8 de mai. de 2018

O PRESIDENTE DOS EUA, DONALD TRUMP RETIROU O PAÍS DO ACORDO NUCELAR COM O IRÃ

08 de maio de 2018 - 16:13:06

Em um pronunciamento feito na terça-feira (8) o presidente dos EUA, Donald Trump retirou os EUA do acordo nuclear com o Irã.

Trump disse que essa decisão torna os EUA e seus aliados mais seguro assim como o mundo todo, ele também deixou claro que não irá permitir que o regime iraniano obtenha armas nucleares.

Trump também deu um aviso em tom de ameça, dizendo que agirá contra os países que ajudarem o Irã a ter armas nucleares.

O presidente norte americano também disse que Teerã é o principal patrocinador do terrorismo na região e que isso não poderia continuar.

Para Trump, o Irã continuou enriquecendo o seu urânio mesmo com o acordo e que estava próximo de conseguir o seu primeiro artefato nuclear, mas o Irã nega tal afirmação e diz que o seu programa nuclear é pacifico.

Segundo os americanos e seus aliados no Oriente Médio, o Irã iniciou uma corrida atômica na região, forçando os demais a seguirem o seu exemplo, a própria Arabia Saudita disse que também tem o direito de criar o seu programa nuclear já que Teerã está criando o seu.

Em seu discurso, Trump deixou claro que pretende restabelecer sanções levantadas contra o pais do Aiatolá, Ruhollah Khomeini, líder supremo do país e que novas punições econômicas podem ser impostas.

O fim desse acordo, significa uma vitória tanto para Israel, quanto para a Arabia Saudita, pôs ambos afiram que o Irã estava desenvolvendo armas nucleares escondido, se aproveitando do acordo. Eles também acusavam o Irã de aproveitar o fim das sanções para financiar grupos terroristas.

A saída dos EUA do acordo abre caminho para que Israel não reconheça as instalações atômica do Irã como pacificas, podendo então bombardeá-las.

Caso o acordo seja desfeito, o Irã pode voltar a enriquecer o seu urânio de forma a consegui capacidade de produzir armamentos nucleares, já que o acordo previa um limite nesse enriquecimento.

Apesar da saída dos EUA do acordo, Trump disse que não descarta um novo acordo na qual seja realmente funcional e benéfico para ambo os lados.

Basta agora acompanhar a reação dos países europeus e da Russia, quanto a essa atitude norte americana.

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15 de set. de 2017

Líder da Coreia do Norte afirma que o seu pais está próximo de se tornar uma potencia nuclear

15 de setembro de 2017 - 19:35:14


Por Conflitos e Guerras

De acordo com o líder norte coreano Kim Jong-un, a Coreia do Norte está bem próxima de ser tornar, uma potencia nuclear.

[post_ad]A informação veio depois de um teste de lançamento de míssil aparentemente bem sucedido.

O Míssil norte coreano sobrevoou o Japão atingindo a distancia 3.700 quilômetros voando a uma velocidade de 800 km/h, atingindo uma altura de 770.000 metros e caindo a 2.000 quilômetros da ilha Hokkaido. 


Com esse teste, a Coreia do Norte mostrou ao mundo que está empenhada em melhorar o alcance dos seus misseis, já que o segundo teste superou a distancia do primeiro em 1.000 quilômetros.

Essa nova marca, coloca a Coreia do Norte com capacidade de atingir um território norte americano, no caso Guan que está aproximadamente há 3.400 quilômetros de distancia da Coreia do Norte.

O ministro dos Negócios Estrangeiros japonês, Taro Kono, afirmou que "pensa" que o míssil lançado pela Coreia do Norte é do tipo ICBM. Ou seja, um míssil balístico intercontinental. 

O exército norte-americano, por sua vez, divulgou também um comunicado onde diz ter "detectado e seguido" o míssil o que avalia ser um míssil balístico de médio-alcance (do tipo IRBM) e que sobrevoou o Norte do Japão,

Apos esse novo teste, o presidente norte americano, Donald Trump, voltou a dizer que os EUA tem ótimas opções militares para lidar com a Coreia do Norte e não descarta empregar tal ação.

