11 de nov. de 2016

Impeachment? Vitória de Donald Trump sobre Hillary pode não sair barato


11 de novembro de 2016 - 02:40:21

Após a vitória de Donaldo Trump, contra a sua rival Hillary Clinton do partido Democrata, o Republicano já começa a sofrer os seus primeiros ataques.

Sites de notícias conhecidos como o Independent, Daily Mail, Fortune, The Suns e outros... já saíram na frente e estão publicando matérias sobre um possível impeachment do novo presidente eleito.

O Independent estampou em sua capa a seguinte matéria, O que aconteceria se Donald Trump foi cassado?


Alguns sites publicaram matérias dando ênfase ao fato em que Donald Trump sofrerá um julgamento por fraude antes mesmo de chegar à Casa Branca.

O The Suns publicou a seguinte matéria: Donald Trump enfrenta batalha judicial por fraude...

Sites de notícias brasileiras também deram destaque ao tema


O processo, na qual alega que a Universidade Trump falhou na sua promessa de ensinar como obter sucesso no setor imobiliário, está agendado para começar no dia 28 de novembro, em San Diego.

Mas as dores de cabeça do novo presidente não param por aí.

Manifestações

Milhares de manifestantes saíram as ruas nos principais estados do EUA pedindo a cassação de Trump.

...

Nova Iorque, Chicago, Los Angeles, Oakland na Califórnia, Chicago, Filadélfia, Portland, Boston, Atlanta, Austin, Texas e Washington foram os estados onde se registrou o maior numero de participantes.



Os manifestantes exibiam cartazes com os seguintes dizeres. "Não é o meu presidente" outros "Parem Donald Trump.

Segundo algumas fontes, os manifestantes, na sua maioria jovens, foram convocados por grupos sociais e políticos de esquerda contrarios a Trump.

Só em Nova Iorque, foram mais de 5 mil participantes segundo as autoridades locais. Houve enfrentamento entre alguns manifestantes com a polícia, 7 pessoas ficaram feridas e 30 foram detidas, participantes queimaram a bandeira dos Estados Unidos em alguns locais.

De acordo com os organizadores, mais protestos estão agendados para ocorrer em várias cidades ao longo do mês.

Petição Popular

Apesar de Trump ter ganho no voto indireto, somando 279 votos contra 228 de Hillary, o Republicano perdeu no voto poupar. Foram 59.938.290 votos de Hillary contra 59.704.886 de Trump, uma diferença de 233.404 votos.

Esse foi o motivo alegado por muitas pessoas que não aceitam ter um presidente na qual não foi eleito pela maioria.

Esse caso fez com que uma petição fosse aberta pedindo para que os delegados eleitorais de cada estado, alterem o seu voto, dando eles a Hillary Clinton.

A petição que somou 300 mil votos em apenas 12 está agora em 1.655.300 votos e são necessários 3 milhões de votos para a petição seguir a diante.


Voce pode acompanhar o andamento da petição no site Change.org

A alegação da maioria dos que votaram, é a mesma, de que Trump perdeu no voto popular.

Muitos estados americanos têm leis contra a infidelidades dos delegados, mas a petição diz que a punição seria apenas uma multa, na qual os apoiantes de Hillary fariam questão de pagar.
"Eles (os delegados) podem votar em Hillary Clinton se quiserem. Mesmo nos estados em que isso não é permitido, os votos deles ainda seriam contados, e eles simplesmente pagariam uma pequena multa o que nós temos certeza que os apoiadores de Clinton ficariam felizes em pagar!".
Apesar da resistência interna, Donald Trump também sofre com a desconfiaça de alguns líderes mundiais que apesar de felicitá-lo, expressaram a sua preocupação com a sua estadia na Casa Branca.

Dilma não perdeu tempo e foi logo alfinetar Michel Temmer


Em muito dos casos, ele pode passar pela mesma situação que a Ex-Presidente Dilma Rousseff passou no Brasil.

Diantes disso tudo, basta esperarmos o tempo seguir para vermos o que irá de fato acontecer, se Trump assumirá o cargo de presidente ou nem chegará a pisar no salão oval.

Por Conflitos e Guerras

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7 de nov. de 2016

Trump deixa palco às pressas por falso alarme de tentativa de assassinato

07 de novembro de 2016 - 12:00:02 

O candidato republicano à Presidência dos EUA, Donald Trump, foi retirado às pressas do palco por conta de uma alarme falso de ameaça contra a sua segurança. 

Os agentes do Serviço Secreto presentes no comício em que o magnata discursava no sábado à noite em Nevada atacaram um manifestante que supostamente carregava uma arma.


