28 de nov. de 2017

Coreia do Norte realiza mais um teste de míssil bem sucedido e assusta os EUA e o Mundo.

28 de novembro de 2017 - 23:46:25

A Coreia do Norte realizou nesta terça-feira, mas um teste de míssil bem sucedido, míssil esse que poderia atingir a capital dos EUA, Washington e qualquer outra parte do país.


O míssil foi lançado de uma base próximo a capital norte coreana em direção ao mar do Japão e caiu próximo a costa japonesa[post_ad]De acordo com o Pentágono, o míssil percorreu a distancia de 960 km e chegou a uma altura de 4.500 km. Isso é o que vale a 10 vezes a altura da orbita da Estação Espacial Internacional.

O Ministro da Defesa dos Estados Unidos, Manes Mattis, a Coreia do Norte está a um passo de construir um sistema de míssil com capacidade de atingir qualquer parte do planeta e isso representa uma ameaça global.
"O míssil voou mais alto do que os últimos e isso mostra o esforço de pesquisa por parte deles, para construir míssil capazes de atingir qualquer parte do mundo." Disse Mattis
Já o Ministério de Defesa do Japão, disse que o míssil voou por durante 53 antes de cair no Mar do Japão.

Trajetória do Míssil Norte Coreano durante o seu teste: Foto retirado do grupo Sempre Guerra.
O Físico David Wrigth, da ONG Union of Concerd Scientists disse ao New York Times que o novo míssil Norte Coreana, atingiu um alcance potencial de 12,9 quilômetros, sendo capaz de atingir a capital dos EUA ou qualquer outra parte do país.

Porem, o míssil provavelmente estava carregando um carga bem leve para atingir tal atitude e distancia, e caso ele venha carregar ogivas nucleares, a sua altitude e distancia pode diminuir drasticamente não o caracterizando com um míssil intercontinental.

- REAÇÕES AO TESTE DE MÍSSIL -

EUA

Apos o lançamento, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse a seguinte frase "Nos iremos cuidar disso."

JAPÃO

O Primeiro Ministro Japonês, Shinzo Abe, se pronunciou dizendo que o lançamento de míssil norte coreano, é um ato de violência e que eles não irão cede aos seus atos de provação e que as pressões irão continuar.

COREIA DO SUL

O Presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, disse através do seu gabinete presidencial, que o país teme que depois desse teste de míssil, os EUA posam lançar um ataque preventivo contra a Coreia do Norte.

Essa hipótese foi levantada durante uma reunião de emergência do Conselho de Segurança Nacional Sul Coreano.

CHINA

Para alguns analistas, o míssil foi realizado depois de um sinal verde da China.

Segundo o tenente-coronel Tony Shaffer, um diplomata chines foi até Pyongyang para discutir sobre a crescente tensão entre os EUA e Coreia do Norte, porem... minutos depois da chegada do diplomata a Pequim, o teste de míssil foi realizado.

Não se sabe realmente se o teste foi realizado com consentimento dos chineses ou se Kin Jong Un ignorou alguma recomendação chinesa e realizou o teste.

Se for confirmado que o teste de míssil tece o aval dos chineses, a China provavelmente está muito interessado em um confronto entre os EUA e a Coreia do Norte.

ONU

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) agendou para a tarde desta quarta-feira uma reunião de emergência para discutir o mais recente lançamento de mísseis balísticos pela Coreia do Norte.

A reunião foi solicitada em conjunto entre Estados Unidos, Japão de Coreia do Sul.

RUSSIA

Para o senador Konstantin Kosachev, esse teste só foi realizado graças as politicas externas incendiárias realizadas por parte dos EUA. Se os americanos trabalhassem para reduzir as tensões na região, ao invés de ficarem realizados simulações de ataque a Coreia do Norte, esse teste provavelmente não teria saído do papel.

Basta agora esperar o passar dos dias para ter certeza qual será a atitude do presente Trump, mas é esperado um ataque preventivo contra as instalações nucleares e sistemas de lançamento de misseis norte coreanos. 

Se isso acontecer, uma guerra de grande proporções explodira na região.

Fontes: G1 / Sempre Guerra / RT / Outros

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13 de nov. de 2017

Forte terremoto na fronteira Irã Iraque deixa centenas de mortos. Desastre Natural, ou Arma Climática?

13 de novembro de 2017 - 10:02:14


Sobre para 336 o numero de vitimas no terremoto que atingiu a fronteira entre o Irã e o Iraque.

O epicentro do tremor foi localizado 32 km a sudoeste da cidade iraquiana de Halabja (cerca de 300 km a noroeste de Bagdá), segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos. Os tremores foram sentidos na Turquia, em Israel e no Kuwait.

O maior registro no números de vitimas foram nas cidades de Kermanshah e Sarpol-e Zahab com cerca de 328 mortes. As províncias ficam a 15 quilômetros da fronteira com o Iraque

Já no Iraque a cidade de Darbandikhan que fica na região curda, registrou morte de 8 pessoas e 321 ficaram feridas.

De acordo com as equipes de regaste, esse numero pode subir ainda mais conforme passar do tempo.

O irã já foi atingido por outros terremotos pelo fato do país está localizado exatamente em cima da placa tectônica Irãmica e Arábica.


O terremoto mais mortal já registrado no Irã deixou cerca de 35 mil mortos.

O terremoto levantou a duvida nos que curtem uma teoria da conspiração e afiram que os EUA detém uma arma capaz de provocar terremotos.

O Conflitos e Guerras explicou sobre essa arma no artigo abaixo, acesse e de uma conferida.


