanto a Rússia investiu na Venezuela variam. David Rozental, pesquisador do Instituto da América Latina da Academia Russa de Ciências, estimou o montante em mais de US $20 bilhões.

Porem esse dinheiro praticamente voltou para a Rússia como forma de compras.

Vladimir Davydov, diretor acadêmico do Instituto da América Latina, disse que a Rússia vê a Venezuela como sua cabeça de praia na América Latina e que as grandes reservas de petróleo do país fazem dela uma prioridade para a Rússia. 
“Qual será o papel da Rússia no controle de recursos estratégicos? É isso que está sendo decidido na Venezuela ”, disse Davydov.
O homem que liderou a investida, foi Igor Sechin, o ex-tradutor militar que agora dirige a empresa de petróleo russa Rosneft. 

Falante de espanhol fluente, Sechin encontrava-se com Maduro regularmente e aumentou o investimento da Rosneft na produção de petróleo venezuelana e em seu produtor estatal.
“[Sechin] conhece muito bem a América Latina, ele é muito influente. Ele quer manter a posição da Rosneft na Venezuela e existem diferentes maneiras de fazer isso."  disse Davydov.
Por enquanto, Davydov e seus colegas disseram que não esperavam que a Rússia se envolvesse militarmente na crise venezuelana, mesmo no caso de uma intervenção apoiada pelos americanos.

Ele procuraria principalmente um papel de intermediário, disseram eles, como um meio de projetar o poder russo e proteger seu investimento.

Mesmo no caso de uma transferência de poder, a Rússia pode não estar perdendo tudo. 
"Não concluímos acordos com [Hugo] Chávez ou Maduro, concluímos acordos com o parlamento da Venezuela. Nesse sentido, não acho que haja uma séria ameaça aos ativos russos." disse Rozental, durante uma transmissão de rádio no Vesti FM nesta semana. 
Vale ressaltar que as falas de Rozental não são as mesmas dos representante próximos ao Putin.

Fonte: The Gradian

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Vídeo do acidente envolvendo um bombardeiros nuclear da Rússia Tu-22M3

27 de janeiro de 2019 - 17:05:23


Imagens chocantes surgiram do terrível acidente envolvendo um bombardeiro nuclear capaz de atingir o norte do Círculo Polar Ártico em uma nevasca, matando três dos quatro tripulantes.


O bombardeiro supersônico Tu-22M3 'Backfire' estava pousando em Murmansk em baixa visibilidade quando bateu na pista, quebrando a parte de trás da aeronave, fazendo a cabine girar no chão enquanto o resto do jato explode em chamas.

O Ministério da Defesa da Rússia insistiu que o jato não estava armado no momento do acidente, ocorrido em 22 de janeiro de 2019.

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Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro rejeita ultimato da Europa.

27 de janeiro de 2019 - 16:30:52

O líder venezuelano, Nicolas Maduro rejeitou as exigências dos países europeus em convocar eleições dentro de oito dias, em uma entrevista transmitida no domingo, insistindo que seu país "não está amarrado" à Europa.

“Eles deveriam retirar este ultimato. Ninguém pode nos dar um ultimato ”, disse Maduro à CNN Turk em uma entrevista em turco do espanhol.

"A Venezuela não está ligada à Europa. Isso é completa insolência ”, acrescentou Maduro, ao descrever as ações dos países europeus como um“ erro ”.
Potências europeias, incluindo França, Holanda e Alemanha, alertaram no sábado que reconhecerão o líder da oposição, Juan Guaido, como presidente, a menos que Maduro convoque eleições dentro de oito dias. O Reino Unido e a Espanha também deram um ultimato semelhante.[post_ad]

O chefe da Assembléia Nacional, Guaido, proclamou-se presidente interino da Venezuela durante uma manifestação de massas contra Maduro.

Desde então, Estados Unidos, Canadá e muitos países sul-americanos, incluindo o Brasil e a Colômbia, apoiaram a auto-proclamação de Guaido.

Mas Maduro na entrevista disse que Guaido estava "violando a Constituição", acusando Washington de uma "tentativa de golpe" contra seu governo.
“Tudo o que está acontecendo está ligado à América. Eles estão nos atacando e acham que a Venezuela é o quintal deles ”, disse Maduro ao entrevistador.
Ele disse que superaria o desafio ao seu governo. Maduro disse estar "aberto ao diálogo", mas disse que não é provável que haja uma reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump.
“Não é impossível, mas não é provável. Enviei muitas mensagens para Donald Trump.
A Venezuela está sobre uma constante especulação de guerra civil, inclusive com ameaças de uma possível intervenção militar estrangeira.

Fonte: Jornais Árabes.

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Bombardeiros nuclear da Rússia, são identificados voando próximo ao espaço aéreo do Canadá

27 de janeiro de 2019 - 16:15:07 


Dois caças F-22 Raptor da Força Aérea dos Estados Unidos, dois caças CF-188 da Real Força Aérea Canadense, bem como aeronaves de controle e alerta antecipado E-3 Sentry, identificaram dois bombardeiros russos Tu-160 no espaço aéreo internacional perto do Canadá, informou o NORAD no domingo (27).

