2 de jan. de 2019

URGENTE: Rebeldes pró-Turquia e pró-Arábia Saudita entram em guerra em Idlib.


02 de Janeiro de 2019 18:19:45


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Rebeldes das FSA lutam em Idlib.


 

URGENTE: As forças rebeldes das FSA e das HTS começaram à se enfrentar por toda Idlib, com as forças pró-Arábia Saudita das HTS conquistam uma cidade das mãos das FSA que por sua vez conquistam outras duas cidades das forças rebeldes das HTS.

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Os militares turcos mobilizaram seus soldados na região e pediram calma à ambos os lados.

Dezenas de combatentes rebeldes já perderam a vida nesses combates

Em retaliação pela perda do posto militar de Sheik Mansour, as forças da HTS executaram sumariamente ao menos 8 soldados rebeldes das FSA.

O auto comando rebelde lançou uma nota declarando os jihadistas da HTS como traidores e conclamando que todos os rebeldes da região ataquem os terroristas da HTS.

Os dois lados estão se enfrentando por quase toda Idlib, com os confrontos alcançando proporções cada vez maiores.

Ao menos 12 civis já morreram em decorrência desses combates.

As forças das FSA também conseguiram conquistar a importante cidade de Maasran, pós ferozes confrontos que tiraram a vida de ao menos 22 terroristas das HTS e 28 combatebtes das FSA.

Resultado de imagem para Guerra entre rebeldes na Síria
Mapa atualizado da Síria.


FONTE: AL-MASDAR NEWS E MÍDIAS EM SOLO.


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5 de nov. de 2017

Príncipe Herdeiro da Arábia Saudita eleva os seus poderes ao prender príncipes governantes e ministros

05 de novembro de 2017 - 03:10:19 


Onze príncipes quatro ministros e dezenas de governantes foram presos no sabado apos um decreto real que estabelece uma anti-corrupção no país. A comissão está sendo chefiada pelo príncipe Mohammad Bin Salman, herdeiro ao trono saudita.
[post_ad]Segundo Bin Salman, a ação foi para combater o que ele chamou de almas fracas que estão colocando os seus interesses próprios acima dos interesses públicos para acumularem de forma ilícita, riquezas.

A comissão tem plenos poderes para investigar, prender, congelar contas, barrar viagens e monitorar pessoas envolvidas em praticas de corrupção.

No mesmo dia da formação da criação da comissão, o rei demintiu o ministro da economia Adel Fakeih, o comandante da marinha Abdullah al-Sultan e o lider da guarda nacional, (tropa de elite do rei) Meteb bin Abdullah, este o favorito a ocupar o trono saudita.

Outro que entrou para a lista de detidos na Arabia Saudita, foi o principe Al-Waleed Bin Talal, um bilonário que já estve na lista dos cem homens mais influentes do mundo de acordo com a revista "Time", Bin Talal é um dos principais investidoes das empresas Citigroup e 21th Century Fox, alem de ter uma parte das ações do Twitter.

Apesar das detenções e afastamentos terem sido provenientes de investigações sobre corrupção, não foi informado quais os crimes de corrupção eles estavam envolvidos e nem outros crimes subsequentes.

Essas as prisões e afastamentos, vem após uma série de acontecimento envolvendo diretamente e indiretamente a Arabia Saudita.

Apesar de não serem divulgados, muitos são os caças sauditas abatidos no Iemen, alem de outros ataque com misseis cruzarem a fonteiras do pais. Alem disso, o Primeiro Ministro do Libano, Saad Hariri que é um forte critico ao Irã e ao Hezbollah, alem de um forte aliado de Riade, renunciou ao cardo culpando o Irã de orquestrar o seu assassinato.

Apesar de não confirmado, alguns boatos correm dizendo que a atitude de Bin Salman foi para blinar e impedir um possivel golpe contra o seu mandato e que os possiveis corruptos presos, tinham de certa forma, uma ligação com o Irã.

Apesar desse boato ter alguns sentido, muito são as controversias, já que ambos seguem uma linha religioa bastante diferente.