O terremoto veio em meio a crescente tensão entre Arabia Saudita e Irã, que pode deflagar uma grande guerra na região.

TERREMOTO AO VIVO

O terremoto foi registrado ao vivo por moradores locais e o Conflitos e Guerras foi atrás desses
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9 de nov. de 2017

Prelúdios de Guerra no Pacifico: EUA realizará um raro exercício militar naval no pacifico

 09 de novembro de 2017 - 10:03:19


Por Conflitos e Guerras

Geralmente, algumas eventos ocorrem antes do inicio de uma guerra e muitas vezes, são sempre iguais independentes do passar do tempo.
[post_ad]Os principais eventos que antecedem a um conflito armado em uma região, são:
  • Esforços diplomatísticos;
  • Formação de alianças;
  • Aumento de exercícios militares;
  • Treinamento de evacuação em massa e alerta civis;
  • Aumento em gastos militares (Corrida Armamentista);
  • Movimentações táticas (Acumulo de efetivo militar em um lugar)
  • E por fim, os ultimatos

Embora existam outros eventos que antecedem ao inicio de uma guerra, esses são os principais, e claro, nem sempre ocorre do jeito descrito, porem, quando começa-se a perceber esses eventos nos países envolvidos em crises diplomáticas, certamente um conflito armado em determinada região está por vir. 

Vale lembrar que esses eventos são de relevância local ou regional e não global, pós as guerras globais são consequencias de pequenas guerras locais ou grandes guerras regionais.

Nos próximos dias, o pacifico terá eventos que sugerem o inicio de uma guerra regional.

EXERCÍCIO DE ATAQUE NAVAL RARO ENVOLVENDO 3 PORTA-AVIÕES

Do dia 10 ao dia 14 de novembro, a Marinha do EUA irá iniciar um treinamento de ataque envolvendo os 3 maiores portas-aviões do mundo, que são o USS-Ronald Reagan, o USS-Nimitz e o USS-Theodore Roosevelt.
USS-Ronald Reagan
USS-Nimitz
USS-Theodore Roosevelt
Alem dos treinamentos de ataque, os porta-aviões irão realizar exercícios de defesa aérea, vigilância marítima, reabastecimento no mar, treinamento defensivo de combate aéreo, manobras coordenadas próximas e outros treinamentos.

Para o comandante da frota do pacifico, Adm. Scott Swift, esse é um momento único, pois é extremamente difícil realizar esse tipo de exercício.
"É uma oportunidade rara de treinar com dois porta-aviões juntos e ainda mais raro poder treinar com três" disse Scott Swift e completou.
"As operações múltiplas de força de ataque e de operadoras, são muito complexas e esse exercício no Pacífico Ocidental é um forte testemunho da habilidade única da US Pacific Fleet e do compromisso firme com a continuidade da segurança e estabilidade da região".
HAVAÍ REALIZARA TREINAMENTOS COM SIRENES DE ALERTA DE ATAQUE

A partir do dia 1 de dezembro, o Havaí irá iniciar uma serie de treinamentos com suas sirenes de alerta. Os testes serão mensais e consiste em dois tipos de toques de alerta.

O primeiro será o de Tsunami, que soará em um tom constante.

O segundo será o de Ataque, que terá um tom oscilante.

Esse exercício tem como finalidade, preparar a população para se abrigarem em locais seguros diante de um eminente ataque.

EXERCÍCIO DE EVACUAÇÃO

Coreia do Sul e Japão vem levando adiante seus treinamentos de evacuação em massa, apesar do treinamento já ter começado há um tempinho atrás, outros treinamentos estão sendo realizados a fim de maximizar a eficiência na logística de evacuação.

A Coreia do Norte também realizou treinamentos de evacuação em massa na parte leste do país.

Alguns estados costeiros dos EUA, tem planos de treinamento de evacuação que poderão serem executados mais para frente.

SISTEMA DE DEFESA ANTI-MÍSSIL NO ALASCA

A Agência de Defesa de Mísseis dos EUA, instalou o último dos 44 inceptores de míssil do modelo (GMD) na semana passada, no Fort Greeley do Alasca. O sistema de defesa anti-míssil visa defender a costa oeste dos EUA contra potenciais misseis disparados por Kim Jong Un.

Esse numero não é definitivo e a Agencia de Defesa de Misseis pretende elevar esse numero para 64 interceptores, numero esse bem expressivo se relacionado a defesa contra uma Coreia do Norte que mal consegue atingir o território do Havaí. Alguns afirmam que esse sistema não é exatamente para a Coreia do Norte.

JAPÃO E COREIA DO SUL GASTARÃO BILHÕES EM ARMAMENTOS

Os governos do Japão e da Coreia do Sul, firmaram um acordo comercial bilionário com os EUA para adquirirem os mais sofisticados sistemas de defesas e outros armamentos. Isso na pratica, se constitui como uma corrida armamentista, pois ambos os países farão um gasto militar nunca vistos antes.

Além disso, o Japão disse que entrou em processo politico para abolir o artigo 9 da sua constituição, conhecida como "Constituição de Auto Defesa", se isso ocorre, a constituição japonesa se converterá na criação de um exercito regular, com potencial de exercer ações militares externas ou até mesmo declarar guerra a algum pais sem mesmo precisar o usar o termo de auto defesa.

FORMANDO AS PRIMEIRA ALIANÇAS

O primeiro pais a declarar o seu apoio incondicional a um possível ataque a Coreia do Norte. foi a Austrália, o outro pais, foi a Grã Bretanha. Essa possível aliança que provavelmente se chamará Coalizão e que certamente será liderada pelos EUA, contará também com a participação de alguns membros da OTAN e provavelmente da Índia.

