25 de mai. de 2018

Surgem boatos de uma intervenção militar diante da crise dos combustíveis que se instalou no Brasil

25 de maio de 2018 - 12:38:05


Já é de conhecimento de todos, a greve que começou com os caminhoneiros e já se espalhou para outros setores e classes trabalhadoras. O motivo da greve, é a crise dos combustível devido a alta no preço do diesel e da gasolina que chegou a 5 reais o litro.

Diante a essa crise, começou a circular nas redes sociais e em alguns sites independentes, um áudio na qual é dito que o General Braga Netto, deu um ultimato ao governo Temer para que haja um acordo com os grevistas para por fim a greve, caso contrário, será feito uma intervenção militar.[post_ad]

No áudio, não está claro se é uma intervenção militar no governo ou nos grevistas. Segue o áudio abaixo.


Tambem não se sabe se o audito foi retirado de algum outro protesto antigo.

Segundo alguns veículos de comunicação, é prevista para hoje, sexta feira (25) o fim da greve. Alguns lideres grevistas chegaram a um acordo com representantes do governo, depois de uma reunião que durou 7 horas, porem, os caminhoneiros seguem em greve.

Essa informação foi repassada pelo Ministério da Segurança Pública, e de acordo com Raul Jungmann, pode haver há possibilidade do exercito ser acionado para colocar ordem em todos os estados brasileiros. 

Jungmann ainda disse que a greve dos caminhoneiros, pode ser uma manobra de empresários do setor para forçar a redução do preço dos combustíveis, pratica essa conhecida como "locaute".

Em resumo, o locaute é a pratica pela qual os empresários impedem os trabalhadores de trabalhar, forçando-os a realizarem paralisações em razões de interesses próprios das empresas e não da revindicação dos trabalhadores.
“No momento, estamos ainda colhendo informações na área de inteligência. Agora, comprovada efetivamente a participação de locaute, e como isso de fato é ilegal, não é permitido, porque atenta contra a economia, evidentemente iremos tomar providências. Mas primeiro tenho que checar essas informações, torná-las, de fato, sólidas e consolidadas para, então, poder acionar a Polícia Federal.” disse Jungmann.
Jungmann disse também que a Força Nacional está pronta para agir, mas não há nenhuma previsão de quando isso pode acontecer, porem, segundo ele, cerca 120 homens foram enviados para Minas Gerais.

Já o General Eduardo Villas Bôas, disse que o exercito está pronto para entrar em ação e fazer o desbloqueio das estradas em todo o país.

Apesar de tudo, em momento algum, houve um pronunciamento ou nota oficial de que o exercito estaria pronto a intervir no governo para por ordem no país.

O General Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira, Comandante do Exército de São Paulo, disse não haver nenhum plano de intervenção e que nada será feita sem a ordem vinda de Brasília e de acordo com ele, não existe contingente militar para atuar diante da situação.

De acordo com as fontes apuradas pelo o Conflitos e Guerras, o que há no momento, é uma mobilização por parte de alguns manifestantes, que estão utilizando a greve dos caminhoneiros como forma de clamar por uma intervenção militar no governo, porem, o que está mais provável de acontecer, é o exercito ir as ruas para acabar com as manifestações e a greve, caso a situação saia do controle

Vamos esperar para ver as próximas negociações e acompanhar o andamento dos protestos em todo o país.

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18 de set. de 2017

General Mourão que sugeriu uma intervenção militar no Brasil para resolver crise política, pode ser punido pelo Exercito

18 de setembro de 2017 - 15:40:02



Noticia retirada do jornal O Globo

O Secretário de economia e finanças do Exército, o general Antonio Hamilton Mourão mandou às favas a lei e os regulamentos de sua Arma ao admitir na última sexta-feira, em palestra promovida pela maçonaria em Brasília, que “uma intervenção militar” poderá acontecer se o Judiciário “não solucionar o problema político”. 

Fardado e à vontade, Mourão disse que poderá chegar um momento em que os militares terão que "impor isso" [ação militar] e que essa "imposição não será fácil".

