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22 de mar. de 2019
A OTAN no Afeganistão disse que dois militares dos EUA foram mortos em combates com o Talibã
22 de Março de 2019 03:10:23
Por SKYFORCE.
O Comando geral das forças do OTAN no Afeganistão, anunciaram há poucos minutos que dois militares dos EUA, membros das forças da OTAN, foram mortos hoje em combates com insurgentes Talibã.
O Comando da OTAN não deu mais detalhes sobre as mortes desses militares.
Fim da dependência dos EUA? União Europeia assina um Pacto de Defesa Mutua independente a OTAN
15 de dezembro de 2017 - 09:52:03
Por Conflitos e Guerras
Apos a saída da Grã-Bretanha do bloco, a UE conseguiu aprovar e assinar um pacto de defesa mutua envolvendo 25 países, uma ambição antiga de 70 anos.
O pacto que ficou conhecido como Cooperação Estruturada Permanente (PESCO) prever a criação de 17 projetos voltados a área defesa mutua entre os participantes. Dentre esses projetos, a Alemanha irá liderá 4 dos principais, que serão:
Criação de uma unidade médica pan-europeia.
Criação de um centro de logística integrado.
Criação de um centro de missões e treinamento conjunto.
Iniciativa para a criação de uma força militar de resposta rápida para conter crises e conflitos.
[post_ad]Durantes anos, esse pacto vinha sendo barrado pela França, que votou varias vezes contra na década de 50, e pela Grã-Bretanha, contrária a criação de uma unidade militar europeia.
Mas com a saída dos britânicos e a eleição de Emmanuel Macron na França, o pacto finalmente saiu do papel.
Outra grande preocupação, era de que esse pacto pudesse enfraquecer a OTAN, já que os dois blocos militares poderiam a vir ter diferentes visões politicas, mas o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk disse que isso será o contrario.
Tusk disse o seguinte sobre essa preocupação:
"Durante muitos anos, o argumento mais forte contra o PESCO foi o receio de que isso levaria ao enfraquecimento da OTAN, mas é exatamente o oposto. Uma forte defesa europeia fortalece naturalmente a OTAN
É por isso que o PESCO não é apenas uma boa notícia para nós, mas também é uma boa notícia para nossos aliados e más notícias para nossos inimigos".
O grande incetivo para criação desse pacto, se deve principalmente por dois fatores.
Uma forte e crescente ameaça da Rússia que teve o seu pico durante a anexação da Crimeia, onde os países europeus foram fortemente contrário, mas não puderam lançar uma resposta adequada por conta da recusa da OTAN em ajudar um pais não membro.
E a grande dependência militar que a Europa tem com os EUA, esse que exigiu um gasto maior dos países europeus para que eles pudessem ter maiores garantias norte americanas.
Pesou também a fala de Donald Trump, onde segundo ele, os EUA poderiam não honra o Artigo 5 da OTAN que prevê a defesa mutua entre os membros caso algum pais da organização seja atacado.
O Bloco Europeu por diversas vezes se sentiu frustrado por não ter conseguido resolver crises no continente devido a essa dependência.
Uma delas foi durante a guerra dos Bálcãs na década de 1990, na qual foi confiada a OTAN liderada pelos EUA, uma intervenção para acabar com o derramamento de sangue na região, intervenção essa que demorou bastante a acontecer.
A outra foi durante a guerra na líbia em 2011, onde inicialmente, uma campanha aérea franco-britânica não teve ótimos resultados, já que seus equipamento e munições eram insuficientes para impor a derrubada do regime de Muammar al-Gaddafi e com isso, tiveram que recorrer aos EUA mais uma vez.
Para nós do Conflitos e Guerras, esse é o grande sentimento Europeu, ter um bloco militar completamente independente dos EUA e com certeza, será bastante conflitante, não só com os americanos, mas também com os ingleses, já que a maioria dos projetos são liderados pelos Alemães, que costumam ser contrários a maioria das decisões da OTAN e da Inglaterra.
Membros do Pacto
O nem todos os países da Unidão Europeia e da Europa aderiram ao pacto, mas podem vir a fazerem parte mais pra frente.