Do outro lado, uma aliança tradicional já ocorre entre China e Coreia do Norte, mas também contaria com a Rússia que já deixou claro ser contrária a qualquer ação militar contra os nortes coreanos, e o Irã, que segundo algumas fontes, já colabora no programa nuclear e de misseis Pyongyang.

TEMPO ESGOTANDO

Trump disse hoje, que está buscando o apoio da China e da Rússia para resolver o problema com a Coreia do Norte em conjunto, porem, deixou claro que o tempo para os esforços diplomáticos está acabando.

Muitos analistas veem essa viagem de Trump como um ultimo esforço diplomático antes do inicio da guerra na região.

É bem provável que os EUA imponham um ultimato decisivo a Coreia do Norte caso não ocorra um avanço na diplomacia depois dessa visita. Trump já deixou claro que irá realizar um ataque militar preventivo caso a Coreia do Norte venha a realizar outro teste nuclear seguida de um lançamento de míssil.

Esses eventos como dito anteriormente, sugere que uma grande guerra regional está por vir e essa guerra arrastaria inicialmente alguns países da Europa, a Austrália, Índia, China, Rússia e o Canadá dando inicio a uma guerra de proporções globais.

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6 de nov. de 2017

Guerra Generalizada? Analise dos principais eventos de conflitos no Oriente Médio e no Mundo

06 de novembro de 2017 - 03:01:17



Por Conflitos e Guerras

Circula informações ainda não confirmadas, de que o Primeiro Ministro libanês Saad Hariri, foi detido em um hotel na Arabia Saudita e forçado a renunciar. Há pessoas que utilizaram o termo, "Sequestrado" e isso pode ser mais um evento de algo maior que ocorre no momento mas não é divulgado.

Para por ainda mais fogo nessa especulação, o presidente do Líbano, Michel Aoun disse que não irá aceitar a renuncia de Saad Hariri enquanto ele não retornar ao país.

Em um comunicado, o Hezbollah disse que o primeiro ministro foi sim forçado a renunciar e culpar os iranianos.

Apesar de dizerem o contrário, Saad Hariri não é bem visto pelo príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman que o considera um adversário e um aliado do Hezbollah.

Não há muitas informações de como está o ex primeiro ministro libanês, mas é esperado uma forte pressão do Líbano para que o mesmo retorne ao país.

Relatos iniciais, apontavam para um pedido de asilo no pais saudita, mas essa tese está caindo por terra a cada dia que passa.

O fato do Barein ter orientado os seus cidadãos a se retirarem o mais rápido possível do Líbano, é um forte indicio de que uma ação militar vá ser empregada contra o grupo Hezbollah.

Em um outro comunicado, o líder do Hezbollah, pediu calma sobre a questão do ex primeiro ministro libanês e exortou que ambos os lados hajam com cautela.

Seria isso a previsão da possível ação?

Para reforçar isso, algumas semanas atrás, um misterioso e secreto encontro entre o príncipe saudita e o premier de Israel, ocorreu a portas fechadas e alguns analistas apontaram esse encontro como uma surpreendente e histórica aliança entre os dois países para por fim a influencia Iraniana na região.

O fato da Rússia ter realizamos bastantes encontros com Israel, pode ligar os fatos, já que o mesmo é aliado do Irã, pais rival tanto de Israel quanto da Arabia Saudita.

O encontro russo com israel, parece não teve surtido efeito e o plano de parar o Irã segue a todo vapor e o alvo primário seria o Hezbollah grupo apoiado e financiado por Teerã e que vem realizando importantes conquistas na guerra da Síria.

Percebendo isso, o governo do Irã tratou logo de reforçar ainda mais o seus laços com o Hamas, organização declaradamente inimiga de Israel e considera pelos EUA, um grupo terrorista.

Partindo ao EUA, os americanos vem contribuindo para o plano da recém criada aliança Saudi-Israelita e a principal ação de Washington é não certificar mais o acordo nuclear iraniano, o que colocaria de vez o plano atômico do Irã como ilegal, dando margem para que Israel faça ataques preventivos contra instalações nucleares de Teerã.

Vale lembrar que há um tempo atras, antes de ter ocorrido esse acordo nuclear, Israel esteve a beira de uma guerra com o Irã.

Outro plano americano, esse sim mais explicito, é a intenção dos EUA em colocar a Guarda Revolucionária do Irã, na lista de organizações terroristas. Essa lista é reconhecida por vários países que a usam como pretexto para realizar eventuais ataques sem provocar uma ação direta do Conselho de Segurança da ONU.

O Irã para cercar ambos os países, utiliza a sua influencia tanto no Iemen, quanto no Líbano para provocar guerras internas e as direcionar a Arabia Saudita. No caso do Iemen, a guerra segue ainda sem controle e ameça transcender as fronteiras sauditas por via terrestre.

Outro motivo que colocar ainda mais tensão na região, é a possível aliança Síria-Irã-Iraque que vem sendo montada aos poucos e já deu as suas caras com a incursão do exercito iraquiano no território sírio com a autorização do governo de Bashar Al Assad.

O exercito iraquiano tem por objetivo, brecar o avanço do exercito curdo, esse não muito reconhecido pela Síria, já que o mesmo é apoiado e financiado pelo EUA.

O problema é sabe em qual time a Turquia está jogando já que suas ações são sempre controvérsias aos planos russos e iranianos.