Com tudo, o principe herdeiro que tem como a forma de governo uma monarquia absolutista que rege o pais com regras religiosas baseadas nas doutrinas sunita, aumenta ainda mais o seu poder sobre as tres instituições armadas do governo. que eram lideras por lidaradas por membros serparados da familia real.

Fontes: DN / Publico / O Globo 

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3 de nov. de 2017

Arábia Saudita denuncia o apoio da ONU à milícia Houthi

03 de novembro de 2017 - 06:30:17 



A Arábia Saudita expressou sua forte condenação ao relatório elaborado por um comite da ONU onde as Nações Unidas apresentaram um repasse de 14 milhões de dólares para o chamado Ministério da Educação do Iêmen, que é um afiliado das milícias Houthi, e que estão plantando milhares de minas dentro do Iêmen e na fronteira saudita.

[post_ad]O Reino solicitou a reconsideração do relatório submetido à comissão, de modo que eles reflitam os fatos que foram ignorados e o compromisso de todos os órgãos das Nações Unidas com as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança, incluindo a resolução 2216, enfatizando que o apoio das Nações Unidas às milícias Houthi era injustificável e inaceitável.

O Reino também confirmou que as milícias Houthi e Saleh, plantaram e desdobraram pelo menos 50 mil minas na fronteira saudita-iemenita e dezenas de milhares de minas em cidades e aldeias Yemenitas povoadas, além de minas navais no Mar Vermelho perto da fronteira saudita.

A Arábia Saudita expressou sua surpresa e arrependimento por não se referir a esses fatos no relatório apresentado ao Comité das Nações Unidas em questão, considerando isso como um grave desrespeito de como essas minas representam uma ameaça à segurança do País.

Isto veio num discurso pronunciado na quarta-feira pela Delegação Permanente do Reino das Nações Unidas na Comissão de Política Especial e de Descolonização (Quarta Comissão) sobre o item 50 sobre Ação contra Minas.


Fonte: Saudi Gazette

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29 de jun. de 2017

Oriente Médio a beira de uma guerra regional envolvendo Turquia, Arabia Saudita e Irã

29 de Junho de 2017 - 00:11:02


O chanceler do Bahrein, Khalid bin Ahmed Al Khalifa, ameaçou Qatar com "uma intervenção regional urgente", caso Doha não cumpra seus acordos com países da do Golfo.


Esta declaração coloca em destaque a questão da possibilidade de um conflito militar no golfo Pérsico e a questão do papel da Turquia na crise, pois uma das exigências ao Qatar, se trata do fechamento da base militar turca em território catariano.

Faik Bulut, especialista em questões do Oriente Médio, disse à Sputnik-Turquia que, 

"Ao apoiar o Qatar nesse conflito, a Turquia perdeu sua neutralidade e a possibilidade de se tornar um mediador para evitar um confronto aberto. Como resultado, assinala o especialista, agora estamos à beira de um conflito, onde a Turquia não poderá fazer nada a não ser lutar."

Abdullah Agar, especialista na área de segurança na luta contra o terrorismo e militar aposentado das forças especiais turcas, destacou que uma intervenção militar pode transformar a crise do Qatar em uma Terceira Guerra Mundial.

"O Bahrein que ameaçou o Qatar com uma intervenção, está agindo de acordo com as ordens da Arábia Saudita e no âmbito dos planos do Ocidente de dividir o Oriente Médio. É sabido que a posição da Turquia e do Irã se distingue radicalmente dos outros 13 países que assumem posição hostil em relação ao Qatar. São evidentes as tentativas do Ocidente de fazer com que os países da região entrem em confronto", disse ele.

A aproximação da Turquia e do Irã, significa o surgimento de uma nova configuração de forças possuidora de caráter antiocidental.

Abdullah Agar aponta que o Iraque e a Síria podem aderir a este bloco, porque essa coalizão conta justamente com os países que visam estabilidade na região.

"É claro que uma intervenção militar pode se transformar em uma guerra na região que, ao fundo de outros conflitos, pode se tornar em uma guerra mundial", concluiu Abdullah Agar.