Segue um lista dos países membros e os não membros, a quantidade de projetos na qual cada país participa e suas posições nelas.
Países
Projetos Participante e Suas Posições Como Membro
Liderança
Membro
Observador
Total
Itália
4
12
0
16
Alemanha
4
3
3
10
Grécia
2
7
1
10
França
2
2
4
8
Espanha
1
10
5
16
Holanda
1
6
2
9
Bélgica
1
5
4
10
Eslováquia
1
3
1
5
Lituânia
1
1
3
5
Portugal
0
9
5
14
Chipre
0
6
1
7
Irlanda
0
6
1
7
Croácia
0
5
0
5
Áustria
0
4
0
4
Romênia
0
4
0
4
Bulgária
0
3
3
6
Hungria
0
3
3
6
Finlândia
0
3
2
5
Suécia
0
3
0
3
Eslovênia
0
2
5
7
Luxemburgo
0
2
3
5
Polônia
0
2
0
2
Republica Checa
0
1
5
6
Estônia
0
1
4
5
Letônia
0
1
0
1
Países Europeu Não Membros
Países
União Europeia
OTAN
Albânia
Não
Sim
Andorra
Não
Não
Armênia
Não
Não
Azerbaidjão
Não
Não
Bielorrússia
Não
Não
Bósnia-Herzegovina
Não
Não
Dinamarca
Sim
Sim
Geórgia
Não
Não
Islândia
Sim
Sim
Liechtenstein
Sim
Não
Macedônia
Não
Não
Malta
Sim
Não
Moldávia
Não
Não
Mônaco
Não
Não
Montenegro
Não
Não
Noruega
Sim
Sim
Reino Unido
Não
Sim
Rússia
Não
Não
San Marino
Não
Não
Sérvia
Não
Não
Suíça
Sim
Não
Turquia
Não
Sim
Ucrânia
Não
Não
Veja como ficou o mapa gráfico dos países membros referente aos 5 principais projetos de defesa mutua.
Basta analisar agora como sera a harmonia entre os dois blocos militares, a OTAN e a PESCO, mas uma coisa é bem certa, a maior beneficiada com isso será a Ucrânia, já que o presidente da PESCO assinalou que pretende ajudar Kiev na sua luta contra o separatistas apoiados pela Rússia.
Rússia inicia exercícios militares as portas da OTAN com 12.700 soldados, Lituânia diz que o numero é mais de 100 mil
14 de setembro de 2017 - 13:42:03
Apesar dos números informados pelo governo da Russia, países como Lituânia e Estônia falam em mais de 100 mil tropas, que serão mobilizados entre os dias 14 ao dia 20 de setembro.
O governo da Rússia iniciou uma serie de exercícios militares em parceria com a Bielorrússia, pais considerado estratégico e grande aliado dos russos.
O exercício começou no dia nesta quinta-feira dia 14 e esta previsto a terminar no dia 20 de quarta-feira.
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De acordo com os russo, o exercício prever apenas manobras defensivas, mas a OTAN classificou esse exercício como uma demostração de força por parte do exercito russo, que e está as dos seus países membros.
Os Exercícios batizado de Zapad-2017 contará com a mobilização de 12.700 mil soldados que irão simular combates defensivos ao longo das fronteiras com a Polônia e Lituânia no encrave de Kaliningrado, região essa considerada bastante importante geopoliticamente para os russos.
Duvidas dos outros países
Apesar de está confirmado a presença de apenas 12.700 soldados, países como Lituânia e Estônia divergem dos números informado pelo centro de comando da Rússia e estimulam mais de 100 mil de tropas participantes afirma o especialista Alexandre Golts a agencia de noticias AFP.
“A Rússia é capaz de manipular as cifras com grande naturalidade, por isso não quer observadores estrangeiros. Mas os 12.700 soldados anunciados nas manobras estratégicas é ridículo”, firmou Golts, que calcula um efetivo acima de 100.000 militares.
Preocupado com o exercício, o presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, ordenou um reforço da segurança nas fronteiras ucranianas e elevou o nível de prontidão de suas tropas.
