5 de abr. de 2018

Trump da ordem para que o Pentágono prepare a saída dos soldados do EUA da Síria

05 de abril de 2018 - 02:14:06 


Washington – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu instruções à cúpula militar do país para que comece a planejar a iminente saída das tropas americanas da Síria, onde lideram uma coalizão de mais de 60 nações que combatem o islamismo extremista na região.

De acordo com informações divulgadas pelo jornal “The Washington Post” nesta quarta-feira, o presidente aproveitou uma reunião realizada ontem com alguns dos principais responsáveis da área de segurança para pedir um plano de saída da Síria.

A veracidade desta informação foi confirmada, em parte, pelo diretor nacional de Inteligência, Dan Coats, que na manhã de hoje disse a um grupo de jornalistas que o presidente já tomou uma decisão a respeito, informou a emissora “CNN”.

Trump estaria disposto a manter um pequeno contingente militar na Síria com o objetivo de preparar as forças de segurança locais para que assumam os trabalhos de proteção dos territórios já libertados da presença do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

O presidente, no entanto, ressaltou que, em qualquer caso, a presença dos Estados Unidos na Síria não se estenderia para além da vitória sobre os jihadistas.
[post_ad]

Esta afirmação poderia representar um revés para os principais aliados de Washington em sua luta no país árabe, as milícias rebeldes das Forças da Síria Democrática (FSD), cujo objetivo, além de derrotar os islamitas, é derrubar o presidente Bashar al Assad.

De fato, em janeiro deste ano, Hadi al Bahra, um dos integrantes da delegação do principal grupo opositor sírio que viajou para Washington no início do ano, garantiu para a Agência Efe que seu grupo tinha recebido “garantias” do governo americano de que este só contemplava “uma transição” política como solução duradoura para o conflito que aflige o país desde 2011.

No entanto, o Pentágono vem insistindo nos últimos meses que seu único objetivo na Síria é a derrota do EI, o que dá a entender que a saída de Assad, que conta com o apoio da Rússia, não é um tema que continue sendo de interesse da Casa Branca.
“Estamos arrasando o Estado Islâmico. Vamos sair da Síria muito em breve (…). Estamos lá por uma razão: encontrar o EI, acabar com o EI e voltarmos para casa”, garantiu Trump na semana passada durante um discurso em Richfield, nos arredores de Cleveland (Ohio).
Nesta quarta-feira, Trump voltou a insistir no assunto ao queixar-se que os Estados Unidos gastaram mais de US$7 bilhões no Oriente Médio nos últimos anos e não conseguiram “nada mais que morte e destruição”.

No entanto, quase ao mesmo tempo em que Trump fazia essas declarações, o general Joseph Votel, chefe do Comando Central (CENTCOM), responsável pelas operações das Forças Armadas dos EUA no Oriente Médio, assegurou que o momento mais difícil na Síria “ainda vai chegar”.

Em todo caso, a Casa Branca afirmou hoje em comunicado que consultará os aliados para tomar qualquer decisão e disse que os EUA seguem comprometidos em lutar contra a presença do EI na Síria.

Ao ser consultado pela Efe, o Departamento de Defesa dos EUA não quis comentar sobre “cenários hipotéticos” e se limitou a confirmar que “os comandantes realizam recomendações privadas ao presidente através da cadeia de comando de forma rotineira”.

Durante a campanha eleitoral, Trump já tinha manifestado sua vontade de reduzir a presença americana nos diversos conflitos em que o país toma parte. No entanto, a decisão de anunciar a retirada de suas tropas da Síria atentaria contra a estratégia apresentada pela própria Casa Branca em agosto.

As novas diretrizes de Washington dotaram as forças armadas de maior liberdade de manobra, maior sigilo para evitar possíveis vazamentos por parte de seus aliados e, antes de tudo, estabeleceram o fim aos limites temporários. Ou seja, não existem prazos, só metas a serem cumpridas.

Os Estados Unidos têm cerca de 2 mil militares na Síria, onde lutam ao lado de uma coalizão internacional formada por mais de 60 países que combatem o terrorismo islamita dentro da operação ‘Inherent Resolve’ (‘Apoio Decidido’), que conta com a aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Fonte: Exame

Marcadores: , , , ,

6 de nov. de 2017

Pentágono diz que a Invasão é única maneira de desarmar completamente a Coreia do Norte

06 de novembro de 2017 - 01:40:29 

A invasão terrestre é a única maneira de destruir completamente o programa de armas nucleares da República Popular Democrática da Coréia (RPDC), afirmou uma avaliação do Pentágono.

