27 de jan. de 2019

Irã diz que Rússia não os protegem e exige proteção a Síria

27 de janeiro de 2019 - 22:23:29


Na quinta-feira (24), o chefe do comitê de segurança nacional e política externa do Parlamento iraniano, Heshmatollah Falahat-Pisheh, expressou sua raiva a Rússia por eles não usarem o seu avançado sistema antiaéreo de defesa S-300 para proteger os ativos militares iranianos na Síria devastados pelos ataques aéreos israelenses no início da semana.

"Os israelenses afirmam que suas ações são contra o Irã, enquanto na verdade, eles estão atacando as instalações de infra-estrutura, segurança e defesa da Síria e a Rússia não os defende", disse Falahat-Pisheh à mídia iraniana. 
Ele prosseguiu dizendo que a Rússia era responsável por não ativar contra-medidas aos aviões de guerra israelenses enquanto voavam sobre o Líbano.
"Há uma séria crítica à Rússia por desativar seus mísseis de defesa aérea S-300 quando o 'inimigo sionista' atacar o Líbano", disse ele mencionando uma reportagem publicada no site do Debka File, site esse de inteligência militar israelense que escreve em inglês.
Falahat-Pisheh passou acusar a Rússia de cooperar com Israel.
"Se a defesa aérea russa funcionasse corretamente, Israel não seria capaz de lançar facilmente ataques contra a Síria. Parece haver alguma forma de coordenação entre os taques do regime sionista e o sistema de defesa aérea da Rússia na Síria." disse Falahat-Pisheh.
O Debka informou que o treinamento russo de militares sírios nos sistemas anti-aéreos S-300, será concluído em março. Os operadores sírios estarão sob o comando direto de oficiais russos. 

A estrategia russa, em teoria, é impedir a força aérea israelense de atacá os S-300 evitando o que dizem "provocar a ira do governo russo". 

Os sírios que controlarão o sistema S-300, também trarão o Hezbollah no Líbano sob a proteção oferecida pelo avançado sistema russo e seu poderoso radar.

A frustração iraniana vem após um ataque israelense a qual vários misseis foram lançados no domingo e na segunda-feira, incluindo um realizado em plena luz do dia que atingiu cerca de dez alvos, incluindo armazéns de armas no Aeroporto Internacional de Damasco e em outros locais, sendo um complexo de inteligência iraniana e um Campo de treinamento iraniano. Os ataques israelenses também visaram várias baterias de mísseis terra-ar sírios.

Logo após os ataques aéreos, os sistemas anti-mísseis da IDF, os Iron Dome, derrubaram um projétil disparado contra Israel da Síria. O rastro do foguete foi observado por civis israelenses esquiando nas encostas do Monte Hermon. A IDF culpou as forças iranianas do Al Quds pelo míssil disparado contra Israel.

Na quarta-feira, a Rússia disse a Israel para parar os ataques aéreos "arbitrários".
"A prática de ataques arbitrárias ao território de um Estado soberano, neste caso, estamos falando da Síria, deve ser descartada. Nunca devemos permitir que a Síria, que sofreu anos de conflito armado, seja transformada em uma arena onde as pontuações geopolíticas sejam resolvidas". disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova. 
Isso parece estar em contradição direta com uma declaração feita pelo vice-chanceler russo, Sergei Ryabkov, na sexta-feira, quando negou que a Rússia fosse aliada do Irã na Síria. Ryabkov assegurou ao governo israelense que sua segurança era uma das "prioridades principais" de seu governo.
"Não subestimamos a importância de medidas que garantam uma segurança muito forte do Estado de Israel. Os israelenses sabem disso, os EUA sabem disso, todos os outros, inclusive os iranianos, os turcos, o governo de Damasco [saiba disso]. Esta é uma das principais prioridades da Rússia.” disse Ryabkov à CNN em uma entrevista. 
Ryabkov explicou que a cooperação russa com a Síria, o que ele descreveu como "trabalhando em conjunto" foi uma questão de conveniência operacional.
“Os iranianos foram muito prestativos quando convocamos o Congresso Nacional do povo da Síria em Sochi, mas não vemos, em nenhum momento, completamente de acordo com o que acontece”, disse Ryabkov.
O ex-oficial do Pentágono, Michael Rubin, explicou as declarações aparentemente contraditórias dos oficiais russos ao JNS. Rubin disse que 
"a Rússia e Israel conhecem bem as linhas vermelhas um do outro, e Putin e Netanyahu têm uma relação de trabalho muito boa, mesmo que eles não estejam de acordo."
E complementou...
“Neste caso”, disse ele, “suspeito que haja uma diferença entre o que a Rússia deve dizer publicamente para acalmar o Irã e a Síria, e o que eles provavelmente estão dizendo aos iranianos em particular.

Publicamente, é fácil mastigar Israel; todo mundo faz, mas particularmente, os russos provavelmente estão dizendo aos iranianos que Moscou não pode protegê-los se eles continuarem a provocar Israel ou reforçar os armamentos já robustos do Hezbollah ”.
Realmente muitos analistas dizem que a participação da Rússia na defesa da Síria contra misseis lançados por Israel, são quase que nulo.

Fonte: Mídias Israelense 

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20 de jan. de 2019

Mais um provável ataque de Israel a Damasco na Síria

20 de janeiro de 2019 - 19:20:30

Ao que parece, Israel realizou um novo ataque com misseis contra Damasco na Síria.

Segundo a agencia de noticia SANA, o exército sírio disse que suas defesas aéreas interceptaram a maioria dos mísseis laçados por Israel, acrescentando que apenas um depósito no aeroporto internacional de Damasco foi danificado.

Obs: Se um deposito foi danificado, logo algum míssil israelense não foi interceptado.

Já a mídia estatal e o Ministério da Defesa da Rússia, o ataque foi lançado por quatro jatos israelenses F-16. Nenhum dano o aeroporto e nenhuma vítima foram relatados.

Segundo relatórios da RT, o ataque ocorreu por volta dás 13h32, horário local de domingo, informou o Ministério da Defesa da Rússia. Quatro caças israelenses F-16 estavam voando sobre o Mar Mediterrâneo enquanto lançavam mísseis guiados para a Síria, visando o "aeroporto internacional, a sudoeste de Damasco", explicaram os militares.

Os sistemas de mísseis de defesa aérea Pantsir e Buk da Síria foram usados ​​para derrubar os misseis israelenses sendo sete deles interceptados. Os militares acrescentaram que não houve danos ao aeroporto nem vítimas no solo.

Uma fonte militar síria disse à mídia estatal que o exército "frustrou" uma "agressão aérea" israelense contra o país.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, confirmou o ataque no aeroporto, dizendo que era parte da "política permanente do país ... se opor às tentativas do Irã de ganhar uma posição na Síria e ferir aqueles que estão tentando nos ferir".

Já as forças militares de Israel, o Exército israelense disse no mesmo dia em que havia interceptado um foguete lançado no norte das Colinas de Golan, sem especificar de onde vinha o foguete.
Segue a conta oficial da IDF que diz:
"Pouco tempo atrás, um foguete foi disparado no norte das Colinas de Golan e foi interceptado pelo Sistema de Defesa Aérea do Iron Dome."
VÍDEO DO MÍSSIL SENDO INTERCEPTADO PELO IRON DOME



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15 de jan. de 2019

Netanyahu emite aviso para o Irã sair imediatamente da Síria ou Israel continuará atacando

15 janeiro de 2019 - 10:10:54 

O primeiro-ministro israelense alertou os iranianos para deixarem a Síria e agora avisa a Teerã que suas forças militares "não vão parar de atacar" em meio a temores de uma guerra mundial total.