Israel já vive os seus primeiros envolvimento nesse conflito, varias são os alertas de misseis que vem sendo direcionados ao seu território, e ficou evidente uma possível preparação de guerra por parte de Tel Aviv depois que o país iniciou o maior seu maior exercício aéreo já realizado antes.

Batizado de Blue Flag (Bandeira Azul) incluirá outros 7 países, EUA, França, Itália, Grécia, Polônia, Alemanha e Índia. o exercício contará com mais de 100 aviões militares de todos os tipos. O exercício começou no dia 5 de novembro.
Outra ação de Israel, vista como parte dessa preação, é o acumulo de militares na fronteira com a Síria e com o Líbano.

Indo alem da região, alguns arriscam dizer que esses conflitos de interesses no Oriente Médio já se espalhou pelo globo e envolve agora, mesmo que indiretamente, outros países no conflitos.

Há quem diga que o fato da Coreia do Norte está fazendo essas provocações com o seu plano nuclear, é nada mais nada menos que uma forma de abrir um outro fronte nesse jogo de interesses e esse é voltado aos EUA, que o forçaria a ter que se concentrar nas ameaças de Kim Jong Um e dividir sua capacidade de luta.

Se pararmos para analisar, os anúncios de testes por parte dos nortes coreanos, vem acompanhados de algum eventos no Oriente Médio, mas que não é divulgado pelas grandes mídias tradicionais.

O EUA deixou claro em um comunicado há tempos atras, que a sua força militar é capaz de manter-se em varias guerras simultâneas.

Aproveitando desses eventos, está a China, que vem utilizando-se de métodos expansionistas no Mar do Sul da China para garantir o seu controle marítimo na região, região essas rica em rotas comercias, mas ela irá encontrar um grande problema pela frente bem ao lado.

A Índia declarou ao EUA, que é capaz de enfrentar os Chineses e parar suas ambições expansionistas por esse motivo que ela vem realizando vários exercícios conjuntos com os Americanos e inclusive está presente no exercício aéreo de Israel o Blue Flag

Mesmo que digam o contrário, podemos afirmar que uma guerra global generalizada já está a caminho, só não foi oficializada ainda.

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Pentágono diz que a Invasão é única maneira de desarmar completamente a Coreia do Norte

06 de novembro de 2017 - 01:40:29 

A invasão terrestre é a única maneira de destruir completamente o programa de armas nucleares da República Popular Democrática da Coréia (RPDC), afirmou uma avaliação do Pentágono.

"A única maneira de localizarmos e destruir com total certeza todos os componentes do programa de armas nucleares da Coréia do Norte é através de uma invasão terrestre", disse o contra-almirante dos EUA, Michael Dumont, ao congressista Ted Lieu em uma carta em nome do Estado-Maior, informou a BBC.
Mas o cálculo de números de vítimas potenciais mesmo os mais improváveis, seria extremamente alto, acrescentou, alertando que a Coreia do Norte poderia lançar um contra-ataque nuclear, enquanto as forças dos EUA tentam encontrar e desativar suas instalações subterrâneas profundamente enterradas.
[post_ad]Lieu, um deputado democrata, chamou a avaliação "profundamente perturbadora" em uma declaração feita com mais de uma dúzia de outros congressistas.
"Um conflito com Pyongyang poderia resultar em centenas de milhares, ou mesmo milhões de mortes nos primeiros dias de luta", afirmou o comunicado.
"Sua avaliação ressalta o que sabíamos o tempo todo: não há boas opções militares para a Coréia do Norte". completou o comunicado.
O presidente dos EUA, Donald Trump, que atualmente está em uma viagem a cinco países da Ásia, alertou em setembro que Washington pode "não ter escolha senão destruir totalmente" Coreia do Norte, a menos que eles desistam do seu programa nuclear.
"O presidente precisa parar de fazer declarações provocativas que dificultam as opções diplomáticas e colocam as tropas americanas em risco", afirmou Lieu no comunicado.
Uma pequena ressalva do Conflitos e Guerras. A ultima vez que os EUA fizeram essa previsão de vitimas em uma inevitável invasão terrestre, duas bombas nucleares foram lançadas contra o Japão.

Pode a história vir a se repetir.

Fonte: CGTN News

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5 de nov. de 2017

Príncipe Herdeiro da Arábia Saudita eleva os seus poderes ao prender príncipes governantes e ministros

05 de novembro de 2017 - 03:10:19 


Onze príncipes quatro ministros e dezenas de governantes foram presos no sabado apos um decreto real que estabelece uma anti-corrupção no país. A comissão está sendo chefiada pelo príncipe Mohammad Bin Salman, herdeiro ao trono saudita.
[post_ad]Segundo Bin Salman, a ação foi para combater o que ele chamou de almas fracas que estão colocando os seus interesses próprios acima dos interesses públicos para acumularem de forma ilícita, riquezas.

A comissão tem plenos poderes para investigar, prender, congelar contas, barrar viagens e monitorar pessoas envolvidas em praticas de corrupção.

No mesmo dia da formação da criação da comissão, o rei demintiu o ministro da economia Adel Fakeih, o comandante da marinha Abdullah al-Sultan e o lider da guarda nacional, (tropa de elite do rei) Meteb bin Abdullah, este o favorito a ocupar o trono saudita.

Outro que entrou para a lista de detidos na Arabia Saudita, foi o principe Al-Waleed Bin Talal, um bilonário que já estve na lista dos cem homens mais influentes do mundo de acordo com a revista "Time", Bin Talal é um dos principais investidoes das empresas Citigroup e 21th Century Fox, alem de ter uma parte das ações do Twitter.

