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Russia iniciou sua intervenção militar na Siria.




31 de Agosto de 2015

A Rússia iniciou a sua intervenção militar na Síria, destacando um contingente aéreo a uma base síria permanente, a fim de lançar ataques contra ISIS e rebeldes islâmicos; EUA permanece em silêncio.

Pilotos de caça russos começarão a chegar na Síria nos próximos dias, e vão pilotar seus aviões de combate da Força Aérea Russa e helicópteros de ataque contra ISIS e metas alinhadas pelos rebeldes no interior do estado em declínio.

De acordo com diplomatas ocidentais, uma força expedicionária russa já chegou à Síria e montou um acampamento em uma base aérea controlada por Assad. A base está, segundo informações, na área circundante de Damasco, e servirá, para todos os efeitos, como uma base operacional para a frente russa.

Nas próximas semanas, milhares de militares russos estão previstos a desembarcar na Síria, incluindo consultores, instrutores, pessoal de logística, técnicos, membros da divisão de proteção aérea, e os pilotos que irão operar a aeronave.

Relatórios anteriores têm afirmado que os russos estavam em negociações para vender aos sírios um pacote de aviões de combate, MiG-29, e jatos de instrução, Yak-130 (que também podem servir como aviões de ataque.) A composição atual da força expedicionária ainda é desconhecida, mas não há dúvida de que os pilotos russos que voam missões de combate nos céus da síria vai certamente mudar a dinâmica existente no Oriente Médio.

Os russos não abrigam intenções ofensivas para com Israel ou outros Estados soberanos da região, e seu principal objetivo declarado, será lutar contra o ISIS, preservando o governo de Assad. No entanto, a sua presença irá representar um desafio à liberdade de operação da Força Aérea israelense nos céus do Oriente Médio.

Fontes diplomáticas ocidentais informaram recentemente que uma série de negociações foram realizadas entre os russos e os iranianos, focando principalmente no ISIS e a ameaça que representa para o regime de Assad. O infame comandante iraniano da Força Quds, Major-General Qasem Soleimani recentemente visitou Moscou no âmbito dessas conversações. Como resultado, os russos e os iranianos chegaram a uma decisão estratégica: Fazerem todo o esforço necessário para preservar a sede do poder de Assad, de modo que a Síria possa agir como uma barreira e impedir a propagação do ISIS e milícias islâmicas apoiadas nas ex-repúblicas islâmicas soviéticas.

Os russos não são os únicos que coordenam a sua política no Oriente Médio com os iranianos; Os EUA também saltou para a bordo daquele trem. Funcionários do governo norte-americanos têm mantido intensas consultas com representantes do regime iraniano relativo a um esforço conjunto mais forte contra o ISIS no Iraque. Parece que o governo dos EUA vê atualmente o Irã como uma força central e necessária na campanha contra o ISIS dentro do Iraque.

A cooperação iraniana-americana está centrada em dois pontos focais: Primeiro, a província de Anbar, de onde os iraquianos ainda não conseguiram expulsar o ISIS; e o segundo, Mosul, onde os iraquianos ainda têm de chegar a um plano viável para recapturar a cidade.

Fontes diplomáticas ocidentais têm enfatizado que a administração Obama está plenamente consciente da intenção da Rússia de intervir diretamente na Síria, mas ainda tem de emitir qualquer reação. A ausência de uma oposição vocal da administração Obama é agravada pela sua cessação de chamadas para a dissolução do regime assassino de Assad.

Isto e muito mais: Os iranianos e os Russos – com os EUA bem conscientizados começaram a luta para reequipar o exército sírio, que foi deixado em frangalhos pela guerra civil. Eles pretendem não só treinar o exército de Assad, mas também equipá-lo. Durante todo o período da guerra civil, os russos enviaram consistentemente navios de abastecimento de armas para o porto russo de Tartus na Síria em uma base semanal. Os navios trariam mísseis, peças de substituição, e diferentes tipos de munição para o exército sírio.

Meios de comunicação árabes tem relatado que a Síria e Rússia estavam à procura de uma porta adicional na costa da Síria, que servirá para os russos em missão, acelerarem o ritmo do rearmamento da Síria publicado recentemente.

Enquanto isso, o exército de Assad está em retirada estratégica em grande escala na província de Idlib. Poucos dias atrás, uma força do Jaesh Al Fatah (uma coalizão ou grupos rebeldes, incluindo Jabhat al-Nusra) avançou para o aeródromo militar Abu Ḑuhūr na província de Iblib sudoeste da Síria, que faz fronteira com Latika. Alauitas e residentes cristãos da região fugiram para os últimos bastiões alauítas remanescentes ao longo do litoral do país.
Mesmo a Turquia, que até agora evitou qualquer ação que possa fortalecer Assad, teve que entrar em acordo com o movimento russo-iraniano e americano resultante do silêncio, levando a lançar sua própria campanha de bombardeio contra ISIS na Síria.

Durante uma recente viagem para o Catar, Erdogan chegou a entendimentos com o Catar e os sauditas a respeito de um programa para armar os rebeldes apoiados pela Irmandade Muçulmana que estão lutando contra o ISIS, de fato lutando tanto Assad e ISIS.

Fonte: Ecoandoa voz dos martires / Ynetnews - raduzido para BJ – David
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