Benjamin Netanyahu emitiu o aviso dizendo: 
"Eu estou dizendo a vocês, saiam de lá rapidamente ou não vamos parar de atacar. ”
O primeiro-ministro também intensificou suas repetidas advertências contra uma presença iraniana na Síria, devastada pela guerra, dizendo que Israel não permitirá que o regime se estabeleça lá.[post_ad]

Ele também zombou do Irã por negar a presença de suas tropas na Síria e insistiu que o movimento servisse apenas como uma posição consultiva.

Falando durante a cerimônia de nomeação do chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel, Aviv Kochavi, ele disse: 
"Eles (Irã) sempre mentem. Eles estão mentindo com isso e estão mentindo quando dizem que sua tentativa de lançar um satélite no espaço falhou".
Suas declarações vêm depois que o general iraniano Hassan Firoozabadi disse que seus "conselheiros militares" permanecerão na Síria pelo tempo necessário para derrotar os terroristas.

Firoozabadi também revelou que o lançamento do satélite do país, que foi duramente criticado pelos EUA, não conseguiu atingir o "a distancia necessário" para orbitar a terra.

Mas Netanyahu criticou o Irã por mentir e disse que a tentativa fracassada foi parte da tentativa de Teerã de desenvolver um míssil balístico intercontinental.
"O Irã está lançando um satélite inocente, mas está realmente interessado em alcançar o primeiro estágio de um míssil balístico intercontinental, violando acordos". disse Netanyahu.
A escalada ocorre depois que um chefe militar iraniano ameaçou destruir as bases do Exército dos EUA no Oriente Médio em um discurso no qual ele também prometeu "aniquilar Israel ".

O general-de-brigada Mohammad Reza Naqdi, vice-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica para assuntos culturais e sociais, disse: 
“A América não lançará uma guerra contra o Irã. Se isso acontecer uma possibilidade que não descarto é destruirmos todas as suas bases militares na região."

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12 de jan. de 2019

Damasco na Síria, é mais uma vez alvo de misseis de Israel.

12 de janeiro de 2019 - 07:09:09

Em mais uma noite, Síria é atacada por misseis disparados por jatos de Israel.

A mídia estatal síria informou que na noite de sexta-feira (11) as defesas aéreas sírias responderam a um ataque de mísseis israelenses que tinham como alvo Damasco. Observadores locais disseram que os ataques atingiram um local perto do aeroporto da capital síria.[post_ad]

Os ataque que provavelmente foi realizado por Israel, visaram a área em torno do aeroporto de Damasco e da região de Al Kisweh, onde o Irã já empregou fortemente soldados e bases militares no passado, disse o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

A maioria dos mísseis disparados por "aviões militares israelenses" foram interceptados por volta das das 23:00h, horário local da síria, (19:00h horário de Brasilia) disse a fonte.
"Apenas um depósito do Ministério de Transporte da Síria, situado no aeroporto internacional de Damasco foi atingido", citou a fonte militar, segundo a SANA.
A agência estatal de notícias também citou uma fonte do Ministério dos Transportes dizendo que o aeroporto estava funcionando normalmente.

Os ataques foram relatadas pela primeira vez um pouco antes da meia-noite em Damasco pela Agência de Notícias da Síria. Alegou que as defesas aéreas sírias frustraram e combateram "objetos hostis" sobre Damasco na noite de sexta-feira.

Anaslistas sugeriram que os ataques tiveram como alvo, uma instalação ligada ao Hezbollah em Al Kisweh.

Os jatos israelenses supostamente atacaram a Síria através do espaço aéreo libanês depois de terem sobrevoado intensamente  sobre o Líbano na quinta-feira (10).

Al Kisweh foi atingido por Israel pelo menos três vezes antes, com um ataque em grande escala realizado em maio passado.

Em 2017, a BBC, citando uma fonte da inteligência ocidental, informou que as forças armadas iranianas teriam estabelecido um complexo em um local usado pelo exército sírio fora de Al Kiswah, a 14 km ao sul de Damasco.

Se esse ataque de sexta-feira for confirmado como sendo o responsável Israel, esta será a segunda segundo vez que forças israelenses bombardeias a Síria desde que os EUA anunciaram sua intenção de retirar-se em 19 de dezembro.

Israel já realizou vários ataques na Síria contra o que diz ser alvos militares iranianos que enviou armas ao Hezbollah, grupo libanês apoiado pelo Irã, ambos inimigos declarados do país.

Muitos deles estiveram na área ao sul de Damasco.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, prometeu não deixar Teerã, um defensor do presidente Assad se entrincheirar militarmente no país devastado pela guerra.

Em setembro, um avião militar russo foi abatido acidentalmente pelo fogo antiaéreo sírio que tentava bloquear os mísseis israelenses.

A Rússia é um dos principais aliados de Damasco, ajudando-o a reconquistar vastas áreas de território perdidas para rebeldes ou grupos militantes desde o início da guerra civil em 2011.

Fonte: The National

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11 de jan. de 2019

O Irã promete destruir as bases do Exército dos EUA e ameaça Israel

11 de janeiro de 2018 - 13:52:12

Um chefe militar iraniano ameaçou destruir bases do Exército dos EUA no Oriente Médio alem de prometer aniquilar Israel.

A as ameaças vieram do brigadeiro-general, Mohammad Reza Naqdi, vice-comandante da Guarda Revolucionária Islâmica para assuntos culturais e sociais.[post_ad]

Falando na rede de televisão iraquiana Al-Nujaba, o general zombou da ideia de um ataque dos EUA ao Irã e alertou para uma resposta rápida se o fizesse. 
“A América não lançará uma guerra contra o Irã. Se isso acontecer, destruiremos todas as suas bases militares na região" afirmou Naqdi.
O general Naqdi também minimizou as capacidades militares sauditas e descreveu a ideia de um ataque saudita ao Irã como "muito risível".
“Temos um provérbio farsi que diz: "Você não pode comparar uma formiga a um elefante".

A Arábia Saudita é incapaz de controlar até mesmo sua frente interna. Utiliza aviões de caça para bombardear pequenos bairros na Arábia Saudita.

Acredito que a Arábia Saudita é muito mais fraca do que você imagina.

Se dermos a ordem a uma divisão em qualquer uma das nossas 30 províncias, ela poderá derrotar e destruir a Arábia Saudita.

É verdade que a Arábia Saudita tem muitas armas avançadas, mas não pode enfrentar um exército como o do Irã.” Disse Naqdi.

Quanto a Israel, Naqdi deferiu grande ameaças.

“Israel deve ser destruído e exterminado.

Não há dúvida de que os sionistas devem ser aniquilados e destruídos. Isso definitivamente vai acontecer.

Nem a Rússia nem qualquer outro país pode intermediar entre nós e os sionistas.

A revolução islâmica no Irã não recuará nem uma polegada de sua posição em relação à destruição de Israel.

