21 de fev. de 2019

Fronteira entre Brasil e Venezuela será fechada as hoje dia 21 de Fevereiro

21 de Fevereiro de 2019 14:59:34


Por: SKYFORCE


Nicolás Maduro ordenou que a fronteira entre Brasil e Venezuela seja fechada por completo hoje às 21 horas no horário de Brasília. Essa é a primeira vez que a Venezuela fechará por completo a fronteira entre os dois países.

Brasil e Venezuela que já foram aliados no passado, agora são quase inimigos.

O exército de Nicolás Maduro está enviando blindados e milicianos bolivarianos para a fronteira com Roraima. O Brasil por sua vez, está enviando mais tropas para a fronteira, inclusive caças para Manaus.

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27 de jan. de 2019

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro rejeita ultimato da Europa.

27 de janeiro de 2019 - 16:30:52

O líder venezuelano, Nicolas Maduro rejeitou as exigências dos países europeus em convocar eleições dentro de oito dias, em uma entrevista transmitida no domingo, insistindo que seu país "não está amarrado" à Europa.

“Eles deveriam retirar este ultimato. Ninguém pode nos dar um ultimato ”, disse Maduro à CNN Turk em uma entrevista em turco do espanhol.

"A Venezuela não está ligada à Europa. Isso é completa insolência ”, acrescentou Maduro, ao descrever as ações dos países europeus como um“ erro ”.
Potências europeias, incluindo França, Holanda e Alemanha, alertaram no sábado que reconhecerão o líder da oposição, Juan Guaido, como presidente, a menos que Maduro convoque eleições dentro de oito dias. O Reino Unido e a Espanha também deram um ultimato semelhante.[post_ad]

O chefe da Assembléia Nacional, Guaido, proclamou-se presidente interino da Venezuela durante uma manifestação de massas contra Maduro.

Desde então, Estados Unidos, Canadá e muitos países sul-americanos, incluindo o Brasil e a Colômbia, apoiaram a auto-proclamação de Guaido.

Mas Maduro na entrevista disse que Guaido estava "violando a Constituição", acusando Washington de uma "tentativa de golpe" contra seu governo.
“Tudo o que está acontecendo está ligado à América. Eles estão nos atacando e acham que a Venezuela é o quintal deles ”, disse Maduro ao entrevistador.
Ele disse que superaria o desafio ao seu governo. Maduro disse estar "aberto ao diálogo", mas disse que não é provável que haja uma reunião com o presidente dos EUA, Donald Trump.
“Não é impossível, mas não é provável. Enviei muitas mensagens para Donald Trump.
A Venezuela está sobre uma constante especulação de guerra civil, inclusive com ameaças de uma possível intervenção militar estrangeira.

Fonte: Jornais Árabes.

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23 de jan. de 2019

Forças bolivarianas mataram 4 manifestantes anti-Maduro



Ao menos 4 manifestantes foram mortos pela Guarda Nacional Bolivariana nessa última madrugada, que está sendo considerada como uma das mais violentas nos últimos meses na Venezuela.

Houveram mais de 60 protestos por toda Caracas, os protestos se concentraram nas zonas mais pobres da capital venezuelana.

A imagem pode conter: pessoas em pé
Os manifestantes também incendiaram uma histórica estatua do ex-presidente venezuelano, Hugo Chavez.

Ao menos 27 militares venezuelanos foram presos por tropas fiéis à Maduro após os mesmos terem se rendido.








FONTE: AGÊNCIA REUTERS.

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11 de jan. de 2019

URGENTE: Argentina segue Brasil, Peru e Paraguai e não reconhece o governo de Maduro.

11 de Janeiro de 2019 16:29:48

O presidente Argentino, Maurício Macri de viés liberal de direita, anunciou que o seu país não reconhece o novo mandato de Nicolás Maduro na Venezuela. O governo argentino também anunciou sanções políticas e econômicas contra o regime venezuelano.