"A única maneira de localizarmos e destruir com total certeza todos os componentes do programa de armas nucleares da Coréia do Norte é através de uma invasão terrestre", disse o contra-almirante dos EUA, Michael Dumont, ao congressista Ted Lieu em uma carta em nome do Estado-Maior, informou a BBC.
Mas o cálculo de números de vítimas potenciais mesmo os mais improváveis, seria extremamente alto, acrescentou, alertando que a Coreia do Norte poderia lançar um contra-ataque nuclear, enquanto as forças dos EUA tentam encontrar e desativar suas instalações subterrâneas profundamente enterradas.
[post_ad]Lieu, um deputado democrata, chamou a avaliação "profundamente perturbadora" em uma declaração feita com mais de uma dúzia de outros congressistas.
"Um conflito com Pyongyang poderia resultar em centenas de milhares, ou mesmo milhões de mortes nos primeiros dias de luta", afirmou o comunicado.
"Sua avaliação ressalta o que sabíamos o tempo todo: não há boas opções militares para a Coréia do Norte". completou o comunicado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, que atualmente está em uma viagem a cinco países da Ásia, alertou em setembro que Washington pode "não ter escolha senão destruir totalmente" Coreia do Norte, a menos que eles desistam do seu programa nuclear.
"O presidente precisa parar de fazer declarações provocativas que dificultam as opções diplomáticas e colocam as tropas americanas em risco", afirmou Lieu no comunicado.
Uma pequena ressalva do Conflitos e Guerras. A ultima vez que os EUA fizeram essa previsão de vitimas em uma inevitável invasão terrestre, duas bombas nucleares foram lançadas contra o Japão.

Pode a história vir a se repetir.

Fonte: CGTN News

Marcadores: , , ,

28 de mai. de 2017

Pentágono diz que guerra com a Coreia do Norte seria um desastre, inclusive para China e Rússia

28 de maio de 2017 - 23:30:24


Um possível fracasso diplomático e posterior guerra com a Coreia do Norte seria um desastre, representando uma ameaça para muitos países, incluindo a Rússia, disse o secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, à CBS News em entrevista neste domingo.

"Este regime (norte-coreano) é uma ameaça para a região, para o Japão e para a Coreia do Sul. Em caso de guerra, eles seriam uma ameaça para a China e para a Rússia. Essa seria uma guerra catastrófica, se acontecerem combates e se não formos capazes de resolver esta situação por meios diplomáticos", alertou Mattis.
Mattis acrescentou que um possível conflito armado com a Coreia do Norte seria a pior guerra já vivida em gerações, devido ao fato de Pyongyang possuir "centenas de canhões de artilharia e lançadores de foguetes" capazes de alcançar a capital sul-coreana, Seul.
As tensões, em função das atividades militares da Coreia do Norte, aumentaram drasticamente nos últimos meses, depois de Pyongyang ter realizado vários testes nucleares e lançamentos de mísseis balísticos, violando as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

Fonte: Sputinik

Marcadores: , , , , ,

2 de mar. de 2017

Pentágono acusa a Rússia de ter bombardeado forças aliadas dos EUA na Síria

02 de março de 2017 - 16:50:35 


O Pentágono acusa a aviação militar da Rússia, ainda que acidentalmente, de bombardear posições das forças aliadas dos EUA no norte da Síria.

"Na terça feira (28) alguns russos e os aviões regime (referindo-se ao governo sírio) bombardearam várias aldeias que eu acho que eles pensaram que estavam sob o controle de EIIL (Daesh, em árabe), embora fossem forças da coalizão árabe-síria" disse o tenente-general Stephen Townsend do Exército dos EUA.

O comandante do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (Pentágono), responsável pelas posições da missão dos EUA na região, disse em uma videoconferência a partir de Bagdá (capital do Iraque) que que ocorreu várias mortes por causa do bombardeio, mas não deu mais detalhes, como registrado pela agência Reuters.

De acordo com Townsend, a confusão pode ter ocorrido, uma vez que as tropas do Exército sírio, as forças turcas e os chamados Forças Democráticas da Sírias, convergiram em uma área controlada por terroristas Daesh cidade vizinha de Al área -Bab, localizado no norte da província de Aleppo.

As afirmações do chefe da coalizão anti-EIIL na Síria, foi negado pelo Ministério de Defesa Russo, que disse que 
"A aeronave síria ou russos não fez nenhum ataque às áreas indicadas por US”.

EUA expressa temor de possível conflito com a Rússia no céu sírio


Um alto comandante dos EUA, alerta para aumento do risco de um conflito entre as forças aéreas de seu país e da Rússia no espaço aéreo sírio.

De qualquer forma, a declaração do banco russo, observa que o comando russo "tomar em consideração" esta informação, assegurando ao mesmo tempo que as forças aéreas russas desdobradas na Síria para manter a cooperação com a aviação norte-americana.