Segundo ele, seus "companheiros" do Alto Comando do Exército avaliam que ainda não é o momento, mas que ela poderá ocorrer após "aproximações sucessivas".

Militar na ativa, como é o caso de Mourão, não pode falar de assuntos políticos em público. É o que diz a lei. Quem fala em nome das Forças Armadas é o ministro da Defesa. Cada Arma tem seu comandante que fala por ela. O Poder Militar é subordinado ao Poder Civil. O presidente da República é o comandante das Forças Armadas.

Mourão é reincidente. Em outubro de 2015, foi exonerado do Comando Militar do Sul, em Porto Alegre, pelo atual comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, e transferido para Brasília.

Havia feito críticas ao governo da então presidente da República (Dilma Russef). Perdeu o comando sobre tropas e ganhou o comando de uma mesa. Não aprendeu nada com a punição.

Na palestra para seus irmãos maçons, Mourão definiu-se orgulhoso como "eterno integrante da [comunidade de] inteligência". Tal comunidade, que se estruturou depois do golpe militar de 1964, forneceu torturadores e assassinos que atuaram em defesa do regime durante seus 21 anos. 

Para Mourão, a sociedade brasileira carece de coesão cívica.
“Ela mal e porcamente se robustece para torcer pela Seleção ou então sai brigando entre si em qualquer jogo”, observou.

“Se o Judiciário for incapaz de retirar da vida pública “esses elementos envolvidos em ilícitos”, os militares se encarregarão da tarefa”, ele disse.

Espera-se uma nova punição para Mourão. Se não vier, estará aberta a porteira à passagem outra vez da anarquia militar. Isso não será bom para o país, muito menos para os militares.

Fonte: O Globo

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19 de mai. de 2017

Crise Politica Brasil: Forças Armadas endossam apoio ao Presidente Temer

19 de maio de 2017 - 14:43:00



Brasília – O presidente Michel Temer adiou um encontro com os militares que estava marcado para às 9:30h desta Sexta-Feira, 19, no Palácio da Alvorada, onde receberia a solidariedade dos comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, ao lado do ministro da Defesa, Raul Jungmann.

Temer convidou os comandantes para um café da manhã, onde pretende lhe dar explicações sobre os últimos acontecimentos que abalaram seu governo, apresentar sua versão para o fatos e se defender.

O peemedebista está sendo pressionado a renunciar por causa das denúncias apresentadas em delação premiada do empresário Joesley Batista, da JBS, de que teria sugerido que o presidente avalizou a sua inicia de comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-­RJ), que está preso.

O gesto dos comandantes militares tem um importante componente político já que significará uma espécie de endosso das Forças Armadas a Temer, que é alvo de investigação do Supremo Tribunal Federal (STF), está sob julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e na mira de oito pedidos de impeachment no Congresso.

O Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Sérgio Etchegoyen, que estava a caminho do Timor Leste e retornou ao Brasil diante do agravamento da crise, desembarcará agora na manhã desta sexta na capital federal e também irá ao café da manhã.

Na Quinta-Feira, 18, os comandantes militares assistiram ao pronunciamento de Temer, negando que tenha tentado comprar o silêncio de Cunha e pedindo pressa nas investigações pelo STF, ao lado de Raul Jungmann, no gabinete do titular do Ministério da Defesa.

Na ocasião, a avaliação feita foi de que a fala de Temer foi “firme”, “contundente”, “convincente” e “curta, como deveria ser”.

As avaliações davam conta, ainda, de que, a partir de então, o momento era de esperar como o meio político reagiria, embora o entendimento inicial fosse de que não haveria debandada e os ministros se manteriam ao lado de Temer, pelo menos por enquanto.

O próprio Jungmann, cujo partido PPS pregava o afastamento do governo, na reunião, comunicou aos comandantes que permaneceria no cargo.

Em seguida, o ministro seguiu para o Planalto para confirmar sua decisão a Temer. Os militares acreditam ainda que as novas apurações e divulgações, assim como a reação do Congresso e das ruas a tudo isso é que definirão o que acontecerá no País.