Fontes: Sputnik News / Noticia-Final

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5 de mar. de 2017

Guerra no Iêmen: Batalhas seguem a todo vapor com bombardeios Árabes e dos EUA

05 de março de 2017 - 20:30:25


Por Conflitos e Guerras

O conflito no Iêmen segue a todo vapor com a participação direta dos EUA, que agora está bombardeando cidades onde segundo o Pentágono, estão alojados terroristas do grupo Al-Qaeda.

Apesar da alegação dos americanos, o governo do Irã acusa os EUA de usarem o pretexto para atacar os rebeldes separatistas Hutis Os bombardeios seguem também com a participação da Arabia Saudia que lidera as operações.

Resumo da Guerra

- Comandante saudita Mohammed al-Sar é morto pelos rebeldes -


O principal comandante saudita, Mohammed Abdullah al-Sar foi morto junto de quatro de seus companheiros no distrito de Serwah, na província de Mareb 

Um oficial militar rebelde, disse em Saba no domingo que o Coronel al-Sar foi morto pelos heróis do Exército e pelas forças populares.


O coronel foi nomeado pelos sauditas como chefe adjunto do departamento de logística militar e suprimentos na terceira região, em Mareb.

- Reforço Tribal -

Tribos do distrito de Salif na cidade portuária de Hodeidah, anunciaram em uma mobilização de domingo que irão dar suporte as linhas de front para enfrentar a agressão saudita apoiada pelos EUA.

Os membros da tribo de Salif, confirmaram em uma manifestação sua firmeza em confrontar a agressão da saudita em causa da defesa da pátria. 

Durante a manifestação de anti-agressão, os membros da tribo enviaram combatentes para as frentes de batalha, alimentos e dinheiro para apoiar os homens nas linhas de frente. 

Em sua declaração, os membros da tribo juraram que a única opção para deter a agressão é o confronto até que a vitória seja alcançada.

- Bombardeios da Coalizão -

Apos anuncio de que tribos da cidade de Hodeidah participariam das batalhas, Arabia Saudita e EUA lançam uma série de ataques contra a cidade de Hodiedah

Aviões de guerra saudita apoiados pelos EUA, lançaram uma série de ataques contra a província de Hodiedah, visando propriedades públicas e privadas, disse um oficial de segurança de Saba no domingo. 

Os aviões de guerra lançaram três ataques aéreos em prédios no distrito de Bajel e quatro ataques no distrito de Al-Salif. 

O oficial disse que os aviões de guerra inimigos também lançaram uma série de incursões no distrito de AL-Khokha com o vôo constante de Drones espiões sobre a área.

As artilharia das forças do exército da coalizão, bombardearam locais onde rebeldes estavam alojado na província de Taiz, informou uma autoridade militar em Saba no domingo. 

Os locais foram alvejados na área de AL-Dhabab e em Habashe.


Enquanto isso, os aviões de guerra dos EUA e da Arábia Saudita, lançaram um ataque aéreo na área de AL-Knaea no distrito de Mozaa e também travaram sete ataques aéreos no vale de Rasean, AL-Barah e AL-Kasarah áreas localizadas no distrito de Makbana.

Os aviões de combate também realizaram duas incursões na área de AL-Arish na cidade de Mokha e lançaram nove outros ataques aéreos no monte de Jozan, atacaram também segundo autoridades locais, duas escolas em AL-Amrey no distrito de Dhobab a oeste de Taiz.

Voltaremos com mais informações da guerra no Iêmen.

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14 de fev. de 2016

Hezbollah promete "abatee forças sauditas" Se eles tentarem invadir oIraque

14 de fevereiro de 2016 - 14:30:03 



Na quinta-feira, após relatos iniciais sobre movimentos militares sauditas na fronteira com o Iraque começaram a surgir, brigadas do Hezbollah começaram a mobilizar as suas forças para a fronteira.

A coalização liderada pela Arábia Saudita que inclui 20 estados árabes, como Egito e Emirados Árabes Unidos, lançaram neste domingo "a maior manobra" na história do Oriente Médio na fronteira saudita-iraquiana, conforme informado por meios de comunicação árabes neste domingo.

A manobra maciça, que está prevista para ocorrer até 25 de fevereiro, já despertou reações ressentidas de ambas as autoridades iraquianas e unidades de combate do Hezbollah localizadas no Iraque, temendo o que poderia ser o início de uma incursão Árabe no país.