Nós éramos, nós somos, e continuaremos a ser os soldados do Imam Khamenei até o nosso último suspiro e até a última gota do nosso sangue.

Eu mesmo vou içar a bandeira da Revolução Islâmica em Jerusalém, Alá disposto."
Analistas do Oriente Médio disseram que o Irã freqüentemente pedia a destruição de Israel, mas ficaram surpresos com a ferocidade da retórica e disseram que é incomum para uma figura sênior do regime declarar que o Irã destruiria o Estado judeu.

No começo da semana, o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, disse que as sanções dos EUA estão pressionando o Irã e seu povo, mas prometeu sair por cima.

Donald Trump voltou a impor sanções a Teerã após retirar-se de um acordo internacional sobre o programa nuclear iraniano.
“As sanções exercem pressão sobre o país e o povo.

Os americanos dizem alegremente que essas sanções não têm precedentes na história.

Sim, eles são sem precedentes. E a derrota que os americanos enfrentarão será sem precedentes, se Deus quiser ” disse Khamenei.
Fonte: Express 

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7 de jan. de 2019

EUA recuam na sua retirada rápida de tropas na Síria.

07 de janeiro de 2019 - 20:09:51

Donald Trump teria informado que as tropas americanas deveriam sair da síria em 30 agora, em um novo Twitter, o presidente americano informou que a suas tropas irão sair no tempo adequado e quando o ISIS for completamente destruído.

Assessor de segurança nacional dos EUA, John Bolton chegou a Turquia nesta segunda (07) para negociar a segurança dos combatentes Curdo como garantias da retirada.[post_ad]

O acordo prevê garantias de que a Turquia não atacará soldados curdos que lutaram ao lados de tropas americanas, sendo essas agora a nova condição para a retirada das tropas americanas da Síria.

Enquanto existir essa ameaça por parte dos turcos contra os curdos, os soldados americanos que ainda se encontram na síria, não retornarão para suas casas.

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18 de set. de 2018

Rússia culpa Israel pelo incidente que derrubou o avião de vigilância Ilyushin 20 (IL-20) na costa da Síria

18 de setembro de 14:01:32


O Ministério da Defesa da Rússia alertou que poderia retaliar Israel nesta terça-feira, depois que uma de suas aeronaves de vigilância com 15 pessoas a bordo foi derrubada por um míssil terra-ar sírio sobre o Mar Mediterrâneo.


Equipes de resgate encontraram os destroços a cerca de 27 quilômetros da costa da Síria e recuperaram os restos mortais dos 15 membros do serviço russo.

Os militares russos disseram que o avião foi atingido acidentalmente por um dos mísseis S-200, que foram destinados a quatro caças israelenses F-16 que estavam atacando alvos na província costeira de Latakia, na segunda-feira.[post_ad]

A Rússia disse que a aeronave israelense "empurrou" o avião turboélice de vigilância russo Ilyushin 20 (IL-20) para a linha de fogo. O ministério acusou o exército israelense de "provocação intencional" e disse que Israel não advertiu a Rússia sobre sua operação na área até um minuto antes da greve.
"Usando o jato russo como escudo, os pilotos israelenses o colocaram no fogo dos sistemas de defesa aérea síria", disse o porta-voz do Ministério da Defesa, general Igor Konashenkov, segundo a mídia russa.
"Como resultado das ações irresponsáveis ​​dos militares israelenses, 15 recrutas russos morreram. Isso está absolutamente fora de linha com o espírito da parceria russo-israelense. Nós nos reservamos o direito de tomar as medidas apropriadas em resposta."
Falando depois na terça-feira em Moscou, o presidente russo, Vladimir Putin, disse que a resposta da Rússia ao incidente seria focada em "garantir a segurança" das forças russas na Síria. 
"Parece uma cadeia de trágicas circunstâncias acidentais", disse Putin.
A Rússia tem sido um dos principais apoiantes do presidente sírio, Bashar Assad, e tem duas bases militares no país, incluindo uma perto da costa do Mediterrâneo.

Fonte: CBS NEWS

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12 de set. de 2018

BATALHA DE IDLIB: ULTIMAS INFORMAÇÕES DA GUERRA NA SÍRIA

12 de setembro de 218 - 15:11:25 


Informações sobre um possível ataque de falsa bandeira em Idlib com agentes químicos.


De acordo com fontes no local e do Centro Russo para a Reconciliação na Síria, alguns canais de TV do Oriente Médio e um canal dos EUA, filmaram cerca de 9 cenas de ataques químicos de falsas bandeiras em Idlib.

Já o Ministério de Defesa da Rússia, informou que os terroristas estão considerando uma ação real envolvendo o uso do agente quimico cloro em Idlib.[post_ad]

O Centro Russo para a Reconciliação na Síria também disse que os Capacetes Brancos e alguns terroristas, teriam selecionado 22 famílias com crianças para participarem da encenação e que esse ataque de falsa bandeira pode acontecer em breve.

Enquanto isso, o governo da Turquia, aumentou o fornecimentos de armamentos pesados para os rebeldes em Idlib, inclusive sistema de artilharia BM-21 Grad, mas nada confirmado quanto a esse sistema.

Já a França, disse que uma operação terrestre em Idlib, é uma grande ameaça para a Europa.

A ONU por sua vez, disse que essa batalha, pode representar a maior catástrofe na região.

China na Síria

De acordo com a PressTV, é esperado que a China esteja interessada em participar da ofensiva em Idlib, segundo informações, algumas frotas chinesas estavam presentes no mega exercito militar russo que terminou em 8 de setembro. Há também relatos de que cerca de 3.500 soldados chineses estão prestes a partir para a Síria com o intuito de participar da ofensiva terrestre que também contará com o apoio da Rússia e do Irã.

O interesse chines em participar dessa ofensiva, se dá pelo fato de muitos chineses treinados pela Al-Qaeda e que agora fazem parte de uma coalizão miliciana chamada de Tanzim Horas al-Din (Os Guardiões da Religião) estão operando ao lado de rebeldes em Idlib. Esse braço chines da Al-Qaeda que alicia chineses e os trazem para Síria, estaria irritando o governo da China e por isso, segundo o governo chines, está na hora de se envolver militarmente na guerra da Síria.

Essa especulação cresceu depois que representantes do governo iraniano e da China se encontraram e assinaram alguns acordos voltadas a área de defesa e cooperação militar. Houve também uma discussão sobre a situação da guerra na Síria.

O Ministro da Defesa Chines, Wei Fenghe, deixou claro essa aproximação militar entre os dois países. 
"Depois de uma boa cooperação comercial e econômica, chegou a hora da cooperação militar" disse Fenghe
A batalha de Idlib está preste e a ocorrer e muito pode se esperar para os próximos dias, basta agora esperar para saber com mais exatidão o desenrolar dos acontecimentos.

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27 de jul. de 2018

EUA se preparando para bombardear o Irã no próximo mês?

27 de julho de 218 - 00:15:30

A rede de noticia ABC da Austrália, disse em seu site de noticias que ministros australianos do alto escalão do governo de Turnbull, falaram que os EUA estariam prontos para bombardear instalações nucleares do irã já no próximo mês e que a Austrália estaria disposta a ajudar.

