1 de jul. de 2017

EUA combatem Daesh com seu novíssimo Drone 'caçador-assassino'

01 de junho de 2017 - 18:03:55

O drone MQ-9 Reaper norte-americano, recentemente criado, começou a combater os terroristas do Daesh, comunica o defensetech.org, citando a Força Aérea dos EUA.

O drone de média altitude, batizado de "caçador-assassino" e desenvolvido pela General Atomics Aeronautical Systems Inc., cumpriu nesta semana a primeira missão contra o Daesh no Iraque e Síria, comunica o defensetech.org.


O drone possui sistemas elétricos e de comunicações modernizados, com uma nova cabine Block 30, diz o comunicado da Força Aérea dos EUA.
Em 23 de junho, um grupo de drones controlados à distância atacou as posições do Daesh com mísseis AGM-114 Hellfire e GBU-38.
​Agora a Força Aérea norte-americana está substituindo a sua frota de MQ-1 Predators por novos MQ-9 Reapers. O processo deve ser finalizado até o final de 2018.

Fonte: Sputnik / Outros

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Forças do Iraque libertam mais duas áreas em Mossul Ocidental do Daesh

01 de junho de 2017 - 17:50:21 


As forças militares do Iraque libertou mais duas áreas e uma ponte na região ocidental de Mossul que ainda estavam em poder dos jihadistas do Daesh, segundo informou o comando da operação neste sábado.

Em nota, o comando de operações do Iraque, informou a libertação de mais areas dominadas pelo Estado Islâmico (Daesh)
"As forças militares iraquianas liberou as áreas residencias de Bab Jadeed e o mercado de Al-Arbea’a.

As forças retomaram o controle da Ponte de Ferro, na parte antiga da cidade, na margem direita [do rio Tigre]”, diz a nota.
No último dia 22, o primeiro-ministro do Iraque, Haider Abadi, disse que Mossul estaria livre dos terroristas em questão de dias.



A cidade tem servido como capital do chamado Estado Islâmico, junto com Raqqa, na Síria, desde 2014. 

Em janeiro deste ano, as forças iraquianas, com o apoio da coalizão internacional liderada pelos EUA, conseguiram retomar o controle total da parte oriental de Mossul. 

Em fevereiro, foi iniciada a operação para a reconquista da parte ocidental.

Fonte: Ira News

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12 de mai. de 2016

Turquia prepara operações militares na Síria.

12 de maio de 2016 -

Turquia ameaçou lançar “operações” unilaterais em solo sírio supostamente contra os terroristas Daesh, em meio de longas especulações sobre os planos secretos de Ancara para uma intervenção militar no país árabe.



Na quinta-feira, o presidente turco, Erdogan disse que Ancara “está a fazer todos os preparativos necessários para limpar o outro lado da fronteira por causa dos problemas perto da fronteira sudeste com a Síria, que tem sido objeto de vários ataques com foguetes desde janeiro.

Erdogan, no entanto, não forneceu mais detalhes sobre os preparativos.

Ele acrescentou que a Turquia não recebeu apoio suficiente de outros membros da coalizão liderada pelos EUA que lutam supostamente contra militantes Daesh takfiri e salientou, “Deixe-me dizê-lo aqui. Nós não hesitaremos em tomar as medidas necessárias em nosso próprio país, se necessário.
“Nós não acreditamos que a sinceridade de qualquer país que não tenha visto foguetes caindo em nossa cidade como se caiu em Moscou, Londres, Bruxelas, Washington, Paris ou Berlim”, disse ele.
Desde o início deste ano, em torno de uma dúzia de pessoas foram mortas em ataques de foguetes do Daesh na cidade fronteiriça de Kilis.

Os comentários vêm em meio a relatos da imprensa não confirmados de que a Turquia foi recentemente enviou uma equipe de reconhecimento militar para o lado sírio da fronteira.


No início desta semana, um jornal turco Yeni Safak  disse que Ankara lançou uma operação militar no lado sírio da fronteira, como parte de um plano para estabelecer uma zona tampão na Síria.

Segundo  o relatório,  militares turcos iriam usar granadas de artilharia, mísseis guiados e morteiros para orientar os militantes que realizam ataques de foguetes contra o país.

Nos últimos meses, vários relatórios têm surgido em torno planos secretos da Turquia para as operações terrestres em Síria.

Em fevereiro, a Rússia disse que tem registrado “um número crescente de sinais de preparação escondida das forças armadas turcas para ações ativas no território da Síria.”

Ancara, no entanto, rejeitou o relatório de Moscou e disse que “a Turquia é parte de uma coalizão, está trabalhando com seus aliados, e continuará a fazê-lo.” A aliança liderada pelos Estados Unidos vêm realizando ataques aéreos sobre os chamados cargos Daesh na Síria e no Iraque desde 2014.

Um forte opositor do presidente sírio, Bashar al-Assad, a Turquia, tem sido prestar apoio aos grupos terroristas que operam takfiri para derrubar o governo em Damasco.

Em maio, turco Cumhuriyet diária postou um vídeo em seu site que mostrou supostamente caminhões pertencentes à Organização da Turquia Nacional de Inteligência (MIT) transportando armas para os grupos terroristas na Síria.