Apesar das detenções e afastamentos terem sido provenientes de investigações sobre corrupção, não foi informado quais os crimes de corrupção eles estavam envolvidos e nem outros crimes subsequentes.

Essas as prisões e afastamentos, vem após uma série de acontecimento envolvendo diretamente e indiretamente a Arabia Saudita.

Apesar de não serem divulgados, muitos são os caças sauditas abatidos no Iemen, alem de outros ataque com misseis cruzarem a fonteiras do pais. Alem disso, o Primeiro Ministro do Libano, Saad Hariri que é um forte critico ao Irã e ao Hezbollah, alem de um forte aliado de Riade, renunciou ao cardo culpando o Irã de orquestrar o seu assassinato.

Apesar de não confirmado, alguns boatos correm dizendo que a atitude de Bin Salman foi para blinar e impedir um possivel golpe contra o seu mandato e que os possiveis corruptos presos, tinham de certa forma, uma ligação com o Irã.

Apesar desse boato ter alguns sentido, muito são as controversias, já que ambos seguem uma linha religioa bastante diferente.

Com tudo, o principe herdeiro que tem como a forma de governo uma monarquia absolutista que rege o pais com regras religiosas baseadas nas doutrinas sunita, aumenta ainda mais o seu poder sobre as tres instituições armadas do governo. que eram lideras por lidaradas por membros serparados da familia real.

Fontes: DN / Publico / O Globo 

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3 de nov. de 2017

Brasil, EUA, Peru e Colômbia farão exercício militar na Amazônia

03 de novembro de 2017 - 08:20:14


As Forças Armadas do Brasil estão organizando um exercício militar na selva amazônica envolvendo forças dos Estados Unidos, da Colômbia e do Peru. A ideia é simular a criação de uma base militar multinacional para atender emergências humanitárias.



O exercício visa, entre outros objetivos, treinar militares e criar diretrizes para oferecer assistência humanitária para eventuais ondas de imigrantes que deixem a Venezuela ou a Colômbia, segundo o general Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira, comandante logístico do Exército.

Ele disse ao UOL que também serão simulados cenários de combate a incêndios florestais e socorro emergência a vítimas de catástrofes que possam atingir a América do Sul - como terremotos, maremotos, secas e enchentes.

Uma vez acionada em situação real, a base militar logística teria caráter temporário.

Porém, a realização do exercício, batizado de Amazonlog 17 e previsto para acontecer entre 6 e 12 de novembro, tem dividido opiniões dentro do Brasil.

Críticos do evento disseram que ele pode sinalizar uma tendência de maior alinhamento da política de defesa e segurança do Brasil com a dos Estados Unidos - em divergência com a perspectiva mais regional da Unasul (União de Nações Sul-americanas).

Já seus apoiadores dizem que ele pode sinalizar uma aproximação militar com os Estados Unidos e é interessante do ponto de vista tecnológico e comercial. Além disso, não seria uma cooperação inédita nem significaria um distanciamento dos países vizinhos.

Mas o que vai acontecer na prática?

Uma base militar logística de caráter temporário será montada em Tabatinga, no Amazonas, para fins de treinamento. A cidade fica às margens do rio Solimões e faz fronteira com a Colômbia (Letícia) e com o Peru (Santa Rosa).

Ela receberá militares representantes de 49 países. As nações com mais tropas serão:
Brasil: 1.533
Colômbia: 150
Peru: 120
Estados Unidos: 30

Os demais países, como Alemanha, Japão, Venezuela, Canadá, Rússia, entre outros, terão em sua maioria menos de uma dezena de representantes.

Também serão utilizadas 21 aeronaves militares, entre helicópteros e aviões, sendo 12 do Brasil, seis da Colômbia, dois do Peru e um dos Estados Unidos, além de diversas embarcações.
"Nesse exercício, é bom que a sociedade saiba, só quem está armado é o Brasil, que vai dar segurança a essa base. É o país hospedeiro, como nós chamamos. Colômbia, Peru e os Estados Unidos vêm desarmados", disse o general Theophilo.
"Eles vão participar de um esforço montando um hospital de campanha, montando uma (rede de) captação de energia solar, equipamentos de purificação de água e um posto de fornecimento de combustível", disse o general.
Também haverá exercícios teóricos e práticos, os últimos com participação de "figurantes". Eles serão moradores voluntários das três cidades da tríplice fronteira e representarão a chegada de ondas de imigrantes ou se fingirão de vítimas de uma catástrofe natural.

Embora o exercício tenha objetivo humanitário, membros das Forças Armadas dizem que a grande concentração de tropas terá impacto também no combate a crimes de fronteira, como tráfico de armas e drogas naquela região. Isso porque os militares têm poder de polícia nas regiões fronteiriças.

Inspiração na Otan

O Brasil já reuniu quantidades maiores de tropas nas fronteiras em manobras anteriores que tinham por objetivo patrulhar a fronteira, treinar tropas e demonstrar poder. Exercícios conjuntos com outros países, inclusive com os Estados Unidos, também não são novidade.

Mas essa é a primeira vez que se realiza um exercício militar logístico de caráter humanitário com essas proporções na América do Sul. Ele foi inspirado em exercícios realizados por forças da Otan (a aliança militar ocidental) na Hungria para treinar tropas para dar assistência a vítimas de catástrofes naturais e a refugiados vindos da África e Ásia. O Brasil participou como observador.