Desde quinta-feira, após relatos iniciais sobre movimento militar saudita na fronteira, as brigadas do Hezbollah começaram a mobilizar as suas forças para a fronteira no intuito de impedir uma incursão Árabe.

Em meio a declarações da Arábia saudita que está pronta para enviar tropas terrestres a Síria para lutar contra o ISIS, um porta-voz militar do Hezbollah no Iraque afirmou
“Os servos da entidade Árabe nunca serão capazes de lidar com os combatentes do Hezbollah."
E acrescentou
"Se os soldados sauditas querem tentar lutar contra nós, eles vão ter que escrever seus nomes em suas sepulturas antes mesmo de pensar de nos enfrentar. " 
Um membro da Comissão de Segurança e Defesa no parlamento iraquiano disse à mídia iraquiana que o país enviará uma grande força militar para inspecionar qualquer movimento na fronteira. 

Ele afirmou que qualquer infiltração Saudita em território iraquiano seria considerada como uma violação da soberania do Iraque. 

Na sexta-feira, o vice chefe do Hezbollah, Sheikh Naim Qasser, disse à rádio al-Nour que a Arábia Saudita não tem seus próprios planos sobre a Síria e só servem as aspirações americanas na região. 

Relativa à possibilidade de um futuro conflito com Israel, Qassem afirmou que o Hezbollah está pronto para enfrentar qualquer guerra de Israel contra o Líbano.

Fonte: The Jerusalem Post

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Irã adverte contra intervenção Saudita na Síria.

14 de fevereiro de 2016 



Um comandante iraniano advertiu a Arábia Saudita no domingo contra o envio de tropas para a Síria, depois do reino do Golfo ter implantado aviões de combate na Turquia, Relatou a imprensa estatal Iraniana.
“Nós definitivamente não vamos deixar a situação na Síria ir de maneira como os países rebeldes querem... Nós vamos tomar as medidas necessárias em tempo útil", informou o vice chefe de gabinete, o Brigadeiro General Masoud Jazayeri a rede de televisão Al-Aalam.
Jazayeri estava respondendo a uma pergunta sobre se o Irã planeja enviar mais assessores militares para a Síria caso tropas sauditas sejam implantados lá, arriscando um confronto direto entre os rivais regionais, Irã e Arábia Saudita.

Riyadh disse no sábado, ter implantado aviões de guerra na base aérea de Incirlik na Turquia, a fim de "intensificar" as suas operações contra o grupo Estado Islâmico no Síria.

Enquanto isso, a Turquia atingiu posições curdas e sírios no norte da Síria, o que complica ainda mais os esforços para acabar com a guerra, que já matou mais de 260.000 pessoas desde que começou em 2011.

O regime iraniano apoia o presidente Bashar al-Assad, e enviou "conselheiros militares" e voluntários para lutar ao lado do exército sírio.
"Os terroristas que lutam na Síria hoje, são forças da Arábia Saudita ou os norte-americanos ou até mesmo, forças reacionárias na região", disse Jazayeri.
A rede de TV perguntou:

- Quais os países, com exceção da Turquia, que os terroristas comutam para a Síria? E quais os países que, se não os países árabes reacionários, estão a apoiá-los?
“Hoje, com as vitórias do exército sírio e das forças populares, eles querem enviar tropas para a Síria, mas é um blefe e uma guerra psicológica", acrescentou Jazayeri.
"A Arábia Saudita tem usado tudo à sua disposição na frente síria e até agora eles não conseguiram nada não só na Síria, mas também no Iêmen."
A situação na Síria se tornou mais preocupante depois da Rússia dizer que uma invasão terrestre poderia desencadear um conflito mundial.

Fonte: Times of Israel

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10 de fev. de 2016

Arabia Saudita pode invadir a Síria já na próxima semana, provocandoguerra com a Rússia

10 de fevereiro de 2016 - 04:59:03

A divisão árabe da CNN em Dubai, informou na terça feira (9) que a Arábia Saudita está planejando invadir a Síria nas próximas semanas e já mobilizou 150.000 mil soldados, mas o Reino pensa em elevar esse número para 300 mil. 