O homem tinha consigo uma placa que dizia "Republicanos contra Trump". O candidato foi retirado do palco, mas voltou depois de alguns minutos para o palanque. 

Em seguida, ficou esclarecido que o incidente foi um alarme falso, uma vez que agentes de segurança não encontraram uma arma com o manifestante.

No meio do comício, alguém gritou: "arma!". Foi isso que desencadeou a confusão na multidão, que levou algumas pessoas a se dispersarem em pânico. 

O manifestante que segurava a placa foi imobilizado e revistado pelo Serviço Secreto. Enquanto isso, Trump foi rapidamente levado por dois agentes.

Quando voltou ao palco, Trump agradeceu aos agentes de segurança pela precaução:
"Ninguém disse que sera fácil para nós mas nós nunca vamos parar. Nós nunca vamos parar. Quero agradecer ao Serviço Secreto. Estes caras são fantásticos."
Mais tarde, as forças de segurança confirmaram que não havia arma no local em nota. Uma investigação foi aberta pelo Serviço Secreto e pela polícia de Reno, em Nevada. Mas o suspeito foi liberado sem acusações.

CHUTES, SOCOS E SUFOCAMENTO

O homem revistado se identificou como Austyn Crites e relatou ao "Guardian" que foi chutado, socado e sufocado por simpatizantes de Trump. 

Aos 33 anos, ele afirma que, na noite de sábado, temeu pela sua vida quando a multidão se voltou para ele no comício.

Há seis anos registrado como republicano, Crites criticou ao jornal inglês o tratamento de Trump para mexicanos, muçulmanos e mulheres, justificando a razão que o levou a protestar no evento de Nevada. 

Ele nega que seja de qualquer maneira envolvido com a campanha da democrata Hillary Clinton.
"Eu repetia: "Estou no chão, alguém está tentando me sufocar" e dizia às pessoas que eu não tinha uma arma, apenas uma placa - disse Crites."
E, embora tenha se surpreendido pelo episódio de tensão no comício, Crites afirmou que não culpa os simpatizantes pelo ocorrido, mas fez duras críticas ao discurso agressivo de Trump em eventos políticos.
"Eu não culpo as pessoas que me atacaram. Eu culpo a retórica de ódio de Donald Trump. O fato de que eu apanhei hoje apenas mostra o que ele está fazendo às multidões disse."
Em seu Twitter, o filho do magnata, Donald Trump Jr. disse que o seu pai havia voltado ao palco minutos depois de uma tentativa de assassinato. 

E não demorou para que ele usasse o fato na campanha presidencial do republicano, a apenas três dias das eleições de 8 de novembro.
"Como Donald Trump acabou de mostrar ao povo americano, não importa o que aconteça ele não será intimidado e não vai desistir de lutar por vocês!", escreveu o filho do candidato.
Os eventos de campanha de Trump foram, diversas vezes, permeados de tensão e episódios de violência ao longo da sua campanha. 

Em muitos comícios, manifestantes protestaram contra o discurso do magnata, acusando-o de xenofobia, racismo e machismo. 

Em junho, um homem foi preso em um comício de Las Vegas após ter tentado tomar a arma de um policial - que ele planejava usar para atirar em Trump.

Fonte: Gazeta Web

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2 de nov. de 2016

Hillary adverte que Trump poderia levar os EUA a uma guerra nuclear

02 de novembro de 2016 - 20:40:21 

Seguindo os passos do Rival, Hillary Clinton, afirmou que Donald Trump pode levar os Estados Unidos a uma guerra nuclear.

A pouco menos de uma semana para as eleições americanas, os candidatos Donald Trump e Hillary Clinton intensificam as críticas e as trocas de acusações.

A democrata advertiu na terça-feira que o republicano poderia levar os Estados Unidos a uma guerra nuclear. Trump, por sua vez, disse que a ex-secretária de Estado iria mergulhar o país em uma crise constitucional.

Em meio a uma disputa acirrada e incerta, os candidatos apresentam o outro como uma escolha catastrófica para a Casa Branca. Exaltar as suas próprias qualificações e ações, acabou virando segundo plano.

Na semana passada, quando tudo indicava que Hillary se tornaria a primeira mulher presidente dos Estados Unidos com vantagem de até 12 pontos percentuais nas pesquisas a reabertura da investigação do FBI (a polícia federal) sobre o caso dos e-mails quando ela era secretária de Estado, deram novas esperanças a Trump.

Na terça-feira, estas esperanças foram corroboradas por uma nova sondagem encomendada por ABC News/The Washington Post: o republicano aparece com 46% das intenções de voto contra 45% para Hillary o levantamento tem margem de erro de 2,5 pontos.