Pouco mais tarde, coube ao comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas se pronunciar pelas redes sociais, defendendo o cumprimento de todas as regras constitucionais.

O comandante do Exército disse que “a Constituição Federal Brasileira há de ser sempre solução a todos os desafios institucionais do país. Não há atalhos fora dela!”.

A afirmação do general reflete o sentimento dos outros dois comandantes da Marinha, almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira, e da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, que acabou fazendo o papel de uma espécie de porta-voz das Forças Armadas.

Os comandantes estão alinhados com o ministro da Defesa e entendem que a sua permanência no cargo contribui para a estabilidade no País.

Ressaltam, no entanto, que qualquer solução no País tem de vir seguindo todas as regras constitucionais escritas, como têm acontecido até agora.

Os militares estão tranquilos e acompanhando todo o desenrolar dos acontecimentos à distância. Esta solidariedade, no entanto, poderá ser alvo de críticas de diversos segmentos da sociedade e até mesmo da reserva das Forças Armadas.

Temer têm um excelente relacionamento com os comandantes militares. A aproximação entre eles se deu quando a ex-presidente Dilma Rousseff delegou a missão ao então Vice-Presidente de coordenar o Plano Estratégico de Fronteiras, que integra Forças Armadas e polícias no combate ao tráfico e contrabando vindo de países vizinhos.

Na ocasião, Dilma, que enfrentava uma de suas crises com o seu principal aliado, o PMDB, quis dar mais poder ao vice, que havia se sentido desprestigiado após atritos com o ex-ministro-chefe da Casa Civil Antonio Palocci, que havia acabado de deixar o cargo.

O desentendimento teria ocorrido antes da votação do Código Florestal, quando Palocci teria ameaçado tirar ministérios do PMDB caso seus parlamentares não obedecessem seguissem o entendimento do governo na votação da proposta. (Tânia Monteiro)

Fonte: Exame

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13 de mar. de 2017

Em meio à crise, governo Temer aumenta investimento militar em 36%

13 de março de 2017 - 11:23:02 


O governo Michel Temer (PMDB) retomou os investimentos militares, que haviam sofrido um duro corte durante o último ano de Dilma Rousseff (PT) no poder. Em 2016, foram pagos 36% a mais do que em 2015 no setor. 

Sob intensa pressão institucional desde que assumiu o governo na esteira do processo de impeachment de Dilma, o peemedebista usou a tradicional arma do Orçamento para manter boas relações com os militares. 

Dados de execução orçamentária do sistema Siga Brasil, do Senado, mostram que em 2015 a tesoura do então ministro da Fazenda, Joaquim Levy, atingiu em cheio o investimento na área. 

Dos R$ 11,9 bilhões previstos para serem gastos na área, R$ 6,73 bilhões foram liberados, incluindo aí os chamados restos a pagar –valores referentes a anos anteriores. 

No fim de 2016, o valor subiu para R$ 9,15 bilhões –R$ 1,85 bilhão a mais do que estava previsto no Orçamento. A previsão para 2017 é ainda maior: R$ 9,7 bilhões, mas segundo o ministro Raul Jungmann (Defesa) esse número deverá sofrer algum corte.



Sua pasta é o segundo ministério em investimentos. A campeã, Transportes, foi afetada em 2015, mas recompôs sua capacidade com R$ 10,5 bilhões gastos em 2016. 

Já a terceira colocada, a Educação, continua no nível do ano do corte, o que reflete a revisão da política de expansão de gastos no setor sob Dilma, alvo de críticas de gestão. A pasta só teve R$ 5,7 bilhões dos R$ 13,8 bilhões previstos para 2015 pagos e assim permaneceu em 2016. 

Apesar do surgimento de grupos que pregam intervenção militar como solução para a crise política, a demanda não encontra nenhum eco nos comandos. 

Ainda assim, chamou atenção recente entrevista do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, ao jornal "Valor Econômico", no qual rechaçava a intervenção como antes, mas em que dizia que o "país está à deriva". 

INVESTIMENTOS 

Com capacidades limitadas de defesa, cada Força faz suas apostas centrais. 