O Tupolev Tu-160, também conhecido na Rússia como o Cisne Branco por suas enormes asas brancas, alcançando uma extensão de 55 metros, é um bombardeiro estratégico supersônico desenvolvido no início dos anos 80. O jato pode atingir velocidades Mach 2 e voar até 12.300 quilômetros sem reabastecimento.[post_ad]

O Tu-160 também pode transportar até 40.000 quilos de artefatos, como 6 mísseis de cruzeiro Raduga ou mísseis nucleares de curto alcance de 12 Kh-15 (nome de código NATO AS-16 Kickback).

Fonte: Sputnik News

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26 de jan. de 2019

Guerra na Ucrânia. atualizações da semana

26 de Janeiro de 2019 16:39:52
Por SKYFORCE.

Ao menos 6 soldados do exército da Ucrânia foram mortos em confrontos esporádicos com as forças separatistas nesta semana, outros 12 soldados ficaram feridos.

Hoje, mais um soldado do exército da Ucrânia foi morto quando os separatistas se infiltraram nas linhas ucranianas e disparou um ATGM contra um veículo blindado do exército do país. Além desse soldado morto, outros 5 militares da Ucrânia se feriram nesse ataque.

O Blindado foi completamente destruído.

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Já do lado dos separatistas foram registradas 3 baixas mortais e 6 feridos nesses mesmos combates.

A força aérea da Ucrânia conseguiu abater um pequeno drone de fabricação caseira que pertencia as forças separatistas.








FONTE: MINISTÉRIOS DA DEFESA DOS DOIS LADOS.

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25 de jan. de 2019

Matéria especial: Analise da potente força de caças e aviões de transporte da Venezuela.

25 de Janeiro de 2019 18:01:34
Por SKYFORCE.

Olá à todos. Segue agora mais uma matéria especial sobre as forças militares da Venezuela. Nesse capítulo falarei sobre o poder aéreo da Venezuela. espero que gostem

A força aérea venezuelana é realmente formidável, tanto em tipos de aeronaves quanto na tecnologia das mesmas.

A espinha dorsal da Força Aérea Nacional Bolivariana é o moderno e temido caça russo Sukhoi SU-30MK2, esse caça é de longe o melhor operado na América Latina, sendo superior aos F-16 operados por outros países da região.

Esse caça tem o maior raio de alcance de toda a região, com um SU-30 podendo decolar de Caracas nesse momento e podendo enfrentar outros caças até mesmo em Manaus.

Os SU-30 venezuelanos estão armados com os mísseis AA-12 Adder de médio alcance, equiparáveis ao AM-120 americanos.

Os SU-30 também estão armados com os mísseis de curto alcance ar-ar R-73.

Eles também operam os mísseis ar-superfície KH-31 e KH-29T.

A Venezuela possui 23 unidades desse formidável caça, porém, apenas 6 estão operacionais.

Outro formidável caça operado pela Venezuela é o lendário F-16.

O país latino possuí 24 dessa aeronave das variantes F-16A(18 unidades) e F-16B(6 unidades), porém, apenas 9 estão operacionais, os demais carecem de peças.

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Os caças F-16 são operados por 25 forças aéreas ao redor do mundo. É considerado um dos mais potentes caças já criados pela USAF.

Tem um vasto uso em guerras, com destaque para a guerra do Golfo, onde tanto os EUA quanto alguns de seus aliados usaram esse potente caça contra os iraquianos.

Esses caças obtiveram muitas vitórias, porém também sofreram muitas perdas.

Esse caça é bem ágil e potente, porém, é também muito frágil, mesmo os mais modernos.

Outro caça utilizado pela força venezuelana é o caça de treinamento chinês KW-8.

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O país possui 21 aeronaves desse modelo, todos são usados para treinamento.

Todas estão em atividade.

Os KW-8 tem uma velocidade máxima de até 498 milhas por hora, possui também um alcance de 1.398 milhas e um teto máximo de 42651 pés.

Os armamentos dessa aeronave são variados, desde um canhão padrão de 23 MM até mísseis, foguetes e bombas.

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Outra aeronave operada pelos venezuelanos é a versão para treino do EMB-312 Tucano, de origem brasileira.

Essa aeronave é feita exclusivamente para treinamento.

A Venezuela possui 31 unidades desse caça, porém, apenas 23 estão ativos.

Os demais estão parados por falta de peças.

Outra aeronave operada pela Venezuela é o avião de transporte C-130 Hércules.

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O país opera um pequeno número dessas formidáveis aeronaves de transporte, algumas estão presas ao solo por falta de peças.

A força paraquedista o utiliza para transporte rápido.

O C-130 tem um longo histórico de operação, tendo sido utilizado em operação humanitárias e militares por todo o mundo

Essa aeronave é capaz de levar blindados leves, médios e pesados, além de infantaria e peças de artilharia.


E essas são as aeronaves da força de caças e de transporte da Força Aérea Nacional Bolivariana. espero que tenham gostado da matéria. Logo postarei outra matéria especial sobre as forças militare4s do país.


FONTE: FORÇA AÉREA DA VENEZUELA.

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Matéria especial: Análise do exército regular da Venezuela.

25 de Janeiro de 2019 13:04:45

Por SKYFORCE.