Imigrantes e refugiados no Brasil

"Em termos de refugiados nós já tivermos uma experiência com os haitianos. Não tínhamos ainda preparado um suporte para a recepção desses refugiados, então hoje nos preocupa, lógico", disse Theophilo. 
"Nós temos a participação da Venezuela (no exercício), o número de refugiados (venezuelanos) que está aumentando cada vez mais na área de Roraima e já no Estado do Amazonas."
O governo de Roraima estima que aproximadamente 30 mil imigrantes venezuelanos estejam vivendo atualmente no Estado.

Segundo Robert Muggah, diretor de pesquisa do think tank Instituto Igarapé, é provável que ocorra um aumento dos fluxos migratórios para o Brasil devido às "dinâmicas de deslocamento forçado na América Latina".

Mas, para ele, o fluxo atual não configura ainda uma emergência humanitária.
"Devido à prolongada crise política e econômica que afeta a Venezuela, incluindo altas taxas de homicídio e a inflação - que pode atingir os 2.300% ano que vem -, é provável que o Brasil continue a receber um fluxo de solicitantes de refúgio e migrantes econômicos", disse.
A Venezuela será representada por um de seus generais no exercício. A reportagem tentou entrar em contato com a embaixada venezuelana por telefone durante uma semana para comentar a questão dos refugiados, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

Segundo o general Theophilo, outro cenário possível é que imigrantes colombianos precisem de assistência ao entrar no Brasil. Esse movimento migratório poderia ser impulsionado pelo processo de paz do governo colombiano com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e com o ELN (Exército de Libertação Nacional).

Em 2016, segundo a Polícia Federal, quase 7.500 imigrantes colombianos entraram no Brasil.

O general disse, porém, que o Amazonlog 17 vai funcionar como uma via de mão dupla, para que Colômbia e Peru também adquiram experiência para oferecer ajuda humanitária para eventuais ondas de imigrantes que entrem em seus territórios.

Muggah disse que os ondas de imigrantes podem não vir apenas da Venezuela e da Colômbia.
"Pode-se especular que o Brasil também se torne destino de refugiados da América Central, sobretudo do chamado Triângulo Norte (Honduras, Guatemala e El Salvador). Esses países registram as maiores taxas de homicídios no mundo e a violência extrema tem forçado o deslocamento de centenas de milhares de pessoas todos os anos", disse Muggah.

General: "(os EUA) estão colaborando para um bem maior"

"Nós fomos aos Estados Unidos convidar para a participação deles", disse Theophilo.
Segundo ele, a presença americana na Amazônia durante o exercício não deve causar preocupação em relação a temas de soberania.
"Estando com a gente é muito melhor do que venham secretamente e façam pesquisas no interior na mata como nós vimos muitas vezes, eu que vivi na Amazônia por seis anos. Eles estão controlados e estão colaborando para um bem maior que é a ajuda da população carente", disse.
Segundo o general, os americanos vão trazer ao Brasil conhecimentos e mostrar tecnologias relacionadas à ajuda humanitária em catástrofes naturais. A ideia do Brasil é aprender com a grande capacidade logística americana de mobilização rápida de recursos.

Theophilo citou como exemplo a ajuda americana às vítimas do terremoto do Haiti em 2010. Na ocasião, em questão de poucos dias os americanos conseguiram mobilizar 20 mil tropas e milhares de toneladas de suprimentos e enviá-los ao país vizinho.

Virão ao Brasil 30 representantes da Guarda Nacional, da Guarda Florestal e militares do Comando Sul, que é uma importante unidade do Exército dos Estados Unidos. Eles trarão um avião militar de carga C-130, que participará de exercícios de combate a incêndios florestais e transporte de tropas.

Professor vê " fragilização do Conselho de Defesa Sul-Americano"

Segundo o professor da Unesp e do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas, Samuel Alves Soares, a concepção de uma base logística para responder a calamidades na perspectiva da assistência humanitária, a princípio, é uma boa ideia.

Mas, de acordo com ele, nos moldes em que está sendo anunciada, a operação aponta que os objetivos podem ser outros. O exercício revelaria uma tendência de maior alinhamento da política de defesa e segurança internacional do Brasil com a de órgãos como a OEA (Organização dos Estados Americanos) e a Junta Interamericana de Defesa – que têm a presença dos Estados Unidos.

Segundo Soares, esses órgãos abordam o tema da defesa sob uma perspectiva multidimensional, na qual as forças armadas dos países latino-americanos são mais estimuladas a atuar na segurança interna do país, combatendo, por exemplo, tráfico de drogas, de pessoas e de armas pelas fronteiras nacionais.

Sob essa política, disse o professor Soares, os militares atuariam cada vez menos como fator de dissuasão e eventual ação contra ameaças externas de outros Estados -- papel que passaria a caber às forças armadas dos Estados Unidos.
"O exercício, como divulgado, acaba por envolver a participação das Forças Armadas em várias áreas e questões alheias às propostas de emprego contra ameaças externas e oriundas de Estados, uma demonstração de fragilização do Conselho de Defesa Sul-Americano. Indica que assuntos regionais passam a ser tratados com a participação de forças extrarregionais, diferentemente do que foi proposto quando da criação da Unasul", disse.
As ações de defesa do bloco de 12 países da América do Sul se caracterizam mais pelos debates, pelo estabelecimento de uma indústria de defesa local e pelas ideias de autonomia regional -- e pela ideia de que as Forças Armadas não devem ser usadas em casos de segurança interna, segundo Soares.
"Desde governos anteriores vem crescendo o emprego das Forças Armadas em atividades na área de segurança e patrulhamento e vigilância de fronteiras", disse.
O fato de o Amazonlog 17 envolver principalmente a Colômbia e o Peru, historicamente mais próximos aos norte-americanos, seria um indício desse alinhamento com a política multidimensional adotada pelos Estados Unidos, segundo ele.

