14 de set. de 2017

Japão adverte, Coréia do Norte poderia atacar a Inglaterra! Kim perto de lançar míssil capaz de atingir Reino Unido

14 de setembro de 2017 - 15:32:52


Coreia do Norte está se preparando para lançar um míssil capaz até mesmo de atingir a Grã-Bretanha, alertaram os os militares japoneses.

O regime de Kim Jong-un começou testar um sistema de lançamento que poderia ser usado para disparar um míssil balístico intercontinental em movimento, elevando os temores de uma Terceira Guerra Mundial.[post_ad]Os militares japoneses disseram que o sistema de lançamento norte coreano, são grandes o suficiente para transportar um ICBM classe Hwasong-14 mísseis balísticos.

As armas de longo alcance têm um alcance de 6.200 milhas, cerca de 9.977 quilômetros, tornando-os facilmente capazes de atingir os EUA e no Reino Unido, que fica a apenas 5.400 milhas, cerca de 8,690 quilômetros de distância.

O site japonês Nikkei, informou que o sistema de lançamento do míssil, estava sendo movido para a posição de lançamento e a arma estava carregada com combustível e pronto para agir.

Um ICBM Hwasong-14 testado no início deste ano pelo estado eremita também foi classificado para ser capaz de atingir os EUA se o míssil seguir a trajetória certa.

Kim Jong-un, aparentemente, riu quando a arma foi disparada e declarou-se um "presente especial para os americano".

Especialistas afirmaram que a arma é capaz de chegar a qualquer lugar do mundo mas os confirmaram que o sucesso do teste, saiu muito abaixo do esperado.

Os especialistas, sugeriram o voo como sendo a mais de 8,000 quilômetros.

Em um novo aviso terrível, a Coreia do Norte prometeu usar suas armas nucleares para “afundar” o Japão e transformar os EUA em “cinzas e escuridão”.

A ameaça veio em resposta a uma resolução do Conselho de Segurança da ONU por mais sanções contra o Estado.

Em um comunicado, o Comitê de Paz para a Coreia Ásia-Pacífico, que lida com a propaganda do regime, disse:
"As quatro ilhas do arquipélago devem ser afundados ao mar pela bomba nuclear Juche".

E complementou dizendo:
“O Japão não é mais necessário a existir perto de nós.”

O termo “Juche”, refere-se a mistura bizarra do Norte do marxismo e o nacionalismo apresentada pela primeira vez pelo avô de Kim Kim Il Sung.

O comitê disse: 
“Vamos reduzir o continente dos Estados Unidos em cinzas e escuridão.

“Vamos utilizar nossa mobilização de todos os meios de retaliação que foram preparadas até agora.”
A tensão regional aumentou significativamente desde que o norte conduziu o seu sexto, e de longe, o mais poderoso teste nuclear em 3 de Setembro através da bomba de hidrogênio, que seguiu-se em uma série de testes de mísseis, incluindo um que sobrevoou o Japão.

Fonte: Express.co.uk

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7 de jul. de 2017

De olho na China, Índia enviará a sua maior frota naval para exercícios conjuntos com os EUA e Japão

07 de julho de 2017 - 02:01:03 


EUA, Índia e o Japão, estão se preparando para exercícios trilaterais da Malabar na próxima semana em meio a relatórios sobre o aumento da atividade chinesa no Oceano Índico.

Cerca de 6.500 marinheiros dos EUA e 700 da Força de Autodefesa Marítima japonesa deverão treinar ao lado da marinha indiana no exercício, que começa segunda-feira e termina em 17 de julho.

Os navios participantes por parte dos EUA, incluem o porta-aviões USS Nimitz e sua ala aérea, juntamente com o navio de cruzeiro USS Princeton e os Destróiers com mísseis guiados USS Howard, USS Shoup e USS Kidd,.

Segundo um comunicado da Marinha norte americana, um avião P-8A Poseidon projetado para vigilância, guerra anti-submarina e anti-superfície junto de um submarino de ataque rápido de classe de Los Angeles, também participarão dos exercícios.