Começa agora a segunda parte da serie sobre o poderio militar da Venezuela, espero que gostem

Agora falarei sobre o exército regular venezuelano e seus armamentos de uso pessoal.

O exército venezuelano tem um tamanho mediano, com cerca de 120 mil soldados na força terrestre do país.

O exército do país é relativamente bem treinado, com as suas tropas sendo mais bem preparadas para um combate urbano. A Venezuela é o país mais urbanizado do continente.

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As forças de infantaria venezuelana tem como seu principal fuzil o russo Ak-103, que tem o calibre 7,62x39mm.

Outro fuzil utilizado pela Venezuela é o também russo AK-47, também de calibre 7,62x39mm.

O exército venezuelano também utiliza o fuzil belga FAL, também de calibre 7,62.

Ambos os fuzis tiveram um grande desempenho em conflitos ao redor do mundo, com o lendário AK-47 tendo sido o fuzil mais utilizado nos últimos anos. O fuzil AK-103 é bem mais recente, tendo começado à ser produzido em 1994, esses dois lendários fuzis foram e são usados em praticamente todas as guerras e conflitos ao redor do mundo.

Em destaque para as atuais guerras na Síria e na Ucrânia.

a Venezuela opera cerca de 100 mil fuzis AK-103 e AK-47, Ao menos 90 mil deles equipam a força terrestre venezuelana.



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Esses armamentos são extremamento elogiados mundo afora, até mesmo pelos americanos.

Já o antigo, porém, mortal Fuzil FAL, está em número bem inferior em comparação aos modelos AKs.

A Venezuela opera cerca de 27 mil desse armamento.

A grande maioria deles está também no exército regular da Venezuela.

O FAL é amplamente utilizado por dezenas de países mundo afora, o Brasil, por exemplo, até alguns anos atrás o tinha como seu armamento padrão.

Seu uso em combate é extremamente elogiado, com ótimos desempenhos em variados cenários de combate real.

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O Fal também é utilizado por praticamente todos os países latino-americanos.

Já em material anti-personal e anti-tanque, o exército venezuelano é menos bem equipado.

Seu principal lança-foguetes portátil é o russo RPG-07.

Esse lança-foguetes tem um calibre de 40 mm e alcance máximo de 500 metros.

Atinge uma velocidade até 115 metros por segundo.

O exército da Venezuela opera milhares desse lançador.

O modelo da ogiva utilizada pelos venezuelanos é o padrão PG-7VL de fase única, que detona com o impacto.

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Esse modelo de lança-foguetes é amplamente usado em todo o mundo.

Sendo um dos lançadores mais populares em uso no mundo.

Dezenas de países o utilizam em suas forças armadas, entre eles se destacam o Irã, a China e Cuba.

Seu uso anti-personal é amplamente elogiado. Forças insurgente afegãs e iraquianas as utilizaram em grande número contra as forças dos Aliados.

Muitos soldados americanos morreram nesses países devido à esse temido lançador.

Apesar de potente contra infantaria, o modelo usado pelos venezuelanos é completamente inútil contra tanques pesados, como, por exemplo o M-60 usado pelo Brasil.

E essas são as principais armas utilizadas pelo exército nacional bolivariano da Venezuela. Espero que tenham gostado.

Logo postarei outra matéria.

FONTE: EXÉRCITO VENEZUELANO E AGÊNCIA REUTERS.

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Matéria especial: Análise da força blindada do exército venezuelano.

25 de Janeiro de 2019 00:45:47.
Por SKYFORCE.

Hoje, estou iniciando uma série de matérias especiais sobre as forças armadas venezuelanas, espero que gostem.

As forças blindadas da Venezuela, são realmente impressionantes, sua força blindada é composta por incríveis 192 tanques T-72B, de fabricação russa. Porém, apenas 92 unidades de potente blindado estão em operação, os demais estão parados por falta de peças de reposição.

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Esses blindados foram comprados pelo antigo presidente venezuelano, Hugo Chávez, em uma bem sucedida campanha para rearmar o seu exército.

Esses blindados fizeram parte da espinha-dorsal da força blindada da extinta URSS.

Esses blindados estão tendo bons resultados na Síria, na Ucrânia e no Iraque.

Porém, o mesmo foi rapidamente superado pelos M1-Abrams americanos  na Guerra do Golfo.

A Venezuela também opera outro potente, porém, mais antigo tanque, o AMX-30 de origem francesa. O país bolivariano opera até 80 unidades desse potente blindado, que está sendo modernizado neste momento por uma empresa espanhola.

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Devido à isso, apenas 37 desses antigos, porém potentes blindados estão em operação.

Esse blindado foi considerado um dos melhores de sua época, tendo estado no exército francês por décadas.

Esse blindado também está presente nas forças armadas de outros países.

Seu uso em combate foi relativamente bem sucedido nos anos 90, tendo as forças francesas o utilizado contra as forças de Saddam Hussein durante a Operação Tempestade no Deserto.

Esses blindados sofreram algumas perdas nos combates contra a Guarda Republica de Saddam, porém, foi relativamente bem sucedido no resto da campanha.

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A força de blindados leves da Venezuela é bem variada e numerosa, porém, bem inferior em números à força ligeira do Brasil.