A ABC da Austrália informou que a ajuda australiana viria de suas instalações secretas, na qual seriam usadas para identificar e marcar alvos no Irã. Quem também ajudaria nessa tarefa de identificação, seria os agentes do serviço secreto Britânico.

Uma das fontes, disse que a Austrália ajudaria apenas com o serviço de inteligencia e não participaria diretamente de um bombardeio.[post_ad]

Os Estados Unidos tem em conjunto com outros 4 países, instalações secretas de espionagem via satélite chamada de "Os Cincos Olhos" que compõem EUA, Reino Unido, Austrália, Canada e Nova Zelândia. Essas instalações tem como objetivo, direcionar os pontos de espionagens para os satélites espiões americanos e justamente a instalação de inteligencia australiana chamada de Pine Gap, será utilizada nessa missão de identificação.

Apesar dessa informação ter vindas por parte dos ministros australianos, o próprio Primeiro Ministro da Austrália, Turnbull veio a publico dizer que não vê motivos para acreditar nessas informações, pois se tratavam apenas de especulações. Para ele, o governo Trump não faria tal ato.

Mas, uma mensagem destinada a Trump vinda do alto comandante iraniano, Qassam Soleimani colocou ainda mais fogo nessa história, 
"Voces americanos irão iniciar a guerra, mas nós é quem iremos termina-la"
E ele complementou dizendo,
"Estamos mais perto do que você pode imaginar. Estamos prontos. Não se esqueça de que somos a Força Qods" disse Soleimani em sua conta do Twitter.
Uma possível ação militar por parte dos americanos contra o Irã, ficou ainda maior depois que Israel invocou a chamada "Begin Doctrine". Doutrina essa que coloca o estado judeu em posição de atacar preventivamente, qualquer país hostil a Israel que tente desenvolver capacidade nuclear, mesmo que pacifica.

Mostrando a alta tensão entre EUA e Irã, o governo Trump disse que só irá retirar suas forças militares da Síria, assim que o Irã deixa o território sírio por completo. Anteriormente, Trump havia dito que as suas forças iriam deixar a Síria, mas voltou atras. 
Essa reviravolta na intenção de deixar a Síria por parte dos americanos, vem acompanhada da solicitação de Benjamin Netanyahu na qual disse que o Irã deveria se retirar imediatamente da Síria.

Algumas outras fontes anonimas, disseram que o centro de inteligencia australiano, já iniciou os preparativos para identificar os alvos iranianos e que o mesmo será feito pelo Reino Unido nos próximos dias.

Uma outra especulação bastante importante, é que a Rússia, assim como no ataque americano a Síria, não irá utilizar suas forças militares diretamente para conter esse possível bombardeio e ficará apenas no apoio logístico, deixando o Irã responsável por se defender.

Será que estamos perto de presenciar uma guerra entre EUA e Irã já no próximo mês? Vale lembra que inicialmente, o ataque coordenado entre França, EUA e Reino Unido a Síria, após um suposto ataque químico contra civis, também não passava de uma mera especulação.

Vamos aguardar e manter bastante atenção no movimento militar iraniano.

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11 de mai. de 2018

Trump e Teresa May conversaram por telefone e condenaram ataque do Irã a Israel.

11 de maio de 2018 - 18:05:43


O presidente dos EUA Donald Trump e a Primeira Ministra Britânica Teresa May, discutiram hoje, sexta-feira (11) por telefone sobre o Irã.

Ambos condenaram o ataque a colinas de Golan por parte do Irã na qual foi acusado por Israel de ter lançado 20 misseis contra alvos israelenses.

Os lideres discutiram uma forma de como lidar com a desestabilização do Oriente Médio por parte do Irã, porem ainda não há muito detalhes do que será feito

O Reino Unido também deixou claro que apoia o direito de defesa por parte de Israel.

O mais provável é que ocorra anuncio de punições econômicas nos próximos dias.

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Irã continua negando sua participação no ataque as colinas de Golan, ocupadas por Israel.

11 de maio de 2018 - 06:30:06 

O Irã negou as alegações de Israel de que lançou ataques com foguetes contra suas forças nas colinas de Golan, chamando as alegações de "fabricadas" e "infundadas".

Na quinta-feira (10), Israel lançou uma onda de ataques contra o que chamou de alvos iranianos na Síria em resposta a supostos ataques iranianos que atacaram pela primeira vez o território sírio de Golan, ocupado pelos israelenses. Foi o mais extenso combate militar entre os dois adversários desde a Guerra dos Seis Dias.
"Os freqüentes ataques do regime sionista à Síria, sob pretextos fabricados e sem base, violam a soberania nacional e a integridade territorial da Síria e desafiam todas as leis e regulamentações internacionais", disse Bahram Qasem, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã.
Israel diz que atingiu dezenas de alvos militares iranianos, além de cinco instalações antiaéreas sírias em resposta às forças iranianas supostamente lançando 20 foguetes nas colinas de Golan.

A mídia estatal síria informou que as defesas aéreas sírias interceptaram a maior parte dos foguetes que chegam sobre a capital Damasco, mas também confirmaram que uma estação de radar e um local de armazenamento de armas foram atingidos.

A televisão estatal iraniana informou que a Síria havia dado uma "resposta esmagadora".

Qasem na sexta-feira, também condenou o silêncio da comunidade internacional sobre os ataques de Israel na Síria.
"O Irã condena veementemente os ataques de Israel à Síria. O silêncio da comunidade internacional encoraja a agressão de Israel. A Síria tem todo o direito de se defender", disse Qasemi, segundo a televisão estatal iraniana.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ameaçou com novas ações na Síria, alertando que os militares israelenses atacarão qualquer nação que atacar o seu país, incluindo ataques preventivos. 
"O Irã cruzou uma linha vermelha; nossa resposta foi apropriada", disse Netanyahu durante uma coletiva de imprensa.
"O exército israelense realizou um amplo ataque, um ataque muito amplo contra alvos iranianos na Síria. Eu envio uma mensagem clara ao regime de Assad que nossas ações visam alvos iranianos dentro da Síria, mas se o exército sírio agir contra nós, nós iremos agir contra isso".
Israel há muito tempo alerta para uma crescente ameaça iraniana dentro da Síria. O ministro da Defesa do país, Avigdor Lieberman, disse em uma entrevista coletiva que as forças israelenses destruíram quase toda a infraestrutura militar do Irã na Síria na quinta-feira. 
"Eles devem se lembrar que, se atacar aqui, nós iremos para lá e espero que terminemos este capítulo e que todos tenham recebido a mensagem", disse Lieberman.
Como as tensões entre Israel e Irã continuaram a aumentar, as Nações Unidas, Rússia, França, Alemanha e Grã-Bretanha, instaram os dois países a evitar qualquer nova escalada.

Fonte: Aljazeera

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10 de mai. de 2018

Ataques de Israel contra a Síria levantam ameaça de confronto militar com o Irã disse MP russo

10 de maio de 2018 - 23:40:06 

O bombardeio israelense de alvos iranianos na Síria foi uma "ação planejada direta" após a retirada dos EUA do acordo nuclear com o Irã, segundo o membro do parlamento russo Leonid Slutskiy. Ele diz que isso poderia desencadear um confronto direto com o Irã.