O governo da Polônia considerou hoje "existirem indícios" de que as manobras conjuntas iniciadas pelos exércitos russo e bielorrusso perto das suas fronteiras têm um "caráter ofensivo", ao contrário das declarações de Moscovo.
Em consonância, a Presidente da Lituânia, Dalia Grybauskaite, assegurou em entrevista à rádio LRT que o seu país está "mais bem preparado" para estas manobras que em situações anteriores, em parte devido à "ajuda dos amigos da NATO".
Também o chefe da diplomacia da Letónia, Edgars Rinkevics, assinalou em declarações à radiotelevisão pública que o seu país "não considera os exercícios como uma ameaça militar direta", mas reconheceu que o Executivo permanece "em estado de alerta".
Em entrevista à agência russa Ria-Novosti e hoje publicada, o secretário-geral aliado, Jens Stoltenberg, mostrou-se conciliador: "A NATO não pretende uma nova Guerra fria, nem uma nova corrida aos armamentos", assegurou, e prometendo ainda "continuar os esforços para melhorar as relações com a Rússia".
A tensão entre Russia e OTAN elevou depois da anexação da Crimeia, território reivindicado pela Ucrânia com parte do seu pais.
OTAN pode declarar guerra a Rússia caso Moscou tenha manipulado as eleições dos EUA
05 de março de 2017 - 02:10:06
Segundo o vice-comandante supremo da OTAN Europa, "notícias falsas", ataques de hackers e tentativas de impacto político podem ser equiparados a um ataque à aliança.
O vice comandante supremo da OTAN na Europa, o general britânico, Adrian Bradshaw, não descartou que as "notícias falsas", os ataques de hackers e o impacto político contra um dos países da organização, podem ser consideradas um ato de agressão contra toda a aliança.
Segundo Bradshaw, tais ações podem estar em conformidade com o Artigo 5 do Tratado de Segurança Coletiva da OTAN, que estabelece que "um ataque armado contra um ou mais membros será considerado um ataque contra todos eles".
"É uma decisão política, mas não é fora de questão que a agressão flagrante, em um domínio diferente da guerra convencional pode ser considerada como o Artigo Cinco", disse o general ao jornal, respondendo à pergunta se o Artigo 5 Aplica-se a desinformação ou interferência nas eleições.
Bradshaw acrescentou que a organização "declarou o ciber-ataque como um domínio na guerra, ao lado do ar, do mar, das forças especiais e da terra".
"É difícil imaginar qualquer conflito futuro que não inclua um elemento cibernético substancial", disse ele.
"Não é apenas a ameaça de ataque militar, mas é uma série de outras medidas, incluindo atividades secretas, paramilitares e não-militares, algumas das quais serão coordenadas pelos braços da inteligência da Rússia", disse Bradshaw em janeiro.
"E nós, como a OTAN, precisamos ter nossa antena sintonizada com os sinais de que esse tipo de atividade hostil está acontecendo", acrescentou o general.
Os serviços especiais dos EUA sob o governo de Obama, acusaram a Rússia de uma tentativa de interferência nas eleições presidenciais no país, no entanto, nenhuma evidência foi fornecida. Moscou nega categoricamente as acusações, chamando-as de infundadas e desesperadas.
Mais cedo, o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, manifestou preocupação com o crescente número de ataques de hackers contra instalações da aliança e disse que a OTAN está pronta para usar o artigo sobre autodefesa coletiva no caso de ataques cibernéticos.
Stoltenberg também enfatizou que a aliança não vê nenhuma ameaça imediata da Rússia para o flanco oriental da OTAN.
Rússia realiza nova inspeção militar surpresa em meio as tensões com a OTAN
02 de março de 2017 - 17:25:05
A inspeção de prontidão imediata de combate russa, envolveu tanques de batalha, veículos de combate de infantaria, bem como veiculos blindados de transporte de soldados.
Cerca de 3 mil militares do Distrito Militar do Sul da Rússia participaram de uma rápida inspeção de combate ao combate na Criméia e no Cáucaso do Norte, informou o serviço de imprensa do distrito ao Sputnik.