Um dos blindados que faz parte da força venezuelana é o blindado de combate leve Scorpion-90, o exército da Venezuela opera cerca de 78 unidades desse blindado de origem inglesa.

No entanto, apenas 38 desses blindados estão em operação.

Outro blindado leve do exército venezuelano é o lendário BMP-3M de origem russa.

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O exército venezuelano opera incríveis 130 blindados desse modelo. O país também opera 10 da variante BREN-L e alguns BMP-K.

Todos estão ativos.

Esse blindado é realmente potente, criado para transporte de tropas, ele leva 3 tripulantes e até 8 combatentes.

Pode atingir uma velocidade de 72 KM por hora.

Mas sua blindagem é relativamente fraca.

Seu desempenho em combate é positivo, com o exército árabe sírio tendo utilizado muitos desses blindados na guerra civil em seu país. Porém, muitos foram destruídos pelas forças rebeldes e do ISIS.

Outro país que utiliza esse blindado em combate é a Ucrânia, tanto os separatistas quanto o governo o utilizam com grande sucesso.

Porém, devido às fortes baixas sofridas contra os separatistas, apenas 4 unidades desse blindados são operadas nesse momento na Ucrânia.

Outro blindado ligeiro utilizado pela Venezuela é o BTR-80 também de origem russa.

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O exército da Venezuela opera ao menos 114 BTRs da variante "A".

De acordo com o exército do país, o país opera cerca de 230 BTRs-80, de vários modelos, porém, com a exceção da variante A, os demais não tiveram os seus números liberados à público.

Todos estão em operação.

O BTR-80 é um blindado de transporte blindado leve, não foi feito inicialmente para combate, porém, tem sido extremamente utilizado por exércitos de diversos países em combate aberto. Em destaque para a Síria e a Ucrânia, que o utilizam em combate aberto há anos.

Tanto na Síria quanto na Ucrânia, o BTR tem tido um excelente resultado, apesar de ter sofrido muitas perdas.

O Iraque também o utilizou em combate nas duas guerras do Golfo, porém, as forças aliadas rapidamente destruíram esses blindados.

Outro blindado à fazer parte da coluna blindada da Venezuela é o blindado leve francês AMX-13.


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Esse blindado muito antigo e até mesmo obsoleto, foi produzido nos anos 50, com o objetivo de ser um blindado anti-tanque.

O exército venezuelano o modernizou e o transformou em um blindado leve de apoio.

Esse blindado foi muito utilizado em guerras ao redor do mundo, com destaque para a guerra da independência da Argélia.

A Venezuela opera cerca de 34 unidades desse blindado, todos estão em atividade.


Outro blindado operado pelos venezuelanos é o Lynxs 8X8.


Esse blindado é feito basicamente para transporte de tropas em zonas urbanas.

Nunca foi usado em combate.

A Venezuela opera ao menos 40 unidades desse veículo.

E esses são os principais veículos blindados que compõe a força blindada venezuelana. Espero que tenham gostado.

Logo farei outra matéria especial à respeito das forças armadas da Venezuela.



FONTES: EXÉRCITO DA VENEZUELA, AFP, AGÊNCIA REUTERS E RT.






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24 de jan. de 2019

Governo da Rússia alerta para um possível banho de sangue na Venezuela

24 de janeiro de 2019 - 19:30:18 

O Chanceler da Rússia criticou o que ele chama de ingerência externa nos assunto interno da Venezuela e fez um grave alerta afirmando que há a possibilidade de caos no país seguido de um banho de sangue, caso haja intervenção militar em Caracas.

O Kremlin também informou que até o momento, não houve nenhum pedido de ajuda militar por parte de Nicolás Maduro, reforçando a especulação que o governo da Venezuela poderá fazer o mesmo que o presidente da Síria, Bashar al-Assad que solicitou apoio militar a Moscou.
A Rússia também destacou como muito perigoso, uma intervenção militar dos EUA na Venezuela, destaque esse que está sendo bastante especulado por vários analistas. 

Para reforçar a especulação de uma possível intervenção militar norte americana em Caracas, o vice presidente do Brasil, Hamilton Mourão disse que não há a possibilidade do Brasil participar de uma intervenção militar dos EUA na Venezuela. 
"O Brasil não participa de intervenção. Não é da nossa política externa intervir nos assuntos internos de outros países", respondeu o vice-presidente ao ser questionado pela reportagem do UOL se o Brasil participaria de uma investida aventada indiretamente pelos Estados Unidos."
MAS O BRASIL PODE VIR A DECLARAR GUERRA A VENEZUELA?

O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, já deixou claro que usará todos os recursos legais para derrubar o governo de Nicolás Maduro e uma intervenção militar brasileira entra nesse recurso legal, mesmo ela não sendo explicitada por Bolsonaro.

Caso o Conselho de Segurança da ONU determine que haja uma ação militar contra o governo de Maduro, o Brasil pode sim declarar guerra ao governo venezuelano. 

Assim como o EUA faz, o Brasil também pode usar o pretexto de que o atual governo da Venezuela está oprimindo o seu povo, causando uma crise humanitária e iniciar intervenção militar para impor a paz na nação vizinha. Em vários caso, os americanos junto dos seus aliados, agiram unilateralmente com ações militares para resolver crises humanitárias em vários países do mundo. Síria e Líbia são alguns exemplos.