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1 de jul. de 2017

EUA estacionam porta-aviões nuclear na costa de Israel e tensão aumenta

01 de junho de 2017 - 18:45:58



O porta-aviões gigante USS George H.W. Bush, batizado em nome do ex-presidente americano, lançou âncora na entrada do golfo de Haifa.


O porta-aviões nuclear USS George H.W. Bush, da Marinha dos EUA, chegou à costa israelense, se tornando assim o primeiro navio deste tipo nas águas do país nos últimos 17 anos. Como destaca a TV local, o porta-aviões lançou âncora perto da cidade setentrional de Haifa e, como se espera, permanecerá no local durante quatro dias.

“O porta-aviões gigante USS George H.W. Bush, batizado em nome do ex-presidente americano, lançou âncora na entrada do golfo de Haifa. Estão marcadas excursões para milhares de militares norte-americanos de várias cidades israelenses”, acrescenta o canal.

Ministro a bordo

A visita do premiê de Israel, Benjamin Netanyahu, bem como do ministro da Defesa, Avigdor Lieberman, ao porta-aviões está prevista para segunda-feira.

A bordo do navio estão mais de 5.700 militares, bem como dezenas de aviões e helicópteros. O USS George H.W. Bush participa já durante dois anos das operações contra o Daesh (organização terrorista, proibida na Rússia).

Acidente

Ainda neste sábado, um navio-tanque com 38 mil toneladas de produtos petrolíferos colidiu com um navio de carga de 220 metros de comprimento no canal da Mancha. O acidente ocorreu entre a França e o Reino Unido. A Capitania do canal da Mancha e do mar do Norte confirmou a informação, em sua conta no Twitter.

A colisão ocorreu de madrugada no estreito de Calais. Os dois navios que colidiram em águas britânicas, navegavam sob a bandeira de Hong Kong (China). A Capitania francesa afirmou que ninguém ficou ferido no acidente e que “não foi detectada contaminação” das águas.

Fonte: Sputnik news / correio do brasil

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2 de nov. de 2016

Hillary adverte que Trump poderia levar os EUA a uma guerra nuclear

02 de novembro de 2016 - 20:40:21 

Seguindo os passos do Rival, Hillary Clinton, afirmou que Donald Trump pode levar os Estados Unidos a uma guerra nuclear.

A pouco menos de uma semana para as eleições americanas, os candidatos Donald Trump e Hillary Clinton intensificam as críticas e as trocas de acusações.

A democrata advertiu na terça-feira que o republicano poderia levar os Estados Unidos a uma guerra nuclear. Trump, por sua vez, disse que a ex-secretária de Estado iria mergulhar o país em uma crise constitucional.

Em meio a uma disputa acirrada e incerta, os candidatos apresentam o outro como uma escolha catastrófica para a Casa Branca. Exaltar as suas próprias qualificações e ações, acabou virando segundo plano.

Na semana passada, quando tudo indicava que Hillary se tornaria a primeira mulher presidente dos Estados Unidos com vantagem de até 12 pontos percentuais nas pesquisas a reabertura da investigação do FBI (a polícia federal) sobre o caso dos e-mails quando ela era secretária de Estado, deram novas esperanças a Trump.

Na terça-feira, estas esperanças foram corroboradas por uma nova sondagem encomendada por ABC News/The Washington Post: o republicano aparece com 46% das intenções de voto contra 45% para Hillary o levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos.

Os novos números levaram o republicano, que parecia já ter assimilado a derrota, celebrar e voltar à carga, enquanto a democrata passou o dia se defendendo e criticando o órgão federal, e a campanha dela criticava a sondagem apresentada.

Trump disse que Hillary seria investigada durante seu mandato, abrindo uma “crise constitucional”, embora o FBI tenha se recusado a processá-la pelo uso de servidor privado de e-mail. 

A agência anunciou na semana passada a reabertura de investigações sobre as correspondências da democrata, mas ela garantiu que nada seria encontrado.

A campanha de Hillary reagiu aumentando a pressão sobre o diretor do FBI, James Comey, afirmando que se ele pode divulgar informações inconclusivas sobre a candidata democrata como fez em relação ao escândalos dos e-mails pode fazer o mesmo em relação ao rival republicano.

“O caso é vazio, eu não procuro dar desculpas, foi um erro e eu lamento”. Disse Hillary sobre a reabertura das investigação sobre seus e-mail particulares.