Os navios japoneses incluem o Destróier, JS Izumo, o maior navio de guerra do país e o Destróier JS Sazanami, segundo um comunicado da JMSDF.

O treinamento no mar na Baía de Bengala terão como objetivo 
  • Familiarização submarina;
  • Exercícios de defesa aérea e guerra de superfície; 
  • Exercícios de visita, bordo, busca e apreensão; 
  • Guerra anti-submarina.
Essas informações foram passadas através de um o comunicado da Marinha. 

O treinamento Shore em Chennai, na Índia, consistirá em trocas operacionais de grupos, operações de patrulha marítima e reconhecimento, guerra de superfície e anti-submarina.

De acordo com o site de noticias NDTV o governo da India enviará a maior frota indiana já vista em um treinamento o que leva os analistas especularem que isso seria um ato de intimidação a China.

A China vem criticando o exercício anual onde um membro do governo publicou um editorial em dezembro, dizendo que o objetivo de Malabar é atacar as atividades de submarinos da China nos mares do Leste e do Sul da China. 

O editorial observou que tanto os EUA quanto as marinhas indianas operam variações do P-8 Poseidon.

O governo chinês também questionou o propósito da implantação do Izumo, que passou o tempo no Mar da China Meridional antes de se dirigir para a Índia, o que implica que o JMSDF está usando o navio para provocar a China. 

Ele transporta até nove helicópteros e conduz algumas operações de vôo semelhantes a um navio de assalto anfíbio dos EUA.
"Se isso é apenas sobre visitas normais e trânsito normal através do Mar da China Meridional, não temos objeção e esperamos que tais trocas normais entre países relevantes possam ajudar a promover a paz e a estabilidade na região.

Mas se estiver indo para o Mar da China Meridional por outros motivos, seria uma história diferente ", disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Hua Chunying.
Em uma transcrição no site do Ministério das Relações Exteriores da China o governo chines disse.
"Como realmente vimos o lado japonês despertar problemas na questão do Mar da China Meridional, esperamos que o lado japonês possa realmente desempenhar um papel responsável pela paz e estabilidade nesta região".
Múltiplos meios de comunicação indianos relataram que funcionários do governo afirmam ver um aumento significativo na atividade naval chinesa no Oceano Índico antes de Malabar, com um aumento no número de navios de guerra e submarinos chineses na região.

Tanto o Hindustan Times quanto o CNN-News 18 informaram que o navio de vigilância chinês HaiwangXiang foi detectado recentemente no Oceano Índico, presumivelmente com o objetivo de monitorar os exercícios.

Malabar, que começou em 1992 como um exercício bilateral entre os EUA e a Índia, atingiu o pico em 2007, quando a Austrália, Cingapura e o Japão foram convidados a participar. A iteração de 2008 consistiu apenas nos EUA e na Índia.

O Japão juntou-se novamente em 2009 e já participou regularmente desde 2014. Agora é considerado um membro permanente do exercício.

Fontes: Stripes News / ndtv

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28 de mai. de 2017

Pentágono diz que guerra com a Coreia do Norte seria um desastre, inclusive para China e Rússia

28 de maio de 2017 - 23:30:24


Um possível fracasso diplomático e posterior guerra com a Coreia do Norte seria um desastre, representando uma ameaça para muitos países, incluindo a Rússia, disse o secretário de Defesa dos EUA, Jim Mattis, à CBS News em entrevista neste domingo.

"Este regime (norte-coreano) é uma ameaça para a região, para o Japão e para a Coreia do Sul. Em caso de guerra, eles seriam uma ameaça para a China e para a Rússia. Essa seria uma guerra catastrófica, se acontecerem combates e se não formos capazes de resolver esta situação por meios diplomáticos", alertou Mattis.
Mattis acrescentou que um possível conflito armado com a Coreia do Norte seria a pior guerra já vivida em gerações, devido ao fato de Pyongyang possuir "centenas de canhões de artilharia e lançadores de foguetes" capazes de alcançar a capital sul-coreana, Seul.
As tensões, em função das atividades militares da Coreia do Norte, aumentaram drasticamente nos últimos meses, depois de Pyongyang ter realizado vários testes nucleares e lançamentos de mísseis balísticos, violando as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

Fonte: Sputinik

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Japão fala em ação conjunta com o EUA após novo lançamento de míssil da Coreia do Norte.