Um outro cenário na qual o Brasil poderia declarar guerra a Venezuela, seria caso insurja uma guerra civil em Caracas. Nesse contexto, o Brasil poderia formar uma coalizão nos mesmos moldes usados na Síria e no Iêmen, e apoiar a oposição mesmo sem a aprovação do Conselho de Segurança da ONU, alegando que vários civis estão sendo mortos por forças militares de maduro sem poderem se defender.

Outra possibilidade, é o Brasil declarar guerra por declará, alegando que o Brasil não reconhece o novo governo venezuelano e que o mesmo deve ser destituído a força.

O fato é que a situação na qual estamos vivenciando, está propicia para uma guerra na America do Sul e o Brasil pode sim se envolver.

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URGENTE: EUA convoca reunião do Conselho de Segurança da ONU para discutir sobre a Venezuela

24 de janeiro de 2019 - 18:28:25 

O Governo do Estados Unido, solicitou uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU para discutir sobre a crise na Venezuela.

A reunião está prevista para ocorrer no próximo sábado e tem como objetivo, conseguir mais apoio ao reconhecimento de Juan Guaidó como o legitimo presidente da Venezuela.

Não sabemos ainda se será discutido uma possível intervenção militar no território venezuelano.

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23 de jan. de 2019

Forças bolivarianas mataram 4 manifestantes anti-Maduro



Ao menos 4 manifestantes foram mortos pela Guarda Nacional Bolivariana nessa última madrugada, que está sendo considerada como uma das mais violentas nos últimos meses na Venezuela.

Houveram mais de 60 protestos por toda Caracas, os protestos se concentraram nas zonas mais pobres da capital venezuelana.

A imagem pode conter: pessoas em pé
Os manifestantes também incendiaram uma histórica estatua do ex-presidente venezuelano, Hugo Chavez.

Ao menos 27 militares venezuelanos foram presos por tropas fiéis à Maduro após os mesmos terem se rendido.








FONTE: AGÊNCIA REUTERS.

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22 de jan. de 2019

Israel testa com sucesso novo sistema anti-míssil Arrow-3

22 de janeiro de 2019 - 20:08:16

O Ministério da Defesa de Israel divulgou o novo teste do sistema interceptador de misseis Arrow 3

Segundo o ministério, o teste foi bem sucedido e já pode ser integrado ao sistema de defesa anti-míssil israelense assim como o Irom Dome.

O Arrow 3 é capaz de interceptar misseis de curto alcance vindo tanto da Síria quanto do Líbano e misseis de longo alcance vindo do Irã.

Um porta-voz do Ministério da Defesa israelense disse:
“Após o lançamento de um míssil falso, o radar da Arrow avistou o alvo em seu radar e transferiu os dados para o seu centro de gerenciamento de incêndio, que analisou e planejou totalmente a interceptação de forma autonoma.

Depois que o planejamento foi concluído, um interceptador da Arrow 3 foi disparado contra o alvo, o que completou sua missão com total sucesso.”
O teste foi realizado pela Organização de Defesa de Mísseis do Ministério da Defesa de Israel e pela Agência de Defesa contra Mísseis dos EUA (MDA), com a assistência da Força Aérea Israelense e das Indústrias Aeroespaciais de Israel, que fabrica o Arrow 3.

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20 de jan. de 2019

Mais um provável ataque de Israel a Damasco na Síria

20 de janeiro de 2019 - 19:20:30

Ao que parece, Israel realizou um novo ataque com misseis contra Damasco na Síria.

Segundo a agencia de noticia SANA, o exército sírio disse que suas defesas aéreas interceptaram a maioria dos mísseis laçados por Israel, acrescentando que apenas um depósito no aeroporto internacional de Damasco foi danificado.

Obs: Se um deposito foi danificado, logo algum míssil israelense não foi interceptado.

Já a mídia estatal e o Ministério da Defesa da Rússia, o ataque foi lançado por quatro jatos israelenses F-16. Nenhum dano o aeroporto e nenhuma vítima foram relatados.

Segundo relatórios da RT, o ataque ocorreu por volta dás 13h32, horário local de domingo, informou o Ministério da Defesa da Rússia. Quatro caças israelenses F-16 estavam voando sobre o Mar Mediterrâneo enquanto lançavam mísseis guiados para a Síria, visando o "aeroporto internacional, a sudoeste de Damasco", explicaram os militares.

Os sistemas de mísseis de defesa aérea Pantsir e Buk da Síria foram usados ​​para derrubar os misseis israelenses sendo sete deles interceptados. Os militares acrescentaram que não houve danos ao aeroporto nem vítimas no solo.

Uma fonte militar síria disse à mídia estatal que o exército "frustrou" uma "agressão aérea" israelense contra o país.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirmou o ataque no aeroporto, dizendo que era parte da "política permanente do país ... se opor às tentativas do Irã de ganhar uma posição na Síria e ferir aqueles que estão tentando nos ferir".