Guerra Nuclear

Ao que parece, ambos os candidatos irão provocar uma guerra nuclear caso cheguem a Casa Branca.

De acordo com Trump, a candidata democrata Hillary Clinton, irá levar o mundo a Terceira Guerra Mundial devido a sua politica externa no conflito da Síria, segundo o republicano, Hillary poderá causar um confronto entre EUA e Russia o que causaria uma guerra nuclear generalizada.

Os jornais da Rússia publicaram inúmeras matérias onde o presidente russo Vladimir Putin ameaçou os EUA com guerra, caso Hillary vença a disputa pela presidência dos EUA.

Agora, na terceira-feira (01) a democrata disse que Donald Trump irá levar o país a uma guerra nuclear caso seja eleito. Só não sabemos com qual país essa guerra será travada.

Seria uma guerra interna? Difícil...

Se os alertas de que ambos os candidatos irão mergulhar os Estados Unidos em guerra for verdade, então nada nos resto a a esperar o inevitável.

Por Conflitos e Guerras, Fonte: Extra Globo.

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12 de out. de 2016

Terceira Guerra: Russia ordenou que familiares de funcionários públicos voltem para casa.

12 de outubro de 2016 - 18:33:22

Mesmo com os representantes russos tentando minimizar as tensões, a Rússia ordenou para que seus funcionários tragam todos os seus parentes que vivem no exterior de volta para a casa, em meio as crescentes tensões de uma guerra global.


O cenário de tensão é a seguinte.

  • Autoridades russas 'disseram aos seus funcionários trazerem parentes de volta a casa'
  • A omissão de ambas as partes coloca em risco, acordos entre as super potencias.
  • As tensões aumentam depois da piora nas relações entre Rússia e os EUA sobre crise na Síria.
  • EUA tem interrompido suas negociações sobre a Síria e acusa a Rússia de ataques hackers.
  • Rússia mudou seu sistema de mísseis com capacidade nuclear para mais próximo da fronteira com a Polônia
  • O governo dos EUA, acusam a Rússia de tentar influenciar as eleições norte americanas a favor de Donald Trump.
A Rússia está requisitando a todos os seus funcionários para trazerem todos os seus parentes que vivem no exterior para casa, em meio ao aumento das tensões sobre a perspectiva de uma guerra global, que tem sido afirmado.

Políticos e figuras de alto escalão disseram ter recebido um aviso do presidente Vladimir Putin para trazer seus entes queridos para casa (Rússia) de acordo com a mídia local.

Essa solicitação vem depois de Putin ter cancelado uma visita planejada para a França em meio a uma crise de fúria de Putin a alegação Francesa sobre o papel de Moscou no conflito sírio e apenas alguns dias depois do Kremlin mover seus mísseis com capacidade nuclear perto da fronteira com a Polônia.

O ex-líder soviético Mikhail Gorbachev também alertou que o mundo está em um "ponto perigoso", devido ao aumento das tensões entre a Rússia e os EUA.

De acordo com o site russo Znak.com, as pessoas da administração publica, administradores regionais, os legisladores de todos os níveis e empregados de empresas públicas, foram orientadas a trazerem os seus filhos das escolas estrangeiras de volta a Rússia imediatamente.

O não cumprimento da ordem, colocará a promoção dos funcionários em risco, relatou a mídia local.

A razão exata para a ordem ainda não está clara, mas o analista político russo Stanislav Belkovsky é citado pelo Daily Star dizendo:
"Isto é tudo parte do pacote de medidas destinadas a preparar as elites para uma possível "grande guerra".

As relações entre a Rússia e os EUA estão no seu mais baixo nível desde a Guerra Fria e azedaram ainda mais nos últimos dias depois de Washington cancelar as suas negociações sobre a Síria e acusar a Rússia de ataques de hackers contra setores nortes americanas.

O Kremlin também suspendeu uma série de pactos nucleares com os EUA, incluindo um acordo de cooperação simbólica para cortar estoques de plutônio para armas.

Alguns dias atrás, foi relatado que a Rússia havia mudado mísseis com capacidade nuclear para perto da fronteira com a Polônia com as tensões escalando entre a Rússia e o Ocidente.