Já de acordo com a agencia de noticia TASS, a inspeção foi realizada nesta quinta-feira (2) nas repúblicas da Chechênia, Karachay-Cherkessia, Daguestão e da Criméia e também afeta cerca de 1.000 unidades de equipamentos militares, incluindo tanques T-72B3, tanques BMP-3 veículos de infantaria blindado pessoal transportadora BTR-82ª.
“Cerca de 3.000 militares e mais de 1.000 unidades de hardware, incluindo tanques T-72B3, BMP-3, veículos de combate de infantaria anfíbia e BTR-3, foram construídos para o Karachaevo-Cherkessian, 82As transportadoras de pessoal blindadas estiveram envolvidas na realização de tarefas práticas dentro da inspeção ", disse o serviço de imprensa.
Estas práticas inspeções surpresa, prevê a preparação dos soldados para o combate e de acordo com Shoigu, são feitas no âmbito do
"Devemos estar preparados para defender os interesses da Federação Russa em meio a crescentes ameaças à segurança".
O ministro da Defesa russo aludiu assim à deterioração das relações entre a Rússia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) bem como o resultado de diferenças na crise Ucrânia. Embora não haja uma guerra armada direta, eles vêem uns aos outros como uma ameaça.
Esta prática também pode ser considerada uma resposta ao aumento da presença militar ocidental perto do território russo.
A Rússia tem aumentado nos últimos meses o número de exercícios militares para verificar as suas capacidades de repostas em caso de uma guerra contra a OTAN.
O Ministério da Defesa russo realizou mais de 250 inspeções rápidas de prontidão de combate no Distrito Militar do Sul da Rússia em 2016.
Putin ordena preparativos para evacuação do Kremlin após confirmação do plano da OTAN invadir a Rússia
28 de fevereiro de 2017 - 18:58:45
Putin deu uma ordem para a criação de um plano de evacuação emergencial depois que seu centro de inteligencia confirmou que a OTAN está prestes a por em pratica, seu plano de invasão a Rússia.
Traduação: Um Novo Despertar
Revisão e Adaptação: Conflitos e Guerras
Um relatório alarmante do Ministério da Defesa Russo (MdD) afirma hoje (28) que o presidente Putin acaba de ordenar a criação imediata de uma divisão especial da aviação responsável pelo transporte aéreo de pessoal e equipamentos da Base Aérea de Kubinka, no Oblast de Moscou.
As forças da OTAN lideradas pelos americanos, estão em preparativos finais para desencadear uma guerra total contra a Federação.
Segundo este relatório, a ordem do presidente Putin é para iniciar os preparativos para a uma possivel evacuação total do Kremlin, incluindo todos os principais líderes políticos e militares de Moscou.
Esses preparativos é devido a advertência de analistas da inteligência do MoD, confirmar que as forças da OTAN lideradas pelos americanos, concluíram que uma "limitada" guerra de trocas de confrontos com a Federação é agora possível, mas somente se conduzida antes da implantação total da Federação do sistema de mísseis balísticos de curta distância com capacidade nuclear, os chamando 9K720 Iskander-M (nome da NATO, SS-26 Stone) programado para ser concluído em breve.
Os especialistas da inteligência do MoD ao fazerem esta confirmação sombria de um outbreak nuclear da guerra entre a federação russa e as forças da OTAN conduzidas por americanos, este relatório continua, são baseados em sua análise do recente exercício de guerra realizados por tropas da OTAN e dos EUA, batizado de "Relâmpago Global" onde foi ordenado pelo então presidente americano, Donald Trump e conduzido entre os dias 7 a 17 de Fevereiro.
Este exercício de guerra recém terminando no dia 17 de Fevereiro, detalha este relatório, foi o mais extenso nos últimos anos para implementar a doutrina americana de forças nucleares estratégicas e que no curso de seu roteiro ensaiado, lidou com a escalada híbrida de conflitos na Europa que rapidamente se transformem em uma guerra nuclear global com a participação dos Estados Unidos.