Já as forças militares de Israel, o Exército israelense disse no mesmo dia em que havia interceptado um foguete lançado no norte das Colinas de Golan, sem especificar de onde vinha o foguete.
Segue a conta oficial da IDF que diz:
"Pouco tempo atrás, um foguete foi disparado no norte das Colinas de Golan e foi interceptado pelo Sistema de Defesa Aérea do Iron Dome."
VÍDEO DO MÍSSIL SENDO INTERCEPTADO PELO IRON DOME



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19 de jan. de 2019

Atualizações das últimas 2 semanas na Ucrânia. Aumentam os números de mortos e feridos.

19 de Janeiro de 2019 00:07:46


Os combates entre as forças separatistas pró-Rússia e as forças leais à Kiev, aumentaram de intensidade nas últimas duas semanas.

Apenas nas últimas 24 horas, ao menos 12 soldados ucranianos ficaram feridos enquanto outros 7 foram mortos em 15 confrontos esporádicos entre os dois lados.


Imagem relacionada
Outros dois soldados ucranianos foram encontrados mortos hoje em um apartamento à alguns km da linha de frente.

Eles apresentam ferimentos a bala. Tudo indica que eles foram mortos por simpatizantes dos separatistas.
Ao todo, durante essas duas semanas, ao menos 22 soldados ucranianos ficaram feridos, ao mesmo tempo, ao menos 12 soldados do exército do país perderam a vida.



Resultado de imagem para Soldados ucranianos mortos

Do lado separatista, foram registrados 13 feridos e 3 mortos nessas duas semanas.

Um tanque ucraniano foi destruído pelos separatistas ontem.







FONTE: MÍDIAS LOCAIS E MINISTÉRIO DA DEFESA UCRANIANO.

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18 de jan. de 2019

EUA, Brasil e mais seis países convocam reunião extraordinária da OEA sobre a Venezuela

18 de janeiro de 2019 - 20:08:45

Os Estados Unidos e mais sete países do continente americano pediram hoje a convocação de uma reunião da Organização de Estados Americanos (OEA) para abordar “os recentes acontecimentos na Venezuela”, segundo um documento citado pela agência noticiosa Efe.

O pedido foi assinado pelo embaixador dos Estados Unidos junto da OEA, Carlos Trujillo, e é dirigido ao representante de El Salvador na organização, Carlos Alberto Calles Castillo, que assumiu em 01 de janeiro a presidência do Conselho Permanente, um cargo rotativo entre os Estados membros.[post_ad]

O representante de El Salvador, país em que está no poder a esquerdista Frente Farabundo Martí para a Libertação Nacional (FMLN), deverá agora responder ao pedido dos oito países.

Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Peru e Estados Unidos pedem que o encontro se realize na próxima quinta-feira, 24 de janeiro, comece às 11:00 locais (16:00 de Lisboa) e se destine especificamente a abordar “os recentes acontecimentos na Venezuela”.


A Venezuela vive uma situação de incerteza política desde que no passado dia 10 de janeiro o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, no poder desde 2013, tomou posse para o seu segundo mandato de seis anos após umas eleições, em maio, consideradas irregulares pela maior parte da comunidade internacional.

No dia em que Maduro tomou posse, 19 dos 34 países que são membros ativos da OEA aprovaram uma resolução declarando não reconhecer a legitimidade de Maduro, embora até agora o Paraguai tenha sido o único a decidir cortar relações diplomáticas com a Venezuela e encerrar a sua embaixada naquele país.

Declarações de repúdio foram também emitidas pela União Europeia (UE) e pelo Grupo de Lima, formado por Estados do continente americano que consideram em falência a democracia na Venezuela.

O presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, recebeu vários apoios – incluindo o do secretário-geral da OEA, Luis Almagro – para exercer o cargo de líder interino do país, uma opção consagrada na Constituição venezuelana no pressuposto de não haver um Presidente legitimamente eleito e de se cumprir uma série de condições.

Fonte: JM

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Trump vai realizar o segundo encontro com Kim Jong-Un, da Coréia do Norte

18 de janeiro de 2019 - 19:37:49

O líder da Coréia do Norte, Kim Jong-un, acompanha o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma pausa nas conversações em sua histórica cúpula EUA-Coréia do Norte em Cingapura em junho passado. Trump e Kim estão programados para realizar um segundo encontro no próximo mês. (Saul Loeb / AFP / Getty Images) 
O presidente dos EUA, Donald Trump, vai realizar uma segunda reunião de cúpula com o líder da Coréia do Norte, perto do final de fevereiro, para tentar convencer Kim Jong-Um a desistir de seu programa nuclear.

O anúncio foi feito na Casa Branca na sexta-feira após Trump se encontrar com um enviado norte-coreano.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que Trump se encontrou por 90 minutos com Kim Yong Chol para discutir a desnuclearização e uma segunda cúpula. Ela chamou a reunião de "produtiva" e disse que o presidente está ansioso para se encontrar com o líder norte-coreano Kim Jong-un em um lugar a ser anunciado em uma data posterior.
"Os Estados Unidos vão continuar a manter a pressão e as sanções contra a Coréia do Norte até vermos a desnuclearização completa e comprovada"

"Tivemos bons passos e boa fé dos norte-coreanos para libertar os reféns e outras ações, e assim, continuaremos essas conversas e o presidente aguarda ansiosamente pela próxima reunião. " disse Sanders.
Trump teve seu primeiro encontro histórico com Kim em junho passado em Cingapura e chegou a um vago acordo de desnuclearização, mas pouco progresso tangível foi feito desde então. Até agora, nenhum detalhe foi divulgado publicamente sobre como a desnuclearização poderia ocorrer.[post_ad]

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse na sexta-feira que "já é tempo" para negociações sérias sobre a desnuclearização na península coreana. 