A Marinha investe no programa de submarinos convencionais e nuclear. Em 2015, a rubrica de fabricação de quatro modelos diesel-elétricos recebeu só R$ 35 milhões dos R$ 294 milhões planejados, sendo "salva" pelos restos a pagar de outros anos. 

Como agravante, a construção dos estaleiro e base em Itaguaí (RJ) pela Odebrecht é investigada na Lava Jato. 

Na Força Aérea, os focos são os caças suecos Gripen e a fabricação do cargueiro e aviãotanque KC­390, da Embraer. Este último só recebeu pouco mais de 10% do previsto em 2015 e sofreu atrasos em seu cronograma, mas em 2016 ficou com quase o dobro da verba inicial: R$ 816 milhões. 

Já o Exército investe no programa de proteção de fronteiras e na troca da sua frota de blindados pelo modelo Guarani. 

Os números, todos corrigidos pela inflação (IPCA), se referem apenas aos programas das três Forças. O gasto total do Ministério da Defesa em 2016 foi de R$ 87,6 bilhões, equivalentes a 1,4% do PIB (Produto Interno Bruto), número que vem se mantendo estável há duas décadas. 

O grosso do dinheiro (73,7%) vai para pessoal. A segunda maior despesa é custeio, 13,6%, enquanto investimentos somam 10,4%. 

O orçamento militar brasileiro, em termos nominais, é mais de 20 vezes menor do que o maior do mundo, o americano. Não chega à metade só do aumento prometido por Donald Trump para o setor nos Estados Unidos. 

Lá, em 2015 cerca de 25% dos US$ 600 bilhões gastos foi para pessoal e 16%, para investimentos. As operações que mantêm o país como maior potência bélica consomem mais de 40% das verbas.

'LÉGUAS' 

Para o ministro Raul Jungmann, as Forças Armadas brasileiras ainda estão a "léguas" do nível adequado de investimento. E, apesar da retomada de 2016, pode haver algum corte neste ano. "O contingenciamento poderá ocorrer, está sendo discutido", diz. 

"Houve uma recomposição, na qual trabalhamos, mas ainda falta muito para voltarmos ao pico do começo da década de 2010", afirmou o ministro. 

Naqueles anos começaram a entrar em vigor os programas do acordo militar BrasilFrança de 2009, o maior do gênero da história brasileira, que assegurou a montagem de 50 helicópteros de transporte e a instalação do programa de submarinos. 

"Depois, [o investimento] só caiu, levando ao risco de canibalização dos programas nas Forças", diz.

Fonte: Folha UOL

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19 de mar. de 2016

Repercussão da crise politica do Brasil na America do Sul.

19 de março de 2015 - 17:44:35

Com o Brasil afundando cada vez mais em uma crise política que ameaça colocar manifestantes prós e contras a presidente Dilma em uma guerra civil. Países Sul Americanos manifestam preocupação com a situação que tende se agravar nos próximos dias.



Bolívia

O presidente da Bolívia, Evo Morales, afirmou mais cedo que a direita brasileira quer dar um golpe na presidente Dilma Rousseff e "castigar" o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que não volte à presidência.
"A direita no Brasil quer voltar por meio de um golpe no Congresso e um golpe judicial para castigar o Partido dos Trabalhadores, o partido do companheiro Lula, e para tirar e julgar a companheira Dilma", disse Morales em reunião com mineiros no povoado de Colquiri, no oeste da Bolívia.
O governante acrescentou que a "direita sul-americana e a direita americana" querem "castigar" Lula para que um dirigente sindical nunca mais volte a ser presidente.
"Como já não podem aplicar ditaduras militares, agora usam os instrumentos da democracia ocidental para tirar Dilma do governo e processá-la, e inabilitar Lula para que não volte a ser presidente, um operário como vocês, irmãos mineiros", ressaltou.
Uruguai

o Uruguai anunciou, na noite da última quinta ­feira, que fará uma declaração pedindo que se respeite o mandato da presidente brasileira, de acordo com o chanceler Rodolfo Nin Novoa.
"No Brasil há uma situação complicada, estamos acompanhando, estamos preocupados, temos falado com o presidente Tabaré Vázquez e em sua condição de presidente da Unasul está emitindo uma declaração fazendo um pedido para que se respeite a ordem institucional no Brasil e o mandato da presidente Dilma, que foi eleita no voto popular até 2019."