Em um comunicado, o governo de Buenos Aires, afirmou que apoia a realização de novas eleições no país latino, e também declarou apoio às medidas dos governos do Paraguai, do Brasil e do Peru, que ou romperam relações diplomáticas com Maduro ou impuseram sanções econômicas contra o seu país.

FONTE: GOVERNO ARGENTINO.

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5 de jan. de 2019

URGENTE: O parlamento venezuelano declarou o novo mandato de Maduro como inconstitucional!

05  de Janeiro de 2019 20:00:37
O novo presidente da Assembléia Nacional da Venezuela, Juan Guaido, durante cerimônia de posse, em Caracas  — Foto: Manaure Quintero/Reuters

URGENTE: O PARLAMENTO VENEZUELANO DECLAROU O NOVO MANDATO DE NICOLÁS MADURO COMO INCONSTITUCIONAL!.

Resultado de imagem para Maduro com seus soldados
Essa decisão do Parlamento venezuelano deve causar mais instabilidades no já instável regime de Maduro. Porém, apesar dessa decisão dos parlamentares, o decreto não tem poder para bloquear a posse de Maduro, pois o parlamento teve os seus poderes cassados pelo governo federal.


Essa declaração do parlamento venezuelano, vem junto ao decreto do Grupo de Lima, que aceitou uma exigência do Brasil para declarar Maduro como um ditador.


FONTE: G1 E TELESUR.

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14 de mai. de 2016

Maduro retira embaixador da Venezuela no Brasil.

14 de maio de 2016 - 16:20:49

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro retirou o embaixador venezuelano Alberto Castellar do Brasil, depois do afastamento de Dilma.



O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, pediu nesta sexta-feira (13) ao embaixador do país no Brasil, Alberto Castellar, para retornar a Caracas, depois do afastamento de Dilma Rousseff da presidência brasileira em um processo que o chefe do governo venezuelano classificou como um "golpe de Estado".

"Avaliamos hoje e eu pedi ao nosso embaixador no Brasil, Alberto Castellar, que viesse a Caracas", informou Maduro em rede nacional de rádio e televisão.

Castellar, que já estaria em Caracas, se reuniu com Maduro e a chanceler Delcy Rodríguez, o vice-presidente executivo Aristóbulo Istúriz e "vários dirigentes do comando político" do país para analisar os acontecimentos no Brasil.

"Estivemos avaliando esta dolorosa página da história do Brasil (...) Tentaram apagar a história com uma jogada totalmente injusta com uma mulher que é a primeira presidente que o Brasil teve", disse o líder venezuelano.

Maduro classificou o afastamento como uma "canalhice contra ela (Dilma), contra sua honra, contra a democracia, contra o povo brasileiro".

"Vejam, não acreditem os colegas presidentes ou primeiros-ministros que por serem de partidos da centro-direita, da direita, estão isentos de que o vírus do golpismo tome outra vez a América Latina e com o vírus do golpismo venham as grandes convulsões sociais outra vez (...) Não, não podemos retroceder na história", acrescentou.

Itamaraty


Porta-vozes afirmam estar sendo avaliada uma resposta ao pedido de Maduro, que classificou o afastamento de Dilma como "golpe". Ministério repudia reações de líderes da região ao processo de impeachment.

O governo interino de Michel Temer está "analisando" a decisão da Venezuela de chamar seu embaixador em Brasília, Alberto Castellar, de volta ao país, após o afastamento da presidente Dilma Rousseff, disseram fontes oficiais à agência de notícias Efe neste sábado (14).

Porta-vozes do Itamaraty disseram que ainda não se decidiu se será dada uma resposta ao anúncio feito pelo presidente Nicolás Maduro nesta sexta-feira. O líder venezuelano afirmou ter pedido a Castellar que viajasse a Caracas após o que qualificou como "golpe de Estado" contra Dilma, afastada por até 180 dias da presidência.

Maduro não deixou claro se retirou o embaixador do Brasil ou se se trata apenas de uma consulta. Quando o líder venezuelano fez o anúncio, Castellar já estava em Caracas e já havia se reunido com Maduro e a chanceler do país, Delcy Rodríguez.