Duas fontes citadas pela CNN disseram que o exército saudita e seus parceiros, estão se preparando em um grande esforço para acabar com a guerra na Síria.

A coalizão liderada pela à Arábia Saudita que pretende pôr fim à guerra na Síria, é formada por Egipto, Sudão, Jordânia, Marrocos, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Qatar e Turquia. Malásia, Indonésia e Brunei também participam dessa coalização, mas não se envolvem diretamente. 
A invasão está prevista para o início de março e será liderado por sauditas e turcos.

De acordo com fontes locais, a grande invasão terá origem na Turquia com as tropas avançando para o leste, seguindo por toda a Síria até o Iraque.

 Na semana passada, em uma reunião no Pentágono, o chefe da Defesa dos Estados Unidos Ash Carter, disse que o país gostou de receber a oferta da Arábia Saudita para participar de operações terrestres na Síria.
"Esse tipo de notícia é muito bem-vindo", disse ele a repórteres. 
Carter se reunirá em Bruxelas esta semana com líderes sauditas, onde irão discutir e confirmar os detalhes da iminente invasão. 

Na semana passada, o chefe da Divisão Arabe, Brig. Asiri, o general Ahmad, disse aos Estados Unidos que seu país está disposto a enviar tropas para a Síria. Na sexta-feira, as autoridades sauditas anunciaram a formação da coalizão sunita e disse que exercícios militares serão realizados em preparação para uma invasão. 

O Major General iraniano, Ali Jafari, fez pouco caso do plano saudita.
"Eles dizem que irão enviar tropas (a Síria), mas não se atreveriam a fazê-lo"
E complementou dizendo a repórteres da agencia de notícias iraniana Fars em Teerã.
"Eles têm um exército clássico e a história nos diz que esses exércitos não têm chance na luta contra a resistência e forças irregulares." 
Especialistas no Oriente Médio, acreditam que a perigosa jogada da Arábia Saudita, não é sobre derrotar o Estado islâmico, mas um confronto direto com o Irã. O serviço de segurança e a inteligência iraniana, estão aconselhando e ajudando o líder sírio Bashar al-Assad em sua luta contra os rebeldes. 

Além disso, o Irã enviou o corpo da Guarda Revolucionária Força Quds islâmica para ajudar na luta em terra.

Na Síria e no Líbano, o Hezbollah assumiu um papel de combate direto. As Brigadas xiitas iraquianas também estão envolvidas na luta.

Para Stephen Kinzer, membro sênior do Instituto Watson para Assuntos internacionais e públicos da Universidade de Brown, a Arábia Saudita tem objetivos que vão além do Estado Islamico.
"Os objetivos estratégicos da Arábia Saudita na Síria são muito diferentes dos iranianos e qualquer nova introdução de tropas estrangeiras em solo Sírio, complicará enormemente os esforços para se concentrar no ISIS como ameaça".
Stephen Kinzer completou dizendo a revista, US News & World Report. 
"Os sauditas sabem exatamente o seu objetivo. Eles querem derrubar Assad e trazer o Irã para a guerra na Síria”. 
Na semana passada, o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, adiou as negociações de paz na Síria com a mediação da organização internacionalista. O Departamento de Estado acusou a Rússia "em parte" pelo fracasso das negociações.

- Rússia -

Em meio a iminência de uma invasão Árabe-Turca a Síria, a Rússia colocou suas tropas em Alerta no sul do país.

Milhares de tropas da Rússia foram enviadas para treinamento no sudoeste do país com o objetivo de testar sua capacidade de entrar em ação de imediato, em um momento de contínua tensão com o Ocidente. 

Segundo informou o vice-ministro de Defesa da Rússia, Anatoly Antonov, por meio de comunicado, cerca de 8,5 mil tropas, 900 armas terrestres, 200 aviões e 50 navios estão envolvidos no treinamento.

O ministro de Defesa da Rússia, Sergei Shoigu, afirmou que as unidades militares foram colocadas em estado de alerta na segunda-feira, marcando o início do treinamento de soldados do distrito militar do Sul da Rússia.