No início de fevereiro, um navio de guerra russo matou três soldados turcos e feriram outros onze na vizinhança de Al-Bab, reduto do Daesh na fronteira turco-síria e que ainda é contestada tanto pelo Exército Sírio como por forças turcas e outros grupos armados.

Fonte: Hispantv

Marcadores: , , , ,

10 de out. de 2016

A terceira guerra mundial será muito rápida e muito letal, adverte Pentágono

10 de outubro de 2016 - 13:30:14

O próximo conflito global ocorrerá em uma velocidade que os seres humanos mal conseguirão acompanhar, devido ao fato de que a inteligência artificial provavelmente estará coordenando todas as ações.





O número de mortos poderá aumentar exponencialmente, disse um chefe do Pentágono, devido ao uso da IA e de “armas inteligentes”.

O Major-General William Hix disse: “Um conflito convencional em um futuro próximo será extremamente letal e rápido, e nós mal conseguiremos cronometrá-lo”.
“A velocidade dos acontecimentos pode ultrapassar nossa capacidade humana de acompanhá-la.
“A velocidade em que as máquinas tomarão decisões no futuro provavelmente desafiará nossa capacidade, exigindo uma nova relação entre homem e máquina”, ele afirma.
No início deste ano, chefes do Pentágono advertiram que o mundo está entrando em uma corrida armamentista por armas robóticas. Segundo eles, o resultado pode envolver armas como o ‘Exterminador’, de Arnold Schwarzenegger.


O general da Força Aérea, Paul Selva, vice-presidente dos Chefes de Estado no Departamento de Defesa, admitiu que a tecnologia pode levar os sistemas robóticos a se tornarem um Exterminador, sem consciência alguma.

Selva diz que a chave para o controle é garantir que as máquinas não possam decidir matar por si só, garantindo sempre a aprovação de um humano para tanto.

O Human Rights Watch adverte que robôs capazes de ‘tomar essa decisão’ por si só poderão ser viáveis dentro de algumas décadas.

Fonte: Noticias.Yahoo

Marcadores: , , ,

7 de out. de 2016

Pentágono estuda uma Guerra Nuclear entre Japão e China.

07 de outubro de 2016 - 15:33:11 

O Japão poderia rapidamente construir um arsenal estratégico de mísseis baseados em terra e lançadores via submarinos, capazes de matar até 30 milhões de chineses em uma guerra nuclear, afirma um estudo patrocinado pelo Pentágono.




Um relatório produzido para o Office of Net Assessment do Pentágono, revela que o governo do Japão pode armar-se com armas nucleares dentro de um período de 10 anos, através de base em avançadas infraestruturas de energia nuclear em Tóquio, assim como em seus atuais lançadores espaciais, mísseis de cruzeiro e submarinos. 

A estimativa de baixas no relatório, indica que Tóquio não seria páreo em uma guerra nuclear contra a China.

De acordo com o relatório, o Japão poderia sofrer com a morte de mais ou menos, 34 milhões de pessoas em um eventual ataque chinês, cerca de 27% da população. 

Mas os especialistas nucleares não foram capazes de calcular com precisão as mortes japonesas por causa de um desentendimento entre os analistas, que chegaram a cogitar, que as grandes explosões contra cidades, criariam enormes tempestades de fogo e que provavelmente elevaria o número de mortes para o dobro. 

Os especialistas usaram um slide de instrução específica no relatório, e de qualquer maneira, o Japão enfrentaria a extinção caso seja atacado por armas nucleares chinesas. 

A divulgação do relatório ocorre em meio a crescentes tensões entre Tóquio e Pequim sobre disputas marítimas que envolvem ilhas Senkaku no Japão, que se encontram no Mar da China Oriental.

China reivindica as ilhas como seu próprio território. Forças militares japoneses e chineses estiveram envolvidas em um jogo de gato-e-rato referente as atividades navais e aéreas perto das ilhas nos últimos anos. 


O estudo é um claro sinal de preocupações dentro do governo dos EUA em que as políticas anti-nucleares do governo Obama têm aumentado o perigo da proliferação de armas nucleares, como aliados americanos não nucleares consideram o desenvolvimento de seus próprios arsenais nucleares. 

O Japão vem construindo pequenas forças militares nos últimos anos e tem reinterpretado partes da constituição oficialmente pacifista para permitir uma ampla gama de atividades militares.

O Primeiro Ministro japonês Shinzo Abe se reuniu com o ex-líder cubano Fidel Castro em Havana na quinta-feira (06), onde concordaram em buscar um mundo livre de armas nucleares. 

Em abril, funcionários do governo Abe disse ao Parlamento que a constituição japonesa não proíbe possuir armas nucleares. 

Os Estados Unidos atualmente usa seus mísseis nucleares, submarinos e bombardeiros de dissuasão estendida para fornecer segurança ao Japão e Coreia do Sul, mas de acordo com analistas, as forças nucleares estão envelhecendo e precisam de modernização.