Num discurso transmitido pelo rádio e pela televisão, Maduro classificou a decisão do Senado de afastar Dilma e dar continuidade ao processo de impeachment como "uma canalhice contra ela, contra sua honra, contra a democracia, contra o povo brasileiro". Aliado próximo do governo de Dilma, ele chamou a decisão dos parlamentares brasileiros como "uma jogada totalmente injusta".

Quase simultaneamente, o Ministério das Relações Exteriores, agora comandado por José Serra, emitiu duas notas rechaçando as opiniões manifestadas por líderes da região em relação ao processo de impeachment que corre contra Dilma.

De acordo com o comunicado, esses países e organizações como a União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e a Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América/Tratado de Cooperação dos Povos (ALBA/TCP), opinam e propagam falsidades sobre o processo político interno no Brasil que, assegura o Itamaraty, desenvolve-se em quadro de absoluto respeito às instituições democráticas e à Constituição federal.

"Como qualquer observador isento pode constatar, o processo de impedimento é previsão constitucional; o rito estabelecido na Constituição e na Lei foi seguido rigorosamente, com aval e determinação do STF; e o Vice-Presidente assumiu a presidência por determinação da Constituição Federal, nos termos por ela fixados", diz um dos comunicados.

Fontes: O Globo / G1 / Noticias Terra / Press TV

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21 de abr. de 2016

Evo Morales se reúne com Maduro para falar sobre "golpe" no Brasil

21 de abril de 2016 - 20:15:41 

O presidente da Bolívia, Evo Morales, fez nesta quinta-feira (21) uma escala na Venezuela em sua viagem a Nova York, para discutir sobre o impeachment da presidenta Dilma.



Morales participou de um encontro com o mandatário do país, Nicolás Maduro, no qual conversaram sobre o processo de impeachment contra Dilma Rousseff, que foi qualificado como "golpe de Estado".

Na reunião, segundo Maduro, eles avaliaram a situação da América Latina diante da “investida” da direita contra movimentos progressistas, especialmente o processo contra Dilma Rousseff.
"Estivemos conversando largamente... estivemos avaliando a situação da América Latina, toda esta investida da direita (...) o golpe de estado contra a presidente Dilma e estivemos falando da mudança climática também", disse Maduro no Aeroporto Internacional Simón Bolívar de Maiquetía, onde se reuniu com Morales antes que o presidente boliviano seguisse rumo a Nova York.
Morales chegou a Caracas acompanhado do chanceler boliviano, David Choquehuanca, e ambos foram recebidos pela chanceler venezuelana, Delcy Rodríguez.

Nos Estados Unidos, Evo participará, junto com Dilma e outros chefes de Estado, da cerimônia de assinatura do Acordo de Paris sobre Mudança do Clima, que envolve metas para reduzir a emissão de gases do efeito estufa por parte dos países signatários.
"Ele [Morales] vai conversar com ela [Dilma] e pedi que lhe transmitisse toda minha solidariedade", declarou Maduro.
Assessores da Presidência da República do Brasil informaram à agência de notícias Reuters que, durante seu discurso na sede da ONU, a presidente deverá falar sobre seu processo de impeachment, ao qual se refere como um "golpe" contra um governo democrático e legítimo.

Mais cedo, Morales informou na Bolívia sobre a suspensão da reunião dos chefes de Estado da União de Nações Sul-americanas (Unasul) que seria realizada no sábado no Equador.
"Ontem à noite, tarde, me informaram que foi suspensa. Só haverá reunião de chanceleres para a transferência da presidência Pro Tempore do Uruguai para a Venezuela", detalhou.
No domingo (17), a oposição na Câmara dos Deputados do Brasil reuniu os 342 votos necessários para que prossiga o processo de impeachment contra Dilma, que agora é analisado pelo Senado.
Fonte: Opera Mundi / 

Terra Noticias

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