28 de maio de 2017 - 23:24:03


A Coreia do Norte disparou mais um projétil a partir de sua costa leste, afirmaram as Forças Armadas sul-coreanas neste domingo (28).

Segundo o comunicado, acredita tratar-­se de um míssil balístico do tipo Scud, que percorreu 450 km e caiu no mar.

Pyongyang tem um amplo estoque de mísseis desse tipo, originalmente desenvolvidos pela União Soviética. Versões modificadas podem voar até 1.000 km.

Após o teste, o novo presidente sul-coreano, Moon Jae­In, ordenou uma reunião do conselho nacional de segurança para analisar o ocorrido.

O Primeiro-Ministro do Japão, Shinzo Abe, também reagiu ao disparo e afirmou que os testes do país são uma prioridade para a comunidade internacional. 

"Trabalhando com os Estados Unidos, vamos tomar ações específicas para deter a Coreia do Norte."

Segundo o chefe­ de gabinete Yoshihide Suga, tudo indica que o projétil caiu em uma área do mar de uso exclusivo do Japão. 

"O míssil balístico disparado pela Coreia do Norte é altamente problemático da perspectiva da segurança da navegação e do tráfego aéreo e é uma clara violação de resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas", afirmou.

O governo norte americano informou ter monitorado a trajetória do projétil, que voou por seis minutos, e informado o presidente Donald Trump. O comunicado ressalta, porém, que o míssil não representa uma ameaça ao país.

Desde o ano passado, Pyongyang realizou dois testes nucleares e dezenas de lançamento de mísseis, apesar de sanções econômicas impostas pelas Nações Unidas.

Líderes do G7, o grupo que reúne as economias mais desenvolvidas do mundo, qualificaram no sábado os testes de uma "ameaça grave" e se disseram dispostos a tomar medidas a respeito.

Acredita-se que a Coreia do Norte está ainda muitos anos longe de conseguir atingir alvos nos Estados Unidos, mas cada teste marca um desafio ao país.

Fonte: Folha de São Paulo

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23 de nov. de 2016

Rússia implanta mísseis anti-navio em ilhas disputadas com o Japão

23 de novembro de 2016 - 11:38:25 


Jornal da frota marítima da Rússia no Pacífico, Boyevaya Vakhta informou que a Rússia implantou os sistemas de mísseis anti-navios Bastion e Bal nas ilhas de Kunashir e Iturup, ambas reivindicadas pelo Japão.
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De acordo com o relatório, o sistema de mísseis Bastion, foi instalado em Iturup enquanto o sistema Bal foi para Kunashir.

O Ministro da Defesa da Rússia, Sergei Shoigu disse em março que o seu país iria implantar os sistemas de mísseis nas ilhas antes do final do ano.

A disputa sobre as quatro ilhas russas conhecidas como Ilhas Curilas, impediu a assinatura de um tratado de paz entre os dois países, após a Segunda Guerra Mundial.

A ação russa vem depois do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe dizer na segunda-feira (21) em Buenos Aires que a assinatura do tratado vai exigir uma "relação de confiança" entre ele e o presidente Vladimir Putin.

Um dia antes, Putin jogou um balde de água fria nas esperanças japonesas de concluir rapidamente o tratado de paz elaborado depois da Segunda Guerra Mundial, onde Putin disse que tal acordo "não é um caminho fácil", reiterando que as ilhas contestadas e capturadas do Japão pela então antiga União Soviética no final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, caem sob soberania russa.