O chefe da ONU disse em uma entrevista coletiva na sede da ONU em Nova York na sexta-feira que um roteiro permitirá que ambos os lados "saibam exatamente quais serão os próximos passos e tenham previsibilidade na forma como as negociações acontecem".

Guterres disse que é "importante que as duas partes se unam de maneira efetiva". EUA ainda aguardam "passos concretos"

Desde a primeira cúpula, vários analistas privados publicaram relatórios detalhando o contínuo desenvolvimento norte-coreano da tecnologia nuclear e de mísseis. 

Um encontro planejado entre Pompeo e o enviado, que é ex-chefe de espionagem da Coréia do Norte, em Nova York em novembro passado, foi cancelado abruptamente. Autoridades dos EUA disseram na época que a Coréia do Norte havia cancelado a sessão.

As negociações paralisaram a recusa da Coreia do Norte em fornecer uma contabilidade detalhada de suas instalações nucleares e de mísseis que seriam usadas pelos inspetores para verificar qualquer acordo para desmantelá-las.

O Norte exigiu que os EUA ponham duras penalidades econômicas e forneçam garantias de segurança antes de tomar qualquer passo além de sua suspensão inicial de testes nucleares e de mísseis.

O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse na quarta-feira que os EUA ainda estão aguardando "medidas concretas" pela Coréia do Norte para desmantelar as armas nucleares que ameaçam nosso povo e nossos aliados na região. "

Trump ofereceu garantias de que uma segunda cúpula poderia permitir que os dois líderes selassem um acordo resolvendo o impasse nuclear e melhorando um relacionamento marcado por décadas de animosidade e desconfiança desde a Guerra da Coréia. 

China incentivando negociações

Kim expressou frustração em um discurso anual de Ano Novo sobre a falta de progresso nas negociações. Mas em uma visita a Pequim na semana passada, ele disse que a Coréia do Norte tentaria uma segunda cúpula "para alcançar resultados que serão bem-vindos pela comunidade internacional", segundo a agência oficial de notícias Xinhua.

A última viagem de Kim à China, sua quarta desde o ano passado, ocorreu quando o aliado mais forte do Norte encorajou as negociações com os EUA e, ao mesmo tempo, defendeu a flexibilização imediata das sanções.

Os Estados Unidos e a Coréia do Norte pareciam estar perto da guerra em pontos durante 2017. O Norte encenou uma série de testes de armas que aproximaram a meta nuclear de um dia de atingir qualquer ponto do continente americano. 

Os dois lados então se insultaram: Trump chamou Kim de "Pequeno homem foguete" e a Coréia do Norte disse que Trump era um "babaca".

Kim se voltou abruptamente para a diplomacia com Seul e Washington no ano passado, possivelmente temendo danos econômicos pelas penalidades impostas sobre os testes de armas.

Ainda assim, mesmo após a cúpula de Cingapura, a primeira entre os líderes norte-americanos e norte-coreanos, houve pouco progresso real no desarmamento nuclear.

Analistas independentes são altamente céticos de que a Coréia do Norte irá abandonar facilmente um arsenal nuclear construído em face da pobreza profunda e provavelmente visto por Kim como sua única garantia da sobrevivência de seu governo.

Fonte: CBC

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Trump anuncia uma nova era de defesa dos EUA com o projeto Star Wars

18 de janeiro de 2019 - 19:23:00


O presidente Trump, ontem, elogiou uma "nova era" na defesa antimíssil enquanto lançava planos ambiciosos para um programa "Star Wars" de armas espaciais.

Os mecanismos de defesa propostos pelos americanos contrariam ameaças dos estados como a Coréia do Norte, Irã e China. As medidas a serem consideradas incluem máquinas baseadas no espaço que podem detectar, rastrear e destruir mísseis inimigos.[post_ad]

Trump revelou ontem sua Revisão de Defesa de Mísseis, a primeira pelos EUA em quase 10 anos. 

Ele disse: 
"Nosso objetivo é simples - garantir que possamos detectar e destruir qualquer míssil lançado contra os Estados Unidos - em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer lugar".
O plano tem ecos da polêmica iniciativa Star Wars do ex-presidente Ronald Reagan nos anos 80.

A Iniciativa de Defesa Estratégica do Presidente Reagan viu uma grande variedade de conceitos de armas avançadas, incluindo lasers, armas de feixe de partículas e sistemas de mísseis baseados no espaço estudados.

A revisão do presidente Trump foi lançada em meio a temores crescentes de que países como Coreia do Norte, Irã, Rússia e China possam desenvolver ou já possuir sistemas de mísseis capazes de atingir os EUA.

O ditador norte-coreano Kim Jong-nn, que está desenvolvendo armas nucleares, repetidamente testou mísseis balísticos intercontinentais, disparando contra o Japão.