Equador

O presidente do Equador, Rafael Correa, garantiu nesta sexta-feira que a crise política do Brasil faz parte de um "novo plano Condor" contra os governos progressistas da região.
"Você acha que isso é casualidade? É o novo plano Condor (aplicado na década dos 70 pelas ditaduras militares do Cone Sul para coordenar o extermínio de opositores) contra os governos progressistas", declarou o mandatário em uma entrevista na rede televisão oficial.
"Já não se precisa mais de ditaduras militares, se precisa de juízes submissos, se precisa de uma imprensa corrupta que inclusive se atreva a publicar conversas privadas, o que é absolutamente ilegal", acrescentou.
Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chamou os povos da América Latina a manifestar solidariedade e apoiar a presidente do Brasil, Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, de acordo com o mandatário, estão sendo vítimas de um “golpe midiático”.
“No transcurso da tarde de hoje me comuniquei com vários presidentes da América Latina e do Caribe muito preocupados pelo golpe de Estado contra Rousseff. Não duvido em classificá-lo dessa forma, há um golpe de estado midiático e judicial contra a presidente”, disse Maduro.
“A Venezuela condena o golpe de Estado anunciado e executado por meios de comunicação e membros do poder judicial. Muito perigoso que se pretenda por esses caminhos para arrebatar o que se conquistou nas ruas durante décadas de luta de resistência”, afirmou Maduro, em declarações nesta última quinta-feira (16/03) realizadas em uma transmissão televisiva.
Para Maduro, a campanha que está ocorrendo no Brasil tem como objetivo fazer “desaparecer e acabar com a liderança legítima, democrática e profundamente popular desses dirigentes históricos”.

O líder venezuelano reiterou a solidariedade com Lula e Dilma: “a Venezuela se soma às vozes dos movimentos sociais revolucionários de nosso continente, denunciando e rechaçando o golpe de Estado de caráter imperialista que, através dos grandes meios de comunicação, pretendem que esses dois grandes líderes desapareçam da vida política.

Ele ressaltou que, na atualidade, os golpes de Estado “são de outra forma”, diferentes dos que eram dados em décadas passadas, e que agora são “midiáticos” e têm como objetivo “destruir o ser humano, o líder”.
“Se algo é preciso defender da presidente Dilma é sua honestidade, seu valor (…) Lula da Silva foi o melhor presidente, reconhecido assim, da história do Brasil e é um dos grandes lideres deste tempo histórico da humanidade”, acrescentou.
Argentina

Na Argentina, a chanceler Susana Malcorra disse que "há um apoio institucional" do governo de Mauricio Macri e pediu que a crise seja enfrentada por meio de "um mecanismo democrático".
Em declaração à rádio local "Belgrano", Malcorra negou que o país tenha dado um apoio "frio" à presidente Dilma.
"Não, não há (um apoio frio), há um apoio institucional. As instituições têm que resolver os problemas através dos canais institucionais. (Dilma) Rousseff foi eleita por um mecanismo democrático e só um mecanismo democrático, institucional, pode mudar isso",
Malcorra reafirmou que a União de Nações Sul­Americanas busca uma posição conjunta em relação à crise brasileira.
"Trabalhamos com nossos colegas da Unasul para fixar uma posição como bloco",
O chefe de Gabinete de Macri, Marcos Peña, foi mais moderado, dizendo que a Argentina não interferirá na crise brasileira.
"Olhamos com preocupação o que está acontecendo no Brasil. O Brasil é um parceiro estratégico, olhamos com interesse o que está acontecendo, mas com respeito porque é um processo que eles que têm que definir",
Chile

Em Santiago, a chancelaria chilena informou que não formulará declaração sobre a crise política no Brasil e que não se envolve nos problemas internos de terceiros países.

Fontes: AFP / G1 / Terra.

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