O Exército, por sua vez, disse que não existe intenção de alinhamento com a política multidimensional dos Estados Unidos. A iniciativa de fazer o exercício foi do Brasil e o convite para os americanos participarem foi feito devido à sua vasta experiência com ajuda humanitária.

Segundo o Exército, Colômbia e Peru foram convidados a enviar mais tropas por sua localização geográfica, por estarem situados onde o exercício vai acontecer. Representantes tanto da OEA como da Unasul foram convidados para participar do exercício.

Segundo Robert Muggah, do Instituto Igarapé, o convite do Brasil aos Estados Unidos sinaliza sim uma tentativa de aproximação entre as duas nações.

Mas, segundo ele, o eventual aprofundamento das relações com os Estados Unidos "não representa necessariamente um distanciamento (do Brasil em relação aos) países vizinhos, sobretudo no que diz respeito à cooperação em áreas de fronteira".

Segundo ele, iniciativas no âmbito da Unasul e de seu Conselho de Defesa continuam a ter valor estratégico para o Brasil. Elas possibilitam a cooperação subcontinental em temas que são multinacionais por natureza - como os fluxos migratórios transfronteiriços e o tráfico de drogas e de pessoas.
"Para o Brasil, o estreitamento de laços com os Estados Unidos também é interessante do ponto de vista tecnológico e comercial, aspectos esses que podem ser discutidos durante iniciativas como o Amazonlog", disse.

O que diz a embaixada dos Estados Unidos

"O Brasil e os Estados Unidos têm sido parceiros fortes há muito tempo, e nós valorizamos a relação rica e multifacetada que temos com o Brasil, incluindo nossas forças militares", afirmou a embaixada americana em comunicado.
Segundo a entidade, os Estados Unidos estão tentando ampliar a parceria com o Brasil na área de defesa – especialmente encorajando a cooperação das indústrias de defesa dos dois países.

A embaixada afirmou que essa não é a primeira vez que acontece um exercício militar conjunto. A entidade citou um treinamento envolvendo os dois países na Amazônia no ano passado, diversas visitas diplomáticas focadas na área militar e disse que o Brasil é convidado anualmente para participar de exercícios militares internacionais promovidos pelos Estados Unidos.

Em 2015, Brasil e Estados Unidos também chegaram a assinar um acordo bilateral nas áreas de defesa e de proteção de informações militares que prevê treinamentos conjuntos.

Quanto isso vai custar? Haverá algum legado?


O Amazonlog 17 vem sendo planejado há dois anos a um custo aproximado de R$ 15 milhões.

Essa verba inclui tanto os custos de mobilização das tropas como a construção de estruturas permanentes. Ancoradouros fluviais de todas as bases militares da região amazônica estão sendo reformados. A cidade de Tabatinga também deve herdar uma praça pública, que será construída durante o exercício para simular o atendimento a vítima de catástrofes e ondas de imigrantes.

O custo também engloba o fornecimento de atendimento médico e odontológico real (não apenas simulado) para moradores da região onde o exercício acontecerá.

Segundo Muggah, o exercício pode ter aspectos positivos "à medida que eleva às capacidades estratégicas, técnicas e logísticas do Brasil".
"No passado nós tivemos um incêndio florestal na Amazônia e a primeira equipe que chegou foi uma equipe de bombeiros da Argentina. Então eu acho que isso mostra um pouco de falta de planejamento, de falta de estar preparado para as grandes calamidades", disse o general Theophilo.
"(Hoje) não há uma coordenação por parte dos países (da América do Sul) que participam nessa ajuda. Muitas vezes sobra alimento, sobra remédio ou falta alguma coisa."
Segundo o general, o treinamento poderá ser repetido a cada dois anos em países diferentes. Com o treino, cada nação saberá como agir e que material levar em uma situação de perigo real.
"Esse é o grande legado, é a grande doutrina", disse.
Fonte: Jornal Floripa 

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Arábia Saudita denuncia o apoio da ONU à milícia Houthi

03 de novembro de 2017 - 06:30:17 



A Arábia Saudita expressou sua forte condenação ao relatório elaborado por um comite da ONU onde as Nações Unidas apresentaram um repasse de 14 milhões de dólares para o chamado Ministério da Educação do Iêmen, que é um afiliado das milícias Houthi, e que estão plantando milhares de minas dentro do Iêmen e na fronteira saudita.

[post_ad]O Reino solicitou a reconsideração do relatório submetido à comissão, de modo que eles reflitam os fatos que foram ignorados e o compromisso de todos os órgãos das Nações Unidas com as resoluções pertinentes do Conselho de Segurança, incluindo a resolução 2216, enfatizando que o apoio das Nações Unidas às milícias Houthi era injustificável e inaceitável.

O Reino também confirmou que as milícias Houthi e Saleh, plantaram e desdobraram pelo menos 50 mil minas na fronteira saudita-iemenita e dezenas de milhares de minas em cidades e aldeias Yemenitas povoadas, além de minas navais no Mar Vermelho perto da fronteira saudita.

A Arábia Saudita expressou sua surpresa e arrependimento por não se referir a esses fatos no relatório apresentado ao Comité das Nações Unidas em questão, considerando isso como um grave desrespeito de como essas minas representam uma ameaça à segurança do País.

Isto veio num discurso pronunciado na quarta-feira pela Delegação Permanente do Reino das Nações Unidas na Comissão de Política Especial e de Descolonização (Quarta Comissão) sobre o item 50 sobre Ação contra Minas.