A impressão artística de um satélite equipado com laser disparando contra um rival, em 1984 (Imagem: Ministro da Defesa EUA)
Ele alega que a totalidade dos EUA está dentro do alcance de seus ICBMs.

A revisão dizia: 
"Enquanto um possível novo caminho para a paz agora existe com a Coréia do Norte, ela continua a representar uma ameaça extraordinária e os Estados Unidos devem permanecer vigilantes".
A justificativa para sistemas de detecção e destruição baseados no espaço se origina do fato de que os ICBMs são disparados para o espaço e em seguida, reentram na atmosfera da Terra a caminho de seus alvos, a milhares de quilômetros de seus locais de lançamento.

A revisão recomendou o estudo de tecnologias experimentais, incluindo as perspectivas de armas baseadas no espaço que poderiam derrubar mísseis inimigos.

Ele também pediu investimentos em sensores baseados no espaço que possam detectar e rastrear melhor os mísseis que chegam.

Trump disse: 
"Vamos proteger o povo americano de todos os tipos de ataques com mísseis.

"No passado, os Estados Unidos não dispunham de uma estratégia abrangente de defesa antimísseis que se estendesse além dos mísseis balísticos. Segundo nossos planos, isso vai mudar.

Os EUA agora ajustarão sua postura para também se defenderem contra ataques com mísseis, incluindo mísseis de cruzeiro e hipersônico.

"Estamos comprometidos em estabelecer um programa de defesa antimísseis que possa proteger todas as cidades dos Estados Unidos. E nunca negociaremos nosso direito de fazer isso."
Fonte: Express

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Rússia avisa que planos dos EUA de defesa antimísseis vão alimentar corrida armamentista no espaço

18 de janeiro de 2019 - 19:10:05

A Rússia disse nesta sexta-feira que a nova estratégia de defesa antimísseis do Pentágono desencadeará uma corrida armamentista no espaço e comprometerá ainda mais a estabilidade global.

A dura declaração russa veio em resposta ao Missile Defense Review, da administração dos EUA, divulgado quinta-feira durante a visita do presidente Donald Trump ao Pentágono.[post_ad]

A estratégia do Pentágono exige uma nova gama de sensores baseados no espaço e outros sistemas de alta tecnologia para detectar e abater mais rapidamente os mísseis que chegam. 

Ela deixa claro que as novas tecnologias de defesa são necessárias para combater as armas avançadas que estão sendo desenvolvidas pela Rússia e pela China, juntamente com ameaças da Coréia do Norte e do Irã.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia descreveu a nova estratégia dos EUA como uma prova do "desejo de Washington de garantir a dominação militar incontestada no mundo".

Ele alertou que a expansão do sistema de defesa antimísseis dos EUA "inevitavelmente iniciará uma corrida armamentista no espaço com as mais negativas consequências para a segurança e a estabilidade internacionais".
"Ao contrário do que dizem os autores da revisão, a implementação de seus planos e abordagens não fortalecerá a segurança dos EUA e seus aliados"
"As tentativas de tomar esse caminho terão o efeito oposto e trarão outro duro golpe à estabilidade internacional." disse o ministério em um comunicado.
Trump, em um discurso no Pentágono, declarou que o espaço é o novo domínio de guerra e prometeu que os EUA desenvolverão um sistema de defesa antimísseis incomparável para proteger contra ameaças hipersônicas e outras ameaças avançadas.

Sequência de 'Star Wars'?

O Ministério do Exterior russo, descreveu a revisão do Pentágono como uma tentativa de reproduzir planos de defesa antimísseis Star Wars' do presidente Ronald Reagan em um novo patamar tecnológico e exortou a administração Trump para 'vir a seus sentidos' e se engajar em negociações de controle de armas com a Rússia.

Mais cedo nesta sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, novamente rejeitou a alegação dos EUA de violações russas do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário de 1987, acusando Washington de não oferecer nenhuma prova.

Os EUA acusaram a Rússia de testar e instalar um míssil que violava as disposições do Tratado INF que proíbe a produção, o teste e a instalação de mísseis terrestres de cruzeiro e balísticos com um alcance de 500 a 5.500 quilômetros. Washington disse que suspenderá suas obrigações se o russo não entrar em conformidade até 2 de fevereiro.

Lavrov insistiu que o míssil russo só foi lançado no intervalo permitido pelo tratado.
"Se eles acham que o alcance era excessivo, eles devem ter imagens de satélite ou algo mais, mas não mostraram nada para nós", disse ele após as conversações com a visita do ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Heiko Maas.
Mas pediu à Rússia que destrua o tipo de míssil que os EUA alega estar violando o tratado, dizendo que ele não acha que "qualquer um na Europa gostaria de ver o início de uma nova corrida armamentista".

Lavrov disse que os EUA deixaram claro durante os contatos diplomáticos em outubro que a decisão de Trump de abandonar o pacto não está sujeita a negociações.
"Nossos colegas norte-americanos nos disseram durante os contatos oficiais ... que a decisão é final e irreversível e a declaração sobre a intenção dos EUA de sair do Tratado INF não é 'um convite ao diálogo'", disse ele.
Fonte: CBC

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