Em 16 de fevereiro, no dia anterior ao término deste programa de guerra nuclear, este relatório assinala ainda que o Secretário de Defesa do Presidente Trump, General conservador James Mattis, chegou à Europa para supervisionar sua execução final e logo fez uma declaração contrária ao de Trump na qual afirmou anteriormente que ao assumir o cargo, ele cooperaria com a Rússia para derrotar os terroristas islâmicos, no entanto Mattis anunciou que os EUA não cooperariam com as forças armadas russas.
Com o maior acúmulo militar na história da OTAN continuando a acelerar rapidamente na fronteira oeste da Federação com a União Européia, este relatório continua,
Essas ações ofensivas para a Rússia, não podem mais ser ignoradas quando milhares de soldados americanos e equipamentos militares continuam a inundar a Europa e fez com que a australiana Helen Caldicott, especialista em guerra nuclear, avisasse que a guerra atômica entre os EUA e a Rússia está quase por ser iniciada sobre todos nós.
Em seus preparativos para uma guerra total contra a Federação Russa, detalha o relatório...
Os norte-americanos desdobraram para a Polônia pelo menos 70 mísseis AGM-158B JASSM-ER que agora dão a este estado membro da OTAN a primeira capacidade de ataque no interior do território russo.
Uma das armas mais temidas no arsenal de guerra norte-americano, explica este relatório, estes mísseis AGM-158B JASSM-ER, que possuem um alcance operacional de 1000 ou mais quilômetros, e têm a capacidade de bater para fora os locais de infra-estrutura chaves localizados no interior do território da Rússia, estão todos equipados com a carga eletrônica do projeto de mísseis avançados de microondas de alta potência (CHAMP), que é uma tecnologia de guerra eletrônica que frita equipamentos eletrônicos com rajadas de energia de microondas de alta potência, destruindo-os de forma não cinética.
Este relatório, diz que está localizado na Polônia e juntamente com esses mísseis AGM-158B JASSM-ER de pronto ataque, milhares de soldados do Exército dos Estados Unidos que foram enviados de Fort Carson e que nos últimos dois anos, foram especificamente treinados para a guerra sobre as forças militares da Federação Russa nas cidades e aldeias da Rússia.
Embora o Exército dos EUA alegue que esses milhares de soldados de Fort Carson foram treinados como uma "força de resposta global", os especialistas do Mod neste relatório, afirmam que a única equivalência histórica que pode ser dita sobre eles é a sua semelhança com as "Divisões Pentomicas"
Os militares americanos nas décadas de 1950 e 1960 para fazer guerra em campos de batalha contaminados e que a perspectiva de tão horrorizada a administração Kennedy (depois que o irmão do presidente John Kennedy Robert viu uma demonstração de primeira mão), os EUA começaram uma distensão imediata com a então União Soviética para manter tal guerra de sempre ocorrendo.
O vice-ministro das Relações Exteriores, Sergei Ryabkov, alertou há poucas horas que o relacionamento de Moscou com os Estados Unidos, está em seu nível mais baixo desde a Guerra Fria, quando o nosso mundo viu pela última vez estas "divisões pentômicas" onde os Estados estão mostrando essa inevitabilidade das guerras e como confirmado pelo Conselho de Ciência da Defesa do Presidente Trump, apresentaram-lhe um novo plano de guerra atômica contra a Rússia, cuja a estratégia exige uma limitação nuclear e cuja teoria defende o uso de armas nucleares de baixo rendimento contra as forças convencionais russas para demonstrar que Trump leva o "negócio a sério" e pode ser louco o suficiente para lançar um ataque nuclear total - fazendo com que a Rússia "pisque" e, arrisquem a guerra termonuclear global ou continuam as hostilidades convencionais.
"Você precisa escalar um conflito apenas o suficiente para acabar com isso"
O relatório conclui que, ao contrário dos Estados Unidos ou da União Européia, a Federação está totalmente preparada com abrigos de bombas nucleares para proteger todos os cidadãos da Federação cuja a doutrina de guerra nuclear, uma vez que a Pátria é atacada, apela para uma ação imediata de desagregação, mas que é na verdade, um devastadora resposta nuclear contra os agressores.