Fonte: Saudi Gazette

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2 de nov. de 2017

EUA envia o quarto porta-aviões ao Pacifico depois da China simular um bombardeio a Guam

02 de novembro de 2017 - 03:40:46 


De acordo com o Defense News as forças militares da China, realizaram um exercício simulando um bombardeio a ilha de Guan, território esse controlado pelos Estados Unidos.

A intenção dos chineses de impor uma politica de expansão agressiva para exercer seu domínio sobre os territórios disputados nos mares da China do Sul e da China Oriental, foram retransmitidos pelo presidente do Estado-Maior Conjunto, Joseph Dunford, durante um conversa com repórteres.
"A China é o desafio a longo prazo na região. Quando olhamos para as capacidades que a China está desenvolvendo, temos que garantir que possamos cumprir os nossos compromissos da aliança no Pacífico". disse Dunford.
"A noção de que a Coreia do Norte e a China ameaçaram Guam, de forma explícita ou tácita, fala do fato de que a China é a maior ameaça à segurança dos Estados Unidos no Pacífico, apesar da grande ameaça nuclear por parte dos norte coreanos", disse Dunford.
Referente a um conflito com a Coreia do Norte, ainda vemos como uma luta na qual podemos ganhar, já com a China, nos preocupamos com a maneira de como as coisas estão indo" completou Dunford.

Embora não tenha sido divulgado tão amplamente o acumulo de militares chineses no Mar da China Meridional, a China também vem construindo sua frota de aviões de combate, operando campanhas agressivas e diárias para combater o espaço aéreo sobre o Mar da China Oriental, o Mar da China Meridional e mais para o Pacífico, informou a Defense News.

Na conversa, Dunford falou sobre as constantes disputas aéreas entre China e Japão.
"Ao longo do ano passado, o Japão enviou 900 caças em missões para interceptar aeronaves militares chineses que desafiavam a zona de identificação da defesa aérea do Japão, ou ADIZ.

Em 2013, a China anunciou fronteiras para o seu próprio ADIZ, fronteiras que se sobrepuseram à zona do Japão e incluíam as ilhas disputadas de Senkaku no Mar da China Oriental. Desde então, o aumento das iterações entre as aeronaves japonesas e chinesas, acabou por levar o Japão a deslocalizar dois esquadrões de combate para a base aérea de Naha Air em Okinawa, com o objetivo de enfrentar mais facilmente as incursões", disse Dunford

E acrescentou...
"Nós temos agora, diariamente, flancos chineses armados e aeronaves japonesas próximos uns dos outros, inclusive as interceptações entre os EUA e a China também estão aumentando."
Sobre as frequentes interceptações chinesas aos caças dos EUA, Dunford disse.
"É muito comum que as aeronaves da RPC interceptem as aeronaves dos EUA"
Segundo autoridades norte americanas, os aviões chineses também estão testando as zonas de identificação da defesa aérea dos EUA. Os bombardeiros chineses "Badger" e o H-6K recentemente atualizados para operarem com mísseis de cruzeiro lançados com um alcance 1.000 milhas, estão testando as zonas de defesa dos EUA em torno de Guam.

As aeronaves executam vôos "não infrequente" para chegar ao alcance do território dos EUA em Guam, disseram eles.
"A RPC (Republica Popular da China) está a praticando exercícios de ataques a Guam", disseram as autoridades.
A expansão chinesa dos seus caças e bombardeiros, são apenas uma parte do esforço do país para "vencer sem lutar" e gradualmente normalizar os ganhos que a China fez no Mar da China Meridional, disseram as autoridades.

Existem outras pressões por parte dos chineses disseram os funcionários da defesa dos EUA.

Eles estimam que a Marinha do Exército de Libertação Popular Chinês, colocou cerca de 150 mil navios de pesca comerciais chineses sob sua direção, mesmo que não sendo incorporados diretamente a marinha oficial chinesa. 

As embarcações de pesca chinesas fazem ataques coordenados contra pescadores vietnamitas, disseram as autoridades, empurrando-as e até às vezes afundando suas embarcações perto das ilhas Paracel. 

A China tomou o território do Vietnã na década de 1970 e militarizou algumas das ilhas, porem as áreas de pescas continua a ser tradicionalmente dos vietnamitas.

Tomado em conjunto as atividades da China, especialistas sugerem que os chineses estão se preparando para defender as fronteiras recém ampliadas e as autoridades dos EUA se preocupam com isso.
"Eu acho que eles estarão prontos para fazê-lo quando decidirem declarar a linha Nine-Dash como deles", disse uma das autoridades, referindo-se à linha territorial que a China identificou que teoricamente colocaria todo o Sul do Mar da China sob controle chinês se forçado.
Por conta da afirmação de Dunford de que a China está realizando varias simulações de ataque a Guam, o Comando do Pacifico envio o Porta Aviões USS Carl Vinson para realizar treinamentos no trecho do Oceano Pacifico na região da Indonésia.

Outros Portá-Aviões que também são esperado para o exercício, é o USS-Nimitz , e o USS-Theodore Roosevelt.

Enquanto a Coreia do Norte provavelmente será o principal tema de discussão durante a a visita de Donald Trump a Ásia, Dunford disse que espera que Trump transmita o descontentamento dos EUA com a postura cada vez mais agressiva da China no Pacífico.

Apesar dos porta-vozes americanos afirmarem que esse deslocamento é apenas uma programação de rotina, alguns especialistas acreditam que isso se trata de uma grande preparação de guerra.

Fonte: Zero Hedge / Outros

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