Os novos números levaram o republicano, que parecia já ter assimilado a derrota, celebrar e voltar à carga, enquanto a democrata passou o dia se defendendo e criticando o órgão federal, e a campanha dela criticava a sondagem apresentada.

Trump disse que Hillary seria investigada durante seu mandato, abrindo uma “crise constitucional”, embora o FBI tenha se recusado a processá-la pelo uso de servidor privado de e-mail. 

A agência anunciou na semana passada a reabertura de investigações sobre as correspondências da democrata, mas ela garantiu que nada seria encontrado.

A campanha de Hillary reagiu aumentando a pressão sobre o diretor do FBI, James Comey, afirmando que se ele pode divulgar informações inconclusivas sobre a candidata democrata como fez em relação ao escândalos dos e-mails pode fazer o mesmo em relação ao rival republicano.

“O caso é vazio, eu não procuro dar desculpas, foi um erro e eu lamento”. Disse Hillary sobre a reabertura das investigação sobre seus e-mail particulares.

Guerra Nuclear

Ao que parece, ambos os candidatos irão provocar uma guerra nuclear caso cheguem a Casa Branca.

De acordo com Trump, a candidata democrata Hillary Clinton, irá levar o mundo a Terceira Guerra Mundial devido a sua politica externa no conflito da Síria, segundo o republicano, Hillary poderá causar um confronto entre EUA e Russia o que causaria uma guerra nuclear generalizada.

Os jornais da Rússia publicaram inúmeras matérias onde o presidente russo Vladimir Putin ameaçou os EUA com guerra, caso Hillary vença a disputa pela presidência dos EUA.

Agora, na terceira-feira (01) a democrata disse que Donald Trump irá levar o país a uma guerra nuclear caso seja eleito. Só não sabemos com qual país essa guerra será travada.

Seria uma guerra interna? Difícil...

Se os alertas de que ambos os candidatos irão mergulhar os Estados Unidos em guerra for verdade, então nada nos resto a a esperar o inevitável.

Por Conflitos e Guerras, Fonte: Extra Globo.

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16 de jun. de 2016

Rússia prepara-se para divulgar e-mails de Hillary Clinton

16 de junho de 2016 - 17:51:39

Fontes de inteligência confiáveis no ocidente já indicaram que receberam sinais de alerta de que o governo russo, em futuro próximo, divulgará o texto de mensagens de e-mail do correio pessoal da candidata presidencial às eleições dos EUA, Hillary Clinton, do tempo em que foi secretária de Estado.



A notícia corre em meio ao anuncio da OTAN que agora considera um ataque cibernético a membros da organização, como um ataque físico, ação essa que pode ativar o artigo 5 “defesa coletiva”

Leia: OTAN diz que agora tem motivos para atacar a Rússia.

A divulgação, segundo indicam os alertas, provam que a secretária Clinton efetivamente expôs segredos dos EUA à interceptação por agentes e interesses estrangeiros, ao pôr informes altamente sigilosos do governo num servidor privado – o que caracteriza violação da lei norte-americana; e que, como se suspeitava e agora se confirma, o servidor foi atacado e hackeado por serviços de inteligência de outros países.

Notícias recentes indicam que a decisão de divulgar o material interceptado seria tomada pelo presidente da Federação Russa, Vladimir Putin, e que possivelmente a divulgação fosse feita por terceiros (Wikileaks, por exemplo).

A mensagem vinda de Moscou, pela comunidade de inteligência, parecia indicar frustração com a lentidão da investigação pelo Departamento de Justiça dos EUA, do chamado “escândalo do servidor”, lentidão que parece poder ser tomada como evidência prima facie de que a lei norte-americana foi violada, no caso da secretária Clinton ter usado servidor privado para conduzir comunicações oficiais e várias vezes altamente secretas durante o período em que foi secretária de Estado.

Fontes norte-americanas indicam que a investigação conduzida pelo Departamento de Justiça focou-se mais na possibilidade de o servidor privado ter sido usado para encobrir mensagens nas quais a secretária Clinton teria discutido os ‘negócios’ quid pro quo com doadores privados da Fundação Clinton, em troca de influência na política dos EUA.

A evidência de que os russos estão de posse do material interceptado, contudo, visa também mostrar que além de violar a lei norte-americana que rege o modo de tratar documentos sigilosos (em relação à qual a secretária Clinton teria errado tão gravemente quanto o diretor da CIA David Petraeus ou o conselheiro de segurança nacional de Clinton Sandy Berger), os documentos interceptados incluem material altamente sigiloso, cujos cabeçalhos de classificação como tal foram removidos.

Fontes russas (e outras) já mostraram frustração com o ritmo da investigação no Departamento de Justiça, e com o empenho em renegar os aspectos de segurança nacional envolvidos no manuseio de material relevante para a inteligência.