Alguns analistas acreditam que as forças russas estão se preparando para uma reposta rápida contra a possível invasão Turca e Saudita na Síria, colocando os dóis países em guerra direta com a Russia e com o Irã.

- EUA -

Os EUA, através do secretário de Estado americano John Kerry, pediu novamente à Rússia, um "cessar-fogo imediato" na Síria, a dois dias de uma conferência internacional para estudar saídas para a guerra naquele país.
"Pedimos à Rússia, e continuamos pedindo, para se unir a este esforço com um cessar-fogo imediato e (permitindo) um acesso humanitário completo", declarou o chefe da diplomacia americana à imprensa, ao receber no Departamento de Estado o ministro egípcio das Relações Exteriores, Same Chukri. 
"O que a Rússia está fazendo em Aleppo (a segunda cidade síria) e nas regiões próximas torna as coisas mais difíceis para poder se sentar à mesa e ter uma conversa séria", advertiu Kerry, em referência aos bombardeios russos da última semana em apoio à ofensiva das forças do governo de Bashar Al-Assad.
Desde a quarta-feira passada, Kerry vem pedindo quase diariamente o fim dos bombardeios russos, os quais - garante o secretário - matam "várias mulheres e crianças".

Segundo o ex-assessor político sobre o Oriente Médio há mais de duas décadas, Aaron David Miller, prevê que uma intervenção árabe-liderado em grande escala pelos sauditas, poderia gerar uma grande tragédia.

Fontes: CNN Arabe / Associated Press.

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4 de fev. de 2016

Arábia Saudita pode enviar tropas terrestres para a Síria.

04 de fevereiro de 2016 - 18:55:05 

Arábia Saudita ofereceu pela primeira, o envio de tropas terrestres para a Síria com a intenção de lutar contra o Estado Islâmico, informou o Ministério da Defesa nesta quinta-feira.



"O reino está pronto para participar em quaisquer operações terrestres que a coalizão (contra o Isis) resolver realizar na Síria", disse o porta-voz militar brigadeiro-general Ahmed al-Asiri, durante uma entrevista ao noticiário da TV, Al-Arabiya.

Fontes sauditas disse ao Guardian que milhares de forças especiais poderiam ser implantado, provavelmente, em coordenação com a Turquia.

Ambos os países estão comprometidos com a remoção do presidente sírio, Bashar al-Assad , e têm sérias dúvidas sobre as perspectivas de uma solução política para a crise sem mais pressão militar sobre Damasco. 

Turquia e Arábia Saudita criaram um organismo de coordenação militar há algumas semanas.
A Arábia Saudita foi um dos primeiros países árabes a aderir a coalizão anti-Isis de Barack Obama em setembro de 2014, realizando vários ataques aéreos contra alvos na Síria, mas os ataques diminuíram rapidamente em março passado, depois de lançar uma intervenção no vizinho Iêmen. 

De acordo com a fonte, o uso de tropas terrestres foi sugerido no passado, mas o mais recente anúncio é formal e sério.

Apesar das crescentes tensões com os EUA, especialmente sobre o acordo nuclear com o Irã, rival estratégico dos sauditas, o reino está disposto a fazer mais para demonstrar que está preparado para combater o terrorismo, especialmente porque muitas vezes foi acusado de ser uma incubadora para o extremismo violento na região.

Asiri sugeriu que o progresso recente contra os rebeldes Houthi na guerra no Iêmen, está permitindo à Arábia Saudita liberar forças para implantação na Síria. A decisão pode ser tomada em uma cúpula da Otan em Bruxelas na próxima semana.
"Há frustração com os esforços atuais postas em prática para combater o Daesh", disse o analista saudita Mohammed Alyahya. 
"Cada vez mais, parece que nenhuma das forças no terreno na Síria (além de grupos rebeldes) está disposto a lutar contra o Isis. 
"O regime de Assad, o Irã, Rússia e Hezbollah estão preocupados com a luta contra a oposição de Bashar al-Assad, um objetivo ostensivo para manterBashar al-Assad no poder, independentemente do custo em vidas sírios inocentes. "
Fonte: The Guardian

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