As ilhas - Iturup, Kunashir e Shikotan, bem como o grupo de ilhotas Habomai foram invadidas pela União Soviética após a rendição do Japão em agosto de 1945.

As ilhas são chamadas de Territórios do Norte no Japão e de Curilas do Sul na Rússia.

O Tratado de São Francisco foi assinado entre as forças aliadas e o Japão e teve a assinatura oficial de 49 nações em 8 de Setembro de 1951 em São Francisco, Califórnia. 

O tratado ficou popularmente conhecido como Tratado de São Francisco e entrou em vigor em 28 de Abril de 1952.

O tratado estabelece que o Japão deveria desistir de todas as reivindicações para as ilhas Curilas, mas o acordo não reconhece a soberania da União Soviética sobre as ilhas Curilas.

A URSS não assinou o tratado. Além disso, o Japão atualmente afirma que pelo menos algumas das ilhas em disputa não são uma parte das Ilhas Curilas, e portanto, não estão cobertas pelo tratado.

A Rússia sustenta que a soberania da União Soviética sobre as ilhas foi reconhecida nos acordos seguintes ao fim da Segunda Guerra Mundial, no entanto, o Japão contesta essa afirmação.

Tensão Rússia vs Japão.

O relatório diz também, que a implantação dos sistemas de mísseis nas ilhas disputadas, parece ter vindo em conjunto com um movimento similar no enclave de Kaliningrado, que faz fronteira com os membros da OTAN, Polónia e Lituânia,

Em um outro lugar não muito distante, helicópteros russos anti-ssubmarino Kamov Ka-27 voaram perto das Ilhas Senkaku no Mar da China Oriental na terça-feira (22), o que levou o Japão a acionar seus caças de defesa Aérea e enviá-los para a região.

O Secretário de Defesa do Japão disse que o helicóptero chegou a cerca de 10 quilômetros de espaço aéreo japonês sobre as ilhas Kuba e Taisho, que fazem parte do Senkakus. Navios da marinha russa, incluindo um destróier, também foram vistos em águas próximas.

O Japão já enfrenta uma forte crise diplomática com a China referente a disputa das Senkaku que foram reivindicadas pelo governo Chinês.

Fonte: Japan times

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7 de out. de 2016

Pentágono estuda uma Guerra Nuclear entre Japão e China.

07 de outubro de 2016 - 15:33:11 

O Japão poderia rapidamente construir um arsenal estratégico de mísseis baseados em terra e lançadores via submarinos, capazes de matar até 30 milhões de chineses em uma guerra nuclear, afirma um estudo patrocinado pelo Pentágono.




Um relatório produzido para o Office of Net Assessment do Pentágono, revela que o governo do Japão pode armar-se com armas nucleares dentro de um período de 10 anos, através de base em avançadas infraestruturas de energia nuclear em Tóquio, assim como em seus atuais lançadores espaciais, mísseis de cruzeiro e submarinos. 

A estimativa de baixas no relatório, indica que Tóquio não seria páreo em uma guerra nuclear contra a China.

De acordo com o relatório, o Japão poderia sofrer com a morte de mais ou menos, 34 milhões de pessoas em um eventual ataque chinês, cerca de 27% da população. 

Mas os especialistas nucleares não foram capazes de calcular com precisão as mortes japonesas por causa de um desentendimento entre os analistas, que chegaram a cogitar, que as grandes explosões contra cidades, criariam enormes tempestades de fogo e que provavelmente elevaria o número de mortes para o dobro. 

Os especialistas usaram um slide de instrução específica no relatório, e de qualquer maneira, o Japão enfrentaria a extinção caso seja atacado por armas nucleares chinesas. 

A divulgação do relatório ocorre em meio a crescentes tensões entre Tóquio e Pequim sobre disputas marítimas que envolvem ilhas Senkaku no Japão, que se encontram no Mar da China Oriental.

China reivindica as ilhas como seu próprio território. Forças militares japoneses e chineses estiveram envolvidas em um jogo de gato-e-rato referente as atividades navais e aéreas perto das ilhas nos últimos anos. 