A lerdeza na investigação parece significar que o governo de Barack Obama decidiu não avançar nas investigações, de modo a que não influenciem as eleições presidenciais em curso, para as quais o presidente Obama apoia a Sra. Clinton.

A discreta sinalização de Moscou, sobre possível vazamento daquelas mensagens, em momento em que ainda podem impactar as eleições norte-americanas foi concebida para pressionar os EUA para que acelerem a ação legal sobre o assunto, mas certamente teve muito a ver com preocupações russas sobre a possível política estratégica dos EUA no caso de Hillary Clinton chegar à presidência.

Além da infração a lei federal norte-americana no manuseio de material sigiloso, o servidor privado da Clinton sempre foi alvo primário conhecido, segundo analistas da GIS/Defense & Foreign Affairs, de ciberataques por agentes estrangeiros na guerra de operações de interceptação, especialmente por agentes da República Popular da China (RPC), da Rússia e da República Popular Democrática da Coreia, RPDC (“Coreia do Norte”), mas muito provavelmente também por outros agentes, dentre os quais os iranianos.

Fontes: Naval Brasil / Pravda.ru / US herald

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14 de mai. de 2016

Putin adverte Comandantes Militares: "Se for Hillary Clinton, é guerra"

14 de maio de 2016 - 17:18:03

Um sombrio relatório do Ministério da Defesa ( MoD ) que circulou no Kremlin, afirma que durante a reunião do presidente Putin com os comandantes da Forças de Defesa Aeroespacial ( ADF ) onde ele ordenou-lhes para acelerar a implantação de pelo menos dois satélites do sistema de alerta precoce a ataques de mísseis.



Putin também advertiu os seus líderes militares sobre os fatos a respeito da eleição presidencial norte-americana, afirmando-lhes, " Se for a Hillary Clinton, será guerra ".    

De acordo com este relatório, a decisão do Presidente Putin de lançar o foguete Angara da base espacial de Plesetsk até o final de dezembro e implantar os dois satélites com sistemas de alerta rápido contra ataque de mísseis de nova geração, é uma resposta direta à ativação do sistema de misseis na Frente Ocidental na Romênia, na qual a Rússia adverte ser uma ameaça direta a sua soberania, levou alguns comentaristas on-line a avisar que a Roménia pode ser reduzida a " ruínas fumegantes ".

Com o presidente Putin já ter encomendado um acúmulo militar na Frente Ocidental em janeiro, para combater a agressão da NATO contra a Federação, o relatório continua dizendo que os especialistas do Kremlin estão alertando que há " ilusões " sobre a Rússia ser o alvo pretendido destes sistemas de mísseis, especialmente quando visto à luz das declarações feitas recentemente pelo novo comandante da OTAN na Europa, o general do Exército norte-americano Curtis Scaparrotti, que mentiu para a imprensa dizendo que a Rússia é uma ameaça . 

Como tanto o regime de Obama e da NATO continuam a despejar tropas para Europa Oriental e realizar manobras militares abertamente hostis na fronteira com a Russia, este relatório afirma que o Presidente Putin também foi forçado pedir para o Ministério da Defesa formar três novas divisões na intenção de combater a essa ameaça.

As três divisões militares russas igualar tem cerca de 40.000 tropas.

Putin receoso de que a guerra será o resultado caso Hillary Clinton seja eleita presidente dos Estados Unidos, este relatório explica, que ela é uma aderente à guerra economia permanente dos Estados Unidos instituída nos anos finais a Segunda Guerra Mundial, com o intuito de sustentar seu poder econômico global, mas desde a sua instituição, em 1944, levou à morte de milhões de pessoas inocentes no mundo todo além de levar várias nações de esquerda a ruína e miséria.

Já o candidato contrário a Hillary Clinton, este relatório continua dizendo que o magnata bilionário americano Donald Trump, sobre quem na semana passada o Conselho de Segurança relatou que em seu " plano mestre " Trump pretende libertar a América de seus ciclos de guerras, informação que deixou os líderes europeus atordoados.

Quanto ao quão difícil será para Trump derrotar Hillary Clinton, este relatório conclui, não se saber ainda totalmente, mas se tornou ainda mais difícil ontem, depois que o governo do Barack Obama emitiu uma chocante ordem para todas as escolas nos Estados Unidos a começar, fazer meninos e meninas usarem o esmo banheiro e começarem a tomar banho juntos, mesmo que seus pais sejam contrário, ou se sua religião proíbe. 

Um dispositivo bruto, na qual os especialistas da MoD disseram ser um proposito para desviar as atenções do povo americano dos crimes " desconhecidas de Hillary Clinton".

Fonte: What Does Itmean

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