Por outro lado, a Rússia e a China estão modernizando suas forças nucleares de forma agressiva, além desses dois países, a Coréia do Norte também está construindo um forte complexo nuclear e sistemas de mísseis de longo alcance capaz de atingir os EUA com armas nucleares.


Ainda no campo atômico, o acordo nuclear do governo Obama com o Irã, proporciona Teerã desenvolver armas nucleares em até 10 anos. 

De acordo com o relatório ONA, o interesse do Pentágono em opções nucleares do Japão, assumiu urgência porque temores japoneses de que as atuais garantias de segurança nuclear dos EUA contra ataques nucleares chineses e norte-coreanos, estão enfraquecendo e poderia ser insuficiente no futuro para dissuadir Pequim ou Pyongyang de declarar uma guerra atômica contra o Japão. 

Segundo o relatório, fatores que poderiam conduzir o Japão para nuclearização do seu sistema militar, incluem uma grande mudança na política de dissuasão dos Estados Unidos para a construção de armas nucleares por parte da Coreia do Sul, um teste nuclear iraniano, ou o uso de armas nucleares por parte da Rússia ou China. 

Os resultados do relatório fazem parte de uma oficina batizada de, "operações nucleares e implicações", realizada em Washington em 10 de Junho, que incluiu defesas norte-americana e autoridades nucleares a avaliar como o Japão poderia implantar e usar mísseis nucleares construídos a partir de lançadores espaciais atuais e submarinos. 

O relatório nuclear do Japão, enquanto não classificada, parece fornecer uma avaliação de peritos sobre como o Japão poderia desenvolver melhor as forças nucleares, tendo em conta a experiência da Segunda Guerra Mundial, referente ao bombardeio convencional e dois ataques nucleares a nação do Pacífico. 

Como resultado dessa experiência, o relatório constatou que as forças navais japonesas provavelmente escolheriam uma força nuclear construído em torno da base nuclear com mísseis disparo através de submarinos e com um componente terrestre de mísseis. 

O atual lançador espacial do Japão, a Epsilon, é semelhante ao sistemas de lançamento de misseis nucelar dos EUA, MX. Sistema esse que foi desmantelado em 2005. 

Um míssil nuclear japonesa pode não precisar de múltiplas ogivas, mas Tokyo poderia desenvolver a capacidade que a China continua a perseguir, que no caso é o desenvolvimento de defesas antimísseis. 

Em relação ogivas, o Japão poderia construir uma ogiva semelhante a ogiva W-47 dos EUA de 1,2 megaton. 

Os participantes da conferência sobre as forças nucleares do Japão foram informados de que os japoneses provavelmente adotariam uma "dissuasão de punição" a ataques nucleares de proporcionais riscos, caso seja atacado. 

O relatório discutiu na conferência, as estimativas de baixas em caso de uma guerra nuclear entre China e Japão.


Simulação


Em uma guerra nuclear contra o Japão, Pequim provavelmente atingiria entre 20 a 30 cidades japonesas com 3 armas nucelares com poderes equivalente a 3 milhões de toneladas de TNT e mataria cerca 23 milhões a 33 milhões de pessoas. 

Já o Japão poderia lançar mísseis balísticos nucleares de cruzeiro em vários cenários de retaliação, incluindo bombas de 150 kilotons a 45 cidades chinesas, matando cerca de 20 milhões de chineses, ou usando armas ainda mais potentes com 1,2 megaton em 60 cidades, matando cerca de 96 milhões a 128 milhões de pessoas. 

Para a Coreia do Norte, um ataque em 10 cidades japonesas com ogivas de 10 kilotons, matando cerca de 1 milhão de pessoas. Esse ataque faria o Japão responde com armas de 1,2 megatons sobre Pyongyang, matando um número estimado de 1,1 milhões de norte-coreanos. 

Os funcionários avaliam que o Japão poderia facilmente desenvolver mísseis de cruzeiro de ataque a terra com um alcance de 1.500 milhas.

O Japão planeja ter 22 submarinos em suas forças navais que poderiam manter até 100 mísseis de cruzeiro nucleares na estação. 

Uma segunda opção seria o Japão desenvolver mísseis de médio alcance com alcance de 2.000 milhas que poderia ser capazes de atingir todas as grandes cidades chinesas a partir de territórios japonês. 

A autoridades espaciais japonesas, indicaram que o atual sistema de lançamento espacial do Japão, pode disparar misseis através de lançadores móveis, indicando que os sistemas poderiam ser convertidos de lançamento de satélites para ogivas de transporte.

Japão e China viram as tensões entre os dois países crescerem bastante nos últimos anos, tensão essa que pode desencadear uma guerra direta.

Fonte: Washington Free Ceacon

Marcadores: , , , , ,