O estudo é um claro sinal de preocupações dentro do governo dos EUA em que as políticas anti-nucleares do governo Obama têm aumentado o perigo da proliferação de armas nucleares, como aliados americanos não nucleares consideram o desenvolvimento de seus próprios arsenais nucleares. 

O Japão vem construindo pequenas forças militares nos últimos anos e tem reinterpretado partes da constituição oficialmente pacifista para permitir uma ampla gama de atividades militares.

O Primeiro Ministro japonês Shinzo Abe se reuniu com o ex-líder cubano Fidel Castro em Havana na quinta-feira (06), onde concordaram em buscar um mundo livre de armas nucleares. 

Em abril, funcionários do governo Abe disse ao Parlamento que a constituição japonesa não proíbe possuir armas nucleares. 

Os Estados Unidos atualmente usa seus mísseis nucleares, submarinos e bombardeiros de dissuasão estendida para fornecer segurança ao Japão e Coreia do Sul, mas de acordo com analistas, as forças nucleares estão envelhecendo e precisam de modernização.

Por outro lado, a Rússia e a China estão modernizando suas forças nucleares de forma agressiva, além desses dois países, a Coréia do Norte também está construindo um forte complexo nuclear e sistemas de mísseis de longo alcance capaz de atingir os EUA com armas nucleares.


Ainda no campo atômico, o acordo nuclear do governo Obama com o Irã, proporciona Teerã desenvolver armas nucleares em até 10 anos. 

De acordo com o relatório ONA, o interesse do Pentágono em opções nucleares do Japão, assumiu urgência porque temores japoneses de que as atuais garantias de segurança nuclear dos EUA contra ataques nucleares chineses e norte-coreanos, estão enfraquecendo e poderia ser insuficiente no futuro para dissuadir Pequim ou Pyongyang de declarar uma guerra atômica contra o Japão. 

Segundo o relatório, fatores que poderiam conduzir o Japão para nuclearização do seu sistema militar, incluem uma grande mudança na política de dissuasão dos Estados Unidos para a construção de armas nucleares por parte da Coreia do Sul, um teste nuclear iraniano, ou o uso de armas nucleares por parte da Rússia ou China. 

Os resultados do relatório fazem parte de uma oficina batizada de, "operações nucleares e implicações", realizada em Washington em 10 de Junho, que incluiu defesas norte-americana e autoridades nucleares a avaliar como o Japão poderia implantar e usar mísseis nucleares construídos a partir de lançadores espaciais atuais e submarinos. 

O relatório nuclear do Japão, enquanto não classificada, parece fornecer uma avaliação de peritos sobre como o Japão poderia desenvolver melhor as forças nucleares, tendo em conta a experiência da Segunda Guerra Mundial, referente ao bombardeio convencional e dois ataques nucleares a nação do Pacífico. 

Como resultado dessa experiência, o relatório constatou que as forças navais japonesas provavelmente escolheriam uma força nuclear construído em torno da base nuclear com mísseis disparo através de submarinos e com um componente terrestre de mísseis. 

O atual lançador espacial do Japão, a Epsilon, é semelhante ao sistemas de lançamento de misseis nucelar dos EUA, MX. Sistema esse que foi desmantelado em 2005. 

Um míssil nuclear japonesa pode não precisar de múltiplas ogivas, mas Tokyo poderia desenvolver a capacidade que a China continua a perseguir, que no caso é o desenvolvimento de defesas antimísseis. 

Em relação ogivas, o Japão poderia construir uma ogiva semelhante a ogiva W-47 dos EUA de 1,2 megaton. 

Os participantes da conferência sobre as forças nucleares do Japão foram informados de que os japoneses provavelmente adotariam uma "dissuasão de punição" a ataques nucleares de proporcionais riscos, caso seja atacado. 

O relatório discutiu na conferência, as estimativas de baixas em caso de uma guerra nuclear entre China e Japão.