"Os ataques de Israel às posições iranianas na Síria são uma ação direta planejada após a retirada dos EUA do acordo nuclear [com o Irã], que se tornou o próximo passo na cadeia de provocações EUA-Israel contra o Irã", disse Slutskiy, chefe do Comitê de Assuntos Internacionais.
A declaração veio várias horas depois que Israel lançou uma das maiores operações contra "dezenas" de alvos militares iranianos na Síria. 
Os ataques aéreos de Tel-Aviv duraram duas, mais de 70 foguetes foram disparados, enquanto 28 jatos militares foram enviados, segundo o Ministério da Defesa da Rússia. Israel alega que o ataque ocorreu depois que forças iranianas supostamente atingiram alvos israelenses nas colinas de Golan.
"Tel Aviv está aumentando a ameaça de um verdadeiro confronto militar com Teerã", disse Slutskiy, acrescentando que qualquer "agravamento da histeria anti-iraniana é explosivo". 
Slutskiy advertiu que o ataque mina uma situação já instável em torno do Plano Conjunto de 2015 (o JPOA), comumente conhecido como o acordo nuclear iraniano.

Na terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Washington não recertificará o acordo que limitou o programa nuclear de Teerã em troca do alívio das sanções. Outros signatários do acordo como China, França, Rússia, Reino Unido e Alemanha. condenaram a medida e planejam manter o acordo mesmo sem os EUA.

O aumento das tensões entre Teerã e Tel-Aviv, é motivo de preocupação, disse o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Mikhail Bogdanov. 
"Essa escalada é perigosa e só desvia o mundo da luta contra os terroristas do Estado Islâmico e da Al-Nusra, disse o diplomata.
"É necessário desanuviar as tensões", 
Disse Bogdanov, acrescentando que a troca de ataques entre iranianos e israelenses foi tocada durante a visita do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, a Moscou no início desta semana.

Fonte: RT

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Irã não lançou misseis? Ataque de falsa bandeira para "justificar" um bombardeio de Israel a Síria?

10 de maio de 2018 - 02:01:03


Uma noticia que está circulando no twitter na qual está ganhando força, diz que no caso, não foi o Irã quem lançou os misseis contra Israel.


Segundo a noticia e algumas pessoas, Israel teria bombardeado Damasco e a Síria revidou lançando misseis na Colina de Golan e não o Irã.

No caso, irã não teve nenhuma participação nesse conflito e ao que parece, essa informação é reforçada com a declaração de alguns oficiais sírios, onde eles disseram que o exercito e as forças de defesas sírias responderam a um ataque de israelense.

Em outras palavras, a Síria "Peitou Israel" sozinha.

Se analisarmos bem as fontes confiáveis, 95% dos alvos atacados por Israel, foram bases sírias, divisões de infantaria sírias, sistemas de defesas sírias e radares sírios. Não há muitos relatos de ataque a milicias ou posições iranianas.

Vale ressaltar, que não há forças Xiitas na região de Golan, já que Israel criou um limite seguro onde o Irã não pode passar se não será atacado e esse limite é bastante amplo na região de Golan, somente forças sírias patrulham o local.

Ai fica uma duvida, será que foi uma batalha isolada?

Inicialmente, as fontes israelenses, disseram que se tratava de um ataque sírio e depois, passaram a descrever como um ataque de misseis realizado pela milicia pro Irã al-Quds. 

Rolou boatos de que o governo de israel estava fazendo um certa censura militar nos meios de comunicação em Israel e que teria até ameaçado retirar as credenciais de algumas caso não reportassem o conflito de forma favorável a Jerusalém, informação essa que não foi confirmada.

De fato não há nenhum relatório ou fontes citanto as Colinas de Golan como alvo do Irã, A Guarda Revolucionária Iraniana disse que iria responder aos ataques de Israel, mas não fez menção a Golan e sim a alvos dentro de Israel.

Golan na verdade, é um território sírio na qual foi anexada por Israel na guerra de 6 dias e que não é reconhecida pela Comunidade Internacional como parte de Israel. O único interesse nesse território, fica dividido entre sírios e israelenses, o Irã apoia a disputa por parte dos sírios, pelo fato dessa região ser estrategicamente montanhosa, garantindo um bom posto de artilharia contra Israel mas não fez menção em atacar nesse território.

Há uma matéria no New York Times onde o tenente-coronel Jonathan Conricus, porta voz militar de Israel, disse que o seu governo avisou ao governo russo sobre a sua ação de ataque contra Síria.
"Os russos foram informados antes de nosso ataque pelos mecanismos estabelecidos que temos", disse o tenente-coronel Jonathan Conricus aos repórteres sem dar mais detalhes.
Outras fontes tradicionais e algumas independentes, disseram que Israel teria passado os seus alvos ao governo russo antes de atacar a Síria, mas segundo a IDF, esse ataque só foi realizado, porque as forças milicianas pro Irã atacaram Israel e essa resposta foi quase que imediata.

Mas se esse ataque foi em resposta ao ataque da milica Al-Quds em quase que instantânea, porque então foi repassado aos russos informações sobre os alvos antes mesmo do ataque iraniano?

O fato é que Netanyahu estava em Moscou quando ocorreu os primeiros bombardeios de ambos os lados e retornou a Jerusalém no horário combinado e não as pressas.

Agora vejam o que a IDF disse em sua pagina oficial no Twitter.

No vídeo apresentado pela IDF, podemos ver o lançador de misseis BM-27 Uragan que é operado pelas forças Síria contra o ISIS, e ao que parece, o Irã não tem esses laçadores no local informado.

A IDF liberou também um Info-gráfico dos ataques e segundo ela, todos eram posições iranianas dentro da Síria, forma mais de 50 posições iranianas atacas de acordo com a IDF. 

Informação muito divergente com as repassadas durante a batalha pela própria mídia de Israel.


Para finalizar, não há se quer um vídeo, mostrando artilharias iranianas ou da milica Al-Quds, realizando tal lançamento de misseis.

Então estaríamos diante de uma grande falsa bandeira para "justificar" um ataque a Síria? 

Claro que temos que esperar outras fontes e os comunicados oficiais do exercito Sírio, mas ao que tudo indica... essa foi uma batalha entre os dois países.

Por Conflitos e Guerras

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8 de mai. de 2018

O PRESIDENTE DOS EUA, DONALD TRUMP RETIROU O PAÍS DO ACORDO NUCELAR COM O IRÃ

08 de maio de 2018 - 16:13:06

Em um pronunciamento feito na terça-feira (8) o presidente dos EUA, Donald Trump retirou os EUA do acordo nuclear com o Irã.

Trump disse que essa decisão torna os EUA e seus aliados mais seguro assim como o mundo todo, ele também deixou claro que não irá permitir que o regime iraniano obtenha armas nucleares.

Trump também deu um aviso em tom de ameça, dizendo que agirá contra os países que ajudarem o Irã a ter armas nucleares.

O presidente norte americano também disse que Teerã é o principal patrocinador do terrorismo na região e que isso não poderia continuar.

Para Trump, o Irã continuou enriquecendo o seu urânio mesmo com o acordo e que estava próximo de conseguir o seu primeiro artefato nuclear, mas o Irã nega tal afirmação e diz que o seu programa nuclear é pacifico.

Segundo os americanos e seus aliados no Oriente Médio, o Irã iniciou uma corrida atômica na região, forçando os demais a seguirem o seu exemplo, a própria Arabia Saudita disse que também tem o direito de criar o seu programa nuclear já que Teerã está criando o seu.