A Rússia enviou seu sistema de mísseis Iskander para Kaliningrado, um enclave russo no Mar Báltico próximos aos países membros da OTAN, da Polónia e da Lituânia. 

Esses países agora estão ao alcance das forças nucelares russa, incluindo Berlim.

Funcionários polacos cujo a capital Varsóvia é um alvo em potencial, descreveram o movimento como um ato "extremamente preocupante e ameaçador".


A decisão de Putin de cancelar sua visita Paris, veio um dia depois que o presidente francês, François Hollande disse que as forças russas e sírias tinham cometido um "crime de guerra", na cidade de Aleppo após um comboio de ajuda humanitária ter sido supostamente atacado por caças russos.

Putin estava com viagem marcada a Paris para 19 de outubro onde inauguraria o centro espiritual de uma nova igreja ortodoxa russa perto da Torre Eiffel, mas Hollande insistiu que o seu homólogo russo também teria participado do ataque ao comboio na Síria.

Há uma falta de entendimento entre a Rússia e a França sobre a situação na Síria, especialmente sobre a cidade de Aleppo, mas Moscou está sempre aberta para o diálogo, disse o presidente russo, Vladimir Putin, em entrevista à TF-1 nesta quarta-feira (12). Via Sputnik Nnews
O cancelamento sem precedentes de uma visita tão perto de ser realizada, é um "passo sério a reminiscência da Guerra Fria", disse o analista russo de política externa Fyodor Lukyanov.
"Isso faz parte da escalada mais amplo nas tensões entre a Rússia eo Ocidente, e da Rússia e da NATO", disse a AFP.
O Kremlin também está extremamente enfurecido pelo banimento de suas equipes para-olímpicas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O motivo do banimento são os supostos casos de doping patrocinados pela Rússia a seus atletas.

Enquanto isso, o conselheiro superior dos EUA da candidata presidencial Hillary Clinton, disse que o FBI está investigando o possível envolvimento da Rússia em hacking de milhares de e-mails pessoais da candidata.

Mas as autoridades russas têm vigorosamente rejeitado as acusações de intromissão nas eleições presidenciais dos Estados Unidos e rejeitou as alegações de que Moscou está por trás de uma série de quedas recentes em instituições norte-americanas.

O General aposentado russo, Evgeny Buzhinsky disse à BBC:
"É claro que há uma reação. Tanto quanto a Rússia vê-lo, como Putin vê-lo, é o confronto de grande escala em todas as frentes. Se você quer um confronto, você vai ter um.
"Mas isso não vai ser um confronto que só irá prejudicar os interesses eleitorais dos Estados Unidos. Você quer um confronto? Você vai ter um em todos os lugares. "
No início desta semana, o secretário do Exterior Britânico, Boris Johnson, entrou na “guerra”, chamando os ativistas anti-guerra para protestarem em frente à embaixada russa em Londres.

Responsável pelos Negócios Estrangeiros do Reino Unido considera que "todas as provas" apontam para a responsabilidade russa no bombardeamento de um comboio humanitário da ONU na cidade de Aleppo. Via Publico

Johnson disse que os "poços de indignação estão crescendo e esgotando" e que os grupos anti-guerra ainda não estavam expressando indignação suficiente referente ao conflito em Aleppo.
"Onde está a “Coalizão de Guerra” no momento? Onde eles estão?' Disse ele durante um debate parlamentar.
Ao que parece, uma possível guerra direta entre Rússia e EUA, é mais real do que se parece e isso irá arrastar todos o mundo a uma Guerra Nuclear.

Fonte: Daily Mail.

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7 de out. de 2016

Rússia move bombardeiros com capacidade nuclear para as fronteiras dos EUA

07 de outubro de 2016 - 13:50:45 

Rússia move bombardeiros com capacidade de usar armas nucleares as fronteiras dos EUA: Putin usando táticas da Guerra Fria, em meio WW3 ameaça

GUERRA NUCLEAR: Putin está implantando patrulhas de bombardeiros da Guerra Fria esque perto da fronteira com os EUA
Vladimir Putin assinou um documento que determina a criação de uma nova divisão de aviões bombardeiros com capacidade de realizar ataques nucleares para patrulhar a região do pacifico. 