Simulação


Em uma guerra nuclear contra o Japão, Pequim provavelmente atingiria entre 20 a 30 cidades japonesas com 3 armas nucelares com poderes equivalente a 3 milhões de toneladas de TNT e mataria cerca 23 milhões a 33 milhões de pessoas. 

Já o Japão poderia lançar mísseis balísticos nucleares de cruzeiro em vários cenários de retaliação, incluindo bombas de 150 kilotons a 45 cidades chinesas, matando cerca de 20 milhões de chineses, ou usando armas ainda mais potentes com 1,2 megaton em 60 cidades, matando cerca de 96 milhões a 128 milhões de pessoas. 

Para a Coreia do Norte, um ataque em 10 cidades japonesas com ogivas de 10 kilotons, matando cerca de 1 milhão de pessoas. Esse ataque faria o Japão responde com armas de 1,2 megatons sobre Pyongyang, matando um número estimado de 1,1 milhões de norte-coreanos. 

Os funcionários avaliam que o Japão poderia facilmente desenvolver mísseis de cruzeiro de ataque a terra com um alcance de 1.500 milhas.

O Japão planeja ter 22 submarinos em suas forças navais que poderiam manter até 100 mísseis de cruzeiro nucleares na estação. 

Uma segunda opção seria o Japão desenvolver mísseis de médio alcance com alcance de 2.000 milhas que poderia ser capazes de atingir todas as grandes cidades chinesas a partir de territórios japonês. 

A autoridades espaciais japonesas, indicaram que o atual sistema de lançamento espacial do Japão, pode disparar misseis através de lançadores móveis, indicando que os sistemas poderiam ser convertidos de lançamento de satélites para ogivas de transporte.

Japão e China viram as tensões entre os dois países crescerem bastante nos últimos anos, tensão essa que pode desencadear uma guerra direta.

Fonte: Washington Free Ceacon

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3 de abr. de 2016

Trump diz que guerra entre Japão e Coreia do Norte seria 'terrível',mas 'rápida'

03 de abril de 2016 - 18:30:15

O pré-candidato republicano à presidência dos Estados Unidos Donald Trump disse que o Japão deveria usar armas nucleares para deter a Coreia do Norte, em vez de confiar na força militar dos Estados Unidos. O discurso foi feito no sábado (2) durante um evento de campanha em Wisconsin.



"Eu prefiro que eles [Japão e Coreia do Norte] não se armem, mas eu não vou continuar perdendo essa enorme quantidade de dinheiro", disse. "Francamente, deixa eles se protegerem contra a Coreia do Norte. Eles provavelmente limpariam eles do mapa rapidamente", completou.

Segundo Trump, um eventual conflito nuclear entre os dois países seria "terrível", mas "bastante rápido". "Se eles entrarem em guerra, quer saber de uma coisa, isso seria terrível. Mas se fizerem, fizeram".

O magnata havia recebido duras críticas por ter afirmado, dias antes, que o Japão e a Coreia do Sul deveriam ter suas próprias armas nucleares para proteger-se das ameaças da China e Coreia do Norte.
Armas nucleares

Em entrevista publicada no último domingo pelo “The New York Times”, o pré-candidato voltou a criticar a Otan e disse que cogitaria deixar que o Japão e a Coreia do Sul construírem suas próprias armas nucleares em vez de dependerem dos EUA.

A declaração foi respondida pelo porta-voz da Casa Branca, Josh Earnest. A perspectiva de Japão e Coreia do Sul obterem armas nucleares seria “incrivelmente desestabilizadora”, segundo a Casa Branca.

“A sugestão do senhor Trump de que de alguma forma deveríamos encorajar nossos aliados na Coreia do Sul a desenvolver armas nucleares é diretamente contrária à política de que os Estados Unidos há muito buscam e que a comunidade internacional sempre apoiou”, disse Earnest em um comunicado.

Fonte: G1

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19 de mar. de 2016

Japão prepara mísseis Patriot para se proteger da Coreia do Norte

19 de março de 2016 - 19:05:31

O governo japonês ordenou o posicionamento de mísseis Patriot (PAC-3) para se defender da Coreia do Norte, que disparou dois mísseis em direção ao Mar do Japão na sexta-feira (18).