Em seu discurso, Trump deixou claro que pretende restabelecer sanções levantadas contra o pais do Aiatolá, Ruhollah Khomeini, líder supremo do país e que novas punições econômicas podem ser impostas.

O fim desse acordo, significa uma vitória tanto para Israel, quanto para a Arabia Saudita, pôs ambos afiram que o Irã estava desenvolvendo armas nucleares escondido, se aproveitando do acordo. Eles também acusavam o Irã de aproveitar o fim das sanções para financiar grupos terroristas.

A saída dos EUA do acordo abre caminho para que Israel não reconheça as instalações atômica do Irã como pacificas, podendo então bombardeá-las.

Caso o acordo seja desfeito, o Irã pode voltar a enriquecer o seu urânio de forma a consegui capacidade de produzir armamentos nucleares, já que o acordo previa um limite nesse enriquecimento.

Apesar da saída dos EUA do acordo, Trump disse que não descarta um novo acordo na qual seja realmente funcional e benéfico para ambo os lados.

Basta agora acompanhar a reação dos países europeus e da Russia, quanto a essa atitude norte americana.

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4 de mai. de 2018

Tensão Israel e Irã: O primeiro-ministro israelense agora tem o poder de declarar guerra sem supervisão de gabinete

04 de maio de 2018 - 04:20:42

Israel aprovou uma lei que concede ao seu primeiro ministro e ao ministro da defesa. a declaração de guerra sem supervisão do gabinete israelense.

A lei vem junto com o aumento das tensões entre Israel e o Irã.

No mês passado, ataques aéreos mataram militares iranianos na Síria, com muitos atribuindo os ataques não reclamados a Israel.

No início desta semana, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, anunciou que Israel roubou uma coleção de documentos nucleares de Teerã, acusando-o de não cumprimir corretamente com o acordo nuclear assinado com as grandes potencias, e isso pode sinalizar a prontidão de Israel para se envolver diretamente em uma guerra com o Irã.[post_ad]

No início desta semana, o Knesset (parlamento) de Israel, votou por 62-42 a favor da concessão de autoridade ao primeiro-ministro para consultar apenas o seu ministro da Defesa antes de ordenar uma grande operação militar. A lei exigia anteriormente uma votação completa do gabinete para empurrar o país para o conflito.

Críticos da nova lei, dizem que essa decisão efetivamente dá liberdade ao primeiro-ministro, removendo a supervisão de gabinete. e o momento da lei coincide com as crescentes tensões na região.

A disputa entre Israel e Irã, ocorre há décadas e tem sido travada em grande parte por meio de guerras por procuração e ataques cibernéticos. 
Mas as recentes hostilidades entre os dois poderiam estar levando as nações à beira de uma guerra total.

Em fevereiro, Israel abateu um drone que afirma ter sido lançado por forças iranianas que operavam na Síria. 

Um porta-voz do exército israelense afirmou que o drone estava "carregando explosivos" e foi lançado "como um ato de sabotagem em território israelense".

No mês passado, ataques aéreos atingiram um aeródromo do governo na Síria , supostamente atacando e matando quatro militares iranianos estacionados na base. 

A Rússia e o Irã foram rápidos em culpar Israel, que permaneceu em silêncio, apesar de várias fontes afirmarem que Israel estava por trás do ataque .

Se Israel fosse responsável pelo ataque, poderia servir como o primeiro sinal de confronto militar direto entre Israel e o Irã. O Irã desde então prometeu retaliação .

E nesta semana o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, fez uma apresentação dramática, acusando o Irã de mentir sobre sua busca por armas nucleares.

Netanyahu revelou que a agência de espionagem israelense Mossad, invadiu sistemas do Irã e roubou 110 mil documentos supostamente sobre o programa nuclear iraniano.

O anúncio provocativo de Israel do ataque é provavelmente parte de sua guerra psicológica contra o Irã mas pode vir a se tornar em uma guerra real e direta.

A Rússia pediu a Israel que forneça imediatamente qualquer informação que possa ter sobre o prosseguimento do programa nuclear do Irã à Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), disse na quinta-feira o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov.
Se Israel ou qualquer outra pessoa receber documentos que alegadamente provam que o Irã ainda tem planos de desenvolver armas nucleares, esses documentos devem ser entregues à AIEA, responsável pela implementação do Plano de Ação Integral Conjunto", disse Lavrov, segundo o Sputnik.
Fonte: Business Insider

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17 de abr. de 2018

Aumenta ainda mais o temor de uma guerra entre Irã e Israel após a JPost confirmar noticia da Al-Akhbar

17 de abril de 2018 - 12:52:39

Agora foi a vez do site israelense The Jerusalém Post confirmar as informações do site Al-Akhbar, na qual foi informado que a Guarda Revolucionária do Irã poderia vir a realizar uma ataque contra Israel.

De acordo com o JPost. a Guarda Revolucionária Iraniana estaria sim planejando um ataque contra israel.

E isso pode ser visto no seguinte trecho do artigo publicado.
"Esse ataque seria realizado diretamente a Israel e não por proxies como feito antes, sob as ordens do comandante da Força Quds, Qassem Soleimani. O ataque viria na forma de mísseis guiados com precisão ou através de drones armados vindos de alguma base na Síria." Relatou o site.
O site também trouxe informações repassadas por uma importante fonte interna da IDF na qual ele disse para a Sky News Arabe:
"Israel vai reagir fortemente a qualquer ação iraniana vinda de dentro da Síria".
Ele complementou dizendo que o Irã planeja esse ataque através de bases na Síria. 

Ele acrescentou que o Irã planeja atacar Israel da Síria, ganhando o controle do estado árabe através de sua força aérea.

Bases Iranianas na Síria

Fotos divulgada na manha desta terça-feira. mostram o que seria bases aéreas iranianas sendo reforçadas na Síria, onde comprova que Teerã aumentou o escopo de suas relações militares com o regime de Assad sob os auspícios do comandante da força aérea do CGRI, General Brigadeiro Amir Ali Hajizadeh.


A fonte também afirmou que as companhias aéreas civis e de carga, Simorgh e Pouya Air, são usadas pelo IRGC como fachadas para vôos de transporte militar, trazendo soldados e armamentos para reforçar a presença militar do Irã na Síria.

De acordo com as fotos, a Guarda Revolucionária do Irã estabeleceu várias bases na Síria, incluindo uma base militar na província de Deir ez-Zor, no leste da Síria, vista com aviões Ilyushin transportando armas do Irã para a Síria. 

As fotos aéreas de inteligência mostraram cinco outras bases aéreas com a presença do IRGC:

A base T4 que inclusive já foi bombardeada por Israel, a base aérea de Aleppo, a de Deir ez-Zor, o Aeroporto Internacional de Damasco e um aeródromo adicional ao sul da capital Damasco.


As fotos da inteligência aérea israelense, supostamente ilustram como Teerã continua capaz de transportar mísseis superfície-terra, bem como veículos aéreos não tripulados para o país devastado pela guerra sob o disfarce de ajuda humanitária. 

A divulgação das fotos chega à frente no 70º Dia da Independência de Israel, quando o Irã também estará marcando seu Dia Nacional do Exército.