Ankara também é acusado de envolvimento no comércio ilegal de petróleo com Daesh. A Turquia também é acusada de compra de petróleo a partir Daesh e facilitar o recrutamento de militantes do grupo terrorista Takfiri.

presstv.ir

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13 de jan. de 2016

Obama diz que ISIS "não ameaça a existência nacional" dos EUA

13 de janeiro de 2016 - 23:01:21 

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, tentou nesta terça-feira acalmar os que veem a luta contra o Estado Islâmico (EI) como "a Terceira Guerra Mundial" ao garantir que esse grupo jihadista "não ameaça a existência nacional" de seu país, mas cobrou do Congresso a aprovação de uma base legal específica para essa campanha.



"Enquanto focamos em destruir o EI, as mensagens exageradas de que esta é a Terceira Guerra Mundial somente beneficiam" os jihadistas, declarou Obama durante o último discurso de seu mandato sobre o Estado da União perante o Congresso.

"Eles não ameaçam nossa existência nacional. Essa é a história que o EI quer contar, é o tipo de propaganda que usam para recrutar. Mas não temos que reforçá-los para lhes mostrar que os levamos a sério", nem "repetir a mentira de que o EI é o representante de uma das maiores religiões", acrescentou.

Segundo o governante, basta "chamá-los por seu nome: assassinos e fanáticos que devem ser erradicados, perseguidos e destruídos".

Obama admitiu que tanto a Al Qaeda como o EI "representam uma ameaça direta" para o povo americano, porque "usam a internet para envenenar as mentes de indivíduos dentro do país".

O líder defendeu o trabalho da coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o EI no Iraque e na Síria, que realizou "quase 10 mil ataques aéreos" e está apoiando "forças que estão recuperando território em bom ritmo" nestes países.

"Se este Congresso quer ganhar esta guerra a sério e enviar uma mensagem a nossas tropas e ao mundo, deveria autorizar finalmente o uso da força militar contra o EI. Votem sobre isso", pediu.

Obama pediu há quase um ano ao Congresso para que aprovasse uma base legal específica para a batalha contra o EI, dado no qual seu governo se baseou até agora para realizar ataques no Iraque e Síria em normas aprovadas em 2001 e 2002 para a guerra contra o terrorismo lançada pelo ex-presidente George W. Bush.

O presidente americano afirmou que com ou sem autorização do Congresso, o EI deve saber que os Estados Unidos "irão atrás deles".

"Se duvidam do compromisso dos EUA ou do meu em garantir que seja feita justiça, perguntem a Osama bin Laden", afirmou, em tom triunfal.

Sobre o restante de sua política externa, Obama reiterou que os Estados Unidos não podem "reconstruir cada país que entra em crise", e que essa foi "a lição do Vietnã e do Iraque".

Obama ressaltou a necessidade de liderar os esforços internacionais para conseguir uma "paz duradoura" na Síria e lembrou que, com o acordo nuclear com o Irã, "o mundo evitou outra guerra".

O presidente americano previu, além disso, que "mesmo sem o EI, a instabilidade continuará durante décadas em muitas partes do mundo: no Oriente Médio, no Afeganistão e no Paquistão, em partes de América Central, África e Ásia".

Fonte: Terra Noticias

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1 de set. de 2015

Estado Islâmico produz moeda própria e promete “golpe financeiro” nos EUA.

Dinar de Ouro

31 de Setembro de 2015

Enquanto conquista extensos territórios na Síria e no Iraque, o Estado Islâmico divulgou, no último sábado, imagens da fabricação da sua própria moeda, o dinar de ouro. No novo vídeo lançado pelo grupo terrorista, chamado “O surgimento do califa e o retorno do dinar de ouro” e traduzido para diversos idiomas, os jihadistas ameaçam o “sistema financeiro capitalista de escravidão” dos Estados Unidos.

Com sotaque americano, o narrador das imagens afirma que o retorno da moeda será um "antídoto" contra o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, levando o dólar à ruína. Em cerca de uma hora de vídeo, o grupo terrorista usa imagens do Federal Reserve, do ataque de 11 de Setembro, do líder do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, do ex-presidente americano George W. Bush, de Osama bin Laden e de atentados causados por jihadistas.

O objetivo do grupo é causar um “segundo golpe” no país, depois do atentado às Torres Gêmeas de Nova York em 11 de setembro de 2001, alem de criar “surto na esfera financeira”, para afetar "o sistema monetário que oprime os muçulmanos".


No fim de junho deste ano, ativistas sírios publicaram na internet as primeiras imagens das moedas do EI, feitas de ouro, prata e cobre.

O Estado Islâmico já acumulou milhões de dólares, por meio da coleta de impostos e do controle de refinarias de petróleo, além de roubos a bancos, atividades contrabandistas, sequestros e extorsões.

Estima-se que mais de US$ 3 milhões entrem nos fundos de guerra dos jihadistas por dia, que já se tornou uma força financeira autossustentável, dizem autoridades americanas.

Fonte: O Globo

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