As relações entre as duas superpotências pioraram depois que o Kremlin emitiu um aviso para os russos "se preparar para a guerra". 

Os Bombardeiros de longo alcance apelidado de "Blackjack" e "Ursos" vão realizar patrulhas regulares que antes eram comuns durante a Guerra Fria. 

Na fronteira russa com a Europa, os aviões já estão patrulhando o espaço aéreo estrangeiro e algumas incursões a alguns países europeus, já foram detectadas. 

Os bombardeiros estratégicos TU-95MS e TU-22M3s vão realizar voos sobre o Oceano Pacífico que vão até ao Hawaii e as bases militares dos EUA em Guam.

Tupolev Tu-95 - é um bombardeiro estratégico da União Soviética usado durante a Guerra Fria
Uma nova cortina de ferro está sendo criada entre os EUA e a Rússia como as duas nações cortar a comunicação sobre as tensões na Síria. 

Com os EUA, China, Coréia do Norte e Rússia empunhando imenso poder militar no Pacífico, a região foi apelidada de “Caldeirão do Apocalipse” região que para alguns analistas, poderia ser o marco zero para o início da Terceira Guerra Mundial. 

Um porta-voz do Ministério da Defesa revelou os planos para o jornal russo Izvestia. 

"A formação da divisão está quase completa agora e consiste em vários esquadrões de bombardeiros de longa distância implantados nos distritos Militares Central e Oriental.". 

A Rússia tem movido seu poder de fogo para as bordas do território nos últimos meses 

Milhares de tropas e tanques foram enviados para o Báltico e ICBMs nucleares implantado nas fronteiras orientais. 

Putin expressou temores no início deste ano, onde o mundo poderia estar descendente no sentido de uma nova Guerra Fria. 

O historiador militar, Dmitry Boltenkov disse a um jornal: 

"Na época do regime soviético, nossos bombardeiros de longo alcance no Extremo Oriente tinham como alvos as principais bases militares dos EUA no Japão, em Guam, que depois serviu como a principal base de bombardeiros estratégicos americanos na Pacífico, e também as bases navais dos EUA no Havaí ". 

Ele acrescentou que os aviões foram usados ​​para manter um olho nas "atividades inimigas" e as patrulhas não eram implantados desde o início dos anos 2000.

Fonte: Daily Star

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3 de abr. de 2016

Trump diz que guerra entre Japão e Coreia do Norte seria 'terrível',mas 'rápida'

03 de abril de 2016 - 18:30:15

O pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos Donald Trump disse que o Japão deveria usar armas nucleares para deter a Coreia do Norte, em vez de confiar na força militar dos Estados Unidos. O discurso foi feito no sábado (2) durante um evento de campanha em Wisconsin.



"Eu prefiro que eles [Japão e Coreia do Norte] não se armem, mas eu não vou continuar perdendo essa enorme quantidade de dinheiro", disse. "Francamente, deixa eles se protegerem contra a Coreia do Norte. Eles provavelmente limpariam eles do mapa rapidamente", completou.

Segundo Trump, um eventual conflito nuclear entre os dois países seria "terrível", mas "bastante rápido". "Se eles entrarem em guerra, quer saber de uma coisa, isso seria terrível. Mas se fizerem, fizeram".

O magnata havia recebido duras críticas por ter afirmado, dias antes, que o Japão e a Coreia do Sul deveriam ter suas próprias armas nucleares para proteger-se das ameaças da China e Coreia do Norte.
Armas nucleares

Em entrevista publicada no último domingo pelo “The New York Times”, o pré-candidato voltou a criticar a Otan e disse que cogitaria deixar que o Japão e a Coreia do Sul construírem suas próprias armas nucleares em vez de dependerem dos EUA.

A declaração foi respondida pelo porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest. A perspectiva de Japão e Coreia do Sul obterem armas nucleares seria “incrivelmente desestabilizadora”, segundo a Casa Branca.

“A sugestão do senhor Trump de que de alguma forma deveríamos encorajar nossos aliados na Coreia do Sul a desenvolver armas nucleares é diretamente contrária à política de que os Estados Unidos há muito buscam e que a comunidade internacional sempre apoiou”, disse Earnest em um comunicado.

Fonte: G1

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