As tensões aumentaram dramaticamente entre os dois arqui-inimigos após a infiltração de um drone iraniano no norte de Israel, onde a IDF anunciou na sexta-feira que ele estava armado e em uma missão de ataque de sabotagem contra o Estado judeu. 

Na semana passada, um suposto ataque aéreo israelense contra a Base Aérea T-4, na província de Homs, matou sete soldados do IRGC, incluindo o coronel Mehdi Dehghan, que liderou a unidade operando fora da base. 

Um oficial sênior do IDF confirmou ao The New York Times na segunda-feira que Israel estava por trás do ataque, afirmando que o incidente de fevereiro "abriu um novo período" entre o Estado judeu e a República Islâmica.
"Esta é a primeira vez que vemos o Irã fazer algo contra Israel - não por procuração", disse ele, acrescentando que a greve dos iranianos no T-4 "foi a primeira vez que atacamos alvos iranianos vivos - tanto instalações quanto pessoas". 
Após o ataque, Ali Akbar Velayati, o principal ajudante do líder supremo iraniano Ali Khamenei, alertou que Israel "deveria estar esperando por uma resposta poderosa" à greve no aeródromo, dizendo que "não ficará sem resposta".

Fonte: The Jerusalém Post

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14 de abr. de 2018

Confira o passo a passo dos acontecimentos referente ao ataque dos EUA e Aliados a Síria

14 de abril de 2018: 05:36:29


Segue o registro dos acontecimentos referente ao ataque dos EUA, França e Reino Unido a Síria.

Alguns desses acontecimento podem ser negados com o passar do dia, e outros podem ser relatados em algumas mídias tradicionais.



21:00 Horas: Horário local da Síria. 15:00 Horário de Brasilia.

► Rússia avisa as Forças Armadas da Síria que um ataque hostil é iminente e passa os locais onde ocorrerão os ataques.

► O exercito Sírio entra em estado de alerta máximo.

► Governo sírio coloca suas baterias de defesa anti-aérea em prontidão.

► Uma mobilização ocorre por parte do governo sírio esperando o ataque.


02:00 Horas: Horário local da Síria: 20:00 Horário de Brasilia.

► Uma atividade é registrada no espaço aéreo da Jordânia.

► Sistemas de vigilância da Rússia detectam movimentações na base aérea de 3 países.

► Jatos da coalizão liderada pelos EUA, decolaram no  Qatar, Emirados Árabes Unidos, Chipre e Jordânia.

► É registrado que navios de Guerra dos EUA no Mar Vermelho e no Mediterrâneo estão se preparando para atacar.

► O governo sírio prepara seu sistema de defesa, o ataque está prestes a começar.


03:55 Horas: Horário local da Síria: 21:55 Horário de Brasilia.

► Moradores locais relatam sons de jatos na pare sul da Síria.

► O sistema de monitoramento aéreo russo detecta vários jatos vindos aos sul da Síria.

► É dado inicio ao bombardeio a Síria.

► A primeira onda de mísseis é lançada, e sobrevoam o espaço aéreo sírio vindos da região sul.

► Os sistemas anti míssil sírio entra em ação e intercepta alguns misseis de cruzeiro.

► Moradores de Damasco escutam duas grandes explosões.

► É registrado que dois misseis tomohawk acertaram um centro de pesquisa científica situado em Barzeh, Damasco.


04:00 Horas: Horário local da Síria: 22:00 Horário de Brasilia.

► Os sistemas de radares da Rússia detectam uma segunda onda de misseis se aproximando, esses estão vindos do sul da Síria e outros vindo do deserto de Al-Swidaa, próximo a Al-Tnaf.

► Os russos conseguem identificar a rota dos misseis, eles estão indo em direção a Homs. A informação é repassada para o comando de defesa sírio.

► A forças militares da síria ativam novamente o seu sistema de defesa e mira os misseis que se aproximam de Homs. Alguns misseis são interceptados.

► Apesar dos esforços, um míssil conseguiu atingir um posto militar sírio a oeste de Homs, não foi registrado vitimas militares, pois o local foi evacuado a tempo.

► Moradores locais ouviram duas explosões longe do posto militar e suspeitam que misseis erraram o alvo.

► O governo sírio confirma que dois misseis caiam bem longe do alvo programado, e atingiram uma zona residencial,.

► Equipes de regaste e o corpo de bombeiros são acionados e enviado ao local residencial. 3 civis foram mortos.


04:05 Horas: Horário local da Síria: 22:05 Horário de Brasilia.

► Aviões da coalizão formada por EUA, França e Reino Unidos, decolam da base aérea do Chipre.

► Radares russos voltam a emitir alerta de misseis... É registrado um novo lançamento.

► Agora a Rússia registra uma terceira onda de misseis se aproximando da Síria vindos do Mar Mediterrâneo.

► Sistema de radares russos identificam a rota dos misseis e repassa para o comando de defesa sírio.

► Os misseis seguem em direção a Damasco e a Homs, os sistemas de defesa sírio são ativados novamente e intercepta vários misseis.

► É ouvido por moradores, duas grandes explosões em Damasco.

► O governo sírio informa que as explosões foram decorrente a dois misseis que atingiram um deposito de armas em Harasta, um subúrbio localizado em Rif Dimashq, Damasco. O deposito estava vazio.

► O centro de monitoramento russo na Síria, acaba de enviar um alerta ao centro de comando sírio, informado que misseis estão a caminho do aeroporto internacional de Damasco. Esse alvo é bastante importante e não pode ser destruído.

► Baterias anti-aéreas entram em ação e interceptam os misseis com sucesso e nenhum dano foi causado ao Aeroporto.


Daqui em diante, os horários são conflitantes, e as fontes não relacionam exatamente as horas dos acontecimentos, então não iremos datar os horários.

► 12 misseis de Cruzeiro seguem em direção ao aeroporto de Dumayr a leste de Damasco. Defesas sírias são posta em ação.

► Os sistemas de defesa russo controlados pelas forças síria conseguem interceptar os 12 misseis.

► Agora é detectado misseis seguindo em direção a Jumraya, uma vila localizada no distrito de Qudsaya em Rif Dimashq, essa é uma região rural de Damasco.

► As defesas sírias são ativadas e conseguem interceptar os misseis.

► Os radares russos agora detectam vários misseis seguindo para diferentes alvos na qual não foram previsto no ataque americano.

► Russia consegue identificar as rotas dos misseis e indica que um dos alvos é a brigada de mísseis sírios em damasco, um alerta é enviado urgente ao comando de defesa da Síria.

► Os misseis foram interceptados e não causaram dano.


► O centro de monitoramento russos agora identifica a rota dos outros misseis e repassa as coordenadas para os sistemas de defesa siro. 

► Os misseis inimigos estão se aproximando da sede da 105ª Brigada da Guarda Republicana de Assad.

► É reportado que os misseis foram interceptados e não atingiram o alvo.

► Novo alerta é emitido ao sistemas de defesa sírio, dessa vez, os misseis seguem em direção a 4ª Divisão Mecanizada síria.

► Os sistemas de defesa interceptam os misseis e os abatem, o alvo não consegue ser alvejado.


05:45 Horas: Horário local da Síria: 23:45 Horário de Brasilia.

►Não se há mais registros de lançamento, é encerrada o ataque com misseis a Síria.