O PAC-3 serve para identificar e interceptar mísseis que eventualmente invadirem o território japonês. Os equipamentos foram instalados em Tóquio, em um terreno ao lado da sede do Ministério da Defesa.

A Coreia do Norte disparou dois mísseis balísticos na sua mais recente violação das resoluções da Organização das Nações Unidas (ONU), disse um dirigente dos Estados Unidos da área da defesa.
“Os Estados Unidos detectaram o lançamento de dois mísseis balísticos pela Coreia do Norte. Acreditamos que ambos sejam Nodong Mrbms”, adiantou. Ele falou sob anonimato, referindo-se a mísseis balísticos de médio alcance (Mrbm, na sigla em Inglês).
“Estes lançamentos são uma violação de múltiplas resoluções do Conselho de Segurança da ONU”, acrescentou. Antes, a Coreia do Sul informara que a Coreia do Norte tinha disparado o que parecia ser um míssil de médio alcance para o Mar do Japão na sexta-feira.
As tensões militares na dividida península coreana têm aumentado desde que a Coreia do Norte realizou um quarto ensaio nuclear, em 6 de janeiro.

Um mês depois, Pyongyang lançou um foguete de longo alcance, que foi interpretado como um teste disfarçado de míssil balístico.

Já este mês, o Conselho de Segurança da ONU impôs duras sanções contra a Coreia do Norte.

O Japão apresentou na sexta-feira um protesto junto à embaixada norte-coreana em Pequim e exigiu “contenção” ao regime de Pyongyang, após o lançamento de mísseis de médio alcance, com um deles caindo em águas próximas do arquipélago japonês.

O primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, disse no parlamento que Tóquio vai trabalhar com a comunidade internacional para acabar com os programas de armas de Pyongyang, tendo exigido "contenção" ao governo da Coreia do Norte.

O chancelar nipônico, Fumio Kishida, considerou que o lançamento viola as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e explicou que apresentou um protesto na embaixada norte-coreana em Pequim (não há representação em Tóquio, já que os países não têm relações diplomáticas).

O ministro porta-voz do governo, Yoshihide Suga, disse que o exército do Japão está em alerta para proteger a segurança do povo japonês, depois das novas ações de Pyongyang.

Fonte: Reuters

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3 de fev. de 2016

Japão prepara ataque contra foguete da Coreia do Norte

03 de fevereiro de 2016 - 03:06:19

Ação militar anunciada pelo Ministério da Defesa veio após o governo de Kim Jong-Un alertar para o lançamento de um satélite



O Ministério da Defesa do Japão ordenou que unidades de defesa de mísseis balísticos, estejam prontas para abater qualquer foguete norte-coreano. A decisão veio após o anúncio da Coreia do Norte de que planeja lançar um satélite neste mês de fevereiro.

A Coreia do Sul alertou para as sérias consequências caso a vizinha Coreia do Norte não abra mão dos planos de lançar um foguete de longo alcance, que os críticos dizem que iria testar uma tecnologia de mísseis balísticos proibidos.

O discurso sul-coreano sobre as consequências das ações de Pyongyang não especificadas ocorreu menos de um mês após o quarto teste nuclear do país vizinho. Para o governo da Coreia do Sul, o lançamento planejado seria na verdade de um míssil de longo alcance.

Na terça-feira, a Coreia do Norte informou sobre os planos de lançar ao espaço um satélite de observação da Terra entre os dias 8 e 25 deste mês. A declaração sobre o lançamento, cujo o motivo seria para advertir civis, navios e aeronaves da área do foguete que caem, veio depois de Kim Jong-Un afirmar que houve um lançamento de uma bomba de hidrogênio.

Para os Estados Unidos, o lançamento do artefato seria uma ameaça e viola as resoluções do Conselho de Segurança para negociações.

Fonte: O Globo

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