Segundo algumas fontes, foram utilizados na interceptação dos misseis os seguintes sistema de defesa aéreo.

Pantsir-S1 / 2 Buk-M2E S-125 / S-1252M / SA-8 / SA-2 AA / S-300

De acordo com fontes do governo sírio, foram interceptados mais de 90 misseis.

Foi registrado 3 mortes de civis, e alguns feridos, nenhuma baixa militar de ambos os lados.

Ainda foi relatado que ao termino do ataque, um Drone de Israel foi abatido pelo sistema de defesa Sírio.

Ao que tudo indica, 60% dos alvos principais foram destruídos.

As informações foram retiradas de vários sites e do twitter

Fontes: AP / BBC News / The Guardian / Twitter / Outros

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PRIMEIRO RESUMO DO ATAQUE A SÍRIA REALIZADO PELOS EUA, FRANÇA E INGLATERRA

14 Abril de 2018: 03:00:02

Um breve resumo sobre o ataque americanos e seus aliados a Síria. 

  • De acordo com as fontes de noticia da Síria, não ocorreu baixa em seu efetivo militar e os alvos estavam vazios.
  • O Ministério do Exterior do Irã, condenou o ataque e emitiu um alerta dizendo que esse ataque pode trazer consequências graves para a região.
  • Muito se falou de que o ataque ocorreu sem a Rússia ter sido avisada, mas ao que parece, o russos e sírios já sabiam qual alvos seriam atacados antes de seu inicio.
  • Nenhum ataque atingiu os setores de defesa russa na síria. nenhum dano foi registrado na parte militar dos russos.
  • O irã também não sofreu baixas nos ataque e nem teve nenhum efetivo militar danificado.
  • Apos o ataque, o Hezbollah moveu o seu exercito para a fronteira com Israel. Jerusalém entrou em alerta máximo.
  • Ao que parece, foram cerca de 120 misseis lançados, e estima que as defesas sírias tenham interceptado cerca de 18 misseis, número esse meramente especulativo.
  • Os respectivos alvos foram: Um centro de pesquisa científica localizado na capital de Damasco; Uma instalação de armazenamento de armas químicas, localizada a oeste de Homs; uma terceira instalação que segundo o Pentágono, servia como armazém de equipamentos de armas químicas também em Horms e um posto de comando vazio.
  • Não se sabe se terá uma nova onda de ataque, mas a Rússia se pronunciou dizendo que irá defende Damasco caso ocorra um outro ataque.
  • Foi mencionado que Israel participou indiretamente do ataque, mas nada foi confirmado.
  • O Ministério de Defesa da Rússia, confirmou que foram mais de 100 misseis utilizados no ataque e que um um numero bastante significativo desses misseis foram interceptado. Esse significativo corresponde a mais da metade segundo alguns reportes. Ainda não há números precisos, porem, esse numero provavelmente foi pequeno.
  • É manhã na Síria e vários manifestantes saíram as ruas de Damasco em apoio ao governo de Assad, e estão pedindo um contra ataque.
  • Por precaução, vários aviões militares russo estão sobrevoando Damasco para certificar-se que os EUA e seus aliados não tomarão nenhuma atitude "estupida".
  • Há relatos por parte da Rússia, que alguns misseis que tinham como direção, instalações russas na Síria, foram interceptados e abatidos, mas ainda é boato.
  • O Ministro das Relações Exteriores da França disse que a operação militar conjunta na Síria, é legítima, limitada e proporcional ao planejado.
  • Legisladores norte americanos afirmaram que o ataque realizado por Donald Trump é ilegitimo pôs não teve aprovação do congresso. Trump não informou ao congresso sobre o seu ataque, alguns analistas militares falam que os EUA foram pressionados pelo Reino Unido para realizar o ataque.
  • Mutos estão brincando dizendo que os EUA esperaram o dia de Sexta Feira 13 para iniciar o ataque.
  • O ministro da Defesa da França disse que a Rússia foi avisada antes dos ataques militares  francês em conjunto com os Estados Unidos e do Reino Unido antes de acontecer. Algumas mídias russas disseram que o governo não foi avisado.
  • O Governo de Cuba condenou o ataque a Síria.
  • O Estado Islâmico lançou um ataque em Damasco apos os bombardeios, mas segundo fontes no local, o ataque não é muito expressivo.
  • Damasco tem a sua vida seguindo normalmente mesmo com os ataques.
  • Legislador russo: Rússia provavelmente convocará uma reunião na ONU sobre ataque à Síria.
Em resumo, foi como mencionamos em posts anteriores, o ataque foi mais simbólico do que punitivo, as forças de Assad não sofreram nenhuma baixa, não houve nenhum dano aos aparatos militares inclusive do Irã, as forças russas já tinham recebido os alvos antes do ataque, o ataque não teve a intenção de derrubar o atual regime sírio e as inalações atingidas, segundo fontes locais, estavam vazias.

Não foi mencionado se um novo ataque irá ocorrer e ainda será feito uma analise no local do suposto ataque químico. O governo americano está esperando por essa analise. 

Agora é observar atentamente o desenrolar das consequências desse ataque que aparentemente não será grave, já que não foi registrada baixas militares e nem civis até o momento.



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30 de mar. de 2018

Caças F-35 de Israel invadem espaço aéreo do Irã sem serem detectados pelas defesas anti-aéreas da Rússia

30 de março de 2018 - 16:38:02


A imprensa do Kuwait informou na quinta-feira (29) que no mês passado, os caças furtivos Adir F-35 da Força Aérea Israelense (IAF) invadiram o espaço aéreo iraniano duas vezes sem serem detectados pelos sistemas antiaéreos russos de ponta presentes no local.

Citando "uma fonte informada", o Al-Jarida, um jornal diário do Kuwait em língua árabe, informou que os dois aviões da IAF passaram sem serem detectados na Síria e no Iraque. 

Se isso for verdade, significa que o caça furtivo F-35 construído nos EUA, não é capaz de ser detectado pelo sistema antiaéreo S-400 instalado na base aérea russa em Latakia, na Síria. 

O Jerusalem Post informou que o F-35 circulou em alta altitude, tendo como alvo as cidades iranianas de Bandar Abbas, Esfahan e Shiraz, todas associadas ao programa nuclear iraniano.

O artigo de Al-Jarida também observou que os sete combatentes do F-35 da IAF, já realizaram várias missões na Síria e na fronteira libanesa-síria.[post_ad]

Também foi enfatizado que os novos caças furtivos, podem voar de Israel para o Irã duas vezes sem reabastecimento.

Isso vem na esteira do primeiro contato hostil direto entre Israel e o Irã. No mês passado, um helicóptero israelense Apache derrubou um drone iraniano que foi lançado da Síria. 

Como resposta, os F-16 israelenses atingiram 12 alvos na Síria, incluindo a base iraniana que lançou o drone. Um F-16 israelense foi abatido e os dois pilotos ficaram feridos. Vários sites militares e de aviação conjeturaram que os F-35 foram usados ​​operacionalmente pela primeira vez pela IAF nesses ataques aéreos dentro da Síria.

A noticia sobre a invasão do espaço aéreo do Irã por parte de Israel, vem em meio a uma crescente especulação de que uma guerra entre os dois países estariam bastante próxima de ocorrer.

Fonte: Breaking Israel News

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